Fone: +55 11 3031 0980|E-mail: contato@fitbank.com.br
Plataformas de Crowdfunding e as soluções de pagamento!

Plataformas de Crowdfunding e as soluções de pagamento!

O crowdfunding, ou popularmente conhecido como “vaquinha virtual”, tem esse apelido assim no diminutivo apenas porque esta é a forma como conhecemos a arrecadação coletiva de fundos.

Mas esta modalidade de financiamento coletivo já é um gigante que movimenta milhões de reais todos os anos. Se você está interessado em criar uma plataforma de crowdfunding, conheça algumas soluções de pagamento que podem te ajudar.

Antes, vamos entender melhor como o crowdfunding funciona.

No crowdfunding tradicional, o interessado em arrecadar fundos para uma meta pessoal ou um projeto coletivo “hospeda” a sua empreitada em um portal, e divulga sua iniciativa, normalmente pelas redes sociais e mídias digitais.

Os cidadãos que querem colaborar com aquela iniciativa entram no site e fazem o depósito – a maior parte do dinheiro vai para o interessado e uma comissão fica com o portal que hospedou o crowdfunding.

E temos o chamado crowdfunding de investimentos, que é uma modalidade um pouco mais complexa, mas que é muito confundida com a anterior porque também se trata de uma coleta coletiva de recursos.

No crowdfunding de investimentos, empresas de pequeno e médio portes oferecem seus papéis para eventuais investidores, sem necessidade de registro e exclusivamente por meio de plataformas eletrônicas. As empresas que querem aderir a esta modalidade podem captar até R$ 5 milhões.

No ano passado, esse tipo de transação movimentou quase R$ 80 milhões, em um crescimento observado de 71% com relação ao exercício anterior. Os dados são da empresa de consultoria Crowdfunding Group (CFG).

Apesar de bastante difundido, o movimento é recente e no Brasil ganhou musculatura apenas na última década.

Uma das primeiras pesquisas que traçaram o perfil deste segmento foi o levantamento “Retratos do Financiamento Coletivo no Brasil”, elaborado pelo Catarse e pela Chorus, em 2014.

A pesquisa observou que quase a metade dos entrevistados já tinham ouvido falar de crowdfunding, mas os dados mais reveladores diziam respeito à finalidade dos projetos:

* 52% das vaquinhas coletivas se destinavam a projetos artísticos e culturais independentes;

* 41% eram voltados para projetos ambientais ou com viés social, que engajam as comunidades em ações voltadas para o bem comum;

* 24% tinham como objetivo viabilizar pequenos negócios, ou seja, tinham viés empreendedor.


A criação de portais específicos para a arrecadação de dinheiro acabou se tornando um nicho importante dentro dos ambientes digitais.

Hoje já são dezenas de pequenas, médias e grandes empresas que operacionalizam estas empreitadas coletivas. O número de vaquinhas online também cresceu, sobretudo em decorrência da crise econômica advinda da pandemia de coronavírus.

Uma das grandes dificuldades que os interessados enfrentam, no entanto, é a criação de sistemas completos, seguros e rápidos de arrecadação, que garantam confiabilidade de ponta a ponta, e sem gastar muito. É aí que entram as soluções de pagamento.

O FitBank é uma fintech com forte presença no mercado de pagadoria, com soluções inteligentes e personalizadas.

Por meio dos serviços de pagadoria, você terá condições de conciliar seus recebíveis, independentemente da forma escolhida para doação por parte dos participantes do crowdfunding, com controle total sobre os fluxos de pagamento.

O Smart Split é outra funcionalidade importante: suponha que a arrecadação tenha como objeto duas finalidades distintas, que receberão porcentuais diferentes das doações. Nesse caso, é possível atrelar os recebíveis de maneira específica, honrando o compromisso com todos os participantes da vaquinha digital.

O FitBank também dá poder de banco para sua empresa e oferece sistemas para quem está interessado em ter sua própria fintech.

