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Soluções white label encurtam caminho no fortalecimento de marcas

Soluções white label encurtam caminho no fortalecimento de marcas

Imagine se a cada novo passo que sua empresa empreendesse fosse necessário “começar do zero”: investimentos em planejamento, tecnologia, estratégias de mercado, prospecção de clientes. Ainda bem que não é mais assim! Graças às plataformas de gestão White Label, é possível contratar estruturas, ambientes digitais e bandeiras já existentes que, ao final, receberão a “cara” da sua marca.

Uma comparação com as casas pré-fabricadas não é exagerada. Pessoas que constroem com frequência já estão habituadas com esta inovação da engenharia – por meio da qual partes fundamentais da edificação são “adquiridas” prontas, o que dá agilidade e segurança ao projeto. Depois de pronta, a casa ganha toda a personalidade do dono.

O mesmo vale para sistemas de desenvolvimento de sites na web, por meio dos quais o contratante adquire um pacote de gerenciamento e, aos poucos, dá forma à página com a identidade visual e as propostas da empresa. O cliente final, na maioria das vezes, nem percebe que o portal aproveitou-se de uma arquitetura já existente.

Por bem, o sistema de gestão White Label adota esta mesma lógica: a expertise de um modelo de negócio complexo “emprestada” para um interessado que não quer perder tempo com algo que não é de sua competência.

Como funciona?

O White Label é utilizado em várias áreas de negócio, com destaque para o marketing, o e-commerce e a gestão dos meios de pagamento.

Muito provavelmente, você já visitou esses ambientes sem nem perceber.
Pode ser útil, por exemplo, na criação de ambientes virtuais prévios para aplicativo ou de marketplaces personalizados.

Na gestão de pagamentos, o mais comum é a parceria entre a empresa e um gerenciador de recebimentos. Ao comprar o seu produto, o cliente finaliza a aquisição por meio deste ambiente, e a transação é efetivada com seu caixa sem a necessidade de intermediação bancária. Em geral, as taxas são amigáveis e o crédito é feito no mesmo dia.

Vantagens

Quando adere a uma plataforma White Label, o empreendedor se sente começando alguns passos à frente dos demais. Isso porque os desenvolvedores lhe fornecerão uma “moldura” pronta de gestão de pagamentos que será preenchida com as especificidades do seu negócio.

Bastante responsivas e intuitivas, estas soluções interagem perfeitamente com qualquer modelo de negócio – o que otimiza tempo e economiza recursos que seriam despendidos no arsenal tecnológico.

Ancoradas em soluções de segurança confiáveis e modernas, estas plataformas também diminuem a chance de fraudes e erros em um estágio bastante delicado da transação, que é o pagamento.

O cliente, por sua vez, terá uma boa experiência de compra – vale lembrar que sete em cada 10 brasileiros preferem comprar produtos online.

E qual a relação do modelo White Label com o FitBank?

Criado com o propósito de dar poder de banco às empresas, o FitBank disponibiliza toda as soluções de sua plataforma como um BaaS – Bank as a Service. Ou seja, o cliente contrata modularmente de acordo com as necessidades do negócio, e ele pode customizar o Portal e o Aplicativo com essas soluções no layout da sua empresa. A Infratech conta com um time de programadores Front End que entendem o KV (Key Visual) e replicam em uma estrutura já pré-montada, o que economiza tempo e dinheiro na ponta final.

Como empreender?

Como vimos, o white label não é apenas para quem trabalha com e-commerce ou com marketing. Você também pode criar o seu próprio ambiente “pré-fabricado” e disponibilizar em parceria para clientes que querem pular este estágio. Esse estágio mais avançado é para quem deseja criar: empresa de tecnologia aplicada à gestão financeira
.
Neste caso, a solução white label vai fornecer todo o arcabouço necessário para seu negócio – desde a viabilização do ciclo de crédito até o fornecimento da máquina de cartão, se for o caso.

O melhor de tudo? Nem vai parecer que essa solução pré-existente, porque toda a parceria é firmada com base nas particularidades do seu negócio.

E essa é uma das especialidades do FitBank, mais arrojada fintech em atividade no Brasil, sintonizada com essa e outras inovações do mundo digital aplicadas às finanças.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

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Saque sem cartão também é opção nos Terminais 24 horas

Saque sem cartão também é opção nos Terminais 24 horas

Se você aderiu ou esta pensando em aderir a uma fintech para cuidar do seu ecossistema financeiro e para ofertar soluções para seus clientes, já deve ter se perguntando: “como meu cliente pode sacar dinheiro?”. A dúvida é muito pertinente, uma vez que historicamente sempre foi necessário um cartão e uma agência para conseguir acessar a conta. Essa necessidade, como veremos neste post, é coisa do passado – uma vez que os terminais de autoatendimento 24 horas agora aceitam saques digitais (sem cartão).

