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Pandemia incentiva transformação financeira com foco no open banking

Pandemia incentiva transformação financeira com foco no open banking

A notícia é recente: o Banco Central acaba de receber aval do Conselho Monetário Nacional para iniciar a regulamentação do open banking – ou Sistema Financeiro Aberto.

A ideia é que a modalidade entre em operação em novembro deste ano e esteja totalmente implementada em 2021.

Trata-se de um passo determinante na transformação financeira de muitos cidadãos, que já vinha sendo estudado e adotado com sucesso em outros países, mas que foi acelerado em decorrência da pandemia do coronavírus.

O open banking, como o nome sugere, é uma espécie de banco aberto que busca empoderar o correntista.

Em vez de manter-se vinculado apenas às instituições com as quais mantém relacionamento, o cidadão poderá (se quiser!) compartilhar parte de seus dados básicos com outros grupos que operam no mercado.

Como funciona hoje?

Seu histórico como correntista pertence a você, mas está “guardado” a sete chaves no banco do qual você é cliente. Isso inclui seus rendimentos, investimentos, tempo de relacionamento, histórico de adimplência, financiamentos contraídos, créditos e limites, etc.

Se por qualquer motivo você pensa em mudar de banco, todo esse seu “DNA financeiro” não muda com você – e só após um longo processo burocrático você consegue migrar de instituição.

Com o open banking, uma camada de tecnologia é compartilhada entre todas as instituições por meio dos APIs (application programming interface).

Esse aplicativo é uma espécie de chave-mestra, que abre todas as portas do sistema financeiro, de modo a “conversar” com as demais instituições e fornecer dados básicos (se você quiser!).

Por exemplo: suponha que você esteja prestes a entrar no cheque especial em seu banco, conhecido pelos juros altos. Uma determinada fintech que tenha acesso a essa informação pode lhe oferecer um financiamento a juros baixos, de modo a cobrir este montante impedindo que você caia no cheque especial.

Esta é apenas uma funcionalidade, mas o open banking oferece uma série de outras vantagens:

1. Competitividade – Ao conhecer as taxas de juros e os pacotes de serviços de todas as instituições, você terá mais autonomia para decidir os rumos da sua vida financeira. Isso significa que as instituições também vão se organizar para aderir a alternativas mais competitivas;

2. Transparência – No mundo analógico, o cliente do banco tem pouco poder decisório sobre suas transações. Qualquer mudança de limites e de padrão de investimento depende de autorização prévia de gerentes e análises demoradas. Com o open banking, essas informações se tornam mais claras e as demais empresas podem lhe procurar para oferecer produtos mais vantajosos;

3. Mais soluções – A competitividade e a transparência nos leva a um cenário de maior oferta de produtos e serviços com foco no consumidor, e não mais na instituição. As próprias fintechs e os bancos conhecerão melhor os usuários e poderão oferecer serviços personalizados.

Mas… O que isso tem a ver com a pandemia de coronavírus?
Tudo.

Infelizmente, uma doença transmitida em escala global provocou uma crise econômica sem precedentes recentes.

Além de solapar a vida financeira de pequenos, médios e grandes empresários, autônomos, informais e profissionais liberais, a pandemia também mostrou o quão anacrônico está o sistema bancário.

Quem precisou de financiamento ou qualquer tipo de ajuda percebeu a dificuldade que foi – porque os procedimentos não estão preparados para situações excepcionais.

Vivêssemos na era do open banking, os dados básicos dos correntistas já seriam conhecidos e a análise de crédito seria abreviada.

Além disso, o próprio usuário poderia escolher a maior saída para seu negócio, sem depender de uma única instituição com a qual mantém relacionamento.

O FitBank está atento a essas transformações do mercado. Com tecnologia para dar “poder de banco” ao seu negócio ou a sua vida particular, a fintech já se prepara para a regulamentação definitiva deste sistema, oferecendo soluções integradas de pagadoria, recebimento de contas, antecipação de recebíveis, oferecimento de cartões, entre outras plataformas.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

Está sem tempo? Fizemos um resumo do PIX para você!

