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Quem acompanha notícias do mercado financeiro já deve ter percebido a expansão vertiginosa pela qual passa o setor de fintechs – empresas que se valem dos recursos tecnológicos para oferecer soluções na área financeira. No Brasil, que já responde pela maior fatia do mercado latinoamericano, uma série de indicadores leva a crer que 2020 será um ano de consolidação.

Neste artigo, apresentaremos alguns deles!

Em junho de 2019, o Ministério da Economia já cantou a bola ao lançar o estudo “Fintechs e Sandbox no Brasil”, no qual apresenta as definições do setor e os caminhos regulatórios mais flexíveis que aqueles adotados no setor bancário.

Para o próprio governo, a expansão das fintechs pode ser explicada por três fatores primordiais:

Bancos analógicos – Os sistemas adotados pelos bancos, embora também se valham de inovação em alguns aspectos, se mostram robustos demais para acompanhar as evoluções tecnológicas. Em outras palavras, enquanto as empresas de tecnologia navegam com tranquilidade pelas tendências cada vez mais disruptivas, as instituições tradicionais são verdadeiros transatlânticos que precisam de tempo e recursos para traçar novas rotas;

Mais familiaridade – Enquanto os bancos precisaram se adaptar aos ambientes digitais, as fintechs nasceram no contexto de inovação de produtos, processos e serviços. Quando esses empresários tiveram a ideia de migrar para o setor financeiro, as pistas já estavam dadas;

Nativos digitais – Jovens que nasceram entre o fim dos anos 90 e o novo milênio não concebem a ideia de perder tempo e dinheiro com soluções analógicas. Aos aplicativos de transporte, alimentação e até de namoro, se juntaram as infinitas possibilidades das empresas que aliam tecnologia e inovações financeiras.

Não por menos, o Brasil tem hoje cerca de 600 fintechs, com previsão de franca expansão para 2020.

“A tecnologia já é presente no mercado financeiro há muitos anos, mas somente há pouco tempo as instituições perceberam que precisam entregar uma experiência de uso melhor para o cliente final. As novas tecnologias (API, Computação em Nuvem e Smartfones) possibilitaram a criação de uma série de soluções para melhorar essa experiência. A adesão por parte de novos clientes se dá gradativamente. A credibilidade e segurança seguem sendo pontos extremamente importantes na percepção do usuário final. Aos poucos ele descobre que novas plataformas não só trazem os benefícios da tecnologia mas também, em muitos casos, entregam a mesma solidez e confiança de uma instituição mais antiga” explica Otavio Farah, CEO do Fitbank.

Em termos de definição, existem hoje nove tipos de operações desempenhadas pelas fintechs, sendo que muitas empresas adotam múltiplos serviços, como é o caso do FitBank. O propósito é dar mais autonomia financeira para os gestores e seus colaboradores e fornecedores, de modo que a rotina bancária deixe de ser uma preocupação e o itinerário financeiro ganhe vida própria.

De acordo com o Radar Finchtech Lab 2019, o setor de pagamentos é o principal representante no ecossistema fintech do país, com 151 empresas – 43% a mais que no estudo anterior.

Em seguida aparece o conjunto de soluções de empréstimos, que possuía 70 empresas em 2018 e agora já possui 95, o que corresponde a 18% do mercado nacional.

A maior fatia de crescimento, no entanto, é do setor de investimentos – com quase 60% de expansão. A confiança do mercado financeiro na economia, que entusiasma cada vez mais cidadãos a investir, explica em parte o sucesso dessas operações.

“Dado o movimento divulgado pelo Bacen de liberar novas autorizações para fintechs e instituições de pagamentos, haverá uma grande demanda por sistemas de transações bancárias com funcionalidades mais próximas da camada de infraestrutura, o chamado “core bancário”. Poder contar com parceiros que entendam o momento e o tamanho das diversas operações pode viabilizar negócios que começam pequenos, mas com grande potencial de crescimento. O FitBank está preparado para ajudar os novos entrantes a encurtar esse caminho de forma eficiente e escalável, considerando a estratégia de cada negócio”comenta Rener Menezes, CTO do Fitbank.

O que vem por aí

Outros fatores conjunturais explicam o provável êxito das fintechs para o próximo ano. Um deles é de ordem tecnológica: o tão aguardado leilão da tecnologia 5G, cuja consulta pública deve ser aberta em breve pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com potencial de revolucionar os setores de comunicações e serviços por meio de uma conexão de altíssima velocidade, o 5G deve energizar ainda mais as empresas de tecnologia – tanto internamente, na otimização de seus recursos, quanto externamente, no relacionamento com os clientes.

A Internet das Coisas (IoT), que há até pouco tempo era apenas uma quimera, passará de vez a fazer parte da vida das pessoas. Não é preciso muita criatividade para imaginar como o setor de soluções financeiras pode ser impulsionado ainda mais.
Mesmo que o leilão do 5G seja adiado, o simples fato de que muitas empresas estão se movimentando para criar novos produtos que recepcionem a tecnologia já é muito sintomático do que vem por aí.
Os grandes pilares tecnológicos que sustentam as soluções das fintechs receberão atualizações expressivas:

Aprendizado da máquina – Os sistemas automatizados de segurança, prevenção de fraudes e consultoria financeira mudarão de estágio;
Biometria – Rapidez, conveniência e segurança estarão cada vez mais presentes na vida do usuário (se é que já não estão);
Computação em nuvem – A possibilidade de armazenamento de dados (e de acesso rápido a esses dados) já revolucionou de maneira terminativa a vida financeira de empresas e pessoas físicas;

Motor financeiro

Após dois anos em desenvolvimento de sistemas, o FitBank foi criado com o propósito de dar poder de banco para as empresas, de maneira segura, descomplicada e orientada. Entre os principais serviços oferecidos estão os de pagadoria, conta de pagamentos, ERP e split de pagamentos.
Quando boa parte dessas previsões de 2020 se confirmarem, o FitBank estará na linha de frente para oferecer as melhores soluções para as empresas que deixaram o século 20 para trás.