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O mundo financeiro foi um dos primeiros a perceber a revolução que estava em curso na virada do milênio. O encurtamento das distâncias, a comunicação todos para todos e a capilaridade da sociedade em rede atingiu em cheio o fluxo informacional pelo qual circulam o dinheiro e os investimentos.

A transformação digital trouxe uma miríade de possibilidades mais rápidas, seguras e rentáveis para os cidadãos e os consumidores. De um lado, procedimentos analógicos monopolizados pelo sistema bancário deram lugar a uma engrenagem mais sofiscada e moderna capitaneada por outros players.

De outro, pessoas físicas e jurídicas perceberam que o sinal de empoderamento não era uma carta branca a um gerente personalizado ou um cartão de crédito preto com limite indeterminado. A autonomia financeira, quem diria, significou cuidar do próprio dinheiro – o que não era tão óbvio assim antes dessa transformação.

Neste post, reunimos cinco fatos que atestam que esta revolução já começou e que se trata de um momento irreversível na história financeira do mundo ocidental.

Prazer, fintech

Não faz tanto tempo assim, se perguntássemos a alguém onde poupar dinheiro ou qual lugar procurar para fazer uma simples transação, a resposta seria banco. Não é para menos. Esta instituição remonta ao século 15 e, com menores ou maiores evoluções, manteve sua lógica ao longo deste período: cuidar da grana alheia, permitir transações entre cidadãos e emprestar dinheiro com juros.

A revolução tecnológica sobre a qual já falamos criou novos atores neste cenário – cujo protagonista atende pelo nome de fintech. Pesquisa realizada no ano passado pela MindMiners revelou que mais da metade dos entrevistados (55%) afirmava conhecer ou ter se valido dos serviços das empresas de tecnologia e finanças.

Líderes nas operações digitais, essas empresas – startups ou não – possuem atendimento especializado, capilaridade para chegar aos desbancarizados e menos burocracia. A cara do novo milênio.

Quer pagar como?

Dinheiro, cheque ou cartão? Pergunta obrigatória nas transações analógicas, e que agora começa a ganhar outras alternativas: cashback? Direto pelo aplicativo? QR Code? Milha?

Se o talão de cheques já cheira a naftalina, o dinheiro em espécie tende a ter o mesmo caminho. No Brasil, já há até projeto de lei extinguindo o papel moeda.

Obviamente que se trata de uma iniciativa exagerada, mas que ao mesmo tempo revela um sintoma dos novos tempos, em que pessoas de todas as faixas etárias e padrões de renda começam a migrar para sistemas mais modernos, seguros e rápidos de pagamento – notadamente, os de pagamento instantâneo.

Horário de expediente: sempre

Bem antes da pandemia de coronavírus que provocou um freio  no mundo do capital, muita gente já havia percebido que ser visto não significava necessariamente colocar um outdoor na entrada da cidade – e sim planejar adequadamente um reposicionamento de mídia que incluía os ambientes digitais. Mais do que isso: investir no e-commerce.

Essa possibilidade rompeu as fronteiras clássicas entre os estados e os países, de modo que produtos passaram a encontrar livre circulação por todos os cantos.

Novamente, as empresas precisaram se estruturar e bolar estratégias de pagamento que dispensassem o dinheiro vivo em nome de novas possibilidades.

O resultado? O e-commerce cresceu 22% no ano passado e deve testemunhar um boom em 2020 – desta vez pelas circunstâncias criadas pelo covid-19.

Nativos digitais

Você já deve ter ouvido falar deles (se não for um). Nascidos a partir dos anos 2000 já têm 20 anos e… Vão às compras, fazem investimentos e se preocupam com o próprio dinheiro. Muito provavelmente, nunca pisaram em um banco na vida.

Qualquer empreendedor de sucesso precisa pensar nos jovens se quiser colher bons frutos nas próximas décadas. A população ativa do futuro quer rapidez e segurança, personalidade e robustez, orientação sem pedantismo e autonomia para gerenciar seus projetos de vida.

Enquanto os cidadãos analógico-digitais (ainda em maioria) apanham quando surge um gadget novo, os nativos digitais estão totalmente familiarizados com essas interfaces. E acredite: para eles, até o www e o email já são obsoletos. Quem não tem um aplicativo decente, interativo e intuitivo, por enquanto, não fala a língua desse pessoal.

Novos caminhos, velhos problemas

A revolução digital empurrou para um abismo dezenas de atores que estavam acostumados a trabalhar com carimbos e filas intermináveis. Por causa disso, instituições que são verdadeiros transatlânticos de burocracia ainda tentam acertar a trajetória para se adaptar aos novos tempos.

Enquanto isso, milhares de empresários e empreendedores se veem angustiados e sem orientação para adentrar nesta seara.
O FitBank é a fintech dos nativos digitais. Em 15 anos no mercado, já assumiu a dianteira da gestão de meios de pagamento e possui consultores em todas as áreas do mercado financeiro para ajudar pequenos, médios e grandes empresários a ter poder de banco em seu próprio negócio.

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