Está sem tempo? Fizemos um resumo do PIX para você!

O Fitbank é uma instituição de pagamento emissora de moeda eletronicapré-paga que opera com tecnologia própria;

• Estamos em processo bem adiantado de autorização no BCB para integração ao SPB e consequentemente ao SPI e PIX.

• Seremos Participantes Diretos de SPB e SPI e ofereceremos ao mercado as soluções mais completas de BaaS B2B, desenvolvido com tecnologia 100% Fitbank disponíveis a partir de nossa autorização no BCB e integração à RSFN.

• Esperamos para o segundo Semestre/2020 a conclusão do pleito de autorização no BCB e consequente entrada no processo de homologação do PIX e SPB.

Estratégia Fitbank para participação no PIX

O Fitbank é uma empresa de tecnologia proprietária que oferece produtos e soluções para descomplicar os processos de pagamentos disponíveis no mercado sempre como Banking as a Service.

Neste momento, somos uma Instituição de Pagamento Emissora de Moeda Eletrônica na modalidade Pré-Paga não integrante ao SPB. Em julho de 2019 demos entrada no pleito de autorização de funcionamento junto ao Banco Central do Brasil após termos atingidos os critérios regulatórios para o pedido de supervisão e integração ao SPB em maio/2019.

Nosso processo caminha bem junto ao BCB e esperamos ainda para o segundo semestre de 2020 a conclusão do pleito, a supervisão do BCB e a integração a RSFN e ao SPB.

Durante este período, o SPI e o PIX tiveram seus cronogramas e regras de participação e funcionamento definidos. O Fitbank acompanha este assunto de forma muito próxima, atento as regulações e as especificações técnicas divulgadas até então.

Do ponto de vista tecnológico nossa arquitetura prevê, desde sua concepção em 2016, o endereçamento externo das contas de pagamento por ela gerida, contemplando a integração ao SPB e a possibilidade de ser facilmente ajustável para quaisquer padrões que venham a ser definidos, como é o caso do PIX , agora em testes pelo BCB. Essa flexibilidade sempre foi o nosso Norte e cria somente a necessidade de ajuste das conexões uma vez atendidas as questões regulatórias.

Já começamos o trabalho de ajuste da estrutura endereçamento necessária para funcionamento do PIX na plataforma Fitbank e adotamos aestratégia de iniciar nossa participação de forma Direta em ambos os sistemas de pagamentos do BCB.

SPB e PIX deverão nascer juntos no Fitbank a partir do início do processo de homologação de integração a RSFN decorrente do deferimento de nosso pleito de autorização iniciado em julho/2019.

Acreditamos que com esta estratégia, seremos capazes de oferecer uma melhor experiencia aos nossos Clientes utilizando a tecnologia Fitbank para incrementar nossa oferta de soluções ao mercado de meios de pagamento.

Mais sobre o PIX e a organização de sua participação: Todos os interessados em participar Direta ou Indiretamente do PIX serão
avaliados pelo BCB e para tal, deverão cumprir as exigências regulatórias, concluir a etapa de homologação proposta e ser aprovado pelo BCB.

Os participantes Diretos do PIX que convidarem participantes Indiretos, deverão garantir que estes atendam aos requisitos técnicos e regulatórios para entrada em funcionamento dentro da primeira onda prevista para lançamento em novembro/2020.

• Capital Social Integralizado mínimo de R$ 2 milhões.

• PLD – Prevenção Lavagem de Dinheiro (Circular 3.978/2020).

• Gerenciamento de Riscos Operacionais (Circular 3.681/2013).

• Política de Segurança Cibernética (Circular 3.909/2018).