Já pensou em ter seu próprio portal de recebimento de doações coletivas?

O FitBank está apto para oferecer os sistemas e as soluções de pagadoria de que você precisa!

Raio-x das instituições de pagamento: o que são, como funcionam e quais as vantagens

Raio-x das instituições de pagamento: o que são, como funcionam e quais as vantagens

Regulamentadas pelo Banco Central, as instituições de pagamento oferecem serviços muito semelhantes aos dos bancos e das operadoras de cartão de crédito, com exceção dos financiamentos e outras atividades exclusivas do sistema bancário.

Neste post, falaremos mais sobre estas instituições que já ganharam o gosto de muitos clientes que buscam facilidade, rapidez e segurança na hora de realizar pequenas e grandes transações.

Por definição do próprio BC, as instituições de pagamento estão divididas em três grandes categorias:

* Emissor de moeda eletrônica;

* Emissor de instrumento de pagamento pós-pago;

* Credenciador;


Uma empresa pode estar autorizada a operar em uma ou mais dessas categorias, e você já deve estar bem familiarizada com algumas delas – fintechs ou empresas de outros ramos que atuam na gestão de pagamento sem estar ligadas ao sistema bancário.

Emissor de moeda eletrônica

Estas instituições gerenciam contas de pagamento pré-pago, cujo valor deve ser depositado previamente. São os casos dos cartões de vale-refeição ou dos cartões pré-pagos em moeda nacional.

No primeiro caso, o valor é depositado pelo empregador ou responsável pelo benefício, e, no segundo, pelo próprio usuário.

Emissor de instrumento de pagamento pós-pago

Esse sistema utiliza a mesma lógica do cartão de crédito, gerenciando uma conta de pagamento pós-paga, na qual os recursos são depositados para honrar compromissos já assumidos.

Instituições de pagamento que atuam nesta modalidade podem até estar atreladas ao cartão de crédito do cidadão: o usuário faz a compra utilizando a instituição de pagamento (pelo app do celular, por exemplo), vinculando o compromisso a seu cartão de crédito.
As vantagens?

O usuário pode participar de clubes de descontos, programas de milhas ou até dividir a conta com um amigo, por exemplo.

Credenciador

Neste caso, a instituição não gerencia a conta de pagamento, e sim habilita estabelecimentos comerciais para aceitar o instrumento de pagamento. São os casos das empresas que oferecem “maquininhas” para aceitar cartões de débito e crédito, por exemplo.

Nos três casos, é necessário que a instituição de pagamento tenha aderido a um arranjo de pagamento.

É preciso ainda viabilizar a materialidade da transação, ou seja, oferecer algum tipo de dispositivo ou documento para amparar a compra: cartões, boletos ou aplicativos do celular. No caso dos cartões, a transação só se efetiva por meio de um instituidor do arranjo, que é a famosa “bandeira do cartão”.

O FitBank é uma instituição de pagamento que apresenta diversas soluções de pagadoria, incluindo a disponibilização de cartões para o seu negócio. Conheça mais os nossos serviços e entenda por que o FitBank é uma das instituições mais reconhecidas em seu ramo de atuação no Brasil.

Conheça as vantagens de ter domínio sobre os meios de pagamento

Conheça as vantagens de ter domínio sobre os meios de pagamento

Se o comércio eletrônico já sinalizava ser uma tendência irreversível, por razões conjunturais se tornou o protagonista nas transações comerciais mundo afora.

A pandemia de coronavírus colocou a maior parte das pessoas em casa, e boa parte das aquisições passou a se dar no ambiente digital.

Até os supermercados – que puderam continuar abertos – registraram aumento de mais de 80% em vendas fechadas pela internet, de acordo com a Associação Paulista de Supermercados (Apas).

