Consulta CIP, a solução para seu marketplace.

Consulta CIP, a solução para seu marketplace.

As transações eletrônicas são uma realidade na rotina financeira de pessoas físicas e jurídicas. Hoje em dia está cada vez mais difícil conceber uma rotina de pagamentos feita exclusivamente “na boca do caixa”. Por isso, também aumentou a procura por serviços de certificação e validação desses procedimentos eletrônicos.

A Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) é uma associação sem fins lucrativos que desde 2001 apresenta soluções financeiras com aval do Banco Central. É um órgão autorizado a processar praticamente todas as transações eletrônicas efetivadas no Brasil e seu principal foco é evitar fraudes e crimes praticados na web, além de garantir agilidade e eficiência aos pagamentos processados fora dos ambientes presenciais. Com o advento das transações eletrônicas, a procura por serviços de certificação e validação desses procedimentos eletrônicos vem aumentando proporcionalmente. Só em 2020, passaram pela CIP mais de 28 bilhões de operações financeiras, 1,3 bilhão de operações eletrônicas e 2,2 bilhões de transações de pagamentos com cartões para estabelecimentos comerciais.

Entre as empresas que se valem de seus 14 serviços, estão instituições financeiras, instituidores de arranjos de pagamento, credenciadores, cartórios, empresas de consórcios e de leasing e cooperativas de crédito. Além disso, a circular 3.815/2016 do Banco Central determina que os marketplaces devem integrar seus sistemas com o da CIP, a fim de garantir a efetividade de todas as transações. Para tanto, o interessado pode se integrar diretamente à CIP, mas os custos com cada operação são incertos nesta modalidade. Uma outra possibilidade é conectar-se a uma instituição de pagamentos habilitada a fazer o comissionamento e o repasse para todos os envolvidos na transação (split) – retirando do marketplace essa incumbência complexa e cuja ausência pode resultar em sanções administrativas.

Ao aderir a uma instituição de soluções de pagamento, o marketplace delega essa gestão à empresa contratada, que passa a se responsabilizar por toda a operação financeira. O marketplace “sai de cena” e não participa do fluxo financeiro: o dinheiro é pago pelo comprador/consumidor e chega à instituição dos recebedores sem qualquer atribuição por parte da loja virtual.

A vantagem?

Menor complexidade nas operações de comissionamento e de repasse, liberando o gestor do marketplace para as atividades ligadas a seus processos e serviços. Outro ponto relevante é a redução de fraudes e custos com a repetição de operações bancárias que tenham sido programadas com dados errados. Ao contratar uma instituição de pagamentos para a Consulta CIP, a conciliação das informações passa a ser de atribuição da contratada.

O FitBank oferece a Consulta CIP como uma de suas soluções para os serviços de pagamento de marketplace e outras empresas estabelecidas em meio virtual. Entre as soluções para marketplaces, além da Consulta CIP, oferece split de pagamentos, transferências peer-to-peer (P2P) e muitos outros serviços.

Entre em contato pelo nosso chatbot ou envie um e-mail para comercial@fitbank.com.br  e entenda como o FitBank ajudará na transformação digital de que seu marketplace precisa.

Banco Central autoriza FitBank a operar como instituição de pagamento.

Banco Central autoriza FitBank a operar como instituição de pagamento.

Desde o início de maio/2021 recebemos permissão do Banco Central do Brasil (BACEN) para operar como instituição de pagamento na modalidade emissor de moeda eletrônica com código 450 e já podemos disponibilizar a nossa tecnologia ao mercado, sem a necessidade de subcontratar transações de terceiros.

“Nos últimos cinco anos trabalhamos focados em conquistar este espaço. Estamos vivenciando já a aceleração do nosso crescimento, quebrando recordes de volume, fechamento de novos clientes e faturamento. Nossa autorização nos permitirá entrar em novos mercados, baratear nossas soluções e melhorar o nível de serviço que entregamos a nossos clientes pela independência tecnológica que ganhamos. Estamos com velocidade total para colocar no ar operações estáveis, confiáveis e baratas. Pode parecer difícil unir alta performance e qualidade com preço baixo, mas a economia da tecnologia em nuvem alia os melhores serviços aos menores preços. Nossa estrutura foi desenvolvida para isso”, explica Otavio Farah, CEO do FitBank.

