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Fintechs são alternativa rápida e segura de acesso a crédito

Fintechs são alternativa rápida e segura de acesso a crédito

Quer seja por uma crise conjuntural como a que estamos vivendo, quer seja em função da necessidade de novos investimentos, a busca por crédito é uma empreitada comum entre micro, pequenos, médios e grandes empresários. Ocorre que, em função destes mesmos fatores estruturais – dívidas, nome negativado, falta de comprovação de solvência – nem sempre o empreendedor consegue alcançar a grana extra para conseguir dar um passo adiante.

O avanço das fintechs, no entanto, está revolucionando o mercado de crédito tanto para pessoas físicas, quanto para pessoas jurídicas.

Em 2019, a SPC Brasil já cantava essa bola. “O mercado de crédito vem passando por mudanças importantes, que poderão impactar a oferta de crédito e as taxas de juros nos próximos meses. A chegada de fintechs para competir com os bancos, as novas regras do rotativo e do cheque especial e, mais recentemente, a aprovação do Cadastro Positivo são algumas das medidas que vão nesse sentido. Os dados do Banco Central mostram, com efeito, que as concessões de crédito estão crescendo. Há, portanto, espaço para que o uso do crédito avance entre os consumidores, mas isso dependerá da continuidade da recuperação econômica e da retomada da confiança do consumidor”, mencionou o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, em entrevista à Mercado & Consumo.

Como se viu, a reativação da economia não avançou em função do cenário internacional, em que a crise foi galvanizada em decorrência da pandemia de coronavírus. Mais um ponto positivo para as fintechs – empresas de tecnologia aplicada às finanças – que dispensam a burocracia e o prontuário exigido pelos bancos para oferecer crédito. Vamos conhecer algumas diferenças básicas?

Novos critérios

Enquanto as instituições bancárias se apegam a critérios muito rigorosos e generalistas para concessão de crédito, como comprovação de renda, histórico de dívidas pregressas, negativação de nome e eventualmente a apresentação de um fiador ou um de um lastro patrimonial, as startups financeiras são mais flexíveis e personalizadas.

É possível acessar crédito inclusive com o nome negativado, contanto que seja apresentado um plano de trabalho compatível com a análise de mercado, bem mais moderna que as exigidas pelas instituições bancárias.

As análises de risco, portanto, são mais adequadas ao comportamento de cada requerente, com foco no planejamento e na rentabilidade dos projetos.

Rápido e capilarizado

O Brasil tem um universo de 50 milhões de habitantes desbancarizados. É muita gente que, por opção ou contingências da vida, está afastada do acesso tradicional a empréstimo e outros tipos de crédito – incluindo os mais corriqueiros, como os cartões.

As fintechs, por sua vez, dispensam o itinerário bancário para oferecer crédito rápido, sem taxas extorsivas e com o procedimental simplificado: basta baixar um aplicativo no celular para enviar a proposta.

E celular, como se sabe, quase todo mundo tem: acaba de sair a mais recente Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (Pnad), que revela que a grande maioria da população acessa a internet pelos dispositivos móveis.

Muito prazer, fintech

Uma realidade muito comum entre quem busca crédito pelas formas convencionais é o desconhecimento.
Por mais que gerentes de pessoas jurídicas se esforcem para entender a peculiaridade de cada requerente, esses profissionais têm pouca autonomia para descumprir o protocolo dos bancos.

No caso das fintechs, os regramentos são mais abertos e cada projeto é estudado individualmente.

Isso tem aberto frente para concessão de créditos inconcebíveis tempos atrás – como os financiamentos solidários, nos quais grupos de empreendedores pedem dinheiro juntos para ratear em projetos próprios.

O FitBank , além de permitir captação de crédito através de suas soluções financeiras como a conta digital, conta com a Fitkb, joint-venture do FitBank com a FIDC Kobold, para oferecer crédito através da captação pelo mercado de capitais.

