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Pagamento instantâneo é o próximo estágio da revolução digital financeira

Pagamento instantâneo é o próximo estágio da revolução digital financeira

Se houvesse uma “linha do tempo” que expusesse as principais formas como as pessoas pagam pelos produtos no Brasil, muito provavelmente o ano de 2020 ganharia um capítulo especial.

E esse ponto decisivo na revolução digital atenderia pelo nome de pagamento instantâneo.

Desde a criação e a disseminação dos cartões de débito e de crédito – também conhecidos por “dinheiro de plástico” – não havia uma transformação tão radical na maneira como os consumidores efetivam suas transações.

Programado para ser disponibilizado em novembro, o pagamento instantâneo vai permitir que o consumidor faça compras e transações de maneira imediata, digital e sem intermediação bancária.

Hoje, apesar da disseminação dos aplicativos e dos meios de pagamento desbancarizados, essa combinação de fatores ainda não é possível.

Primeiro, porque a transação não é instantânea – DOCs e TEDs são efetivadas apenas em dias úteis e os boletos bancários demoram até três dias para reverter em compensação.

Segundo, porque a intermediação bancária ainda se faz necessária.

É sempre bom lembrar que até mesmo quem recebe “em dinheiro vivo” não recebe de maneira instantânea. Esse numerário precisa ser levado até o banco para entrar na conta da empresa e virar fluxo de caixa: procedimento inseguro e anacrônico.

Com os pagamentos instantâneos, essa lógica tende a se inverter, e todos saem ganhando. O Pix é o representante mais conhecido desta nova modalidade, mas há outros caminhos possíveis.

A lógica é simples: o consumidor não precisará mais “passar cartão”, “gerar boleto” e muito menos movimentar dinheiro vivo para pagar uma compra.

O vendedor poderá, por exemplo, gerar QR Codes que serão lidos pelo comprador e pagos imediatamente – em até 10 segundos, promete o novo sistema, com custos bem inferiores aos atuais.

O impacto nas receitas das empresas também tende a ser muito expressivo, porque parte dos custos operacionais das pessoas jurídicas está justamente na manutenção dos meios de pagamento (taxas, maquininhas, etc.). O controle sobre o fluxo de caixa poderá ser mais eficiente, porque a compensação instantânea traz mais realismo sobre a situação das receitas.

Até mesmo marketplaces e outras representantes do e-commerce – portanto já egressas da revolução digital – sentirão a diferença. Hoje, entre 60% e 70% dos pagamentos digitais são feitos por meio de boletos que, como mencionamos, demoram até três dias para ser compensados. O pagamento instantâneo vai abreviar esta espera.

No Brasil, as formas de pagamento incluem QR Code e/ou informações sobre o recebedor (CPF, CNPJ e conta, como nas TEDs e DOCs), além dos pagamentos por aproximação de dispositivos (celular e máquina de cartão, por exemplo).

Alguns cases

Enquanto o pagamento instantâneo aguarda a liberação definitiva do Banco Central, gigantes da tecnologia e da comunicação já se anteciparam para criar modelos de transação que dispensam a intermediação bancária e o pagamento em dinheiro vivo.

É o caso do Facebook Pay, que permite a transação por meio de contas no Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp.

O pagamento ainda precisa ser intermediado por um cartão ou pelo PayPal. Após cadastrar o cartão uma vez, o cliente está apto para transferir recursos a amigos (bastando informar sua conta), pagar por produtos anunciados na própria rede, fazer doações a entidades assistenciais e campanhas, entre outras possibilidades. O histórico de transações fica disponível e o uso de cartões – a partir daí – fica dispensado.

Na China, o pagamento instantâneo já está disseminado há alguns anos. Aplicativos como o AliPay e WeChatPay já são mais populares que o dinheiro vivo. Só o AliPay tem mais de 450 milhões de usuários em todo o mundo e já é considerado obrigatório para quem quer se estabelecer no concorridíssimo mercado chinês.

Por aqui, o FitBank é um importante personagem da revolução digital nas finanças. A fintech está em processo de homologação para ser Participante Direto do PIX, oferecendo essa modalidade como mais uma das soluções do seu core bancário, além de estar preparada para novos serviços!

