Banco Central autoriza FitBank a operar como instituição de pagamento.

Banco Central autoriza FitBank a operar como instituição de pagamento.

Desde o início de maio/2021 recebemos permissão do Banco Central do Brasil (BACEN) para operar como instituição de pagamento na modalidade emissor de moeda eletrônica com código 450 e já podemos disponibilizar a nossa tecnologia ao mercado, sem a necessidade de subcontratar transações de terceiros.

“Nos últimos cinco anos trabalhamos focados em conquistar este espaço. Estamos vivenciando já a aceleração do nosso crescimento, quebrando recordes de volume, fechamento de novos clientes e faturamento. Nossa autorização nos permitirá entrar em novos mercados, baratear nossas soluções e melhorar o nível de serviço que entregamos a nossos clientes pela independência tecnológica que ganhamos. Estamos com velocidade total para colocar no ar operações estáveis, confiáveis e baratas. Pode parecer difícil unir alta performance e qualidade com preço baixo, mas a economia da tecnologia em nuvem alia os melhores serviços aos menores preços. Nossa estrutura foi desenvolvida para isso”, explica Otavio Farah, CEO do FitBank.

A autorização do Banco Central vai permitir que os serviços que oferecemos alcancem um novo patamar com a possibilidade de desenvolvermos novas soluções e funcionalidades. Na parte de Banking as a Service, por exemplo, entregaremos mais produtos, como novas opções para PIX, conta para recebimento, além da emissão de boletos diretamente pela própria marca. Operações para mercado de capitais também passam a contar com novas funcionalidades, como conta escrow e outros serviços.

“Ter acesso direto ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e também as demais câmaras, como a CIP,  é uma credencial muito importante no mercado em que atuamos e coloca a nossa tecnologia para trabalhar conectada diretamente à fonte do ecossistema financeiro nacional. Vamos conseguir elevar o nível de serviços e desenvolver novos produtos extraindo o melhor das capacidades desse ecossistema”, afirma Rodrigo Pina, CPO.

Somada a esta notícia, vale ressaltar o recente aporte de R$ 30 milhões (que contou com a participação de antigos acionistas e da CSU – CARD3), que alavancarão novos investimentos em tecnologias, melhoria dos nossos serviços e desenvolvimento de novas soluções.

“Agora podemos utilizar toda a nossa tecnologia, sem precisar da intermediação de terceiros.  O acesso ao SPB vai proporcionar uma série de novos produtos e soluções que aguardavam essa nova etapa. A aprovação por parte do Banco Central chancela tudo que a gente construiu até agora, não apenas em termos de evolução de nossa operação, que hoje está em R$ 3 bilhões por mês, mas também por critérios de sistemas, controles, tecnologia e escala. Nos preparamos para chegar até aqui. Tudo isso foi pensado e construído lá atrás, desde a criação do FitBank”, comemora Guilherme Meibak, CCO.

Somos 450 e temos a solução ideal para transformar o seu negócio com soluções de Banking as a Service, Core Banking as a Service, Hub de Pagamentos, Mercado de Capitais e demais soluções customizadas para Cash In, Cash Management e Cash Out.

Quer saber mais? Envie um e-mail para contato@fitbank.com.br ou deixe seu contato através do nosso chatbot. 

Startups agora têm um marco legal

Startups agora têm um marco legal

Empresas de inovação, em ascensão no mundo todo em função da revolução digital e das mudanças no perfil do consumidor, agora possuem um lastro jurídico para se embasar no Brasil. É o marco legal das startups, aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado Federal no começo de 2021. O texto agora aguarda sanção presidencial.

Embora existam quase 13 mil startups no Brasil, seu regime jurídico ainda era confuso, uma vez que os empreendedores estavam sujeitos às mesmas obrigações que os estatutos empresariais comuns, variando conforme o porte do empreendimento. Isso criava uma série de entraves, porque as startups não são personalidades jurídicas convencionais: possuem uma linha de atuação própria, desenvolvem atividades econômicas híbridas, em sedes descentralizadas e com outras relações de trabalho.

