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Automatização dos sistemas de pagamento revoluciona organizações

Automatização dos sistemas de pagamento revoluciona organizações

O dia a dia da gestão empresarial é marcado por incertezas ligadas ao perfil do consumidor, ao modelo de negócio e à sustentabilidade financeira – tensões ainda mais prementes depois da pandemia de coronavírus.

Lidar com tudo isso não é tarefa fácil e muitos empreendedores ainda precisam gerenciar manualmente todos os seus pagamentos, com grande margem para erros e inconsistências. A automatização dos sistemas de pagamento promete revolucionar as organizações, e neste post tentaremos entender por quê.

Por mais que a empresa disponha de um departamento de contabilidade eficiente, o volume de trabalho é muito expressivo. São dezenas de novas demandas diárias: conciliar recebimentos de compradores com pagamentos de fornecedores e obrigações fiscais, patronais e tributárias.

A administração do fluxo de caixa se torna um exercício de futurologia, com a previsão do que pode entrar e a necessidade do que precisa sair. Qualquer furo nesta estratégia embaralha as contas e é necessário começar tudo de novo. Você, gestor, quando mais precisa de uma planilha de custos e previsões, não tem esse papel em mãos – justamente por conta da imprevisibilidade financeira.

Ao automatizar o sistema de pagamentos, boa parte desses problemas desaparece, porque a empresa ganha um aliado que sistematiza recebíveis e compromissos, ordena os pagamentos por prioridades, gera automaticamente boletos e outras formas de recebimento, antecipa receitas e prevê desembolsos.

Tudo sem a intermediação de elementos humanos no meio do processo, o que mitiga a possibilidade de erros. Em jogo, estão quatro palavras: organização, segurança, escalabilidade e transparência.

Organização

Imagine eliminar pilhas e pilhas de papéis e planilhas, que darão lugar a sistemas integrados que se comunicam e apresentam relatórios periódicos, a qualquer tempo.

Ao automatizar seus pagamentos, sua empresa ganha poder de banco, com a alimentação em tempo real dos dados financeiros, agora armazenados em nuvem.

Isso vale para todos os processos: Desde o consumidor, que passará a comprar seu produto e gerar o boleto diretamente em seu site, passando pelo colaborador, que poderá ter seus dados lançados em folha de pagamento digital, até o fornecedor, honrando seus compromissos em dia.

Segurança

A automatização normalmente vem acompanhada da emissão de certificados digitais, cupons fiscais em consonância com o que pede o Fisco, criptografia de dados seus e dos clientes e poderosos sistemas antivírus.

Quem é do tempo da contabilidade analógica já deve ter passado pelo pesadelo de perder um cálculo complexo por perda de dados ou até mesmo por queda de energia. Com a automatização, os dados saem de seu controle manual e ingressam na proteção em nuvem.

Escalabilidade

Já pensou em ter pleno controle sobre suas finanças?

Parece óbvio, mas sabemos que não é bem assim.

Na rotina das organizações, muitas vezes o empresário se vê refém da própria gestão financeira, com pouca margem de investimentos e represamento de recursos para as obrigações.

A escalabilidade consiste na possibilidade de manejar e até transpor recursos, entendendo a previsão orçamentária e o padrão de recebimentos que a empresa costuma honrar todos os meses.

Transparência

Não é por acaso que iniciativas de compliance fazem parte de qualquer programa de certificação atual. A cobrança por atitudes mais justas e transparentes não se circunscreve ao poder público e – ainda bem – chegou ao mundo corporativo.

Ao automatizar os sistemas de pagamento, sua empresa adere a normas de segurança e transparência que dão rigidez à gestão, afinal de contas, não haverá mais falhas nos recebimentos e nas saídas, nem por erros, muito menos por má fé do responsável pelo setor.

Empresas que asseguram a proteção de dados de parceiros e fornecedores e que prezam por suas obrigações na certa estão investindo na automatização dos sistemas de pagamento.

Nessa hora, as corporações procuram o FitBank.

