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Turbine seu ERP com soluções financeiras e amplie os horizontes do seu negócio

Turbine seu ERP com soluções financeiras e amplie os horizontes do seu negócio

Quando os softwares de gestão começaram a se popularizar em pequenas, médias e grandes empresas, o argumento principal para que os empresários apostassem em ERPs (entreprise resource planning) era um só: não era mais concebível que uma empresa adotasse métodos analógicos de controle de despesas e receitas em tempos de avanço das novas tecnologias.

E não deu outra: todos se convenceram a adotar ERPs em seus planejamentos, o que se mostrou um importante aliado em muitos segmentos da empresa: controle de estoques, gestão de recursos humanos, antecipação de recebíveis, monitoramento de credores, segurança patrimonial, entre outros pontos.

Os ERPs viraram braços adicionais de colaboradores responsáveis por controlar faturamento, balanço contábil, compras, geração de notas e gestão dos compromissos tributários e fiscais.

Quem fez a transição gestão analógica – gestão digital por meio de softwares com esta envergadura sabe que não estamos falando de um investimento barato – muito pelo contrário.

Embora os ERPs representem uma grande economia a médio e longo prazos, a adesão a esses sistemas é dispendiosa, porque além de envolver a compra do software em si, é preciso uma segunda frente de investimentos em treinamento de pessoal.
Agora você já deve estar entendendo o tema desse post: com uma estrutura dessa magnitude que funciona dentro da sua empresa, seu negócio já deu muitos passos para transformar o ERP em uma fintech e fechar a cadeia de automação de processos.
Além de cuidar da gestão operacional do seu negócio, agora a tecnologia também poderá cuidar da gestão financeira.

Como funciona?

O conceito é muito simples: dar mais autonomia financeira e dispensar a intermediação bancária em pagamentos, liberação de créditos e de recebíveis, entre outros serviços.

Ocorre que para ter sua própria fintech, seria necessário um investimento preliminar em tecnologia, mas… Você já fez isso quando contratou os softwares de gestão para seu negócio!

Ou seja, agora é só dar mais musculatura para o ERP que está a seu favor e ter sua própria fintech para gerenciar compras e vendas, efetivar transações financeiras não-bancarizadas, etc.

E o melhor de tudo: a engenharia de dados já levantada do seu empreendimento poderá estar a serviço agora da fintech.

Por exemplo…

Se você tem um modelo minimamente digital instalado em seu negócio, consegue levantar rapidamente quem é seu principal cliente, qual o produto mais vendido, quais as transações com maior índice de inadimplência, quais os créditos que estão por vencer – enfim, em poucos minutos estes dados estão na sua mesa.

Agora imagine o valor que isso tem ao ser incorporado a uma rotina financeira que precisa exatamente desses dados: qual o cliente com maior potencial de negociação, quais as linhas de financiamento mais apropriadas para sua área de atividade e quais investimentos possibilitam maior rentabilidade para seu projeto de expansão.

Mais clientes

Cabe ainda salientar que sua carta de clientes pode aumentar – quem aí não gostaria de ter um parceiro comercial que fornece produtos, processos e serviços e, além disso, uma engenharia financeira a serviço da parceria?

Quer saber mais? O FitBank tem consultores especializados em entender melhor o formato de seu negócio hoje e de que maneira os ERPs que estão em atividade por aí podem servir, com ligeiras adaptações, a uma estrutura de fintech.

Entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

Entenda como descomplicar a conexão da empresa com o ambiente bancário

Entenda como descomplicar a conexão da empresa com o ambiente bancário

Atualmente, as empresas encontram dificuldades em conectar seu ambiente informacional com o ambiente financeiro. Os sistemas de gestão, por exemplo, que auxiliam no processo de gerenciamento informacional de empresas são capazes de integrar todos os dados e processos, porém não conseguem conectar a empresa ao ambiente financeiro por conta da complexidade envolvida.

Isso ocorre principalmente por conta da relação de dependência das empresas com o ambiente financeiro, uma vez que os bancos operam com tecnologias antigas, fazendo com que o processo de integração dos ambientes ocorra de maneira manual, morosa e suscetível a erros, tornando a conexão complexa até mesmo para os ERPs.