Diante de tantas peculiaridades, o Congresso Nacional resolveu rever as diretrizes impostas a este segmento, a fim de desburocratizar o setor, facilitar investimentos e abrir caminho para que as próprias startups tenham autonomia sobre sua vida financeira.

“É um segmento, um ecossistema, da maior importância para o futuro do Brasil, para a juventude e para os empreendedores”, afirma o relator do projeto de lei no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), por meio da Agência Senado.

Basicamente, o PL 146/2019, de iniciativa do deputado federal JHC (PSB-SL) define as startups (organizações empresariais ou societárias, nascentes ou em operação recente, cuja atuação caracteriza-se pela inovação aplicada a modelo de negócios ou a produtos ou serviços ofertados), estabelece critérios para fomentar o ambiente de negócios e a oferta de capital para quem quer investir em inovação. Além disso, traz as normas sobre a participação dessas empresas em licitações, que agora vão poder contratar com o poder público. 

Para receber o enquadramento da lei, a empresa deve reunir as seguintes características:

  • Receita bruta de até R$ 16 milhões no ano-calendário anterior;
  • Até 10 anos de inscrição no CNPJ;
  • Declaração em seu ato constitutivo ou alterador e utilização de modelos de negócios inovadores para a geração de produtos ou serviços e/ou enquadramento no regime especial Inova Simples.

Na prática, o que muda?

O marco legal das startups tende a melhorar o ambiente de negócios em inovação e abrir caminho para investimentos no setor.

De um lado, as empresas de inovação terão mais segurança para dedicar sua linha de atuação, por exemplo, para os investimentos em tecnologia aplicada às finanças – criando suas próprias fintechs.

De outro, investidores-anjo e outros interessados em aportar recursos nessa atividade também terão o caminho facilitado e desburocratizado.

Sem contar a possibilidade de contratação pelo poder público, que até então tinha dificuldades em adquirir os serviços dessas empresas, mesmo quando precisavam de produtos, processos e serviços intimamente ligados à área de inovação.

As startups poderão receber capital de pessoas físicas ou jurídicas, desde que haja registro contábil. Esse aporte pode ou não culminar na participação no capital social da empresa.

Já as empresas obrigadas a investir em pesquisa e inovação poderão injetar recursos em startups previamente selecionadas em editais e concursos.

Startups e fintechs

Com mais segurança nos procedimentos, as startups e demais empresas de inovação poderão aprimorar seus sistemas internos para ter mais autonomia na gestão financeira – e, se desejarem, criar suas próprias fintechs.

Essa transformação digital já era possível, mas a criação de um marco regulatório cria um alicerce jurídico que dá mais legitimidade para as mudanças que forem providenciadas daqui em diante e criará um ambiente cada vez mais oportuno para que startups trilhem novos caminhos e se tornem grandes fomentadores de uma economia inovadora através da tecnologia. 

O FitBank há anos vem preparando o ecossistema das empresas para os ambientes digitais e as transações fora do sistema bancário convencional, é um grande aliado das startups neste processo.

Os produtos do FitBank permitem a criação de um ecossistema financeiro que fornece às startups:

  • Soluções completas e modulares de Banking-as-a-Service (BaaS)
  • Wallet/Carteira Digital Whitelabel
  • Infraestrutura completas de meios de pagamentos
  • Criação de ecossistemas fechados de pagamentos (redes Closed-loop)

FitBank: poder de banco para o seu negócio. 

Automatização dos sistemas de pagamento revoluciona organizações

Automatização dos sistemas de pagamento revoluciona organizações

O dia a dia da gestão empresarial é marcado por incertezas ligadas ao perfil do consumidor, ao modelo de negócio e à sustentabilidade financeira – tensões ainda mais prementes depois da pandemia de coronavírus.

Lidar com tudo isso não é tarefa fácil e muitos empreendedores ainda precisam gerenciar manualmente todos os seus pagamentos, com grande margem para erros e inconsistências. A automatização dos sistemas de pagamento promete revolucionar as organizações, e neste post tentaremos entender por quê.