Profissionais cujos negócios se resumiam às dependências físicas precisaram inovar para continuar no mercado – e a criação de lojas virtuais acabou se tornando inevitável, quer seja na forma de e-commerce, quer seja na forma de marketplace.

Nesta hora, surge a dúvida: como garantir que o cliente feche o negócio e complete a compra, ali mesmo, com rapidez e segurança?

A melhor resposta seguramente é: com o próprio sistema de gestão de meios de pagamento.

Com uma plataforma própria de gerenciamento de compras, vendas e recebimento, o empreendedor tem menos preocupação com fraudes, desistências, inconsistência de dados e falhas na finalização da venda.

As líderes no e-commerce já dispõem de modelos assim há muito tempo – o cliente enche o “carrinho”, informa os dados, paga por meio de cartões, boletos, milhas ou outra forma de pagamento e – pronto – é só esperar a entrega.

No entanto, pequenas marcas e até comerciantes autônomos começaram a perceber que esta facilidade não precisava ser um luxo das grandes.

Um bom sistema de gestão de meios de pagamento pode custar pouco, principalmente quando comparado aos ganhos reais que a empresa passa a ter e, principalmente, às perdas que ela deixa de auferir.

Vamos conhecer as principais vantagens:

1. Ar profissional – Na internet, qualquer sinal de amadorismo é prontamente banido pelo usuário, cada vez mais atento a conteúdos de qualidade e a sites que vendem produtos enganosos.
Nesse sentido, um portal de vendas que não disponha de um sistema de gestão de pagamentos soa amador, fraudulento. Ou seja, a adoção de um próprio sistema, integrada ao ERP, dá ares profissionais ao negócio.

2. Checkout na própria página – Essa é uma das principais vantagens. Todo mundo que usa a internet sabe que a atenção nunca está direcionada a uma coisa só.
Várias abas abertas, publicidades e notificações competem tempo e atenção do usuário.

Se o comprador precisa migrar de ambiente para completar a compra, as chances de desistência aumentam e o índice de conclusão da aquisição despenca até pela metade. O checkout na própria página incentiva a conclusão da compra.

3. Rapidez – Ninguém deveria comprar por impulso, mas hoje já se sabe que as aquisições feitas em ambientes digitais não levam em conta tantos fatores como nas compras presenciais. Mesmo que o hábito de “dar uma olhadinha” se mantenha na internet, o tempo empreendido para uma aquisição é menor, sobretudo quando o comprador já sabe o que quer.
Um sistema próprio de gestão de pagamentos torna a venda mais rápida, sobretudo em plataformas em que o usuário só precisa informar os dados uma vez.

4. Versatilidade – Aficionados por cartões, conservadores adeptos do boleto, colecionadores de milhas, clientes de apps de cashback e outros perfis de comprador: ao adotar o próprio sistema de aceite de pagamentos, o empreendedor atende a todos os públicos.
No caso dos cartões, em geral são aceitas todas as bandeiras. Os boletos bancários registrados são emitidos e, não raramente, com taxas mais competitivas.

5. Menos fraudes – Tudo o que vendedores e compradores não precisam, sobretudo em um momento como o que estamos vivendo, é perder tempo resolvendo fraudes: roubo de dados, compras realizadas ou canceladas indevidamente, entre outros entraves.
Os sistemas de gestão de pagamentos atuais são dotados de rigorosas configurações de segurança.
O cliente informa apenas os dados necessários e a privacidade é assegurada de ponta a ponta, por meio de sistemas modernos que adotam dados criptografados.

Se você tem dúvidas de como gerenciar seus recebimentos, o FitBank pode te ajudar.

Com produtos voltados especificamente para quem pretende cuidar do próprio ambiente de pagamentos, a fintech é especializada em prover o cliente de sistemas e recursos adicionais, como o split de pagamentos (divisão entre fornecedores), a antecipação e a conciliação de recebíveis e o suporte em tempo integral.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

Empresas-Plataforma e a Revolução no Mercado Global

Empresas-Plataforma e a Revolução no Mercado Global

Elas são gigantes: valem bilhões de dólares e já dominam o mercado de ações no mundo todo.

