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Você sabe a diferença entre conta e carteira digital?

Você sabe a diferença entre conta e carteira digital?

Sete em cada dez brasileiros acessam a internet todos os dias, de acordo com pesquisa do Comitê Gestor da Internet. Boa parte dos entrevistados utiliza a rede não apenas para entretenimento e pesquisa, mas também para o acesso a serviços, incluindo os bancários e os financeiros. Por conta desta adesão, a diversidade de produtos voltados para este público só aumenta, e é natural que uma dúvida elementar apareça: qual a diferença entre conta digital e carteira digital?

De modo geral, a conta digital dispõe de boa parte das funcionalidades da conta bancária convencional, replicados no ambiente virtual. Quando somos clientes de uma conta digital, optamos por fazer transferências, pagamentos, depósitos e outras transações sem a necessidade de comparecer aos bancos ou aos terminais de autoatendimento – com a única exceção, naturalmente, para os saques.

Seis em cada dez brasileiros possuem este mecanismo de pagamento de contas e outros compromissos.

A Plataforma do FitBank permite que as empresas possam criar unidades de negócios com contas digitais para os integrantes do ecossistema financeiro da empresa, permitindo que a empresa possa controlar muito melhor as transações e até monetizar em cima das transações das contas digitais.

Neste caso, com o chamariz das baixas taxas e da quantidade ilimitada de TEDs e DOCs,as contas digitais andam angariando cada vez mais clientes e também são uma opção em tempos de facilidade e transações remotas.

Carteira Digital (E-wallet)

Agora já estamos em uma outra modalidade de serviços, mais ampla, e que pode ou não conter a oferta de contas digitais. A e-wallet, como também é conhecida, pode ser comparada a uma pequena instituição bancária sobre a qual você tem pleno controle e que dispensa totalmente meios materiais de pagamentos, como cédulas, cheques e cartões de débito.

Trata-se de uma solução 100% eletrônica que reúne dados mediante consentimento do usuário para usá-los com segurança durante as transações. O resultado disso é a redução exponencial da burocracia e do tempo empregado na hora de fazer pagamentos e compras.

No caso das carteiras digitais voltadas para o pagamento de transações, o compromisso pode ser honrado por meio de bitcoins, NFC (near field communication), cashback (reembolso) ou com descontos, na fatura do cartão de crédito.
As carteiras digitais também servem como intermediárias no e-commerce. Se você é empresário e pretende comercializar produtos pela web, provavelmente precisará contratar uma e-wallet para dar segurança, credibilidade e rastreabilidade em suas vendas.

Esse serviço, se habilitado para tal, também pode centralizar bilhetes para passagens do transporte público e armazenar créditos e milhas para outras funcionalidades.

Com taxas baixas para o administrador, a carteira digital não cobra nada dos consumidores, o que pode reduzir seus custos.

Com serviços de conta digital e e-wallet, o FitBank é líder em inovação no segmento de fintechs no Brasil e pode ajudar ainda mais a otimizar seus rendimentos lhe poupando do elemento mais desgastante na gestão financeira: a perda de tempo e de dinheiro.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

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Banking as a service(BaaS): Bem-vindo ao futuro das transações financeiras

Banking as a service(BaaS): Bem-vindo ao futuro das transações financeiras

Poucas transformações provocadas pela revolução digital são tão intensas quanto aquelas percebidas no mundo financeiro.

A aliança tecnologia e gestão do dinheiro veio para ficar, e as fintechs são as maiores responsáveis por esta mudança de paradigma. Entre os exemplos mais notáveis desta nova era está o banking as a service – um tipo de serviço que veio para ficar e ganha cada vez mais adeptos no Brasil e no mundo.

Antes de explicar o que é isto, contudo, vamos dar um passo atrás e lembrar o que é um software as a service (SaaS). De novo, estamos falando de mudanças definitivas no comportamento dos consumidores, que fazem parte do dia-a-dia de qualquer pessoa conectada à internet.

Sem se dar conta, já adotamos o SaaS na nossa rotina há muito tempo. Aqui, diferentemente de um software instalado em seu computador ou dispositivo móvel, estamos falando de um programa que funciona exclusivamente online, sem demandar muitos recursos do usuário.