Como isso funciona?

Entre suas principais características das Fintechs estão a flexibilidade das operações, que permitem o total controle das finanças sem a intermediação de um gerente ou de uma agência física.

Por estar totalmente integradas ao que há de mais moderno em segurança digital, oferecem serviços com total confiabilidade.

Com a concorrência ainda em crescimento, também têm taxas mais competitivas e que variam com menor frequência.

E, por conta da tecnologia, a grande maioria das transações pode ser feita pelo app do celular ou computador: pagamentos, transferências, depósitos, financiamentos, etc.

No entanto, apesar de seu iminente fim, o dinheiro do papel ainda é requisitado às vezes.

Aí você deve pensar em como oferecer essa solução para o seu cliente, já que convencionalmente ele precisa achar e encarar uma agência bancária, normalmente localizada nas regiões centrais, com longas filas e horários proibitivos, certo?

Errado! Estão cada vez mais disseminadas no Brasil as redes de terminais de autoatendimento 24 horas. Com convênios com as principais instituições bancárias do país, esse serviço normalmente possibilita o acesso a serviços financeiros em locais não-convencionais, como shoppings, supermercados, faculdades, postos de combustível, etc.

A maior rede de terminais possui hoje mais de 23 mil terminais, localizados em todos os estados brasileiros.

E o mais lega é que a TecBan, empresa dona dos Terminais 24 horas, além de contar com os bancos convencionais cadastrados, criou um HUB Digital, que conta hoje com uma carta de parceiros (Fintechs) que podem oferecer as soluções dos caixas para seus clientes. Uma delas é o saque digital.

O cartão – ou dinheiro de plástico – assim como seu primo mais antigo – o dinheiro de papel – deve entrar em extinção.

Isso porque as instituições mais arrojadas já estão permitindo o saque apenas com a biometria ou com QR Code: seu cliente abilita o procedimento no app do celular e apenas confirma no terminal. Normalmente, essas redes também possuem seus próprios aplicativos, que trazem a localização dos terminais mais próximos do lugar em que você está.

Tudo mais seguro, rápido e sem os riscos que todo mundo já enfrentou, como o esquecimento do cartão – que também pode quebrar ou ser furtado – ou a demora em localizar uma agência do banco com o qual mantém relacionamento. Fora os horários que são mais extensos que os caixas convencionais.

O FitBank se tornou parceiro do HUB Digital no começo de 2020 na intenção de poder oferecer mais uma solução para seus clientes que queiram oferecer esse ecossistema completo para seus clientes, tudo via API e com um time de suporte e integração completo para você se preocupar apenas em monitorar sua base.

As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

Você já deve ter se deparado com um serviço, normalmente oferecido em plataformas online, em que vários fornecedores diferentes oferecem produtos ou serviços por um preço fechado: quer seja um marketplace com diversos produtos e fornecedores diferentes, um spa com cabelereiro e massagista, ou uma rede de atendimento automobilístico com mecânicos, eletricistas e funileiros. Mesmo passando por todos esses profissionais, você paga uma única vez. Isso só é possível graças ao split na gestão de pagamentos, sobre o qual falaremos neste post e suas vantagens pro seu negócio.

O split reúne uma série de APIs que reúnem em uma mesma plataforma a gestão dos pagamentos de serviços complementares, cujo faturamento precisará ser rateado depois.

Então imagine se, ao pagar por um pacote educacional que envolve diversos colaboradores pessoas-jurídicas e, ao final, precisar pagar vários boletos diferentes. Com o split, o gestor da empresa fica desobrigado desta incumbência trabalhosa e, o cliente, paga tudo de uma única vez.

Na área da saúde, o split é cada vez mais adotado. Clínicas com multiespecialidades, por exemplo, acabam centralizando muitos profissionais e prestadores distintos, que muitas vezes são procurados em combos de serviço. O rateio manual dessas finanças na certa provocaria muita confusão e insatisfação entre os clientes, que não sabem ao certo o quanto estão pagando e para quem, e entre os profissionais que atuam nesta engrenagem, por causa das chances de erro.

Aqui, estamos basicamente falando de segurança, confiabilidade e rastreabilidade. Com a tecnologia da informação cuidando de todos os cálculos – incluindo gastos com fornecedores de cada insumo, recolhimento de impostos e distribuição de lucros – sobra tempo para cuidar do negócio propriamente dito.

Já falamos por aqui que as fintechs são a bola da vez quando o assunto é a gestão dos meios de pagamento e no caso do split não é diferente. Com propostas e taxas mais flexíveis e sistemas robustos e seguros para as transações financeiras, as empresas que aliam tecnologia e gerenciamento de finanças são as mais indicadas para atuar neste segmento.

Você deve estar pensando que um sistema desses oneraria demais a atividade financeira de sua empresa, certo?
Errado!