Fintech estabelecida há mais de 5 anos no Brasil e especialista em gestão de meios de pagamento, a empresa é aliada no fornecimento de informações e sistemas que dão poder de banco para sua empresa, integrando a gestão financeira ao sistema bancário de maneira organizada, segura, escalável e transparente.

BC 2020: agenda do Banco Central está de olho no Open Banking

BC 2020: agenda do Banco Central está de olho no Open Banking

Quem acompanha as pautas das reuniões e os cronogramas de ações do Banco Central já deve ter notado que o Open Banking é a bola da vez em 2020.

A necessidade de regulamentar uma tendência irrefreável do mercado financeiro – a desbancarização de boa parte dos procedimentos – fez o BC voltar seus olhos para plataformas white label, PIX, e o Open Banking propriamente dito.

É bem provável que estes novos atores já façam parte da nossa rotina em 2021, agora com respaldo regulatório.

A implementação do PIX teve o capítulo mais recente em julho de 2020: por meio da circular 4.027, o BC criou duas novas estruturas: o Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e a Conta de Pagamentos Instantâneos (Conta PI).

No documento, os conselheiros informam que o “SPI é a infraestrutura centralizada de liquidação bruta em tempo real de pagamentos instantâneos que resultam em transferências de fundos entre seus participantes titulares de contas PI no Banco Central do Brasil”.

Trata-se de um passo que antecede a efetivação do PIX, marcada para o dia 3 de novembro.

O PIX é um sistema que permitirá o pagamento e a transferência de dinheiro de maneira instantânea, a qualquer hora do dia, todos os dias da semana – inclusive entre cidadãos sem conta bancária.

Pessoas físicas e jurídicas poderão transferir recursos entre si de maneira rápida e mais barata, bastando que ambos estejam vinculados a alguma instituição bancária, ou a uma fintech. Hoje, é necessário que a transferência seja intermediada por um banco, que cobra taxas para isso.

A transferência poderá ser feita da maneira como é hoje (informando CPF e CNPJ do beneficiário) ou – eis a inovação, via QR Code.

O recebedor do dinheiro gera o código, envia para o responsável pela transferência, e recebe o valor em instantes.

Haverá dois tipos de QR Code: um código estático, utilizado para várias transferências (uma administradora de condomínios ou uma escola que mantém mensalidades fixas, por exemplo), ou um código dinâmico, que varia conforme o valor da transação. Este último é ideal para compras em lojas.

Isso mesmo!
O PIX não será apenas uma forma de transferência, mas também poderá ser um elemento adicional na forma de fazer pagamentos. Em breve, pode ser que escutemos “crédito, débito ou PIX” por aí…

Para fazer a leitura do código, naturalmente, entra em cena os dispositivos móveis, que estarão vinculados à instituição financeira ou bancária do cliente.

É claro que tanta novidade precisa de regulamentação e este tema está na ordem do dia do BC em 2020. Em novembro, se nada mudar, bancos e fintechs com mais de 500 mil clientes deverão dispor da tecnologia para se adequar aos prazos.

Open Banking

O BC também vem se encarregando de regulamentar o Open Banking – modelo bancário aberto que vai funcionar por meio da abertura de camadas de dados de cidadãos que autorizarem.

Basicamente, o consumidor vai poder praticar pequenas portabilidades bancárias no dia a dia. Hoje, o correntista do banco X que quer financiar dinheiro no banco Y precisa iniciar um relacionamento com esta segunda instituição. Com o Open Banking, bastará ao cliente exportar seu histórico de adimplência e seu perfil de renda para ter acesso ao crédito.

“O open banking é uma iniciativa que vem sendo discutida em vários países ao redor do mundo, com escopo e dimensões diferentes. No caso brasileiro, optamos por um modelo o mais abrangente possível.

O primeiro objetivo é empoderar o consumidor financeiro, bem na linha de proteção de dados, de que a informação pertence ao consumidor e cabe a ele decidir compartilhar ou não essa informação com terceiros.