Por mais que a empresa disponha de um departamento de contabilidade eficiente, o volume de trabalho é muito expressivo. São dezenas de novas demandas diárias: conciliar recebimentos de compradores com pagamentos de fornecedores e obrigações fiscais, patronais e tributárias.

A administração do fluxo de caixa se torna um exercício de futurologia, com a previsão do que pode entrar e a necessidade do que precisa sair. Qualquer furo nesta estratégia embaralha as contas e é necessário começar tudo de novo. Você, gestor, quando mais precisa de uma planilha de custos e previsões, não tem esse papel em mãos – justamente por conta da imprevisibilidade financeira.

Ao automatizar o sistema de pagamentos, boa parte desses problemas desaparece, porque a empresa ganha um aliado que sistematiza recebíveis e compromissos, ordena os pagamentos por prioridades, gera automaticamente boletos e outras formas de recebimento, antecipa receitas e prevê desembolsos.

Tudo sem a intermediação de elementos humanos no meio do processo, o que mitiga a possibilidade de erros. Em jogo, estão quatro palavras: organização, segurança, escalabilidade e transparência.

Organização

Imagine eliminar pilhas e pilhas de papéis e planilhas, que darão lugar a sistemas integrados que se comunicam e apresentam relatórios periódicos, a qualquer tempo.

Ao automatizar seus pagamentos, sua empresa ganha poder de banco, com a alimentação em tempo real dos dados financeiros, agora armazenados em nuvem.

Isso vale para todos os processos: Desde o consumidor, que passará a comprar seu produto e gerar o boleto diretamente em seu site, passando pelo colaborador, que poderá ter seus dados lançados em folha de pagamento digital, até o fornecedor, honrando seus compromissos em dia.

Segurança

A automatização normalmente vem acompanhada da emissão de certificados digitais, cupons fiscais em consonância com o que pede o Fisco, criptografia de dados seus e dos clientes e poderosos sistemas antivírus.

Quem é do tempo da contabilidade analógica já deve ter passado pelo pesadelo de perder um cálculo complexo por perda de dados ou até mesmo por queda de energia. Com a automatização, os dados saem de seu controle manual e ingressam na proteção em nuvem.

Escalabilidade

Já pensou em ter pleno controle sobre suas finanças?

Parece óbvio, mas sabemos que não é bem assim.

Na rotina das organizações, muitas vezes o empresário se vê refém da própria gestão financeira, com pouca margem de investimentos e represamento de recursos para as obrigações.

A escalabilidade consiste na possibilidade de manejar e até transpor recursos, entendendo a previsão orçamentária e o padrão de recebimentos que a empresa costuma honrar todos os meses.

Transparência

Não é por acaso que iniciativas de compliance fazem parte de qualquer programa de certificação atual. A cobrança por atitudes mais justas e transparentes não se circunscreve ao poder público e – ainda bem – chegou ao mundo corporativo.

Ao automatizar os sistemas de pagamento, sua empresa adere a normas de segurança e transparência que dão rigidez à gestão, afinal de contas, não haverá mais falhas nos recebimentos e nas saídas, nem por erros, muito menos por má fé do responsável pelo setor.

Empresas que asseguram a proteção de dados de parceiros e fornecedores e que prezam por suas obrigações na certa estão investindo na automatização dos sistemas de pagamento.

Nessa hora, as corporações procuram o FitBank.

Fintech estabelecida há mais de 5 anos no Brasil e especialista em gestão de meios de pagamento, a empresa é aliada no fornecimento de informações e sistemas que dão poder de banco para sua empresa, integrando a gestão financeira ao sistema bancário de maneira organizada, segura, escalável e transparente.

BC 2020: agenda do Banco Central está de olho no Open Banking

BC 2020: agenda do Banco Central está de olho no Open Banking

Quem acompanha as pautas das reuniões e os cronogramas de ações do Banco Central já deve ter notado que o Open Banking é a bola da vez em 2020.