A desconexão dos ambientes pode ocasionar o descontrole da informação e desconhecimento do que está acontecendo entre os ambientes, ou seja, não é possível identificar se o que está na conta bancária corresponde ao que é apresentado no sistema de gestão.

Se o cliente do banco possui R$ 100, por exemplo,  há todo um processo manual para garantir que o seu sistema mostre a posse desse valor. Esse processo manual possui diversas vulnerabilidades, cujas consequências são: erro, adulteração e demora na atualização da informação. A desconexão, sobretudo, causa ineficiência financeira e operacional.

Já a conexão dos ambientes quando realizada de maneira plena e automatizada otimiza o processo de gestão financeira da empresa como um todo, fazendo com que o fluxo operacional da empresa passe a caminhar atrelado a sua operação bancária, tanto no processo de cobrança quanto de pagamento.

Ninguém quer necessariamente emitir boleto ou fazer TED. As tesourarias, por essência, querem apenas cobrar e pagar. Inclusive, é no processo de conexão do ambiente informacional com o bancário que são contratados os serviços financeiros que garantirão a liquidação de toda a carteira de cobrança e pagamento da empresa.

Consequentemente, o resultado deste processo também se relaciona com o setor contábil da empresa, uma vez que a contabilidade se alimenta do resultado de todo este processo junto aos bancos. Portanto, é de grande importância que não haja vulnerabilidades nos processos anteriores para que dessa forma a empresa possa operar com maior visibilidade da sua realidade financeira, com resultados claros e concisos que podem auxiliar em futuras tomadas de decisão, processos de auditoria, entre outros.

As três esferas da gestão financeira

A gestão financeira de uma empresa é composta por três esferas que interagem entre si, são elas:

Operação

Financeiro

Contabilidade

O grande desafio hoje é conectar o ambiente informacional ao ambiente financeiro de maneira automatizada tornando o processo ágil, conciliado, rastreável e seguro em todas suas esferas e etapas de interação.

  • Operação:

A operação de uma empresa pode ser gerenciada com ou sem um sistema de gestão. Sendo o modo como a empresa gere os seus recursos uma variável que depende principalmente da sua necessidade operacional. Porém independentemente do modo que a empresa opera as informações sobre os seus recursos a esfera financeira que está relacionada a esse processo terá que obrigatoriamente em um dado momento se conectar ambiente bancário.

  • Financeiro:

A tesouraria é o coração do ambiente informacional da empresa, ela se alimenta das informações geradas diariamente do fluxo operacional seja de produtos, serviços, despesas fixas ou variáveis seja via sistema de gestão ou controle interno. E a partir dessas informações gera o controle financeiro de entradas e saídas a serem realizadas.

Para que a liquidação pagamentos e recebimentos ocorra, deve haver a conexão do ambiente financeiro da empresa com os bancos, através das atividades de tesouraria. Atualmente, as tesourarias operam de forma vagarosa e manual uma vez que para o fluxo de informação se transformar em entradas e saídas, e em seguida ser liquidado e posteriormente consolidado é necessário um processo manual e conforme dito anteriormente, os bancos operam com tecnologias antigas, fazendo com que o processo de integração dos ambientes ocorra de maneira manual, morosa e suscetível a erros, tornando a conexão complexa.

Interação da tesouraria com o ambiente informacional

Para que uma tesouraria inicie todo seu processo, é preciso que haja um fluxo de entradas e saídas a ser contabilizado e esse fluxo tem origem na informação que pode estar em sistema de gestão ou a partir de um controle manual interno.

Para empresas que possuem um sistema de gestão integrado ao seu processo de tesouraria é possível garantir o controle financeiro, fiscal e contábil da empresa.  Contudo, a utilização de um ERP não garante a conexão da tesouraria com o ambiente bancário sem a necessidade de processos manuais suscetíveis a riscos de adulteração, vulnerabilidades e não-execução de processos.