A autorização do Banco Central vai permitir que os serviços que oferecemos alcancem um novo patamar com a possibilidade de desenvolvermos novas soluções e funcionalidades. Na parte de Banking as a Service, por exemplo, entregaremos mais produtos, como novas opções para PIX, conta para recebimento, além da emissão de boletos diretamente pela própria marca. Operações para mercado de capitais também passam a contar com novas funcionalidades, como conta escrow e outros serviços.

“Ter acesso direto ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), ao Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) e também as demais câmaras, como a CIP,  é uma credencial muito importante no mercado em que atuamos e coloca a nossa tecnologia para trabalhar conectada diretamente à fonte do ecossistema financeiro nacional. Vamos conseguir elevar o nível de serviços e desenvolver novos produtos extraindo o melhor das capacidades desse ecossistema”, afirma Rodrigo Pina, CPO.

Somada a esta notícia, vale ressaltar o recente aporte de R$ 30 milhões (que contou com a participação de antigos acionistas e da CSU – CARD3), que alavancarão novos investimentos em tecnologias, melhoria dos nossos serviços e desenvolvimento de novas soluções.

“Agora podemos utilizar toda a nossa tecnologia, sem precisar da intermediação de terceiros.  O acesso ao SPB vai proporcionar uma série de novos produtos e soluções que aguardavam essa nova etapa. A aprovação por parte do Banco Central chancela tudo que a gente construiu até agora, não apenas em termos de evolução de nossa operação, que hoje está em R$ 3 bilhões por mês, mas também por critérios de sistemas, controles, tecnologia e escala. Nos preparamos para chegar até aqui. Tudo isso foi pensado e construído lá atrás, desde a criação do FitBank”, comemora Guilherme Meibak, CCO.

Somos 450 e temos a solução ideal para transformar o seu negócio com soluções de Banking as a Service, Core Banking as a Service, Hub de Pagamentos, Mercado de Capitais e demais soluções customizadas para Cash In, Cash Management e Cash Out.

Quer saber mais? Envie um e-mail para contato@fitbank.com.br ou deixe seu contato através do nosso chatbot. 

Open Banking chega com a promessa de movimentar o setor financeiro.

Open Banking chega com a promessa de movimentar o setor financeiro.

Teve início em 1º de fevereiro umanova forma de relacionamento com instituições

bancárias e financeiras, interpretada como uma verdadeira revolução no setor: é o
open banking, ou sistema financeiro aberto.
O serviço será implementado em quatro etapas e permitirá uma revolução na relação
do cidadão com suas finanças e para as diversas empresas que operam no sistema
financeiro:

 Fase 1 – 01 Fevereiro de 2021 – Compartilhamento entre as instituições
financeiras de informações básicas, como canais de atendimentos, produtos e
serviços e taxas ofertados, etc. Os consumidores ainda não participam desta
etapa.
 Fase 2 – 15 de Julho de 2021 – Compartilhamento entre as instituições
participantes de dados cadastrais, informações de conta corrente e prática de
tarifas e taxas dos clientes.
 Fase 3 – 30 de Agosto de 2021 – Compartilhamento de dados de serviços de
transações de pagamento e propostas de operação de crédito
 Fase 4 – 15 de Dezembro de 2021 – Compartilhamento dos demais dados,
como investimentos, fundos previdenciários, seguros, câmbio, entre outros.