Suas finanças pós-pandemia: veja dicas para blindar seu bolso

Suas finanças pós-pandemia: veja dicas para blindar seu bolso

A pandemia do novo coronavírus provocou um profundo clima de incerteza sobre o que virá depois. São tantas rupturas que fica até difícil descrevê-las, mas já se sabe que mudanças estão por vir no mundo do trabalho, nas relações humanas, no perfil consumidor e na gestão das finanças pessoais e dos investimentos.

Este post fala sobre estes dois últimos tópicos: como blindar o bolso e os investimentos para retomar a vida econômica quando tudo isso acabar

Iniciaremos falando das finanças pessoais, mesmo entre aqueles que não têm o hábito de investir.

São poucas as pessoas que podem dizer que passarão por este período sem qualquer arranhão na vida financeira.

Independentemente do tamanho do orçamento domiciliar, algum tipo de desfalque foi percebido – desde pequenas receitas que deixaram de aparecer até o fantasma do desemprego. Basta olhar para o lado e ver os reflexos econômicos deste surto estão por todo lado.

Por isso, enquanto a pandemia durar e alguns meses depois, não tem outro jeito: é hora de cortar despesas desnecessárias. Isso inclui tudo o que é considerado supérfluo e que pode ser temporariamente suspenso sem prejuízo à continuidade da rotina.

Seria autoritário dizer aqui o que é supérfluo: isso depende de cada pessoa e de cada perfil – em geral, você sabe o que é dispensável e o que não é.

Outra dica importante: evite contrair dívidas. 

É melhor renegociar compromissos do que boicotá-los em definitivo. Isso vale, por exemplo, para as mensalidades escolares.

As instituições de ensino também estão passando por inúmeras dificuldades, pois precisam conciliar a folha de pagamento e a manutenção das unidades com um cenário de inadimplência altíssima.

Em geral, as escolas estão aceitando conceder descontos e abatimentos, em nome de continuar suas atividades durante e depois da pandemia.

O mesmo vale para aluguéis. Embora os despejos estejam suspensos neste período, as dívidas não estão suspensas.

Portanto, evite protelar um problema e deixe de pagar apenas em caso de última necessidade. O mesmo vale para crediários, créditos consignados e financiamentos extorsivos.

Se você conseguiu manter a sua renda anterior, não é hora de extravagâncias. Ainda não se sabe ao certo quanto tempo esta situação perdurará e muito menos o estado das coisas quando a economia for retomada.

Já pequenos e médios empreendedores sentem o momento atual com mais angústia, uma vez que o sustento depende muito do restabelecimento da “vida normal”.

Neste caso, pode ser necessária uma migração temporária de atividade econômica ou o deslocamento das vendas para a internet e os serviços de delivery.

A migração, inclusive, pode ser menos provisória do que você imagina. Se as vendas pela internet já eram um negócio em franca expansão antes da pandemia, depois que o coronavírus for debelado com certeza já fará parte do “novo normal”.

Não se trata do fim das lojas presenciais (ninguém quer isso!), mas sim de uma conciliação possível de um modelo de negócio que oferece mais conforto e valor agregado aos consumidores na outra ponta.

Seus investimentos

Se você tem algum tipo de investimento, precisa ficar atento a algumas orientações básicas para não perder dinheiro.

Se tem uma coisa que a pandemia nos mostrou é a necessidade de criarmos uma tão falada “reserva de emergência”, preferencialmente aplicada em títulos pré-fixados.

No setor público, este numerário se chama “reserva de contingência”, um montante reservado apenas para momentos excepcionais.

Já nos nossos investimentos pessoais, a reserva de emergência seria a possibilidade de guardarmos de seis a oito meses do nosso “custo de vida” em um investimento seguro e que pode ser sacado a qualquer tempo.

Neste quesito, um fundo de renda fixa ou até mesmo a poupança, considerada a menos rentável forma de investimento, pode guardar esta reserva.

No caso dos títulos sob esta condição, a grande vantagem é que a rentabilidade é conhecida desde o início, diferentemente dos demais investimentos.

É preciso ter cuidado ainda com as aplicações. Especialistas do mercado financeiro recomendam segurá-las.

Quem tem dinheiro aplicado no Tesouro Direto, não deve retirá-lo, a menos que precise muito: o retorno segue garantido até o vencimento.