Esse projeto também facilita o aumento da eficiência no âmbito do sistema financeiro, incentiva a inovação, e naturalmente aumenta a competitividade”, disse o diretor de Regulação do BC, Otávio Damaso, em entrevista concedida em maio à Agência Brasil.

O FitBank, como Participante Direto, poderá oferecer acesso ao PIX de forma indireta como opção à conta digital e a participação Indireta a outros ecossistemas financeiros.

A transformação financeira já começou há muito tempo e, no Brasil, o FitBank é um dos protagonistas da revolução digital aplicada às finanças pessoais e corporativas, por meio do oferecimento de serviços integrados que vão da gestão de meios de pagamento à criação de modelos bancários para as empresas de pequeno, médio e grande porte.

Tudo conectado, escalável e na palma da mão.

A cara dos novos tempos.

Chegou a hora de automatizar sua folha de pagamento! Conheça as soluções BaaS

Chegou a hora de automatizar sua folha de pagamento! Conheça as soluções BaaS

Em pouco tempo, ser obrigado a vincular uma instituição bancária à folha de pagamento de seus funcionários será coisa do passado.

O open banking e as soluções BaaS (banking as a service) prometem dar mais autonomia às empresas e aos colaboradores, que poderão inclusive operacionalizar a folha por meio de um “banco” próprio. É sobre isso que falaremos neste post.

Essa autonomia, a bem da verdade, já existe: muitos funcionários adotam o direito à portabilidade bancária, por exemplo, valendo-se do conceito muito simples de que o salário é do trabalhador, e não da empresa e muito menos do banco.

O BaaS possibilita levar esta liberdade para dentro das corporações, que agora não precisam mais vincular os recebimentos dos funcionários a uma única instituição bancária.

O conceito é simples: sua empresa poderá operacionalizar a folha de pagamento dos funcionários, como se fosse um banco, oferecendo outros serviços aos colaboradores, como aplicativos para gerenciamento das finanças, cartões, liberações de crédito, entre outras atividades.

Para o “cliente”, que na verdade é o seu funcionário, as coisas funcionam de maneira bastante intuitiva.

O usuário tem acesso a um aplicativo personalizado, com as informações completas a respeito da conta e das transações financeiras. Ali é o “coração” da conta, uma vez que o cliente não terá acesso a uma agência bancária convencional.

Na outra ponta, ele consegue movimentar o dinheiro por meio de um cartão físico ou digital. Utilizando-se da tecnologia white label, o cartão, o aplicativo e outros serviços terão a “identidade” da sua empresa, como se de fato fosse um banco.

O FitBank nasceu com a missão de dar poder de banco a sua empresa, oferecendo os seguintes serviços: tesouraria online, autorização de pagamentos, múltiplos níveis de acesso, extratos detalhados, gestão de contas, tokens e realização de pagamentos.

A integração entre o aplicativo e BaaS é feita por meio de APIs que viabilizam a criação do banco digital – modular, escalável e dinâmico.

Fornecedores, colaboradores e prestadores de serviço gerenciam, pagam e autorizam as transações financeiras, com detalhamento total das informações.

Tudo isso é possível graças a ERPs preparadas para o open banking, com armazenamento dos dados em nuvem e autonomia (standalone).

As transações requeridas pelos usuários podem ser efetivadas por meio de boletos, TEDs, DOCs e autorizações para pagamentos.

Para as startups, a automação financeira é sintonizada com as demandas atuais do mercado financeiro, criando condições para empreendedores de todo o país criarem a sua própria fintech.

Resultados

A automação da folha de pagamentos traz resultados em poucos meses.

Além de não depender mais da estrutura bancária – gerentes, horários de expediente e taxas – o empresário passa a dar mais autonomia para seus próprios funcionários.

Os colaboradores também ganham em resolutividade para sua vida financeira e para seus investimentos, em uma interface adequada a suas necessidades e que conhece sua rotina de rendimentos – afinal de contas, “nasceu” no contexto da empresa em que trabalha.