O cronograma do BCB de implementação do PIX a partir de 1º de junho/2020:

• 1º de junho: data limite para instituições solicitarem adesão ao PIX e participarem desde o lançamento (haverá nova oportunidade a partir de 1º de dezembro);

• 1º de junho a 16 de outubro: etapa homologatória e conclusão da etapa cadastral (documentos e informações devem ser encaminhados ao Departamento de Competição e Estrutura do Mercado pelo Protocolo Digital do BC);

• Junho: Divulgação dos regulamentos das plataformas operacionais (SPI e DICT);

• Julho: Divulgação do regulamento do PIX e manuais técnicos

• Novembro: lançamento do PIX para o público

Se tiver dúvidas ou quiser conversar com a gente sobre o PIX, mande um
e-mail para contato@fitbank.com.br ou procure o seu interlocutor no
Fitbank que organizamos um bate-papo sobre o tema.

Automatize sua tesouraria já! Veja cinco vantagens

Automatize sua tesouraria já! Veja cinco vantagens

Os sistemas de tesouraria são os mais nevrálgicos de toda empresa. Isso porque este setor trabalha com informações delicadas sobre as receitas e despesas, necessidade constante de evitar erros e é o primeiro a ser cobrado – normalmente nas primeiras horas do dia – sobre a saúde financeira do negócio.

Já passou da hora de deixar este serviço automatizado, e neste post apresentaremos cinco vantagens (mas são muito mais!).

Até há alguns anos, muita gente torcia o nariz para esta automatização, porque imaginava que a tecnologia é que estava mais sujeita a erros do que o elemento humano.

Além disso, havia uma constante preocupação com fraudes e evasão de dados – o que se mostrou pouco comum diante do aperfeiçoamento dos sistemas de segurança.

Fato é que a maioria das médias e grandes empresas já aderiu a algum modelo de tesouraria digital, mesmo que em apenas parte dos procedimentos financeiros.

A decisão é tomada após o gestor se dar conta de uma ou mais vantagens abaixo:

Redução de custos

Mesmo quem adota soluções caseiras para gestão da tesouraria acaba apelando para um software: programas que gerenciam a contabilidade, geram boletos, orientam e ordenam pagamentos, entre outros sistemas.

E software, como você já deve ter percebido, é caro. Além disso, são necessárias frequentes atualizações por mera evolução dos sistemas ou mudanças procedimentais determinadas pelos governos e pelos órgãos regulatórios.

O pessoal da tesouraria, por outro lado, em vez de dedicar tempo para política de investimentos, ressarcimentos ou contenção de evasão, precisa se empenhar para dominar diferentes programas em uma atividade praticamente robótica. Ou seja: gente boa perdendo tempo com serviço mecânico.

Mais segurança

Com os dados em nuvem, as informações da tesouraria deixam de ser manipuladas cada hora por uma pessoa dentro da corporação. Isso evita fraudes, porque nenhum outro interessado além dos gestores terá acesso a números, balancetes, compromissos, datas de recebimento, entre outros indicadores.

A maior parte das fraudes ou dos erros contábeis conta com a participação de elemento humano ou da gestão assíncrona dos dados (dependência de atualização posterior ao evento).

Com a supressão do elemento humano na ponta e a adoção da gestão síncrona (atualização simultânea ao evento), fraudes e erros são mitigados.

Maior controle e previsibilidade

Elimine as exaustivas reuniões diárias para controle da contabilidade ou para saber o “saldo em caixa”. Por meio da automatização da tesouraria, é possível ter mais controle sobre as próprias receitas, prever novas entradas e saídas, gerenciar pagamentos de contas, operacionalizar folhas de pagamento, dividir recebimentos entre os fornecedores, gerar boletos com maior facilidade, controlar transferências diretamente aos devedores, entre outras possibilidades.

O FitBank possui uma robusta carta de serviços que vão ao encontro destas facilidades e que auxiliam na criação de um ecossistema financeiro, que dá poder de banco à empresa e monetiza as transações.

Vinculação entre receitas e despesas

Esta é uma vantagem muito especial: todos sabemos que alguns compromissos são adiáveis, e outros não, porque podem resultar em suspensão de serviços essenciais no contexto da empresa.

Por meio da automatização da tesouraria, você consegue vincular determinadas receitas a despesas específicas.

Por exemplo: se seu caixa já recebe recursos determinados no dia 5 de cada mês e você precisa fechar a folha de pagamento no dia 20, já pode atrelar este recebimento determinado ao pagamento dos colaboradores.

