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Em pouco tempo, ser obrigado a vincular uma instituição bancária à folha de pagamento de seus funcionários será coisa do passado.

O open banking e as soluções BaaS (banking as a service) prometem dar mais autonomia às empresas e aos colaboradores, que poderão inclusive operacionalizar a folha por meio de um “banco” próprio. É sobre isso que falaremos neste post.

Essa autonomia, a bem da verdade, já existe: muitos funcionários adotam o direito à portabilidade bancária, por exemplo, valendo-se do conceito muito simples de que o salário é do trabalhador, e não da empresa e muito menos do banco.

O BaaS possibilita levar esta liberdade para dentro das corporações, que agora não precisam mais vincular os recebimentos dos funcionários a uma única instituição bancária.

O conceito é simples: sua empresa poderá operacionalizar a folha de pagamento dos funcionários, como se fosse um banco, oferecendo outros serviços aos colaboradores, como aplicativos para gerenciamento das finanças, cartões, liberações de crédito, entre outras atividades.

Para o “cliente”, que na verdade é o seu funcionário, as coisas funcionam de maneira bastante intuitiva.

O usuário tem acesso a um aplicativo personalizado, com as informações completas a respeito da conta e das transações financeiras. Ali é o “coração” da conta, uma vez que o cliente não terá acesso a uma agência bancária convencional.

Na outra ponta, ele consegue movimentar o dinheiro por meio de um cartão físico ou digital. Utilizando-se da tecnologia white label, o cartão, o aplicativo e outros serviços terão a “identidade” da sua empresa, como se de fato fosse um banco.

O FitBank nasceu com a missão de dar poder de banco a sua empresa, oferecendo os seguintes serviços: tesouraria online, autorização de pagamentos, múltiplos níveis de acesso, extratos detalhados, gestão de contas, tokens e realização de pagamentos.

A integração entre o aplicativo e BaaS é feita por meio de APIs que viabilizam a criação do banco digital – modular, escalável e dinâmico.

Fornecedores, colaboradores e prestadores de serviço gerenciam, pagam e autorizam as transações financeiras, com detalhamento total das informações.

Tudo isso é possível graças a ERPs preparadas para o open banking, com armazenamento dos dados em nuvem e autonomia (standalone).

As transações requeridas pelos usuários podem ser efetivadas por meio de boletos, TEDs, DOCs e autorizações para pagamentos.

Para as startups, a automação financeira é sintonizada com as demandas atuais do mercado financeiro, criando condições para empreendedores de todo o país criarem a sua própria fintech.

Resultados

A automação da folha de pagamentos traz resultados em poucos meses.

Além de não depender mais da estrutura bancária – gerentes, horários de expediente e taxas – o empresário passa a dar mais autonomia para seus próprios funcionários.

Os colaboradores também ganham em resolutividade para sua vida financeira e para seus investimentos, em uma interface adequada a suas necessidades e que conhece sua rotina de rendimentos – afinal de contas, “nasceu” no contexto da empresa em que trabalha.

Vale lembrar que o “banco corporativo” terá outras funcionalidades, para além do gerenciamento da folha. É possível vinculá-lo ao pagamento de fornecedores e à gestão dos investimentos, controlando os pagamentos da empresa, antecipando recebíveis e aumentando o portfólio de produtos que seu negócio pode oferecer.

Além da sua atividade econômica original, em pouco tempo você poderá estar inserido no mundo das fintechs e das instituições financeiras não-ligadas ao sistema bancário.

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