O objetivo é dar às fintechs, marketplaces e até as desbancarizadas, acesso ao crédito mais barato do que encontram no mercado como um todo.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

 

 

Aproveite o período de quarentena para estruturar sua fintech

Aproveite o período de quarentena para estruturar sua fintech

Os dias de distanciamento social entre aqueles que podem se isolar têm sido de muita reflexão. O clima de “nada será como antes” predomina e muitos empreendedores precisam buscar equilíbrio emocional para conciliar o planejamento para manter as contas em dia com a definição de novos modelos de negócio que sobrevivam no contexto pós-covid. As inovações mais robustas surgem exatamente neste contexto, e talvez seja a hora de pensar em dar um passo adiante na linha da vida de seu empreendimento.

Temos falado aqui já há algum tempo sobre as vantagens em transformar seu negócio em uma fintech – empresa de tecnologia aplicada às finanças: sem depender de espaço físico, você passa a oferecer serviços de banco para outras empresas que buscam mais autonomia sobre a engenharia financeira, como transações, gestão de pagamentos, antecipação de recebíveis, entre outras facilidades.

Tudo isso com capacidade para chegar a milhões de brasileiros desbancarizados, por opção ou falta de acesso à instituição bancária.

A engrenagem mais moderna das fintechs voltou à tona justamente no momento em que o mundo entrou em estado de dormência: a dependência exclusiva dos bancos se mostrou anacrônica e lenta demais para quem tem pressa para salvar o próprio negócio ou para garantir condições mais básicas de sobrevivência.

Em recente debate promovido pelo UOL, representantes de fintechs expuseram que o auxílio de R$ 600 providenciado pelo governo para ajudar as pessoas em dificuldade financeira chegaria ao cidadãos em poucos dias, e não em semanas, como se tem observado.

A conta é muito simples: quando a crise do coronavírus começou e as pessoas que puderam se viram obrigadas a ficar em casa, o tráfego na internet aumentou cerca de 40%. Basicamente todos os setores da economia diminuíram o ritmo, ao passo que o uso da rede aumentou exponencialmente.

Ora, tanta gente usando a internet só comprova que o eixo da economia – sobretudo em momentos de crise – deve ser compartilhado de maneira definitiva com os ambientes digitais, o que não combina nem um pouco com filas e mais filas em banco para sacar um único benefício.

Mas não é só isso: as vendas de pequenas e médias empresas no e-commerce aumentaram cerca de 140% em março, com destaque para os segmentos de alimentação (80%) e presentes (60%).

Já as transações virtuais, intermediadas ou não por instituições bancárias, cresceram de maneira expressiva e os aplicativos de bancos estão entre os mais baixados em tempos de isolamento.

A hora da mudança

Por um motivo muito assustador e que vai mudar a história do século 21, os modelos de negócio vão ter que enfrentar este caldeirão de ingredientes que inclui queda no poder aquisitivo das famílias, crise do varejo tradicional, desemprego e mudanças no padrão de consumo.

Como em toda crise, há espaço para a emersão de novos paradigmas positivos, como a compra consciente, o maior senso de solidariedade e o estabelecimento de negócios adaptáveis a solavancos como este.

Neste sentido, as fintechs surgem como uma possibilidade segura em função da capilaridade e do espírito democrático que se adapta a pequenas, médias e grandes empresas para chegar a cidadãos de todo tipo de perfil.

A revolução que as startups promoveram no contexto da inovação tecnológica e na rotina dos profissionais tende a se alastrar entre aqueles que:

* Precisaram fechar seus estabelecimentos físicos, mesmo que temporariamente;
* Precisaram mudar o foco de atuação, mesmo que conciliando com o anterior;
* Precisaram oferecer outras possibilidades de negócio, diante da obsolescência de produtos, processos ou serviços.

Precisa de ajuda?

A empreitada não é fácil, assim como em qualquer mudança. O FitBank nasceu preparado para ajudar empresários e empreendedores a dar poder de banco para seus negócios. Esta é a nossa vocação que, em um momento como esse, fica ainda mais evidenciada.

Junte-se ao nosso time de colaboradores que lhe darão o suporte técnico e intelectual para construir novas pontes e sair deste momento mais forte – emocional e economicamente.

Conta escrow dá segurança a médias e grandes transações

Conta escrow dá segurança a médias e grandes transações

Entre os principais fatores que inviabilizam o fechamento de alguns negócios está a insegurança de que os termos – principalmente financeiros – serão cumpridos.