A necessidade de regulamentar uma tendência irrefreável do mercado financeiro – a desbancarização de boa parte dos procedimentos – fez o BC voltar seus olhos para plataformas white label, PIX, e o Open Banking propriamente dito.

É bem provável que estes novos atores já façam parte da nossa rotina em 2021, agora com respaldo regulatório.

A implementação do PIX teve o capítulo mais recente em julho de 2020: por meio da circular 4.027, o BC criou duas novas estruturas: o Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e a Conta de Pagamentos Instantâneos (Conta PI).

No documento, os conselheiros informam que o “SPI é a infraestrutura centralizada de liquidação bruta em tempo real de pagamentos instantâneos que resultam em transferências de fundos entre seus participantes titulares de contas PI no Banco Central do Brasil”.

Trata-se de um passo que antecede a efetivação do PIX, marcada para o dia 3 de novembro.

O PIX é um sistema que permitirá o pagamento e a transferência de dinheiro de maneira instantânea, a qualquer hora do dia, todos os dias da semana – inclusive entre cidadãos sem conta bancária.

Pessoas físicas e jurídicas poderão transferir recursos entre si de maneira rápida e mais barata, bastando que ambos estejam vinculados a alguma instituição bancária, ou a uma fintech. Hoje, é necessário que a transferência seja intermediada por um banco, que cobra taxas para isso.

A transferência poderá ser feita da maneira como é hoje (informando CPF e CNPJ do beneficiário) ou – eis a inovação, via QR Code.

O recebedor do dinheiro gera o código, envia para o responsável pela transferência, e recebe o valor em instantes.

Haverá dois tipos de QR Code: um código estático, utilizado para várias transferências (uma administradora de condomínios ou uma escola que mantém mensalidades fixas, por exemplo), ou um código dinâmico, que varia conforme o valor da transação. Este último é ideal para compras em lojas.

Isso mesmo!
O PIX não será apenas uma forma de transferência, mas também poderá ser um elemento adicional na forma de fazer pagamentos. Em breve, pode ser que escutemos “crédito, débito ou PIX” por aí…

Para fazer a leitura do código, naturalmente, entra em cena os dispositivos móveis, que estarão vinculados à instituição financeira ou bancária do cliente.

É claro que tanta novidade precisa de regulamentação e este tema está na ordem do dia do BC em 2020. Em novembro, se nada mudar, bancos e fintechs com mais de 500 mil clientes deverão dispor da tecnologia para se adequar aos prazos.

Open Banking

O BC também vem se encarregando de regulamentar o Open Banking – modelo bancário aberto que vai funcionar por meio da abertura de camadas de dados de cidadãos que autorizarem.

Basicamente, o consumidor vai poder praticar pequenas portabilidades bancárias no dia a dia. Hoje, o correntista do banco X que quer financiar dinheiro no banco Y precisa iniciar um relacionamento com esta segunda instituição. Com o Open Banking, bastará ao cliente exportar seu histórico de adimplência e seu perfil de renda para ter acesso ao crédito.

“O open banking é uma iniciativa que vem sendo discutida em vários países ao redor do mundo, com escopo e dimensões diferentes. No caso brasileiro, optamos por um modelo o mais abrangente possível.

O primeiro objetivo é empoderar o consumidor financeiro, bem na linha de proteção de dados, de que a informação pertence ao consumidor e cabe a ele decidir compartilhar ou não essa informação com terceiros.

Esse projeto também facilita o aumento da eficiência no âmbito do sistema financeiro, incentiva a inovação, e naturalmente aumenta a competitividade”, disse o diretor de Regulação do BC, Otávio Damaso, em entrevista concedida em maio à Agência Brasil.

O FitBank, como Participante Direto, poderá oferecer acesso ao PIX de forma indireta como opção à conta digital e a participação Indireta a outros ecossistemas financeiros.

A transformação financeira já começou há muito tempo e, no Brasil, o FitBank é um dos protagonistas da revolução digital aplicada às finanças pessoais e corporativas, por meio do oferecimento de serviços integrados que vão da gestão de meios de pagamento à criação de modelos bancários para as empresas de pequeno, médio e grande porte.