Exemplos não faltam: aquela sua conta de e-mail vinculada a um drive na nuvem, o serviço de streaming de filmes e músicas, os aplicativos de carona compartilhada, as plataformas de supermercado que possibilitam ofertas exclusivas – e por aí vai. Robustos ou enxutos, esses programas são práticos, intuitivos e não ocupam muito espaço para “rodar”.

Há quem diga que o futuro da programação está aí: softwares leves, específicos e com uma linguagem bastante acessível, passíveis de ser executados por usuários leigos e com uma interface descomplicada.

Algumas derivações são dignas de nota, como a plataforma como serviço (PaaS), que possibilita a incubação de aplicativos simples ou complexos, e a infraestrutura como serviço (IaaS), ou hardware como serviço, que viabiliza o acesso remoto a servidores, por exemplo.

Mas… O que isso tem a ver com os bancos?

Se o software como serviço mudou até a forma como pedimos pizza, é óbvio que também mudaria a maneira como nos relacionamos com o dinheiro. Neste caso, o banking as a service é a última fronteira da evolução tecnológica aplicada à vida financeira de pessoas físicas e jurídicas.

A lógica é a mesma: aqui, temos um serviço bancário especializado, desterritorializado (seria o fim da agência?), personalizado de acordo com seus hábitos, seguro e acessível a partir de qualquer dispositivo.

Você já deve estar pensando naquelas instituições financeiras que funcionam exclusivamente pela internet, e não está de todo enganado. No entanto, as possibilidades do banking as a service são muito mais vastas.

Sua empresa pode, por exemplo, ter o total domínio da gestão financeira a partir de um banco próprio que gerencie suas transações, compromissos trabalhistas, fiscais e tributários e, claro, seus investimentos.

Ao solicitar um banco digital sob encomenda, você tem acesso a serviços como conta digital remota, carteira digital, pagamentos via QR Code, serviços de cashback – como os programas de recompensa – transações entre contas (P2P, P2B, B2B, TED e DOC), entre outras funcionalidades.

Diferentemente de um banco convencional, em que os pacotes de serviços já compõem uma cesta pronta (e cara!), no banking as a service a cesta é feita sob demanda – afinal de contas, em um mundo cada vez mais especializado, não faz mais sentido tratar a todos os clientes da mesma forma.

Detentora da maior plataforma open banking do Brasil, o FitBank dispõe deste e de outros serviços de pagadoria e gestão de contas. O futuro das suas finanças chegou, e aqui nós podemos ajudar a alcançá-lo!

As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

Você já deve ter se deparado com um serviço, normalmente oferecido em plataformas online, em que vários fornecedores diferentes oferecem produtos ou serviços por um preço fechado: quer seja um marketplace com diversos produtos e fornecedores diferentes, um spa com cabelereiro e massagista, ou uma rede de atendimento automobilístico com mecânicos, eletricistas e funileiros. Mesmo passando por todos esses profissionais, você paga uma única vez. Isso só é possível graças ao split na gestão de pagamentos, sobre o qual falaremos neste post e suas vantagens pro seu negócio.

O split reúne uma série de APIs que reúnem em uma mesma plataforma a gestão dos pagamentos de serviços complementares, cujo faturamento precisará ser rateado depois.

Então imagine se, ao pagar por um pacote educacional que envolve diversos colaboradores pessoas-jurídicas e, ao final, precisar pagar vários boletos diferentes. Com o split, o gestor da empresa fica desobrigado desta incumbência trabalhosa e, o cliente, paga tudo de uma única vez.

Na área da saúde, o split é cada vez mais adotado. Clínicas com multiespecialidades, por exemplo, acabam centralizando muitos profissionais e prestadores distintos, que muitas vezes são procurados em combos de serviço. O rateio manual dessas finanças na certa provocaria muita confusão e insatisfação entre os clientes, que não sabem ao certo o quanto estão pagando e para quem, e entre os profissionais que atuam nesta engrenagem, por causa das chances de erro.

