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Em meio a um cenário de tamanha incerteza criada pela pandemia do coronavírus, profissionais que trabalham com comércio eletrônico se veem divididos entre os dois lados da moeda.

De um lado, um tsunami que abalou as economias do mundo inteiro e vem mudando de maneira exponencial os padrões de consumo. De outro, o crescimento do e-commerce, catapultado pelas medidas de distanciamento social.

Esse antagonismo nos leva a uma necessidade de reação: é preciso, sim, se preocupar com o futuro do próprio negócio e buscar alternativas para sobreviver depois da crise. Ao mesmo tempo, é necessário se apropriar deste novo padrão de compra e venda para dar mais musculatura à sua vitrine digital: o marketplace.

Estima-se que quando a pandemia acabar, o “novo normal” levará em conta o protagonismo das transações online.

Comerciantes perceberam que as vendas pela internet podem ser mais rentáveis, diante da economia de recursos antes empregados na loja física. E consumidores também identificaram neste nicho uma possibilidade mais confortável e segura de fazer compras.

Não se trata do fim do comércio presencial (longe disso!), mas de uma conciliação definitiva entre os dois modelos.
Portais de venda que já estavam consolidados registram altas nas transações – nos dados mais recentes, o e-commerce cresceu mais de 200% no mundo todo.

Já os martketplaces menos estruturados começaram a investir em novos serviços para obter sua fatia neste mercado.
Uma das primeiras providências têm sido a ampliação da carta de fornecedores. Como sabemos, uma das premissas deste serviço é a oferta de produtos de vários vendedores, a fim de diversificar os itens oferecidos e os preços.

Compra feita e… É chegada a hora de dividir os lucros da venda e o porcentual que cabe ao marketplace.

Nessa hora, um serviço eficiente de split de pagamentos garante a divisão correta do porcentual de cada um, em tempo real e sem a necessidade de intermediadores. O consumidor faz a compra em seu site (muitas vezes sem nem perceber que são fornecedores diferentes) e, com o pagamento autorizado, o valor é dividido entre todos os responsáveis pela mercadoria e pela entrega.

A vantagem do split é que você passa a ter absoluto controle sobre as transações, o material em estoque dos fornecedores e o valor devido a cada um.

Isso elimina uma cena muito desagradável e ainda comum no comércio eletrônico: o consumidor efetua a compra e descobre, alguns dias depois, que o item está indisponível. Daí começa uma longa saga para cancelar o pagamento e, com certeza, no seu marketplace esse usuário não “pisa” mais.

Cadeia de venda

Observe que as melhores avaliações de lojas eletrônicas nas redes sociais, em geral, são para aquelas que conseguem garantir uma boa cadeia de venda: usabilidade do portal, honestidade no fornecimento de dados básicos sobre o produto, facilidade para concretização da compra, rastreabilidade confiável dos produtos e entrega no prazo prometido.

É preciso, portanto, investimentos em toda essa cadeia.

A usabilidade do portal, por exemplo, pode ser garantida com os sistemas de gestão de pagamento do FitBank, fintech líder neste segmento no Brasil e que há mais de 15 anos atua no gerenciamento de pagadoria. Isso também incide sobre a facilidade para concretização da compra.

A boa arquitetura do marketplace, por outro lado, pode ser garantida com um eficiente investimento em marketing.

Portais muito poluídos ou que não organizam adequadamente seus produtos têm menos confiabilidade e passam a impressão de amadorismo. Já sites organizados e intuitivos provocam boa impressão e rendem mais cliques.

Como vimos, medidas simples podem transformar seu marketplace em um portal eficiente de compra e venda, capaz de sair dessa crise mais forte do que entrou e sinalizando para um futuro próximo, em que comércio presencial e online estão mais integrados do que nunca.

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