Elas movimentam cadeias diversificadas: empresas que mobilizam autônomos, restaurantes, bares, hotéis, serviços de transporte, investidores e profissionais liberais.

Elas mudaram a lógica do consumo: estimulam a compra consciente e compartilhada, economizam recursos naturais e energizam a economia criativa.

Elas não têm sede fixa: muitas vezes seu endereço ocupa um andar de um prédio corporativo, mas estão espalhadas no mundo todo.

Elas são as empresas-plataforma, sintoma mais proeminente da transformação digital que estamos vivenciando.

Impossível passar despercebido por esses grupos que representam a expressão máxima da inovação em produtos, processos e serviços. O mundo digital criou uma legião de consumidores exigentes, que precisam de respostas rápidas e eficientes como a conexão em rede prometia.

As mais conhecidas acumulam êxitos. A Uber fechou o terceiro trimestre de 2019 com faturamento de US$ 3,8 bi. Tão logo foi criado, o serviço de entregas Rappi nasceu valendo US$ 1 bi. Após revolucionar o mercado de hospedagem, o AirBnB se tornou uma unicórnio que promete abrir mercado em 2020.

Vantagens

Obviamente, se tratam de cases muito exponenciais – e que dada a dimensão também enfrentam suas controvérsias: impasses nas relações de trabalho, necessidade de marcos regulatórios específicos e enfrentamento com a concorrência analógica.

No entanto, pequenos casos de empresas-plataforma surgem neste cenário como opção viável de transformação digital dentro das corporações de médio porte.

E não é para menos. Existem várias vantagens em descentralizar a linha produtiva e apostar nas facilidades da hiperconectividade para diversificar a atividade econômica principal.

A primeira delas é a diminuição expressiva dos custos operacionais: ambiente físico, manutenção, pessoal, insumos e equipamentos. Basicamente, uma boa empresa-plataforma precisa de investimentos canalizados para a área de tecnologia, que é a que garantirá seu funcionamento da porta para dentro (controle, gerenciamento, gestão de pagamentos) e da porta para fora (e-commerce, sistema de vendas).

A segunda é a visibilidade. Se antes era necessário investir pesadamente em publicidade tradicional (material impresso e visual), agora a dinâmica comunicacional nos leva para os pequenos e universalizados dispositivos móveis. Um bom aplicativo, integrado a uma cadeia eficiente de comunicação digital que não despreza as mídias digitais, é um excelente primeiro passo para ser visto.

Outra vantagem é o potencial de resiliência das empresas-plataforma. Mais sintonizadas com a dinâmica do mercado, conseguem se adaptar com maior facilidade a novas frentes. Um e-commerce que centraliza e revende cosméticos, por exemplo, pode aproveitar esta estrutura para revender insumos de saúde em uma ou duas semanas, com poucas adaptações.

Isso significa que intempéries econômicas, como a que estamos vivenciando diante da pandemia de coronavírus, tendem a impactar menos tais empresas.

Na área de tecnologia aplicada às finanças, as empresas-plataforma atendem pelo nome de fintechs.

O FitBank é uma das líderes de mercado no Brasil por agregar serviços e sistemas que dão poder de banco aos seus clientes.

Sem estrutura física robusta, muita gente está apostando em empoderar seus empreendimentos e transformá-los em plataformas de pagamento. Consulte nossos consultores e entenda mais sobre como essa revolução chegou ao mundo das finanças.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

 

Aproveite o período de quarentena para estruturar sua fintech

Aproveite o período de quarentena para estruturar sua fintech

Os dias de distanciamento social entre aqueles que podem se isolar têm sido de muita reflexão. O clima de “nada será como antes” predomina e muitos empreendedores precisam buscar equilíbrio emocional para conciliar o planejamento para manter as contas em dia com a definição de novos modelos de negócio que sobrevivam no contexto pós-covid. As inovações mais robustas surgem exatamente neste contexto, e talvez seja a hora de pensar em dar um passo adiante na linha da vida de seu empreendimento.