Aqui, estamos basicamente falando de segurança, confiabilidade e rastreabilidade. Com a tecnologia da informação cuidando de todos os cálculos – incluindo gastos com fornecedores de cada insumo, recolhimento de impostos e distribuição de lucros – sobra tempo para cuidar do negócio propriamente dito.

Já falamos por aqui que as fintechs são a bola da vez quando o assunto é a gestão dos meios de pagamento e no caso do split não é diferente. Com propostas e taxas mais flexíveis e sistemas robustos e seguros para as transações financeiras, as empresas que aliam tecnologia e gerenciamento de finanças são as mais indicadas para atuar neste segmento.

Você deve estar pensando que um sistema desses oneraria demais a atividade financeira de sua empresa, certo?
Errado!

Com a centralidade dos meios de pagamento e posterior distribuição, as taxas eventualmente envolvidas são debitadas uma única vez, e não a conta gotas, como se cada profissional demandasse um boleto ou um pagamento via cartão. Portanto, a possibilidade de otimização de seus recursos é real e praticada cada vez mais.

Múltiplas possibilidades

Sempre gostamos de lembrar que, ao contratar uma fintech, sua primeira sensação será a de ser finalmente dono do seu dinheiro. Isso vale para a gestão dos splits de pagamento.

Você poderá estabelecer e mudar a qualquer momento a escalabilidade e a proporcionalidade de cada serviço: quais profissionais receberão em qual proporção, já descontados os gastos de cada um com insumos e outros compromissos. Se há comissões envolvidas, não se preocupe. Até isso dá para programar e desprogramar com incrível facilidade.

Vantagens

O melhor de tudo é que o cliente não irá perceber toda essa dinâmica prévia. Pelo contrário, vai apenas pagar uma vez e seguir confiando em sua atividade empresarial.

No FitBank, a cartela de pagadoria para marketplaces e outras modalidades é ainda mais vasta. Há a possibilidade de abrir contas virtuais específicas para todos os recebedores, liquidação automática para todos os envolvidos (e isso é realmente muito desejado), rastreabilidade dos pagamentos, entre outras vantagens. Na dúvida, fale com um de nossos consultores!

 

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Open banking pode abrir nova era no mercado financeiro

Open banking pode abrir nova era no mercado financeiro

A revolução digital já provocou expressivas mudanças de paradigma nos serviços de transporte, saúde, hospedagem e em outros setores da economia. No âmbito do mercado financeiro, esta revolução atende pelo nome de open banking!

A lógica deste sistema é simples.Quaisquer dados pessoais – inclusive os bancários – pertencem ao cidadão, correto? Mas, no âmbito do sistema financeiro, o usuário se sente “preso” ao banco ao qual é correntista. Todas as operações precisam ser feitas naquela instituição – saques, depósitos, transferências, empréstimos e investimentos – e qualquer tentativa de migrar de banco é sempre trabalhosa.

O open banking subverte esta engrenagem e devolve ao contribuinte o poder sobre seus dados bancários. Com maior autonomia, é possível escolher mais de uma empresa para cuidar de seu dinheiro, dependendo dos pacotes e serviços mais vantajosos. A migração de prestador de serviços é simplificada e, assim como sua rede de contatos e suas mídias sociais, sua vida financeira fica “à mão” para ser alocada da forma que melhor lhe convier.

Se tudo isso lhe parece muito distante, fique sabendo que o open banking já funciona em vários países e está prestes a sair do papel aqui no Brasil. O Banco Central acaba de abrir consulta pública para receber contribuições da população – o canal segue aberto até o dia 31 de janeiro de 2020.

Como funciona?

Baseado na premissa de que é necessário preservar os sigilos fiscal e bancário, o sistema financeiro nacional blinda os dados do cidadão e os entrega tão somente para a instituição com a qual o cliente deseja estabelecer relacionamento.

No open banking, alguns dados básicos ficam disponíveis dentro de uma plataforma adaptável, caso o cidadão assim autorizar. Isso é possível graças a uma tecnologia conhecida por API (já traduzida para interface de programação de aplicativos).