Reconhecidas pela expertise no mercado financeiro e nas transações digitais, as fintechs têm muito a ajudar pessoas físicas e jurídicas a se blindar em um momento como esse.

O FitBank é uma das mais consolidadas fintechs e apresenta soluções de pagamento para a transformação digital de que sua empresa precisa.

Também dá poder de banco a seu negócio, liberando seu setor financeiro para ganhar autonomia sem a intermediação de uma instituição bancária.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

 

Pandemia incentiva transformação financeira com foco no open banking

Pandemia incentiva transformação financeira com foco no open banking

A notícia é recente: o Banco Central acaba de receber aval do Conselho Monetário Nacional para iniciar a regulamentação do open banking – ou Sistema Financeiro Aberto.

A ideia é que a modalidade entre em operação em novembro deste ano e esteja totalmente implementada em 2021.

Trata-se de um passo determinante na transformação financeira de muitos cidadãos, que já vinha sendo estudado e adotado com sucesso em outros países, mas que foi acelerado em decorrência da pandemia do coronavírus.

O open banking, como o nome sugere, é uma espécie de banco aberto que busca empoderar o correntista.

Em vez de manter-se vinculado apenas às instituições com as quais mantém relacionamento, o cidadão poderá (se quiser!) compartilhar parte de seus dados básicos com outros grupos que operam no mercado.

Como funciona hoje?

Seu histórico como correntista pertence a você, mas está “guardado” a sete chaves no banco do qual você é cliente. Isso inclui seus rendimentos, investimentos, tempo de relacionamento, histórico de adimplência, financiamentos contraídos, créditos e limites, etc.

Se por qualquer motivo você pensa em mudar de banco, todo esse seu “DNA financeiro” não muda com você – e só após um longo processo burocrático você consegue migrar de instituição.

Com o open banking, uma camada de tecnologia é compartilhada entre todas as instituições por meio dos APIs (application programming interface).

Esse aplicativo é uma espécie de chave-mestra, que abre todas as portas do sistema financeiro, de modo a “conversar” com as demais instituições e fornecer dados básicos (se você quiser!).

Por exemplo: suponha que você esteja prestes a entrar no cheque especial em seu banco, conhecido pelos juros altos. Uma determinada fintech que tenha acesso a essa informação pode lhe oferecer um financiamento a juros baixos, de modo a cobrir este montante impedindo que você caia no cheque especial.

Esta é apenas uma funcionalidade, mas o open banking oferece uma série de outras vantagens:

1. Competitividade – Ao conhecer as taxas de juros e os pacotes de serviços de todas as instituições, você terá mais autonomia para decidir os rumos da sua vida financeira. Isso significa que as instituições também vão se organizar para aderir a alternativas mais competitivas;

2. Transparência – No mundo analógico, o cliente do banco tem pouco poder decisório sobre suas transações. Qualquer mudança de limites e de padrão de investimento depende de autorização prévia de gerentes e análises demoradas. Com o open banking, essas informações se tornam mais claras e as demais empresas podem lhe procurar para oferecer produtos mais vantajosos;

3. Mais soluções – A competitividade e a transparência nos leva a um cenário de maior oferta de produtos e serviços com foco no consumidor, e não mais na instituição. As próprias fintechs e os bancos conhecerão melhor os usuários e poderão oferecer serviços personalizados.

Mas… O que isso tem a ver com a pandemia de coronavírus?
Tudo.

Infelizmente, uma doença transmitida em escala global provocou uma crise econômica sem precedentes recentes.

Além de solapar a vida financeira de pequenos, médios e grandes empresários, autônomos, informais e profissionais liberais, a pandemia também mostrou o quão anacrônico está o sistema bancário.

Quem precisou de financiamento ou qualquer tipo de ajuda percebeu a dificuldade que foi – porque os procedimentos não estão preparados para situações excepcionais.

Vivêssemos na era do open banking, os dados básicos dos correntistas já seriam conhecidos e a análise de crédito seria abreviada.

Além disso, o próprio usuário poderia escolher a maior saída para seu negócio, sem depender de uma única instituição com a qual mantém relacionamento.