Interação da tesouraria com o ambiente bancário

Toda empresa em um determinado momento terá a necessidade de conectar o seu ambiente financeiro ao ambiente bancário. Para que isso ocorra, a tesouraria passa a operar todo processo de pagamento e recebimento pendentes, que pode contemplar, por exemplo, despesas fixas ou variáveis, folha de pagamento, pagamento de concessionárias e fornecedores, recebimento de clientes e etc.

É no processo de interação da tesouraria com o bancário que são contratados os serviços financeiros que garantirão a liquidação de toda a carteira de cobrança e pagamento da empresa. Conforme dito anteriormente, ninguém quer necessariamente emitir boleto ou fazer TED. As tesourarias, por essência, querem apenas cobrar e pagar.

Contudo, esse processo ocorre de maneira manual ou automatizada com a utilização de CNAB para remessa e retorno, nele também são realizados todos os processos emissão de boletos, realização de TEDs, confirmação de pagamentos entre outros processos de verificação que tornam o processo moroso por conta da estrutura ferramental oferecida pelos bancos.

A interação entre os ambientes como percebido é complexa da forma como ocorre. Já com as tecnologias atuais é possível oferecer às empresas uma experiência de tesouraria online. Com ela é possível conectar empresas a serviços financeiros numa experiência seamless banking sem a necessidade de conciliação com a informação conectada à transação, processos rastreáveis, ágeis, automatizados e seguros.

  • Contabilidade:

A contabilidade é a esfera da apuração do ambiente operacional da empresa. É resultante da operação financeira realizada, é a esfera onde todas as informações são consolidadas e então é gerado o balanço patrimonial.

Da mesma forma que o ambiente financeiro se alimenta da operação da empresa e interage com os bancos, a contabilidade é a esfera de apuração do resultado final de toda essa interação.

Com uma operação ágil, rastreável, segura, sem a necessidade de conciliação com informações conectadas à transação, a área contábil e de auditoria muito se beneficiam, pois a lógica informacional de apuração, auditoria e compliance é invertida, uma vez que a conferência não mais é realizada após a geração da informação, ela já nasce conciliada.

Seamless Banking

A experiência de tesouraria online que o FitBank, instituição de pagamento regulada pela lei 12.865 de 2013 pelo Banco Central, oferece é capaz conectar empresas ao ambiente financeiro numa experiência seamless banking.

Para empresas que desejam automatizar seus processos financeiros, reduzir custos e se conectar ao ambiente bancário sem complexidade o FitBank oferece rastreabilidade, agilidade e segurança ao processo como um todo, integrados nos principais bancos de varejo do Brasil o FitBank também oferece todos os serviços financeiros que a empresa necessita.

 Com o FitBank conectado via API no sistema de gestão da empresa, o sistema passar a chamar os serviços e a operação bancária da empresa, dessa forma todo o fluxo financeiro e bancário passam a interagir de maneira integrada, inclusive sem a necessidade de conciliação uma vez que a informação nasce conectada a transação.

No momento que isso tudo é subido para o banco nos processos atuais, todas as informações se perdem, por isso a necessidade de conciliação. Por meio de uma tesouraria online as empresas conseguem conectar uma coisa na outra e este processo de gestão da cobrança ou de gestão do pagamento passa a ser transparente e conciliado com relação a execução do financeiro.

O processo de cobrança integrado com o FitBank, por exemplo, é executado em uma única carteira. Dessa forma não há necessidade de usuários acessando múltiplos sistemas para realizar cobranças e recobranças, o processo que antes era manual passa a ser automatizado.

A experiência de tesouraria online que o FitBank oferece também é capaz de integrar todos os tipos de contas conforme o fluxo de aprovação da empresa.

Em ambos os processos seja de pagamentos e recebimentos a conexão com o ambiente bancário é realizado de maneira ágil, automatizada e segura sem a necessidade de redes de valor agregado, soluções que envolvem a necessidade de links dedicados, estrutura complexa de segurança, além de haver a cobrança de setup e licenças.