Sem necessidade de suporte

As plataformas integradas do FitBank são personalizadas e intuitivas. Ao sistematizar seu sistema de pagadoria e os demais serviços de tesouraria conosco, você praticamente elimina a necessidade de suporte técnico, mesmo para as atividades mais especializadas.

Isso porque você criaria a sua tesouraria, a partir das especificidades de seu negócio, sendo pequeno, médio ou grande. Em vez de a empresa se adaptar ao software, como você fazia até aqui, agora é a vez de o sistema trabalhar para você.

Já passou da hora, não?

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Quem acompanha o mercado financeiro sabe o quanto o mundo dos investimentos e das aplicações é temperamental. Disputas comerciais, entraves políticos, crises corporativas – qualquer evento de maior ou menor relevância é capaz de mudar o “humor” do mercado. A pandemia de coronavírus, no entanto, não provoca apenas uma oscilação de humor, e sim um trauma sem precedentes recentes.

Razões não faltam. Do ponto de vista social e humanitário, o surto já provocou milhares de mortes e pôs em colapso os sistemas de saúde de países ricos, em desenvolvimento e pobres.
Do ponto de vista econômico, as medidas de isolamento frearam a atividade econômica em todas os setores produtivos: indústria, serviços, comércio, turismo, transportes, entre outros que já começam a perceber o ambiente de estagnação inédito até aqui.

O mais preocupante é que, diferentemente de crises anteriores, esta é marcada por total imprevisibilidade: é muito difícil saber quando isso tudo vai acabar. Esta interessante reportagem do The New York Times, a propósito, especula sobre isso.
De todo modo, investidores e analistas do mercado financeiro já fazem suas projeções sobre como será este segmento no mundo pós-covid.

Uma das certezas é de que, neste momento, não faz muito sentido resgatar valores aplicados em ações, porque a depreciação é gigantesca e o investidor certamente perderá dinheiro.

Passada a crise, será necessário avaliar o comportamento de cada papel para identificar quais continuarão promissores e quais deixarão de ser rentáveis.

Por enquanto, as maiores baixas são nos setores de turismo, óleo e gás, mineração, veículos, companhias aéreas e informáticas.

As maiores altas se dão entre as empresas de e-commerce e insumos de saúde.  A esta altura, qualquer indicação é puro exercício de futurologia.

É provável, inclusive, que os investimentos migrem de perfil em decorrência dos sobressaltos provocados pelo coronavírus. Investidores mais audaciosos – que até podem ter aproveitado o momento para comprar ações – podem aportar mais recursos em frentes mais conservadoras, como as de renda fixa.

Quem já tem um perfil consumidor deve manter uma certa distância controlada do mercado de ações – de preferência com uma carteira diversificada.

Há ainda questões conjunturais a se considerar.

A política de juros baixos, que ajudou a conter a inflação, é considerada necessária, mas possui implicações. A inflação muito baixa provoca pouca oscilação de preços e desestimula o consumo.

Associada a um cenário de baixa procura por itens secundários, esta opção tende a desaquecer ainda mais o comércio e a atividade industrial, provocando mais retração e desemprego. Ainda assim, é provável que os juros caiam ainda mais nos próximos meses, renovando sucessivos recordes negativos.

A vez das fintechs

O mundo pós-covid deve acentuar o crescimento das fintechs – empresas de tecnologia aplicada às finanças. Com maior capilaridade e potencial para chegar a público desbancarizado, estas empresas oferecem poder de banco com juros mais baixo e menos burocracia, além de agilizar o acesso a crédito e fazer chegar dinheiro e lugares mais remotos.

Durante a pandemia, as particularidades das fintechs foram ressaltadas por especialistas em finanças, que entendem que a estrutura anacrônica das instituições financeiras não combinará mais com uma sociedade reformulada nas bases do consumo consciente e na busca por respostas ágeis erigida a partir da pandemia.