O FitBank está atento a essas transformações do mercado. Com tecnologia para dar “poder de banco” ao seu negócio ou a sua vida particular, a fintech já se prepara para a regulamentação definitiva deste sistema, oferecendo soluções integradas de pagadoria, recebimento de contas, antecipação de recebíveis, oferecimento de cartões, entre outras plataformas.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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Está sem tempo? Fizemos um resumo do PIX para você!

Está sem tempo? Fizemos um resumo do PIX para você!

O Fitbank é uma instituição de pagamento emissora de moeda eletronicapré-paga que opera com tecnologia própria;

• Estamos em processo bem adiantado de autorização no BCB para integração ao SPB e consequentemente ao SPI e PIX.

• Seremos Participantes Diretos de SPB e SPI e ofereceremos ao mercado as soluções mais completas de BaaS B2B, desenvolvido com tecnologia 100% Fitbank disponíveis a partir de nossa autorização no BCB e integração à RSFN.

• Esperamos para o segundo Semestre/2020 a conclusão do pleito de autorização no BCB e consequente entrada no processo de homologação do PIX e SPB.

Estratégia Fitbank para participação no PIX

O Fitbank é uma empresa de tecnologia proprietária que oferece produtos e soluções para descomplicar os processos de pagamentos disponíveis no mercado sempre como Banking as a Service.

Neste momento, somos uma Instituição de Pagamento Emissora de Moeda Eletrônica na modalidade Pré-Paga não integrante ao SPB. Em julho de 2019 demos entrada no pleito de autorização de funcionamento junto ao Banco Central do Brasil após termos atingidos os critérios regulatórios para o pedido de supervisão e integração ao SPB em maio/2019.

Nosso processo caminha bem junto ao BCB e esperamos ainda para o segundo semestre de 2020 a conclusão do pleito, a supervisão do BCB e a integração a RSFN e ao SPB.

Durante este período, o SPI e o PIX tiveram seus cronogramas e regras de participação e funcionamento definidos. O Fitbank acompanha este assunto de forma muito próxima, atento as regulações e as especificações técnicas divulgadas até então.

Do ponto de vista tecnológico nossa arquitetura prevê, desde sua concepção em 2016, o endereçamento externo das contas de pagamento por ela gerida, contemplando a integração ao SPB e a possibilidade de ser facilmente ajustável para quaisquer padrões que venham a ser definidos, como é o caso do PIX , agora em testes pelo BCB. Essa flexibilidade sempre foi o nosso Norte e cria somente a necessidade de ajuste das conexões uma vez atendidas as questões regulatórias.

Já começamos o trabalho de ajuste da estrutura endereçamento necessária para funcionamento do PIX na plataforma Fitbank e adotamos aestratégia de iniciar nossa participação de forma Direta em ambos os sistemas de pagamentos do BCB.

SPB e PIX deverão nascer juntos no Fitbank a partir do início do processo de homologação de integração a RSFN decorrente do deferimento de nosso pleito de autorização iniciado em julho/2019.

Acreditamos que com esta estratégia, seremos capazes de oferecer uma melhor experiencia aos nossos Clientes utilizando a tecnologia Fitbank para incrementar nossa oferta de soluções ao mercado de meios de pagamento.

Mais sobre o PIX e a organização de sua participação: Todos os interessados em participar Direta ou Indiretamente do PIX serão
avaliados pelo BCB e para tal, deverão cumprir as exigências regulatórias, concluir a etapa de homologação proposta e ser aprovado pelo BCB.

Os participantes Diretos do PIX que convidarem participantes Indiretos, deverão garantir que estes atendam aos requisitos técnicos e regulatórios para entrada em funcionamento dentro da primeira onda prevista para lançamento em novembro/2020.

• Capital Social Integralizado mínimo de R$ 2 milhões.

• PLD – Prevenção Lavagem de Dinheiro (Circular 3.978/2020).

• Gerenciamento de Riscos Operacionais (Circular 3.681/2013).

• Política de Segurança Cibernética (Circular 3.909/2018).