Nós já nos beneficiamos muito das APIs, sem saber: é o caso dos aplicativos de localização, por exemplo, que podem ser incorporados a diferentes sites e mídias sociais porque possuem seus códigos abertos.

Naturalmente, essa possibilidade pode assustar, por causa da segurança desses dados. No entanto, o setor financeiro é um dos líderes em soluções de segurança já que um vazamento de informações sigilosas seria avassalador para a credibilidade de qualquer empresa.

Não por menos, já ouvimos falar de vazamento de dados provenientes de governos e mídias sociais, mas raramente sabemos de ocorrências do tipo envolvendo empresas de tecnologia financeira.

Ainda assim, aqueles que não se sentirem confortáveis em aderir ao novo sistema poderão manter seus dados em poder das instituições bancárias convencionais sem autorizar sua abertura.


O tamanho da revolução

Imagine só poder aplicar seu dinheiro em fundos de investimento de mais de uma instituição, sem necessidade de pagar taxas por descumprimento da fidelização. Já imaginou, por exemplo, investir e desinvestir de acordo com o humor do mercado, sem a burocracia da intermediação? Melhor ainda: movimentar dinheiro sem a necessidade de usar aplicativos ou sites de bancos?

Essas são apenas algumas das funcionalidades do open banking, que oferece ainda mais possibilidades para as pessoas jurídicas.

“As pessoas sempre precisarão de serviços bancários, mas não necessariamente precisam do banco todo empacotado. O Open Banking deve trazer essa liberdade ao cidadão de consumir somente o necessário e pelo canal que melhor lhe servir, agregando informações ou serviços aos seus dados bancários. Essa abertura vai melhorar a competição e a eficiência dos serviços financeiros, trazendo benefícios começando pelas pessoas físicas que tem menos poder de negociação individualmente.”diz Rodrigo Pina, Head de Produtos do Fitbank.

Algumas modalidades de plataformas digitais são voltadas exclusivamente para micro e pequenas empresas. Com absoluto controle sobre informações cadastrais e tributárias, o usuário consegue controlar seus gastos sem a figura do gerente de PJ, bem como exportar esses dados de acordo com a conveniência da conjuntura e da competitividade do mercado financeiro.

Continua achando tudo isso muito inovador? Tem razão! Inovação é a palavra de ordem na aliança cada vez mais definitiva entre tecnologia e sistema financeiro. O FitBank tem muitas dessas soluções e pode ajudá-lo a deixar para trás o método analógico de cuidar do próprio dinheiro.

Por que 2020 pode ser o ano das fintechs no Brasil

Por que 2020 pode ser o ano das fintechs no Brasil

Quem acompanha notícias do mercado financeiro já deve ter percebido a expansão vertiginosa pela qual passa o setor de fintechs – empresas que se valem dos recursos tecnológicos para oferecer soluções na área financeira. No Brasil, que já responde pela maior fatia do mercado latinoamericano, uma série de indicadores leva a crer que 2020 será um ano de consolidação.

Neste artigo, apresentaremos alguns deles!

Em junho de 2019, o Ministério da Economia já cantou a bola ao lançar o estudo “Fintechs e Sandbox no Brasil”, no qual apresenta as definições do setor e os caminhos regulatórios mais flexíveis que aqueles adotados no setor bancário.

Para o próprio governo, a expansão das fintechs pode ser explicada por três fatores primordiais:

Bancos analógicos – Os sistemas adotados pelos bancos, embora também se valham de inovação em alguns aspectos, se mostram robustos demais para acompanhar as evoluções tecnológicas. Em outras palavras, enquanto as empresas de tecnologia navegam com tranquilidade pelas tendências cada vez mais disruptivas, as instituições tradicionais são verdadeiros transatlânticos que precisam de tempo e recursos para traçar novas rotas;

Mais familiaridade – Enquanto os bancos precisaram se adaptar aos ambientes digitais, as fintechs nasceram no contexto de inovação de produtos, processos e serviços. Quando esses empresários tiveram a ideia de migrar para o setor financeiro, as pistas já estavam dadas;

Nativos digitais – Jovens que nasceram entre o fim dos anos 90 e o novo milênio não concebem a ideia de perder tempo e dinheiro com soluções analógicas. Aos aplicativos de transporte, alimentação e até de namoro, se juntaram as infinitas possibilidades das empresas que aliam tecnologia e inovações financeiras.