A busca por soluções para esta crise passa pela ciência e por esforços conjuntos de gestores e do setor produtivo. De um lado, o protagonismo necessário da luta pela vida e pelo respeito à dignidade das pessoas. Em paralelo, estão as saídas econômicas para fortalecer a geração de emprego, renda e investimentos quando tudo acabar.

Se ainda não se sabe quando será o fim da pandemia, algo já é certo: nada será como antes no mercado financeiro, e pavimentar uma transição segura é uma necessidade de primeira ordem.

Empresas-Plataforma e a Revolução no Mercado Global

Empresas-Plataforma e a Revolução no Mercado Global

Elas são gigantes: valem bilhões de dólares e já dominam o mercado de ações no mundo todo.

Elas movimentam cadeias diversificadas: empresas que mobilizam autônomos, restaurantes, bares, hotéis, serviços de transporte, investidores e profissionais liberais.

Elas mudaram a lógica do consumo: estimulam a compra consciente e compartilhada, economizam recursos naturais e energizam a economia criativa.

Elas não têm sede fixa: muitas vezes seu endereço ocupa um andar de um prédio corporativo, mas estão espalhadas no mundo todo.

Elas são as empresas-plataforma, sintoma mais proeminente da transformação digital que estamos vivenciando.

Impossível passar despercebido por esses grupos que representam a expressão máxima da inovação em produtos, processos e serviços. O mundo digital criou uma legião de consumidores exigentes, que precisam de respostas rápidas e eficientes como a conexão em rede prometia.

As mais conhecidas acumulam êxitos. A Uber fechou o terceiro trimestre de 2019 com faturamento de US$ 3,8 bi. Tão logo foi criado, o serviço de entregas Rappi nasceu valendo US$ 1 bi. Após revolucionar o mercado de hospedagem, o AirBnB se tornou uma unicórnio que promete abrir mercado em 2020.

Vantagens

Obviamente, se tratam de cases muito exponenciais – e que dada a dimensão também enfrentam suas controvérsias: impasses nas relações de trabalho, necessidade de marcos regulatórios específicos e enfrentamento com a concorrência analógica.

No entanto, pequenos casos de empresas-plataforma surgem neste cenário como opção viável de transformação digital dentro das corporações de médio porte.

E não é para menos. Existem várias vantagens em descentralizar a linha produtiva e apostar nas facilidades da hiperconectividade para diversificar a atividade econômica principal.

A primeira delas é a diminuição expressiva dos custos operacionais: ambiente físico, manutenção, pessoal, insumos e equipamentos. Basicamente, uma boa empresa-plataforma precisa de investimentos canalizados para a área de tecnologia, que é a que garantirá seu funcionamento da porta para dentro (controle, gerenciamento, gestão de pagamentos) e da porta para fora (e-commerce, sistema de vendas).

A segunda é a visibilidade. Se antes era necessário investir pesadamente em publicidade tradicional (material impresso e visual), agora a dinâmica comunicacional nos leva para os pequenos e universalizados dispositivos móveis. Um bom aplicativo, integrado a uma cadeia eficiente de comunicação digital que não despreza as mídias digitais, é um excelente primeiro passo para ser visto.

Outra vantagem é o potencial de resiliência das empresas-plataforma. Mais sintonizadas com a dinâmica do mercado, conseguem se adaptar com maior facilidade a novas frentes. Um e-commerce que centraliza e revende cosméticos, por exemplo, pode aproveitar esta estrutura para revender insumos de saúde em uma ou duas semanas, com poucas adaptações.

Isso significa que intempéries econômicas, como a que estamos vivenciando diante da pandemia de coronavírus, tendem a impactar menos tais empresas.

Na área de tecnologia aplicada às finanças, as empresas-plataforma atendem pelo nome de fintechs.

O FitBank é uma das líderes de mercado no Brasil por agregar serviços e sistemas que dão poder de banco aos seus clientes.

Sem estrutura física robusta, muita gente está apostando em empoderar seus empreendimentos e transformá-los em plataformas de pagamento. Consulte nossos consultores e entenda mais sobre como essa revolução chegou ao mundo das finanças.