Tudo conectado, escalável e na palma da mão.

A cara dos novos tempos.

Pagamento instantâneo é o próximo estágio da revolução digital financeira

Pagamento instantâneo é o próximo estágio da revolução digital financeira

Se houvesse uma “linha do tempo” que expusesse as principais formas como as pessoas pagam pelos produtos no Brasil, muito provavelmente o ano de 2020 ganharia um capítulo especial.

E esse ponto decisivo na revolução digital atenderia pelo nome de pagamento instantâneo.

Desde a criação e a disseminação dos cartões de débito e de crédito – também conhecidos por “dinheiro de plástico” – não havia uma transformação tão radical na maneira como os consumidores efetivam suas transações.

Programado para ser disponibilizado em novembro, o pagamento instantâneo vai permitir que o consumidor faça compras e transações de maneira imediata, digital e sem intermediação bancária.

Hoje, apesar da disseminação dos aplicativos e dos meios de pagamento desbancarizados, essa combinação de fatores ainda não é possível.

Primeiro, porque a transação não é instantânea – DOCs e TEDs são efetivadas apenas em dias úteis e os boletos bancários demoram até três dias para reverter em compensação.

Segundo, porque a intermediação bancária ainda se faz necessária.

É sempre bom lembrar que até mesmo quem recebe “em dinheiro vivo” não recebe de maneira instantânea. Esse numerário precisa ser levado até o banco para entrar na conta da empresa e virar fluxo de caixa: procedimento inseguro e anacrônico.

Com os pagamentos instantâneos, essa lógica tende a se inverter, e todos saem ganhando. O Pix é o representante mais conhecido desta nova modalidade, mas há outros caminhos possíveis.

A lógica é simples: o consumidor não precisará mais “passar cartão”, “gerar boleto” e muito menos movimentar dinheiro vivo para pagar uma compra.

O vendedor poderá, por exemplo, gerar QR Codes que serão lidos pelo comprador e pagos imediatamente – em até 10 segundos, promete o novo sistema, com custos bem inferiores aos atuais.

O impacto nas receitas das empresas também tende a ser muito expressivo, porque parte dos custos operacionais das pessoas jurídicas está justamente na manutenção dos meios de pagamento (taxas, maquininhas, etc.). O controle sobre o fluxo de caixa poderá ser mais eficiente, porque a compensação instantânea traz mais realismo sobre a situação das receitas.

Até mesmo marketplaces e outras representantes do e-commerce – portanto já egressas da revolução digital – sentirão a diferença. Hoje, entre 60% e 70% dos pagamentos digitais são feitos por meio de boletos que, como mencionamos, demoram até três dias para ser compensados. O pagamento instantâneo vai abreviar esta espera.

No Brasil, as formas de pagamento incluem QR Code e/ou informações sobre o recebedor (CPF, CNPJ e conta, como nas TEDs e DOCs), além dos pagamentos por aproximação de dispositivos (celular e máquina de cartão, por exemplo).

Alguns cases

Enquanto o pagamento instantâneo aguarda a liberação definitiva do Banco Central, gigantes da tecnologia e da comunicação já se anteciparam para criar modelos de transação que dispensam a intermediação bancária e o pagamento em dinheiro vivo.

É o caso do Facebook Pay, que permite a transação por meio de contas no Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp.

O pagamento ainda precisa ser intermediado por um cartão ou pelo PayPal. Após cadastrar o cartão uma vez, o cliente está apto para transferir recursos a amigos (bastando informar sua conta), pagar por produtos anunciados na própria rede, fazer doações a entidades assistenciais e campanhas, entre outras possibilidades. O histórico de transações fica disponível e o uso de cartões – a partir daí – fica dispensado.

Na China, o pagamento instantâneo já está disseminado há alguns anos. Aplicativos como o AliPay e WeChatPay já são mais populares que o dinheiro vivo. Só o AliPay tem mais de 450 milhões de usuários em todo o mundo e já é considerado obrigatório para quem quer se estabelecer no concorridíssimo mercado chinês.