Não por menos, o Brasil tem hoje cerca de 600 fintechs, com previsão de franca expansão para 2020.

“A tecnologia já é presente no mercado financeiro há muitos anos, mas somente há pouco tempo as instituições perceberam que precisam entregar uma experiência de uso melhor para o cliente final. As novas tecnologias (API, Computação em Nuvem e Smartfones) possibilitaram a criação de uma série de soluções para melhorar essa experiência. A adesão por parte de novos clientes se dá gradativamente. A credibilidade e segurança seguem sendo pontos extremamente importantes na percepção do usuário final. Aos poucos ele descobre que novas plataformas não só trazem os benefícios da tecnologia mas também, em muitos casos, entregam a mesma solidez e confiança de uma instituição mais antiga” explica Otavio Farah, CEO do Fitbank.

Em termos de definição, existem hoje nove tipos de operações desempenhadas pelas fintechs, sendo que muitas empresas adotam múltiplos serviços, como é o caso do FitBank. O propósito é dar mais autonomia financeira para os gestores e seus colaboradores e fornecedores, de modo que a rotina bancária deixe de ser uma preocupação e o itinerário financeiro ganhe vida própria.

De acordo com o Radar Finchtech Lab 2019, o setor de pagamentos é o principal representante no ecossistema fintech do país, com 151 empresas – 43% a mais que no estudo anterior.

Em seguida aparece o conjunto de soluções de empréstimos, que possuía 70 empresas em 2018 e agora já possui 95, o que corresponde a 18% do mercado nacional.

A maior fatia de crescimento, no entanto, é do setor de investimentos – com quase 60% de expansão. A confiança do mercado financeiro na economia, que entusiasma cada vez mais cidadãos a investir, explica em parte o sucesso dessas operações.

“Dado o movimento divulgado pelo Bacen de liberar novas autorizações para fintechs e instituições de pagamentos, haverá uma grande demanda por sistemas de transações bancárias com funcionalidades mais próximas da camada de infraestrutura, o chamado “core bancário”. Poder contar com parceiros que entendam o momento e o tamanho das diversas operações pode viabilizar negócios que começam pequenos, mas com grande potencial de crescimento. O FitBank está preparado para ajudar os novos entrantes a encurtar esse caminho de forma eficiente e escalável, considerando a estratégia de cada negócio”comenta Rener Menezes, CTO do Fitbank.

O que vem por aí

Outros fatores conjunturais explicam o provável êxito das fintechs para o próximo ano. Um deles é de ordem tecnológica: o tão aguardado leilão da tecnologia 5G, cuja consulta pública deve ser aberta em breve pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com potencial de revolucionar os setores de comunicações e serviços por meio de uma conexão de altíssima velocidade, o 5G deve energizar ainda mais as empresas de tecnologia – tanto internamente, na otimização de seus recursos, quanto externamente, no relacionamento com os clientes.

A Internet das Coisas (IoT), que há até pouco tempo era apenas uma quimera, passará de vez a fazer parte da vida das pessoas. Não é preciso muita criatividade para imaginar como o setor de soluções financeiras pode ser impulsionado ainda mais.
Mesmo que o leilão do 5G seja adiado, o simples fato de que muitas empresas estão se movimentando para criar novos produtos que recepcionem a tecnologia já é muito sintomático do que vem por aí.
Os grandes pilares tecnológicos que sustentam as soluções das fintechs receberão atualizações expressivas:

Aprendizado da máquina – Os sistemas automatizados de segurança, prevenção de fraudes e consultoria financeira mudarão de estágio;
Biometria – Rapidez, conveniência e segurança estarão cada vez mais presentes na vida do usuário (se é que já não estão);
Computação em nuvem – A possibilidade de armazenamento de dados (e de acesso rápido a esses dados) já revolucionou de maneira terminativa a vida financeira de empresas e pessoas físicas;

Motor financeiro

Após dois anos em desenvolvimento de sistemas, o FitBank foi criado com o propósito de dar poder de banco para as empresas, de maneira segura, descomplicada e orientada. Entre os principais serviços oferecidos estão os de pagadoria, conta de pagamentos, ERP e split de pagamentos.
Quando boa parte dessas previsões de 2020 se confirmarem, o FitBank estará na linha de frente para oferecer as melhores soluções para as empresas que deixaram o século 20 para trás.