Vale lembrar que o “banco corporativo” terá outras funcionalidades, para além do gerenciamento da folha. É possível vinculá-lo ao pagamento de fornecedores e à gestão dos investimentos, controlando os pagamentos da empresa, antecipando recebíveis e aumentando o portfólio de produtos que seu negócio pode oferecer.

Além da sua atividade econômica original, em pouco tempo você poderá estar inserido no mundo das fintechs e das instituições financeiras não-ligadas ao sistema bancário.

Gostou da ideia?

Então consulte o FitBank e receba já uma orientação de nossos colaboradores.

 

Automatize sua tesouraria e gaste tempo com o que importa

Automatize sua tesouraria e gaste tempo com o que importa

Empresas de médio e grande portes já perceberam que os serviços de tesouraria são os mais delicados: erros nesta área são considerados muito prejudiciais para o negócio e, ao mesmo tempo, é muito oneroso manter um departamento com profissionais voltados a todas as atividades – lançamentos fiscais, obrigações tributárias, folha de pagamento, controle de recebíveis… Já pensou em automatizar tudo isso?

Se você é mais conservador, talvez não tenha levado em conta as possibilidades da automatização de tesouraria, mas muito provavelmente já cotou com um ou dois escritórios o valor para terceirizar sua assessoria contábil.
Percebe a incoerência?

Em vez de entregar estes procedimentos de maneira rápida, segura e escalável para softwares programados de acordo com suas exigências, você prefere entregá-los para uma outra empresa fazê-los. Lá, as chances de erros também existem e os custos operacionais tendem a aumentar.

Este post tenta desmistificar alguns preconceitos a respeito da automatização de tesouraria. Vamos aos principais:

“Perderei controle sobre meu dinheiro”
Muito pelo contrário.

As fintechs dispõem hoje de softwares robustos e intuitivos que dão mais autonomia ao empresário, aos gestores e aos colaboradores. Em outras palavras, dão poder de banco para sua empresa.

Em vez de dar a folha de pagamento aos cuidados de um banco, por exemplo, agora a folha pode estar em seu poder e, melhor, com aplicativos em que os funcionários monitoram os lançamentos em tempo real.

Um bom sistema de tesouraria digital pode lhe permitir antecipar recebíveis, controlar outros pagamentos e até ordenar as notas fiscais – uma das tarefas mais trabalhosas.

“A automatização sairá caro”
Outro mito.

Entre o custo da implementação do sistema em si e o fim das perdas por erros humanos e/ou materiais, a estimativa é de economia de recursos da ordem de 20% a 25% já nos primeiros meses de automatização.

A lógica é simples: os profissionais que hoje estão dedicados a serviços burocráticos e obrigações fiscais poderão ocupar outras funções – ou o departamento poderá ser otimizado.

Ao mesmo tempo, o sistema irá alertá-lo de maneira escalável e integrada a suas movimentações financeiras sobre o melhor destino para cada recurso e a possibilidade de novos investimentos. É praticamente um serviço de consultoria, só que permanente e custeado uma vez só.

“Terei que automatizar tudo”
Não é bem assim.

Como dissemos, é possível modernizar somente a folha de pagamento, por exemplo, ou criar um próprio sistema financeiro para seus colaboradores e fornecedores, sem levar todos os setores para a transformação digital. Se uma das áreas de sua empresa funciona muito bem sem a automatização – como o setor de compras – não é preciso universalizar toda a migração e sim fazê-la de maneira compartimentalizada.

“Será muito difícil entender como o sistema funciona”
Não é verdade.

A programação será feita de acordo com a sua necessidade, adequando-a ao perfil dos profissionais que vão trabalhar com a alimentação dos dados.

Ah, e por falar em dados, chega de ocupar tanto espaço com papel e arquivos – os documentos ficarão digitalizados em nuvem e por muito mais que os “cinco anos” que as empresas adotam por precaução.

Desmistificados todos esses preconceitos, prepara-se para aumentar seu vocabulário quando o assunto for a tesouraria da sua empresa.