E ainda nesse cenário o setor contábil e de auditoria muito se beneficia, pois a lógica informacional de apuração, auditoria e compliance é invertida, uma vez que a conferência não mais é realizada após a geração da informação, pois ela já nasce conciliada.

Para que haja a execução de todas essas atividades, interações e conexões o FitBank possui uma conta virtual que traz toda a visibilidade necessária com granularidade de informação de todo esse processo financeiro, operando na própria titularidade (conforme lei 12.865/2013). Dessa forma é possível  oferecer uma experiência totalmente transparente com os serviços que a empresa já consome, porém com uma camada tecnológica que trata a informação, tornando-a totalmente rastreável, online e conciliada. Cobrando apenas por serviços financeiros (Finance As A Service), fazendo com que agora o ambiente bancário se adapte à lógica de operação da empresa.

e você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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O poder das APIs na operação financeira de empresas

O poder das APIs na operação financeira de empresas

Automatizar processos e unificar as informações financeiras são problemas comuns na rotina de uma empresa. Entretanto no modelo atual é comum empresas avaliarem que com o processo atual de remessa e retorno com o CNAB, o problema está resolvido, crendo que estão 100% conciliados e que toda a informação e a operação está resolvida.

Porém, na realidade, as tecnologias atuais podem tornar a operação muito mais eficiente e segura, por ser automatizada. Ninguém quer apenas emitir boleto ou fazer TED. Essencialmente, as empresas querem cobrar e pagar, sendo essa a essência de uma tesouraria.

Por isso a importância de conectar a operação da empresa ao ambiente bancário com uso da automação financeira, trazendo eficiência operacional e redução de custos em todos os processos de tesouraria.

A solução para a conexão entre a operação da empresa e o ambiente bancário pode passar, por exemplo, pelo uso de APIs — Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicativos, na tradução para português, tecnologia mais moderna disponível atualmente, que torna seguro e escalável o processo.

No modelo atual sem uma API, por não haver a integração dos dados gerados com o sistema, há a necessidade de realizar a conciliação, uma vez que não há integração com a informação originada na operação da empresa.

Basicamente, é feito o download da informação de um sistema e a cópia para o outro, para que, dessa forma, haja a integração de informações e ambos os sistemas estejam atualizados. Atualmente, todo esse processo é realizado de forma manual ou semiautomatizada.

Uma alternativa para a solução desse problema envolve as redes de valor agregado — um link dedicado do sistema da empresa com a conta bancária dela.

Diferentemente de uma conta virtual, por exemplo, em que as transações são realizadas na titularidade da instituição de pagamento, permitindo o tratamento dessas informações, a rede de valor agregado é a própria conta da empresa operando com toda uma estrutura complexa de comunicação e segurança.

Essa estrutura deve ser criptografada, e seguir uma série de padrões de segurança, para mitigar os riscos envolvidos. Porém, isso torna tudo muito caro, com cobranças de licenças de valor acessível apenas a grandes corporações.

A rede de valor agregado é uma solução cara, complexa e que envolve implantação traumática e dolorosa, por passar por diversas etapas como: homologar no banco, emitir autorização e procuração, instalação, configuração etc.

Contudo, essa dificuldade pode ser mitigada com o advento de plataformas tecnológicas capazes de tornar os processos mais ágeis e menos manuais, trazendo escala para essas operações, inclusive oferecendo uma alternativa para o uso do arquivo texto (CNAB).

Inclusive no modelo atual é comum empresas avaliarem que com o processo atual de remessa e retorno com o CNAB, o problema está resolvido, crendo que estão 100% conciliados e que toda a informação e a operação está resolvida.

Como citado acima, uma forma mais simples, eficiente e barata são as contas virtuais. As contas virtuais, operando na própria titularidade (conforme lei 12.865/2013), são capazes de oferecer uma experiência totalmente transparente com os serviços que a empresa já consome, mas com uma camada tecnológica que trata a informação, tornando-a totalmente rastreável e conciliada, retirando a possibilidade de interferência humana e a probabilidade erros, cobrando apenas por serviços financeiros (Finance As A Service).