O cronograma do BCB de implementação do PIX a partir de 1º de junho/2020:

• 1º de junho: data limite para instituições solicitarem adesão ao PIX e participarem desde o lançamento (haverá nova oportunidade a partir de 1º de dezembro);

• 1º de junho a 16 de outubro: etapa homologatória e conclusão da etapa cadastral (documentos e informações devem ser encaminhados ao Departamento de Competição e Estrutura do Mercado pelo Protocolo Digital do BC);

• Junho: Divulgação dos regulamentos das plataformas operacionais (SPI e DICT);

• Julho: Divulgação do regulamento do PIX e manuais técnicos

• Novembro: lançamento do PIX para o público

Se tiver dúvidas ou quiser conversar com a gente sobre o PIX, mande um
e-mail para contato@fitbank.com.br ou procure o seu interlocutor no
Fitbank que organizamos um bate-papo sobre o tema.

Automatize sua tesouraria já! Veja cinco vantagens

Automatize sua tesouraria já! Veja cinco vantagens

Os sistemas de tesouraria são os mais nevrálgicos de toda empresa. Isso porque este setor trabalha com informações delicadas sobre as receitas e despesas, necessidade constante de evitar erros e é o primeiro a ser cobrado – normalmente nas primeiras horas do dia – sobre a saúde financeira do negócio.

Já passou da hora de deixar este serviço automatizado, e neste post apresentaremos cinco vantagens (mas são muito mais!).

Até há alguns anos, muita gente torcia o nariz para esta automatização, porque imaginava que a tecnologia é que estava mais sujeita a erros do que o elemento humano.

Além disso, havia uma constante preocupação com fraudes e evasão de dados – o que se mostrou pouco comum diante do aperfeiçoamento dos sistemas de segurança.

Fato é que a maioria das médias e grandes empresas já aderiu a algum modelo de tesouraria digital, mesmo que em apenas parte dos procedimentos financeiros.

A decisão é tomada após o gestor se dar conta de uma ou mais vantagens abaixo:

Redução de custos

Mesmo quem adota soluções caseiras para gestão da tesouraria acaba apelando para um software: programas que gerenciam a contabilidade, geram boletos, orientam e ordenam pagamentos, entre outros sistemas.

E software, como você já deve ter percebido, é caro. Além disso, são necessárias frequentes atualizações por mera evolução dos sistemas ou mudanças procedimentais determinadas pelos governos e pelos órgãos regulatórios.

O pessoal da tesouraria, por outro lado, em vez de dedicar tempo para política de investimentos, ressarcimentos ou contenção de evasão, precisa se empenhar para dominar diferentes programas em uma atividade praticamente robótica. Ou seja: gente boa perdendo tempo com serviço mecânico.

Mais segurança

Com os dados em nuvem, as informações da tesouraria deixam de ser manipuladas cada hora por uma pessoa dentro da corporação. Isso evita fraudes, porque nenhum outro interessado além dos gestores terá acesso a números, balancetes, compromissos, datas de recebimento, entre outros indicadores.

A maior parte das fraudes ou dos erros contábeis conta com a participação de elemento humano ou da gestão assíncrona dos dados (dependência de atualização posterior ao evento).

Com a supressão do elemento humano na ponta e a adoção da gestão síncrona (atualização simultânea ao evento), fraudes e erros são mitigados.

Maior controle e previsibilidade

Elimine as exaustivas reuniões diárias para controle da contabilidade ou para saber o “saldo em caixa”. Por meio da automatização da tesouraria, é possível ter mais controle sobre as próprias receitas, prever novas entradas e saídas, gerenciar pagamentos de contas, operacionalizar folhas de pagamento, dividir recebimentos entre os fornecedores, gerar boletos com maior facilidade, controlar transferências diretamente aos devedores, entre outras possibilidades.

O FitBank possui uma robusta carta de serviços que vão ao encontro destas facilidades e que auxiliam na criação de um ecossistema financeiro, que dá poder de banco à empresa e monetiza as transações.

Vinculação entre receitas e despesas

Esta é uma vantagem muito especial: todos sabemos que alguns compromissos são adiáveis, e outros não, porque podem resultar em suspensão de serviços essenciais no contexto da empresa.

Por meio da automatização da tesouraria, você consegue vincular determinadas receitas a despesas específicas.

Por exemplo: se seu caixa já recebe recursos determinados no dia 5 de cada mês e você precisa fechar a folha de pagamento no dia 20, já pode atrelar este recebimento determinado ao pagamento dos colaboradores.