A partir de então, você passará a trabalhar apenas com certificados digitais que validam processos digitalmente; também lidará com robôs que encurtam e otimizam caminhos, os Robotic Process Automation (RPA); sua empresa poderá antecipar eventos que costumavam tirar o fluxo de caixa do rumo, por meio de algoritmos que mapeiam o perfil de consumo e entradas; terá ainda condições de atuar com blockchain e smart contracts – contratos inteligentes e imutáveis que são armazenados de maneira criptografada.

Só viu vantagens?

Pois é, o FitBank, fintech líder na automatização de tesouraria e gestão de meios de pagamento no Brasil, conhece bem esse novo ecossistema, e pode ajudar sua empresa a entrar de vez na revolução digital. Seus consultores estão prontos para apresentar o melhor plano a pequeno, médio e longo prazos e que, ao final, lhe permitirá gastar mais tempo com o que realmente importa: as estratégias para ver seu negócio crescer.

Plataformas de Crowdfunding e as soluções de pagamento!

Plataformas de Crowdfunding e as soluções de pagamento!

O crowdfunding, ou popularmente conhecido como “vaquinha virtual”, tem esse apelido assim no diminutivo apenas porque esta é a forma como conhecemos a arrecadação coletiva de fundos.

Mas esta modalidade de financiamento coletivo já é um gigante que movimenta milhões de reais todos os anos. Se você está interessado em criar uma plataforma de crowdfunding, conheça algumas soluções de pagamento que podem te ajudar.

Antes, vamos entender melhor como o crowdfunding funciona.

No crowdfunding tradicional, o interessado em arrecadar fundos para uma meta pessoal ou um projeto coletivo “hospeda” a sua empreitada em um portal, e divulga sua iniciativa, normalmente pelas redes sociais e mídias digitais.

Os cidadãos que querem colaborar com aquela iniciativa entram no site e fazem o depósito – a maior parte do dinheiro vai para o interessado e uma comissão fica com o portal que hospedou o crowdfunding.

E temos o chamado crowdfunding de investimentos, que é uma modalidade um pouco mais complexa, mas que é muito confundida com a anterior porque também se trata de uma coleta coletiva de recursos.

No crowdfunding de investimentos, empresas de pequeno e médio portes oferecem seus papéis para eventuais investidores, sem necessidade de registro e exclusivamente por meio de plataformas eletrônicas. As empresas que querem aderir a esta modalidade podem captar até R$ 5 milhões.

No ano passado, esse tipo de transação movimentou quase R$ 80 milhões, em um crescimento observado de 71% com relação ao exercício anterior. Os dados são da empresa de consultoria Crowdfunding Group (CFG).

Apesar de bastante difundido, o movimento é recente e no Brasil ganhou musculatura apenas na última década.

Uma das primeiras pesquisas que traçaram o perfil deste segmento foi o levantamento “Retratos do Financiamento Coletivo no Brasil”, elaborado pelo Catarse e pela Chorus, em 2014.

A pesquisa observou que quase a metade dos entrevistados já tinham ouvido falar de crowdfunding, mas os dados mais reveladores diziam respeito à finalidade dos projetos:

* 52% das vaquinhas coletivas se destinavam a projetos artísticos e culturais independentes;

* 41% eram voltados para projetos ambientais ou com viés social, que engajam as comunidades em ações voltadas para o bem comum;

* 24% tinham como objetivo viabilizar pequenos negócios, ou seja, tinham viés empreendedor.


A criação de portais específicos para a arrecadação de dinheiro acabou se tornando um nicho importante dentro dos ambientes digitais.

Hoje já são dezenas de pequenas, médias e grandes empresas que operacionalizam estas empreitadas coletivas. O número de vaquinhas online também cresceu, sobretudo em decorrência da crise econômica advinda da pandemia de coronavírus.

Uma das grandes dificuldades que os interessados enfrentam, no entanto, é a criação de sistemas completos, seguros e rápidos de arrecadação, que garantam confiabilidade de ponta a ponta, e sem gastar muito. É aí que entram as soluções de pagamento.