Por aqui, o FitBank é um importante personagem da revolução digital nas finanças. A fintech está em processo de homologação para ser Participante Direto do PIX, oferecendo essa modalidade como mais uma das soluções do seu core bancário, além de estar preparada para novos serviços!

Chegou a hora de automatizar sua folha de pagamento! Conheça as soluções BaaS

Chegou a hora de automatizar sua folha de pagamento! Conheça as soluções BaaS

Em pouco tempo, ser obrigado a vincular uma instituição bancária à folha de pagamento de seus funcionários será coisa do passado.

O open banking e as soluções BaaS (banking as a service) prometem dar mais autonomia às empresas e aos colaboradores, que poderão inclusive operacionalizar a folha por meio de um “banco” próprio. É sobre isso que falaremos neste post.

Essa autonomia, a bem da verdade, já existe: muitos funcionários adotam o direito à portabilidade bancária, por exemplo, valendo-se do conceito muito simples de que o salário é do trabalhador, e não da empresa e muito menos do banco.

O BaaS possibilita levar esta liberdade para dentro das corporações, que agora não precisam mais vincular os recebimentos dos funcionários a uma única instituição bancária.

O conceito é simples: sua empresa poderá operacionalizar a folha de pagamento dos funcionários, como se fosse um banco, oferecendo outros serviços aos colaboradores, como aplicativos para gerenciamento das finanças, cartões, liberações de crédito, entre outras atividades.

Para o “cliente”, que na verdade é o seu funcionário, as coisas funcionam de maneira bastante intuitiva.

O usuário tem acesso a um aplicativo personalizado, com as informações completas a respeito da conta e das transações financeiras. Ali é o “coração” da conta, uma vez que o cliente não terá acesso a uma agência bancária convencional.

Na outra ponta, ele consegue movimentar o dinheiro por meio de um cartão físico ou digital. Utilizando-se da tecnologia white label, o cartão, o aplicativo e outros serviços terão a “identidade” da sua empresa, como se de fato fosse um banco.

O FitBank nasceu com a missão de dar poder de banco a sua empresa, oferecendo os seguintes serviços: tesouraria online, autorização de pagamentos, múltiplos níveis de acesso, extratos detalhados, gestão de contas, tokens e realização de pagamentos.

A integração entre o aplicativo e BaaS é feita por meio de APIs que viabilizam a criação do banco digital – modular, escalável e dinâmico.

Fornecedores, colaboradores e prestadores de serviço gerenciam, pagam e autorizam as transações financeiras, com detalhamento total das informações.

Tudo isso é possível graças a ERPs preparadas para o open banking, com armazenamento dos dados em nuvem e autonomia (standalone).

As transações requeridas pelos usuários podem ser efetivadas por meio de boletos, TEDs, DOCs e autorizações para pagamentos.

Para as startups, a automação financeira é sintonizada com as demandas atuais do mercado financeiro, criando condições para empreendedores de todo o país criarem a sua própria fintech.

Resultados

A automação da folha de pagamentos traz resultados em poucos meses.

Além de não depender mais da estrutura bancária – gerentes, horários de expediente e taxas – o empresário passa a dar mais autonomia para seus próprios funcionários.

Os colaboradores também ganham em resolutividade para sua vida financeira e para seus investimentos, em uma interface adequada a suas necessidades e que conhece sua rotina de rendimentos – afinal de contas, “nasceu” no contexto da empresa em que trabalha.

Vale lembrar que o “banco corporativo” terá outras funcionalidades, para além do gerenciamento da folha. É possível vinculá-lo ao pagamento de fornecedores e à gestão dos investimentos, controlando os pagamentos da empresa, antecipando recebíveis e aumentando o portfólio de produtos que seu negócio pode oferecer.

Além da sua atividade econômica original, em pouco tempo você poderá estar inserido no mundo das fintechs e das instituições financeiras não-ligadas ao sistema bancário.

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