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A pandemia do novo coronavírus provocou um profundo clima de incerteza sobre o que virá depois. São tantas rupturas que fica até difícil descrevê-las, mas já se sabe que mudanças estão por vir no mundo do trabalho, nas relações humanas, no perfil consumidor e na gestão das finanças pessoais e dos investimentos.

Este post fala sobre estes dois últimos tópicos: como blindar o bolso e os investimentos para retomar a vida econômica quando tudo isso acabar

Iniciaremos falando das finanças pessoais, mesmo entre aqueles que não têm o hábito de investir.

São poucas as pessoas que podem dizer que passarão por este período sem qualquer arranhão na vida financeira.

Independentemente do tamanho do orçamento domiciliar, algum tipo de desfalque foi percebido – desde pequenas receitas que deixaram de aparecer até o fantasma do desemprego. Basta olhar para o lado e ver os reflexos econômicos deste surto estão por todo lado.

Por isso, enquanto a pandemia durar e alguns meses depois, não tem outro jeito: é hora de cortar despesas desnecessárias. Isso inclui tudo o que é considerado supérfluo e que pode ser temporariamente suspenso sem prejuízo à continuidade da rotina.

Seria autoritário dizer aqui o que é supérfluo: isso depende de cada pessoa e de cada perfil – em geral, você sabe o que é dispensável e o que não é.

Outra dica importante: evite contrair dívidas. 

É melhor renegociar compromissos do que boicotá-los em definitivo. Isso vale, por exemplo, para as mensalidades escolares.

As instituições de ensino também estão passando por inúmeras dificuldades, pois precisam conciliar a folha de pagamento e a manutenção das unidades com um cenário de inadimplência altíssima.

Em geral, as escolas estão aceitando conceder descontos e abatimentos, em nome de continuar suas atividades durante e depois da pandemia.

O mesmo vale para aluguéis. Embora os despejos estejam suspensos neste período, as dívidas não estão suspensas.

Portanto, evite protelar um problema e deixe de pagar apenas em caso de última necessidade. O mesmo vale para crediários, créditos consignados e financiamentos extorsivos.

Se você conseguiu manter a sua renda anterior, não é hora de extravagâncias. Ainda não se sabe ao certo quanto tempo esta situação perdurará e muito menos o estado das coisas quando a economia for retomada.

Já pequenos e médios empreendedores sentem o momento atual com mais angústia, uma vez que o sustento depende muito do restabelecimento da “vida normal”.

Neste caso, pode ser necessária uma migração temporária de atividade econômica ou o deslocamento das vendas para a internet e os serviços de delivery.

A migração, inclusive, pode ser menos provisória do que você imagina. Se as vendas pela internet já eram um negócio em franca expansão antes da pandemia, depois que o coronavírus for debelado com certeza já fará parte do “novo normal”.

Não se trata do fim das lojas presenciais (ninguém quer isso!), mas sim de uma conciliação possível de um modelo de negócio que oferece mais conforto e valor agregado aos consumidores na outra ponta.

Seus investimentos

Se você tem algum tipo de investimento, precisa ficar atento a algumas orientações básicas para não perder dinheiro.

Se tem uma coisa que a pandemia nos mostrou é a necessidade de criarmos uma tão falada “reserva de emergência”, preferencialmente aplicada em títulos pré-fixados.

No setor público, este numerário se chama “reserva de contingência”, um montante reservado apenas para momentos excepcionais.

Já nos nossos investimentos pessoais, a reserva de emergência seria a possibilidade de guardarmos de seis a oito meses do nosso “custo de vida” em um investimento seguro e que pode ser sacado a qualquer tempo.

Neste quesito, um fundo de renda fixa ou até mesmo a poupança, considerada a menos rentável forma de investimento, pode guardar esta reserva.

No caso dos títulos sob esta condição, a grande vantagem é que a rentabilidade é conhecida desde o início, diferentemente dos demais investimentos.

É preciso ter cuidado ainda com as aplicações. Especialistas do mercado financeiro recomendam segurá-las.

Quem tem dinheiro aplicado no Tesouro Direto, não deve retirá-lo, a menos que precise muito: o retorno segue garantido até o vencimento.

Reconhecidas pela expertise no mercado financeiro e nas transações digitais, as fintechs têm muito a ajudar pessoas físicas e jurídicas a se blindar em um momento como esse.

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