Através de uma conta virtual as empresas passam a ter acesso ao que chamamos de tesouraria online, onde o fluxo de gestão e fluxo de transação passam a caminhar atrelados automatizando processos, reduzindo custos, conectando a operação da empresa com o ambiente financeiro sem a necessidade de qualquer processo manual.

No processo atual, todas as informações financeiras são perdidas a partir do momento que chegam ao banco por conta do fluxo de gestão não caminhar atrelado ao fluxo de transação. Em extratos bancários, por exemplo, os lançamentos são realizados sem detalhamento (exemplo: TAXAS -R$ 5.000), sendo este o limite de informação que as empresas recebem dos bancos. Contudo, através de uma conta virtual conectada via API no ERP da empresa esse problema é eliminado.

Com uma API (Application Programming Interface) conectada ao ERP, o próprio sistema de gestão passa a solicitar os serviços financeiros, com a informação totalmente conectada à transação. Assim, o fluxo operacional da empresa passa a caminhar atrelado a sua operação bancária, tanto no processo de cobrança quanto de pagamento.

Pelo fato dos sistemas estarem conectados como tomadas há a integração das informações sem a necessidade de intervenção humana, pois as mesmas já nascem conciliadas. Dessa forma, é invertida a lógica de gerenciamento de transação, e o processo passa a ser gerenciado como um todo.

Processos manuais, erros, fraudes, inconsistências, assimetria de informações, lentidão na obtenção de dados, sistemas para compilar informações, tudo isso será eliminado e os custos operacionais das tesourarias serão radicalmente reduzidos, dando lugar a rastreabilidade, agilidade e segurança à gestão financeira da empresa onde a informação é disponibilizada de maneira acessível, detalhada e completa, tornando o processo de cobranças e pagamentos mais seguro e totalmente automatizado.

Hoje, empresas além de vender, comprar e prestar seus serviços de forma online, poderão também gerir suas finanças com toda a agilidade e conveniência que a evolução tecnológica através de APIs já possibilita para tantos aspectos de nossas vidas.

O FitBank, Fintech habilitada como instituição de pagamentos pelo Banco Central, é um exemplo dessa evolução tecnológica, pois é capaz de conectar empresas a serviços financeiros numa experiência seamless banking, através de sua conta virtual com serviços financeiros integrados ao ERP via API que traz todos os serviços bancários para dentro da operação das empresas de maneira automatizada sem precisar acessar o ambiente bancário, conforme explicado neste artigo.

E então leitor, se interessou pelo tema e quer saber mais?. Entre em contato com o nosso time FitBank ou deixe seu comentário abaixo.

As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

Você já deve ter se deparado com um serviço, normalmente oferecido em plataformas online, em que vários fornecedores diferentes oferecem produtos ou serviços por um preço fechado: quer seja um marketplace com diversos produtos e fornecedores diferentes, um spa com cabelereiro e massagista, ou uma rede de atendimento automobilístico com mecânicos, eletricistas e funileiros. Mesmo passando por todos esses profissionais, você paga uma única vez. Isso só é possível graças ao split na gestão de pagamentos, sobre o qual falaremos neste post e suas vantagens pro seu negócio.

O split reúne uma série de APIs que reúnem em uma mesma plataforma a gestão dos pagamentos de serviços complementares, cujo faturamento precisará ser rateado depois.

Então imagine se, ao pagar por um pacote educacional que envolve diversos colaboradores pessoas-jurídicas e, ao final, precisar pagar vários boletos diferentes. Com o split, o gestor da empresa fica desobrigado desta incumbência trabalhosa e, o cliente, paga tudo de uma única vez.

Na área da saúde, o split é cada vez mais adotado. Clínicas com multiespecialidades, por exemplo, acabam centralizando muitos profissionais e prestadores distintos, que muitas vezes são procurados em combos de serviço. O rateio manual dessas finanças na certa provocaria muita confusão e insatisfação entre os clientes, que não sabem ao certo o quanto estão pagando e para quem, e entre os profissionais que atuam nesta engrenagem, por causa das chances de erro.