O mercado avalia uma série de vantagens para o consumidor final, a principal é a
possibilidade de ter maior autonomia na gestão do seu dinheiro e mais opções de
escolha por que, com a implementação do Open Banking e a concessão de acesso
dos seus dados pessoais, transacionais, produtos e serviços consumidos, etc, que
antes se restringia a instituição com a qual se tem relacionamento aos diversos
bancos, instituições de pagamentos e fintechs que operam no mercado, estas
instituições passarão a ter capacidade de ofertar produtos e serviços com o mesmo
nível de conhecimento sobre os seus hábitos que a instituição atual, promovendo
ofertas específicas e personalizadas, como linhas de crédito com taxas mais
amigáveis, cartões de crédito com limites adequados e pacote de serviços agregados
conforme perfil de uso, por exemplo.
Com isso, além de não estar mais “preso” a sua instituição financeira de origem, o
cidadão finalmente vai ter opções de escolha com critérios de igualdade e conseguir
decidir o que é melhor para o seu dinheiro optando pela melhor oferta para cada
situação. A tendência é a de que o sistema fique mais competitivo e, de quebra,
mais justo e barato já que facilitará a atuação de novos players.
Toda essa troca de informações acontecerá via APIs (Application Programming
Interface) – um conjunto de rotinas e padrões que permitem a integração entre dois
sistemas sob normativas e supervisão do Banco Central e somente com a autorização
do cliente. As APIs possibilitarão migrar dados de uma instituição para a outra de
forma segura e instantânea abrindo diversas possibilidades de atuação.

Já as empresas que operam com serviços financeiros em geral, ganham
justamente por passarem a ter mais conhecimento dos consumidores lhes
permitindo serem mais competitivas e ofertarem uma maior variedade de
produtos de forma customizada e de acordo com a necessidade real de cada
consumidor.

Na prática, é como se qualquer empresa pudesse funcionar com poder de banco.
Hoje as soluções via APIs do FitBank já permitem a diversas empresas automatizarem
a gestão de pagamentos internamente, efetivar um sistema de tesouraria online e
ofertar contas digitais para seus funcionários e demais stakeholders. Em breve, será
possível “entrar” no sistema financeiro, competindo com os grandes players que já
atuam no mercado permitindo maior independência e possibilidades de negócio.

Eis mais um motivo para transformar sua empresa em uma administradora de serviços
de banking e rentabilizar as necessidades por serviços e produtos bancários dos seus
funcionários, clientes e prestadores de serviços.

Já pensou nas possibilidades que o Open Banking pode trazer para a expansão dos
seus negócios?
As contas digitais do FitBank possibilitam o gerenciamento, conciliação, autorização,
automação dos fluxos de pagamentos e a consolidação de transações financeiras em
tempo real, e oferecem modelos de pagadoria para que as empresas atuem como
instituições bancárias dentro de seus ecossistemas ou até mesmo promovendo esses
serviços para o consumidor final.
Fale com a gente e conheça o nosso portifólio de soluções já existentes e todas as
oportunidades de negócio que o novo sistema pode trazer para a sua empresa.

FitBank: poder de banco para o seu negócio.

FitBank Secures Strategic Investment from J.P. Morgan

FitBank Secures Strategic Investment from J.P. Morgan

São Paulo, July 2020 – FitBank, a Banking as a Service Brazilian FinTech today announced a strategic investment by J.P. Morgan.

FitBank has been winning customers since first offering services to clients beginning in 2015.  As a white label Banking as a Service, FitBank provides infrastructure for corporations and payment service providers that want to offer digital payments directly to their client base.  FitBank’s clients and partners rely on its safe and scalable platform and its flexible connectivity options to immediately perform real time transactions in the digital payments space.

“We’re excited to make our first strategic investment in Latin America, within the payments industry,” said Renata Vilanova Lobo, Head of Brazil Wholesale Payments, J.P. Morgan. “We’re actively advising our clients on the best digital approach to help solve their payments needs and look forward to continuing that dialogue with our LATAM clients.”

“We believe this investment from J.P. Morgan will speed up our development as a Banking as a Service platform, support our product expansion plan and allow us to scale up to serve our clients in current and future market needs such as: PIX our Instant Payments platform in Brazil and Open Banking via our White Labeled Digital Wallets” highlights FitBank’s CEO, Otávio Farah.

“Fitbank can now accelerate its expansion of services to its core target clients as a Fintech facilitator in Brazil and in the near future Latin America” adds FitBank’s Board Member, João Chacha.