O FitBank é uma fintech com forte presença no mercado de pagadoria, com soluções inteligentes e personalizadas.

Por meio dos serviços de pagadoria, você terá condições de conciliar seus recebíveis, independentemente da forma escolhida para doação por parte dos participantes do crowdfunding, com controle total sobre os fluxos de pagamento.

O Smart Split é outra funcionalidade importante: suponha que a arrecadação tenha como objeto duas finalidades distintas, que receberão porcentuais diferentes das doações. Nesse caso, é possível atrelar os recebíveis de maneira específica, honrando o compromisso com todos os participantes da vaquinha digital.

O FitBank também dá poder de banco para sua empresa e oferece sistemas para quem está interessado em ter sua própria fintech.

Já pensou em ter seu próprio portal de recebimento de doações coletivas?

O FitBank está apto para oferecer os sistemas e as soluções de pagadoria de que você precisa!

Raio-x das instituições de pagamento: o que são, como funcionam e quais as vantagens

Raio-x das instituições de pagamento: o que são, como funcionam e quais as vantagens

Regulamentadas pelo Banco Central, as instituições de pagamento oferecem serviços muito semelhantes aos dos bancos e das operadoras de cartão de crédito, com exceção dos financiamentos e outras atividades exclusivas do sistema bancário.

Neste post, falaremos mais sobre estas instituições que já ganharam o gosto de muitos clientes que buscam facilidade, rapidez e segurança na hora de realizar pequenas e grandes transações.

Por definição do próprio BC, as instituições de pagamento estão divididas em três grandes categorias:

* Emissor de moeda eletrônica;

* Emissor de instrumento de pagamento pós-pago;

* Credenciador;


Uma empresa pode estar autorizada a operar em uma ou mais dessas categorias, e você já deve estar bem familiarizada com algumas delas – fintechs ou empresas de outros ramos que atuam na gestão de pagamento sem estar ligadas ao sistema bancário.

Emissor de moeda eletrônica

Estas instituições gerenciam contas de pagamento pré-pago, cujo valor deve ser depositado previamente. São os casos dos cartões de vale-refeição ou dos cartões pré-pagos em moeda nacional.

No primeiro caso, o valor é depositado pelo empregador ou responsável pelo benefício, e, no segundo, pelo próprio usuário.

Emissor de instrumento de pagamento pós-pago

Esse sistema utiliza a mesma lógica do cartão de crédito, gerenciando uma conta de pagamento pós-paga, na qual os recursos são depositados para honrar compromissos já assumidos.

Instituições de pagamento que atuam nesta modalidade podem até estar atreladas ao cartão de crédito do cidadão: o usuário faz a compra utilizando a instituição de pagamento (pelo app do celular, por exemplo), vinculando o compromisso a seu cartão de crédito.
As vantagens?

O usuário pode participar de clubes de descontos, programas de milhas ou até dividir a conta com um amigo, por exemplo.

Credenciador

Neste caso, a instituição não gerencia a conta de pagamento, e sim habilita estabelecimentos comerciais para aceitar o instrumento de pagamento. São os casos das empresas que oferecem “maquininhas” para aceitar cartões de débito e crédito, por exemplo.

Nos três casos, é necessário que a instituição de pagamento tenha aderido a um arranjo de pagamento.

É preciso ainda viabilizar a materialidade da transação, ou seja, oferecer algum tipo de dispositivo ou documento para amparar a compra: cartões, boletos ou aplicativos do celular. No caso dos cartões, a transação só se efetiva por meio de um instituidor do arranjo, que é a famosa “bandeira do cartão”.

O FitBank é uma instituição de pagamento que apresenta diversas soluções de pagadoria, incluindo a disponibilização de cartões para o seu negócio. Conheça mais os nossos serviços e entenda por que o FitBank é uma das instituições mais reconhecidas em seu ramo de atuação no Brasil.

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