Aqui, estamos basicamente falando de segurança, confiabilidade e rastreabilidade. Com a tecnologia da informação cuidando de todos os cálculos – incluindo gastos com fornecedores de cada insumo, recolhimento de impostos e distribuição de lucros – sobra tempo para cuidar do negócio propriamente dito.

Já falamos por aqui que as fintechs são a bola da vez quando o assunto é a gestão dos meios de pagamento e no caso do split não é diferente. Com propostas e taxas mais flexíveis e sistemas robustos e seguros para as transações financeiras, as empresas que aliam tecnologia e gerenciamento de finanças são as mais indicadas para atuar neste segmento.

Você deve estar pensando que um sistema desses oneraria demais a atividade financeira de sua empresa, certo?
Errado!

Com a centralidade dos meios de pagamento e posterior distribuição, as taxas eventualmente envolvidas são debitadas uma única vez, e não a conta gotas, como se cada profissional demandasse um boleto ou um pagamento via cartão. Portanto, a possibilidade de otimização de seus recursos é real e praticada cada vez mais.

Múltiplas possibilidades

Sempre gostamos de lembrar que, ao contratar uma fintech, sua primeira sensação será a de ser finalmente dono do seu dinheiro. Isso vale para a gestão dos splits de pagamento.

Você poderá estabelecer e mudar a qualquer momento a escalabilidade e a proporcionalidade de cada serviço: quais profissionais receberão em qual proporção, já descontados os gastos de cada um com insumos e outros compromissos. Se há comissões envolvidas, não se preocupe. Até isso dá para programar e desprogramar com incrível facilidade.

Vantagens

O melhor de tudo é que o cliente não irá perceber toda essa dinâmica prévia. Pelo contrário, vai apenas pagar uma vez e seguir confiando em sua atividade empresarial.

No FitBank, a cartela de pagadoria para marketplaces e outras modalidades é ainda mais vasta. Há a possibilidade de abrir contas virtuais específicas para todos os recebedores, liquidação automática para todos os envolvidos (e isso é realmente muito desejado), rastreabilidade dos pagamentos, entre outras vantagens. Na dúvida, fale com um de nossos consultores!

 

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Conta escrow dá segurança a médias e grandes transações

Conta escrow dá segurança a médias e grandes transações

Entre os principais fatores que inviabilizam o fechamento de alguns negócios está a insegurança de que os termos – principalmente financeiros – serão cumpridos.

É para evitar receios como esse que existe a conta escrow, altamente difundida fora do Brasil, e que aos poucos começa a ser incorporada na rotina das médias e grandes empresas brasileiras.

Como o próprio nome sugere, a conta escrow funciona como uma espécie de garantia, que dá segurança para transações de várias naturezas: aquisições e fusões de empresas, negociação de títulos, contratos, recebíveis, compras de grande montante, comércio eletrônico estabelecido com vendedores de outros países, entre outras modalidades.

O responsável pelo pagamento deposita o valor combinado nesta conta e aguarda todos os termos do contrato ser cumpridos. Após a checagem de que tudo foi atendido a contento, o intermediário responsável pela conta escrow libera o pagamento.

Este formato hoje é muito utilizado em grandes aquisições de empresas. Isso porque tais processos são lentos, e às vezes surgem novos passivos no caminho que não estavam no contrato original.

Para evitar que a adquirente herde esses passivos, o valor original do acordo fica “congelado” na conta escrow.

Mas, aos poucos, a necessidade de uma garantia é observada em outros tipos de transação.

Nas operações de recebíveis por exemplo, algumas empresas, por não depositarem seus pagamentos em contas de terceiros por compliance, depositam os valores em uma conta escrow, deixando o valor disponível para o antecipador do recebível.

Quem pode ajudar?

Cada vez mais integradas à rotina financeira das empresas no Brasil, as fintechs detêm as engrenagens necessárias para atuar como depositárias das grandes negociações.

Isso porque possuem maior inteligência tecnológica e, por conta disso, maior capacidade de acompanhamento por parte dos interessados. Em outras palavras, enquanto nos bancos o dinheiro fica retido em uma caixa preta, nas fintechs a transparência impera em todas as etapas da negociações.