A revolução tecnológica entra na tesouraria das empresas

A revolução tecnológica entra na tesouraria das empresas

Atividades de pagamentos, cobranças, e o controle de tudo isso sempre deram trabalho, custaram caro e foram fonte de insegurança para as empresas.

Toda empresa possui de uma área de tesouraria para gerir seu fluxo financeiro, contas a pagar e contas a receber. Na verdade, até mesmo as pessoas físicas precisam dedicar tempo a esse tipo de atividade.

Será que o controle bate com a realidade? Será que em meio a uma série de processos manuais e pessoas envolvidas, tudo funcionou como deveria? Será que em um determinado momento posso descobrir que tudo o que eu imaginava não era bem aquilo? Será que minha lista de inadimplentes é aquela mesma? Ou será maior? Ou menor e vou cobrar quem não deveria?

Essa é a rotina de preocupações de inúmeros CEOs, CFOs, Controllers e outras pessoas envolvidas nas atividades financeiras e controladoria das empresas. Empresas maiores dedicam maiores recursos e processos a esse controle, enquanto as menores, muitas vezes são obrigadas a conviver com esse desconforto constantemente.

Uma pergunta que fica é, porque em tempos de mundo conectado, internet, smartphones, redes sociais e inteligência artificial, as tesourarias continuam ainda processando manualmente sua vida financeira?

Nos EUA e na Europa, já vemos claramente o movimento de integração da operação das empresas, com seu financeiro, e até mesmo a contabilidade. Como relatado no relatório Banking and Securities Outlook 2017, produzido pela Delloite, o caminho natural do mercado é a digitalização ponta a ponta (end to end digitalization), onde as instituições inverterão sua lógica de pagamentos de dentro para fora. Esse é o conceito do Seamless Bank.

No Brasil, esse movimento está um pouco atrasado, mas a tendência de melhora é clara. Não há mais espaço para atividades manuais, erros de processo e prejuízos por motivos previsíveis em uma economia onde a velocidade dos acontecimentos impressiona a todos, inclusive aqueles do mercado de tecnologia.

A tecnologia de hoje já possibilita que o processo financeiro seja totalmente automatizado, transparente e seguro e mais do que tudo, online! O contas a receber está atualizado o tempo todo, e os gestores têm como controlar suas atividades de tesouraria, e suas finanças, na palma da sua mão, ou na tela de seu computador.

O FitBank trouxe o conceito do seamless banking ao Brasil. Através de sua plataforma, empresas podem executar todas suas operações de tesouraria de uma forma transparente, sem sair do ambiente do ERP. Através da integração de sistemas com os ERPs parceiros, a empresa passa a eliminar atividades de controle e conferência uma vez que está com acesso total a sua vida financeira. Com isso, ela controla melhor suas operações, reduz seus custos e elimina o desconforto de deixar uma área extremamente crítica da empresa sujeita a atividades manuais, passíveis de falha. Não vemos mais clientes inadimplentes por muitos dias sem serem cobrados, não há mais cobranças indevidas e problemas de descontrole de caixa. Autorizações de pagamento sem o conhecimento do que efetivamente está sendo liberado, e surpresas desagradáveis já não fazem mais sentido ocorrer.

Hoje, empresas além de vender, comprar e prestar seus serviços de forma online, poderão também gerir suas finanças com toda a agilidade e conveniência que a evolução tecnológica já possibilita para tantos aspectos de nossas vidas.

E você, como tem feito para gerenciar a sua tesouraria?.Se quiser saber mais sobre como o FitBank pode automatizar suas rotinas de contas a receber e a pagar entre em contato pelo e-mail contato@fitbank.com.br.