As part of the investment, J.P. Morgan will acquire a minority stake in FitBank and a board seat, filled by Renata Vilanova Lobo.  Marcelo Maisonnave, XP Inc founder and Alejandro Vollbrechthausen, Goldman Sachs Brasil former CEO also serve on the board of Fitbank.

About FitBank

Since 2015, FitBank has become a significant payment management platform in Brazil. Regulated by the Brazilian Central Bank, the payment institution keeps a robust platform which, combined with high level technology and security controls provides connectivity, scalability and traceability to more than 180 thousand digital accounts.

Managed by Rener Menezes and Otavio Farah, both founders with more than 20 years of experience in financial technology, FitBank supports more than 100 payment ecosystems in different sectors with new technology, through which its system allows available financial services to connect with each other. The company’s board also includes Pedro Englert, Eduardo Glitz and Mauricio Zaragoza as members.

More press info

FirstCom Comunicação – +55 (11)97980-2382 or +55 (11) 3034-4662

Luis Claudio Allan (luisclaudio@firstcom.com.br)
Janaína Cavalheiri (janaina@firstcom.com.br)
Denise Oliveira (denise@firstcom.com.br)

FitBank recebe investimento estratégico do J.P. Morgan

FitBank recebe investimento estratégico do J.P. Morgan

São Paulo, julho de 2020 – O FitBank, uma fintech brasileira que atua no segmento de Banking as a Service, anunciou hoje ter recebido um investimento estratégico do J.P. Morgan.

O FitBank iniciou sua oferta de serviços em 2015 e, desde então, vem ampliando sua carteira de clientes disponibilizando infraestrutura para empresas e fornecedores de serviços financeiros que desejam oferecer meios de pagamentos digitais diretamente para sua base de consumidores. Os clientes e parceiros do FitBank utilizam sua plataforma escalável e segura e suas opções flexíveis de conectividade para viabilizar transações financeiras em tempo real.

“Este é nosso primeiro investimento estratégico na América Latina na indústria de pagamentos”, disse Renata Vilanova Lobo, Diretora de Wholesale Payments do J.P. Morgan. “Estamos ativamente aconselhando o mercado sobre as melhores soluções digitais para solucionar demandas de pagamentos e estamos ansiosos em continuar a apoiar nossos clientes na região”, acrescentou.

“Este investimento do J.P. Morgan irá acelerar o desenvolvimento da nossa plataforma de Banking as a Service e nosso plano de expansão com novos produtos, permitindo que possamos atender necessidades atuais e futuras no mercado financeiro, como a plataforma de pagamentos instantâneos PIX e o Open Banking com nossos serviços de carteiras digitais white label”, assinala Otávio Farah, CEO do FitBank.

“O FitBank irá impulsionar agora a expansão de seus serviços como uma fintech que aprimora a qualidade e incrementa a segurança da oferta de produtos financeiros e habilita o ingresso no mercado de pagamentos no Brasil e no futuro próximo na América Latina”, acrescenta João Chacha, investidor e membro do Conselho do FitBank.

Como parte do investimento, o J.P. Morgan adquiriu uma participação minoritária no FitBank e um assento no Conselho que será ocupado por Renata Vilanova Lobo. Marcelo Maisonnave, fundador da XP Inc, e Alejandro Vollbrechthausen, ex-CEO do Goldman Sachs no Brasil, também integram o Conselho do FitBank.

Sobre o FitBank

Desde 2015 o FitBank se tornou uma importante plataforma para gestão de pagamentos no Brasil. Regulado pelo Banco Central, a instituição de pagamento administra uma robusta plataforma que, combinada com sua tecnologia de alto nível e controles de segurança oferece conectividade, escalabilidade e rastreabilidade para mais de 180 mil contas digitais.

 

Administrado por Rener Menezes e Otavio Farah, ambos fundadores e com mais de 20 anos de experiência em tecnologia financeira, o FitBank atende mais de 100 ecossistemas de pagamento em diferentes setores com uma tecnologia inovadora cujo sistema permite disponibilizar serviços financeiros interconectados. Pedro Englert, Eduardo Glitz e Mauricio Zaragoza completam o quadro de sócios e Conselheiros.