Temos falado aqui já há algum tempo sobre as vantagens em transformar seu negócio em uma fintech – empresa de tecnologia aplicada às finanças: sem depender de espaço físico, você passa a oferecer serviços de banco para outras empresas que buscam mais autonomia sobre a engenharia financeira, como transações, gestão de pagamentos, antecipação de recebíveis, entre outras facilidades.

Tudo isso com capacidade para chegar a milhões de brasileiros desbancarizados, por opção ou falta de acesso à instituição bancária.

A engrenagem mais moderna das fintechs voltou à tona justamente no momento em que o mundo entrou em estado de dormência: a dependência exclusiva dos bancos se mostrou anacrônica e lenta demais para quem tem pressa para salvar o próprio negócio ou para garantir condições mais básicas de sobrevivência.

Em recente debate promovido pelo UOL, representantes de fintechs expuseram que o auxílio de R$ 600 providenciado pelo governo para ajudar as pessoas em dificuldade financeira chegaria ao cidadãos em poucos dias, e não em semanas, como se tem observado.

A conta é muito simples: quando a crise do coronavírus começou e as pessoas que puderam se viram obrigadas a ficar em casa, o tráfego na internet aumentou cerca de 40%. Basicamente todos os setores da economia diminuíram o ritmo, ao passo que o uso da rede aumentou exponencialmente.

Ora, tanta gente usando a internet só comprova que o eixo da economia – sobretudo em momentos de crise – deve ser compartilhado de maneira definitiva com os ambientes digitais, o que não combina nem um pouco com filas e mais filas em banco para sacar um único benefício.

Mas não é só isso: as vendas de pequenas e médias empresas no e-commerce aumentaram cerca de 140% em março, com destaque para os segmentos de alimentação (80%) e presentes (60%).

Já as transações virtuais, intermediadas ou não por instituições bancárias, cresceram de maneira expressiva e os aplicativos de bancos estão entre os mais baixados em tempos de isolamento.

A hora da mudança

Por um motivo muito assustador e que vai mudar a história do século 21, os modelos de negócio vão ter que enfrentar este caldeirão de ingredientes que inclui queda no poder aquisitivo das famílias, crise do varejo tradicional, desemprego e mudanças no padrão de consumo.

Como em toda crise, há espaço para a emersão de novos paradigmas positivos, como a compra consciente, o maior senso de solidariedade e o estabelecimento de negócios adaptáveis a solavancos como este.

Neste sentido, as fintechs surgem como uma possibilidade segura em função da capilaridade e do espírito democrático que se adapta a pequenas, médias e grandes empresas para chegar a cidadãos de todo tipo de perfil.

A revolução que as startups promoveram no contexto da inovação tecnológica e na rotina dos profissionais tende a se alastrar entre aqueles que:

* Precisaram fechar seus estabelecimentos físicos, mesmo que temporariamente;
* Precisaram mudar o foco de atuação, mesmo que conciliando com o anterior;
* Precisaram oferecer outras possibilidades de negócio, diante da obsolescência de produtos, processos ou serviços.

Precisa de ajuda?

A empreitada não é fácil, assim como em qualquer mudança. O FitBank nasceu preparado para ajudar empresários e empreendedores a dar poder de banco para seus negócios. Esta é a nossa vocação que, em um momento como esse, fica ainda mais evidenciada.

Junte-se ao nosso time de colaboradores que lhe darão o suporte técnico e intelectual para construir novas pontes e sair deste momento mais forte – emocional e economicamente.