No FitBank, chamamos esta funcionalidade de Smart Escrow, por conta de uma série de vantagens: a primeira delas é a garantia da neutralidade, essencial em acordos desta envergadura. A flexibilidade operacional é outra característica – por aqui, o gestor dos recursos tem total autonomia, controle e entendimento a respeito de sua rotina financeira.

A rastreabilidade e a conciliação de todos os recebíveis – sem burocracia, perda de tempo e sustos de última hora – completam o pacote de possibilidades das contas escrow.

Tudo isso com a chancela de quem já movimentou mais de R$ 2 bi em transações financeiras somente em 2019.

 

 

Transferências peer-to-peer revolucionam sistemas de pagamento

Transferências peer-to-peer revolucionam sistemas de pagamento

Como você faz pagamentos ou transferências hoje? Provavelmente, se você usa um aplicativo do banco com o qual mantém relacionamento, essa transação é efetivada por meio de uma TED ou um DOC – ambos só são creditados em dias úteis e, na maiorias dos casos, incluem taxas específicas.

Se o pagamento é de uma fatura ou de um convênio, é provável que você trabalhe com boletos bancários ou utilize seus cartões. O cheque, em mais alguns anos, deve virar peça de museu.

Em compensação, existe um novo sistema de pagamentos e transferências que está revolucionando esse cenário. É a chamada transação peer-to-peer (P2P), também conhecida por person-to-person.

Essa modalidade funciona assim: em vez de fazer a transferência por intermédio de uma instituição bancária, a transação é feita sem obstáculos entre mesmas instituições de pagamento: o dinheiro sai da conta do devedor e cai direto na conta do credor. A tendência, neste sistema, é a de que o tempo de transferência e as taxas sejam exponencialmente reduzidas.

Mas há outras vantagens – vamos conhecê-las?

Disponibilidade

Chega de esperar a temida segunda-feira para dar sequência a um compromisso. No sistema P2P, o pagamento pode ser feito todos os dias da semana, incluindo sábado, domingo e feriados.

Hoje, se você tentar fazer uma TED ou um DOC no sábado, o app do banco automaticamente o reprograma para o próximo dia útil. Com o P2P, o pagamento poderá ser feito no mesmo dia.

Velocidade

Por causa disso, as negociações serão facilitadas e aceleradas. Como dinheiro é creditado praticamente em tempo real, grandes compras – como a de um automóvel, por exemplo – poderão ser concretizadas imediatamente, sem a necessidade de esperar o valor cair na conta da concessionária. Claro que este exemplo também vale para transações menores ou maiores.

Conveniência

Aqui, quem manda é o usuário, que terá plena ciência das taxas a que será submetido e do momento em que a transação será concretizada.

As Fintechs, em plena expansão no Brasil, devem entrar com tudo nesta modalidade porque já reúnem a expertise tecnológica necessária aplicada ao mercado financeiro. É o caso do Fitbank, que disponibiliza em seu ambiente financeiro de gestão de pagamentos ou em uma plataforma white label a funcionalidade do P2P dentro das contas digitais como oferta de solução.

Além dessa funcionalidade, o FitBank possui uma séria de outros produtos e soluções para a gestão do seus meios de pagamento. Inclusive, semana passada, falamos um pouco das novidades que irão chegar em 2020 que vc pode conferir aqui.

Multiplicidade de recursos

O cliente poderá experimentar o método P2P em vários tipos de transação: pessoa física para pessoa física, pessoa física para pessoa jurídica, pagamento de bens e serviços no comércio presencial e eletrônico, entre outras modalidades.

Com maior agilidade no recebimento de recursos, empresas aumentam a dinâmica do fluxo de caixa e ganham maior autonomia para investir.

Extremamente seguro, o P2P é um componente a mais no cada vez mais moderno ecossistema financeiro do país. Sem a intermediação bancária, o usuário ganha tempo e autonomia. O recebedor tem mais garantia e flexibilidade no uso dos recursos. E o sistema financeiro, de um modo geral, ganha mais competitividade e sintonia com o mundo digitalizado.