Mais Informações para Imprensa

FirstCom Comunicação

Luis Claudio Allan (luisclaudio@firstcom.com.br)
Janaína Cavalheiri (janaina@firstcom.com.br)
Denise Oliveira (denise@firstcom.com.br) – (11) 97980-2382

Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Quem acompanha o mercado financeiro sabe o quanto o mundo dos investimentos e das aplicações é temperamental. Disputas comerciais, entraves políticos, crises corporativas – qualquer evento de maior ou menor relevância é capaz de mudar o “humor” do mercado. A pandemia de coronavírus, no entanto, não provoca apenas uma oscilação de humor, e sim um trauma sem precedentes recentes.

Razões não faltam. Do ponto de vista social e humanitário, o surto já provocou milhares de mortes e pôs em colapso os sistemas de saúde de países ricos, em desenvolvimento e pobres.
Do ponto de vista econômico, as medidas de isolamento frearam a atividade econômica em todas os setores produtivos: indústria, serviços, comércio, turismo, transportes, entre outros que já começam a perceber o ambiente de estagnação inédito até aqui.

O mais preocupante é que, diferentemente de crises anteriores, esta é marcada por total imprevisibilidade: é muito difícil saber quando isso tudo vai acabar. Esta interessante reportagem do The New York Times, a propósito, especula sobre isso.
De todo modo, investidores e analistas do mercado financeiro já fazem suas projeções sobre como será este segmento no mundo pós-covid.

Uma das certezas é de que, neste momento, não faz muito sentido resgatar valores aplicados em ações, porque a depreciação é gigantesca e o investidor certamente perderá dinheiro.

Passada a crise, será necessário avaliar o comportamento de cada papel para identificar quais continuarão promissores e quais deixarão de ser rentáveis.

Por enquanto, as maiores baixas são nos setores de turismo, óleo e gás, mineração, veículos, companhias aéreas e informáticas.

As maiores altas se dão entre as empresas de e-commerce e insumos de saúde.  A esta altura, qualquer indicação é puro exercício de futurologia.

É provável, inclusive, que os investimentos migrem de perfil em decorrência dos sobressaltos provocados pelo coronavírus. Investidores mais audaciosos – que até podem ter aproveitado o momento para comprar ações – podem aportar mais recursos em frentes mais conservadoras, como as de renda fixa.

Quem já tem um perfil consumidor deve manter uma certa distância controlada do mercado de ações – de preferência com uma carteira diversificada.

Há ainda questões conjunturais a se considerar.

A política de juros baixos, que ajudou a conter a inflação, é considerada necessária, mas possui implicações. A inflação muito baixa provoca pouca oscilação de preços e desestimula o consumo.

Associada a um cenário de baixa procura por itens secundários, esta opção tende a desaquecer ainda mais o comércio e a atividade industrial, provocando mais retração e desemprego. Ainda assim, é provável que os juros caiam ainda mais nos próximos meses, renovando sucessivos recordes negativos.

A vez das fintechs

O mundo pós-covid deve acentuar o crescimento das fintechs – empresas de tecnologia aplicada às finanças. Com maior capilaridade e potencial para chegar a público desbancarizado, estas empresas oferecem poder de banco com juros mais baixo e menos burocracia, além de agilizar o acesso a crédito e fazer chegar dinheiro e lugares mais remotos.

Durante a pandemia, as particularidades das fintechs foram ressaltadas por especialistas em finanças, que entendem que a estrutura anacrônica das instituições financeiras não combinará mais com uma sociedade reformulada nas bases do consumo consciente e na busca por respostas ágeis erigida a partir da pandemia.

A busca por soluções para esta crise passa pela ciência e por esforços conjuntos de gestores e do setor produtivo. De um lado, o protagonismo necessário da luta pela vida e pelo respeito à dignidade das pessoas. Em paralelo, estão as saídas econômicas para fortalecer a geração de emprego, renda e investimentos quando tudo acabar.

Se ainda não se sabe quando será o fim da pandemia, algo já é certo: nada será como antes no mercado financeiro, e pavimentar uma transição segura é uma necessidade de primeira ordem.

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