Tenha autonomia sobre transações instantâneas e cobranças

Tenha autonomia sobre transações instantâneas e cobranças

Ao efetuar uma venda ou uma outra transação, você ainda tem que esperar horas ou até um dia para receber pelo serviço? Então, considere-se preso a um modelo bastante anacrônico de efetuar cobranças.

Neste post, falaremos sobre como seu negócio pode ganhar mais autonomia por meio de modelos de transações instantâneas adaptadas ao seu empreendimento.

De início, vamos entender o que são esses sistemas. Com o suporte de plataformas integradas à sua engrenagem financeira, seus clientes poderão fazer pagamentos instantâneos, creditados em sua conta imediatamente, sem a necessidade de espera ou pagamento de taxas.

Não é arriscado dizer que, em um futuro próximo, modalidades como TED ou DOC deixarão de ser eficientes justamente porque estimulam um montante máximo de pagamento ou um prazo maior para a realização da transação.

Vamos a alguns exemplos?

PIX

Já falamos dele aqui. Por meio da leitura do QR Code, a transação é feita imediatamente. Isso vale para compras simples ou para negócios mais complexos. Para funcionar, é preciso que cliente e vendedor tenham conta em instituição bancária ou em alguma fintech – empresa de tecnologia aplicada aos arranjos financeiros.

A funcionalidade já foi lançada pelo Banco Central e aguarda a operacionalização das instituições responsáveis, e promete revolucionar os pagamentos mais corriqueiros.

Antecipação de recebíveis

Essa modalidade garante extrema autonomia para o negócio. Ao “prever” o quanto receberá em uma transação, é possível antecipar este recebível para dar mais robustez ao fluxo de caixa – por exemplo – sem depender da data combinada para o pagamento.

Na prática, é como se o cliente tivesse pago a mercadoria ou o serviço à vista, mesmo que tenha parcelado ou protelado a data do pagamento.

Agendamentos programados

Sites de venda, marketplaces e serviços de assinatura contam com uma mensalidade fixa, cobrada normalmente por boletos ou cartão de crédito, certo?

Por meio de um sistema próprio, é possível programar os pagamentos a partir de um leque maior de possibilidades, como o débito em conta. O cliente paga pelo valor global do serviço – mas na verdade ele é dividido na quantidade de meses contratados. O pagamento é processado automaticamente e também pode ser antecipado.

Nesses casos é que a transação é recorrente e com o mesmo valor, o serviço pode ser cancelado com maior facilidade sem prejuízo para nenhum dos dois lados.

Autorização automática

Em casos em que há total disponibilidade do produto em estoque ou garantia de que a entrega poderá ser feita, o modelo de pagamento via cartão com autorização automática é o mais indicado.

A fintech intermedia o sistema de liberação com a bandeira adotada pelo cliente e o valor é creditado tão logo seja autorizado.

Ao vendedor caberá, evidentemente, fornecer o produto ou o serviço.

Autorização em dois tempos

Esta modalidade é mais adotada pelos empreendedores que não têm total controle sobre a disponibilidade em estoque – em uma super oferta, por exemplo – ou que trabalham com mais de um fornecedor e não têm como garantir a efetivação do serviço.

Neste caso, a compra é processada e o vendedor é notificado sobre a disponibilidade do item. Após a validação, a venda é autorizada e a cobrança é feita.

O cliente é informado sobre todos os estágios e, em não havendo disponibilidade do item, a compra é cancelada automaticamente sem prejuízo para ninguém.

Todas estas funcionalidades têm como objetivo garantir mais liberdade para o empreendedor cuidar das próprias finanças e garantir recebimento imediato, sem necessidade de aprovações morosas ou de cobranças de taxas.

O FitBank, fintech especializada em gestão de meios de pagamento, têm consultores preparados para ofertar a melhor alternativa para cada tipo de negócio – fazendo jus ao slogan: “poder de banco para o seu negócio”.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

 

Assine a newsletter do FitBank e fique por dentro das novidades do mercado financeiro e de tecnologia. É rapidinho.