É para evitar receios como esse que existe a conta escrow, altamente difundida fora do Brasil, e que aos poucos começa a ser incorporada na rotina das médias e grandes empresas brasileiras.

Como o próprio nome sugere, a conta escrow funciona como uma espécie de garantia, que dá segurança para transações de várias naturezas: aquisições e fusões de empresas, negociação de títulos, contratos, recebíveis, compras de grande montante, comércio eletrônico estabelecido com vendedores de outros países, entre outras modalidades.

O responsável pelo pagamento deposita o valor combinado nesta conta e aguarda todos os termos do contrato ser cumpridos. Após a checagem de que tudo foi atendido a contento, o intermediário responsável pela conta escrow libera o pagamento.

Este formato hoje é muito utilizado em grandes aquisições de empresas. Isso porque tais processos são lentos, e às vezes surgem novos passivos no caminho que não estavam no contrato original.

Para evitar que a adquirente herde esses passivos, o valor original do acordo fica “congelado” na conta escrow.

Mas, aos poucos, a necessidade de uma garantia é observada em outros tipos de transação.

Nas operações de recebíveis por exemplo, algumas empresas, por não depositarem seus pagamentos em contas de terceiros por compliance, depositam os valores em uma conta escrow, deixando o valor disponível para o antecipador do recebível.

Quem pode ajudar?

Cada vez mais integradas à rotina financeira das empresas no Brasil, as fintechs detêm as engrenagens necessárias para atuar como depositárias das grandes negociações.

Isso porque possuem maior inteligência tecnológica e, por conta disso, maior capacidade de acompanhamento por parte dos interessados. Em outras palavras, enquanto nos bancos o dinheiro fica retido em uma caixa preta, nas fintechs a transparência impera em todas as etapas da negociações.

No FitBank, chamamos esta funcionalidade de Smart Escrow, por conta de uma série de vantagens: a primeira delas é a garantia da neutralidade, essencial em acordos desta envergadura. A flexibilidade operacional é outra característica – por aqui, o gestor dos recursos tem total autonomia, controle e entendimento a respeito de sua rotina financeira.

A rastreabilidade e a conciliação de todos os recebíveis – sem burocracia, perda de tempo e sustos de última hora – completam o pacote de possibilidades das contas escrow.

Tudo isso com a chancela de quem já movimentou mais de R$ 2 bi em transações financeiras somente em 2019.

 

 

Síndicos, Administradoras e Condôminos: o que muda com as novas tecnologias financeiras?

Síndicos, Administradoras e Condôminos: o que muda com as novas tecnologias financeiras?

Estima-se que o mercado de administração de condomínios movimente um valor superior a R$ 60 bilhões anualmente. São mais de 6 milhões de unidades condominiais e não é difícil imaginar a criticidade da operação do dia a dia de tudo isso.

O gerenciamento de cobrança e pagamentos dessa verdadeira fortuna, por exemplo traz uma série de desafios para as administradoras de condomínios, síndicos e condôminos, tais como o acompanhamento de todas as rotinas de cobrança e pagamentos, prestação de contas e a garantia da execução do processo financeiro com agilidade e segurança.

No modelo bancário atual que carrega consigo sistemas legado há inúmeros complicadores que dificultam a operação financeira do dia a dia do mercado de administração de condomínios, um dos maiores complicadores é a assimetria de informações ocasionada pela relação entre o banco e a administradoras, impactando diretamente no dia a dia dos síndicos, administradoras e condôminos.

A administradora de condomínio é a empresa que assume a responsabilidade todo o processo de cobrança e pagamentos do condomínio, já o síndico é o responsável por todo o condomínio inclusive respondendo civil e criminalmente, sendo o síndico na maioria das vezes um indivíduo que exerce uma atividade paralela em sua vida da qual ele escolheu voluntariamente com o intuito de dedicar-se em prol do seu condomínio.

A assimetria de informações impacta diretamente na rotina destes dois agentes, no que tange a administradora a gestão financeira dos condomínios, cobrança e pagamentos ficam suscetíveis a vulnerabilidades, fraudes e processos manuais que demandam tempo e dinheiro. Inclusive, quando se trata de fraudes, o mercado imobiliário é vulnerável assim como em todos os mercados onde não há transparência nas informações, onde há margem para que pessoas mal-intencionadas se aproveitem dessa assimetria de informações para tirar proveito próprio assombrando o dia a dia de todos com golpes, fraudes, desvios e erros.