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Fintechs são alternativa rápida e segura de acesso a crédito

Fintechs são alternativa rápida e segura de acesso a crédito

Quer seja por uma crise conjuntural como a que estamos vivendo, quer seja em função da necessidade de novos investimentos, a busca por crédito é uma empreitada comum entre micro, pequenos, médios e grandes empresários. Ocorre que, em função destes mesmos fatores estruturais – dívidas, nome negativado, falta de comprovação de solvência – nem sempre o empreendedor consegue alcançar a grana extra para conseguir dar um passo adiante.

O avanço das fintechs, no entanto, está revolucionando o mercado de crédito tanto para pessoas físicas, quanto para pessoas jurídicas.

Em 2019, a SPC Brasil já cantava essa bola. “O mercado de crédito vem passando por mudanças importantes, que poderão impactar a oferta de crédito e as taxas de juros nos próximos meses. A chegada de fintechs para competir com os bancos, as novas regras do rotativo e do cheque especial e, mais recentemente, a aprovação do Cadastro Positivo são algumas das medidas que vão nesse sentido. Os dados do Banco Central mostram, com efeito, que as concessões de crédito estão crescendo. Há, portanto, espaço para que o uso do crédito avance entre os consumidores, mas isso dependerá da continuidade da recuperação econômica e da retomada da confiança do consumidor”, mencionou o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, em entrevista à Mercado & Consumo.

Como se viu, a reativação da economia não avançou em função do cenário internacional, em que a crise foi galvanizada em decorrência da pandemia de coronavírus. Mais um ponto positivo para as fintechs – empresas de tecnologia aplicada às finanças – que dispensam a burocracia e o prontuário exigido pelos bancos para oferecer crédito. Vamos conhecer algumas diferenças básicas?

Novos critérios

Enquanto as instituições bancárias se apegam a critérios muito rigorosos e generalistas para concessão de crédito, como comprovação de renda, histórico de dívidas pregressas, negativação de nome e eventualmente a apresentação de um fiador ou um de um lastro patrimonial, as startups financeiras são mais flexíveis e personalizadas.

É possível acessar crédito inclusive com o nome negativado, contanto que seja apresentado um plano de trabalho compatível com a análise de mercado, bem mais moderna que as exigidas pelas instituições bancárias.

As análises de risco, portanto, são mais adequadas ao comportamento de cada requerente, com foco no planejamento e na rentabilidade dos projetos.

Rápido e capilarizado

O Brasil tem um universo de 50 milhões de habitantes desbancarizados. É muita gente que, por opção ou contingências da vida, está afastada do acesso tradicional a empréstimo e outros tipos de crédito – incluindo os mais corriqueiros, como os cartões.

As fintechs, por sua vez, dispensam o itinerário bancário para oferecer crédito rápido, sem taxas extorsivas e com o procedimental simplificado: basta baixar um aplicativo no celular para enviar a proposta.

E celular, como se sabe, quase todo mundo tem: acaba de sair a mais recente Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad), que revela que a grande maioria da população acessa a internet pelos dispositivos móveis.

Muito prazer, fintech

Uma realidade muito comum entre quem busca crédito pelas formas convencionais é o desconhecimento.
Por mais que gerentes de pessoas jurídicas se esforcem para entender a peculiaridade de cada requerente, esses profissionais têm pouca autonomia para descumprir o protocolo dos bancos.

No caso das fintechs, os regramentos são mais abertos e cada projeto é estudado individualmente.

Isso tem aberto frente para concessão de créditos inconcebíveis tempos atrás – como os financiamentos solidários, nos quais grupos de empreendedores pedem dinheiro juntos para ratear em projetos próprios.

O FitBank , além de permitir captação de crédito através de suas soluções financeiras como a conta digital, conta com a Fitkb, joint-venture do FitBank com a FIDC Kobold, para oferecer crédito através da captação pelo mercado de capitais.

O objetivo é dar às fintechs, marketplaces e até as desbancarizadas, acesso ao crédito mais barato do que encontram no mercado como um todo.

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