Sem necessidade de suporte

As plataformas integradas do FitBank são personalizadas e intuitivas. Ao sistematizar seu sistema de pagadoria e os demais serviços de tesouraria conosco, você praticamente elimina a necessidade de suporte técnico, mesmo para as atividades mais especializadas.

Isso porque você criaria a sua tesouraria, a partir das especificidades de seu negócio, sendo pequeno, médio ou grande. Em vez de a empresa se adaptar ao software, como você fazia até aqui, agora é a vez de o sistema trabalhar para você.

Já passou da hora, não?

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Quem acompanha o mercado financeiro sabe o quanto o mundo dos investimentos e das aplicações é temperamental. Disputas comerciais, entraves políticos, crises corporativas – qualquer evento de maior ou menor relevância é capaz de mudar o “humor” do mercado. A pandemia de coronavírus, no entanto, não provoca apenas uma oscilação de humor, e sim um trauma sem precedentes recentes.

Razões não faltam. Do ponto de vista social e humanitário, o surto já provocou milhares de mortes e pôs em colapso os sistemas de saúde de países ricos, em desenvolvimento e pobres.
Do ponto de vista econômico, as medidas de isolamento frearam a atividade econômica em todas os setores produtivos: indústria, serviços, comércio, turismo, transportes, entre outros que já começam a perceber o ambiente de estagnação inédito até aqui.

O mais preocupante é que, diferentemente de crises anteriores, esta é marcada por total imprevisibilidade: é muito difícil saber quando isso tudo vai acabar. Esta interessante reportagem do The New York Times, a propósito, especula sobre isso.
De todo modo, investidores e analistas do mercado financeiro já fazem suas projeções sobre como será este segmento no mundo pós-covid.

Uma das certezas é de que, neste momento, não faz muito sentido resgatar valores aplicados em ações, porque a depreciação é gigantesca e o investidor certamente perderá dinheiro.

Passada a crise, será necessário avaliar o comportamento de cada papel para identificar quais continuarão promissores e quais deixarão de ser rentáveis.

Por enquanto, as maiores baixas são nos setores de turismo, óleo e gás, mineração, veículos, companhias aéreas e informáticas.

As maiores altas se dão entre as empresas de e-commerce e insumos de saúde.  A esta altura, qualquer indicação é puro exercício de futurologia.

É provável, inclusive, que os investimentos migrem de perfil em decorrência dos sobressaltos provocados pelo coronavírus. Investidores mais audaciosos – que até podem ter aproveitado o momento para comprar ações – podem aportar mais recursos em frentes mais conservadoras, como as de renda fixa.

Quem já tem um perfil consumidor deve manter uma certa distância controlada do mercado de ações – de preferência com uma carteira diversificada.

Há ainda questões conjunturais a se considerar.

A política de juros baixos, que ajudou a conter a inflação, é considerada necessária, mas possui implicações. A inflação muito baixa provoca pouca oscilação de preços e desestimula o consumo.

Associada a um cenário de baixa procura por itens secundários, esta opção tende a desaquecer ainda mais o comércio e a atividade industrial, provocando mais retração e desemprego. Ainda assim, é provável que os juros caiam ainda mais nos próximos meses, renovando sucessivos recordes negativos.

A vez das fintechs

O mundo pós-covid deve acentuar o crescimento das fintechs – empresas de tecnologia aplicada às finanças. Com maior capilaridade e potencial para chegar a público desbancarizado, estas empresas oferecem poder de banco com juros mais baixo e menos burocracia, além de agilizar o acesso a crédito e fazer chegar dinheiro e lugares mais remotos.

Durante a pandemia, as particularidades das fintechs foram ressaltadas por especialistas em finanças, que entendem que a estrutura anacrônica das instituições financeiras não combinará mais com uma sociedade reformulada nas bases do consumo consciente e na busca por respostas ágeis erigida a partir da pandemia.

A busca por soluções para esta crise passa pela ciência e por esforços conjuntos de gestores e do setor produtivo. De um lado, o protagonismo necessário da luta pela vida e pelo respeito à dignidade das pessoas. Em paralelo, estão as saídas econômicas para fortalecer a geração de emprego, renda e investimentos quando tudo acabar.

Se ainda não se sabe quando será o fim da pandemia, algo já é certo: nada será como antes no mercado financeiro, e pavimentar uma transição segura é uma necessidade de primeira ordem.

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