Estes fatorem também afetam diretamente a relação entre os síndicos e condôminos que por sua vez gostariam somente de ter certeza que seu patrimônio está sendo cuidado responsavelmente, com a necessária diligência que através das novas tecnologias bancárias não terá de se preocupar, pois essa situação potencialmente problemática tende a ser eliminada.

Os principais questionamentos que permeiam o mercado a administração de condomínio estão principalmente relacionados a garantia de execução dos processos relacionadas a cobranças e pagamentos como: Será que está tudo certo? Será que os pagamentos realmente foram feitos? Será que o dinheiro do condomínio está sendo bem cuidado?

Perguntas normais como essas, apesar de habituais, geram um grande stress na relação dessas três entidades. A desconfiança e a dificuldade em deixar as informações absolutamente claras acaba contaminando a relação da vasta maioria das administradoras e síndicos honestos e sérios. Eles acabam se vendo numa posição de fragilidade visto que se as informações não são claras, lembrando que sempre poderá aparecer algum condômino questionando o processo e exigindo uma comprovação que na maioria das vezes é extremamente difícil por conta da assimetria de informação, ocasionando um fator de desgaste nessa relação. E o stress pode surgir a qualquer momento.


Modelo passado

Há alguns anos atrás, a base da relação entre administradoras, síndicos e condôminos na questão financeira de pagamentos e recebimentos era a confiança e reputação, e em alguns outros casos, a desconfiança em que cada parte tenta se proteger como pode, e a relação pode ficar bastante desgastante. Mesmo estando certos em alguns casos, tanto a administradora quanto os síndicos podem demorar alguns dias para esclarecer o assunto, criando um período de desconforto para todas as partes.

Além do aspecto da assimetria de informações, a segurança também é comprometida com as metodologias do passado principalmente pelo processo de pagamentos ser manual e suscetível a falhas, fraudes e desconfianças da garantia de execução do processo como um todo.

Conexão plena com o ambiente financeiro

Dadas as tecnologias atuais, esse stress todo já não tem mais porque acontecer. A partir do momento que o ambiente financeiro está integrado ao dia a dia do condomínio, muita coisa muda.

Em primeiro lugar, a troca de arquivos com bancos é eliminada. Erros, atrasos e dificuldades com a conciliação não existem num ambiente de open banking.

As novas tecnologias permitem ainda que o síndico tenha visibilidade online dos pagamentos sendo efetuados e até mesmo autorize previamente, caso seja do interesse da administradora e/ou do síndico. Além de haver a disponibilização de extrato online, aprovação de pagamentos, visualização do documento e contratação de serviços e seguros, tudo online, na palma da mão.

Além disso, a falta de pagamento por parte do condôminos por falta de informação não irá mais ocorrer, pois além do processo normal de envio da cobrança, os condomínios passam a se valer de lembretes, e-mails, confirmações eletrônicas e até o acompanhamento da abertura dos e-mails de cobrança. Claro, a conciliação dos pagamentos é automática e com informação online.

Atividades extras como aluguel de salão de festas, churrasqueira ou até mesmo eventuais multas, podem ser realizadas diretamente de um aplicativo, de forma totalmente integrada à conta do final de mês.

Todos esses aspectos já estão revolucionando a indústria de administração de condomínios. A tecnologia já existe e está em franca expansão no mercado, levando enormes benefícios para esta indústria gerando benefícios operacionais e redução de custos oferecendo uma maior capacidade de gestão e escalonamento.

O ambiente de open banking para administradoras é a solução para a garantia de execução, segurança e agilidade no processo de gerenciamento financeiro em larga escala que permeiam o mercado imobiliário.

O futuro vai premiar os bons, e dificultar a vida daqueles que praticam atividades ilícitas. As empresas passarão a ser mais reconhecidas por todo seu trabalho, os síndicos ficarão mais confortáveis com o dia a dia, e os condôminos terão certeza da transparência na gestão dos recursos.

E então, leitor? Quer conhecer mais sobre essa prática? Entre em contato com o nosso time e conheça um pouco mais sobre o que preparamos para você.