Com a centralidade dos meios de pagamento e posterior distribuição, as taxas eventualmente envolvidas são debitadas uma única vez, e não a conta gotas, como se cada profissional demandasse um boleto ou um pagamento via cartão. Portanto, a possibilidade de otimização de seus recursos é real e praticada cada vez mais.

Múltiplas possibilidades

Sempre gostamos de lembrar que, ao contratar uma fintech, sua primeira sensação será a de ser finalmente dono do seu dinheiro. Isso vale para a gestão dos splits de pagamento.

Você poderá estabelecer e mudar a qualquer momento a escalabilidade e a proporcionalidade de cada serviço: quais profissionais receberão em qual proporção, já descontados os gastos de cada um com insumos e outros compromissos. Se há comissões envolvidas, não se preocupe. Até isso dá para programar e desprogramar com incrível facilidade.

Vantagens

O melhor de tudo é que o cliente não irá perceber toda essa dinâmica prévia. Pelo contrário, vai apenas pagar uma vez e seguir confiando em sua atividade empresarial.

No FitBank, a cartela de pagadoria para marketplaces e outras modalidades é ainda mais vasta. Há a possibilidade de abrir contas virtuais específicas para todos os recebedores, liquidação automática para todos os envolvidos (e isso é realmente muito desejado), rastreabilidade dos pagamentos, entre outras vantagens. Na dúvida, fale com um de nossos consultores!

 

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Conta escrow dá segurança a médias e grandes transações

Conta escrow dá segurança a médias e grandes transações

Entre os principais fatores que inviabilizam o fechamento de alguns negócios está a insegurança de que os termos – principalmente financeiros – serão cumpridos.

É para evitar receios como esse que existe a conta escrow, altamente difundida fora do Brasil, e que aos poucos começa a ser incorporada na rotina das médias e grandes empresas brasileiras.

Como o próprio nome sugere, a conta escrow funciona como uma espécie de garantia, que dá segurança para transações de várias naturezas: aquisições e fusões de empresas, negociação de títulos, contratos, recebíveis, compras de grande montante, comércio eletrônico estabelecido com vendedores de outros países, entre outras modalidades.

O responsável pelo pagamento deposita o valor combinado nesta conta e aguarda todos os termos do contrato ser cumpridos. Após a checagem de que tudo foi atendido a contento, o intermediário responsável pela conta escrow libera o pagamento.

Este formato hoje é muito utilizado em grandes aquisições de empresas. Isso porque tais processos são lentos, e às vezes surgem novos passivos no caminho que não estavam no contrato original.

Para evitar que a adquirente herde esses passivos, o valor original do acordo fica “congelado” na conta escrow.

Mas, aos poucos, a necessidade de uma garantia é observada em outros tipos de transação.

Nas operações de recebíveis por exemplo, algumas empresas, por não depositarem seus pagamentos em contas de terceiros por compliance, depositam os valores em uma conta escrow, deixando o valor disponível para o antecipador do recebível.

Quem pode ajudar?

Cada vez mais integradas à rotina financeira das empresas no Brasil, as fintechs detêm as engrenagens necessárias para atuar como depositárias das grandes negociações.

Isso porque possuem maior inteligência tecnológica e, por conta disso, maior capacidade de acompanhamento por parte dos interessados. Em outras palavras, enquanto nos bancos o dinheiro fica retido em uma caixa preta, nas fintechs a transparência impera em todas as etapas da negociações.

No FitBank, chamamos esta funcionalidade de Smart Escrow, por conta de uma série de vantagens: a primeira delas é a garantia da neutralidade, essencial em acordos desta envergadura. A flexibilidade operacional é outra característica – por aqui, o gestor dos recursos tem total autonomia, controle e entendimento a respeito de sua rotina financeira.

A rastreabilidade e a conciliação de todos os recebíveis – sem burocracia, perda de tempo e sustos de última hora – completam o pacote de possibilidades das contas escrow.

Tudo isso com a chancela de quem já movimentou mais de R$ 2 bi em transações financeiras somente em 2019.

 

 

A otimização do Business Planpara Fintechs

A otimização do Business Plan
para Fintechs

Já expusemos em um post anterior por que 2020 tem tudo para ser o ano das fintechs no Brasil.

Questões ligadas às inovações tecnológicas, como o leilão do 5G, e aos marcos regulatórios, como a regulamentação do open banking, contribuem para a consolidação das empresas de tecnologia financeira.

Mais do que isso, a cena econômica tende a ser um importante agente catalisador destes empreendimentos.

Por conta destes e de outros fatores, a quantidade de fintechs também deve aumentar no Brasil – seguindo a tendência que coloca o país entre as principais incubadoras de empresas do setor na América Latina.

Porém, antes de se aventurar por este segmento, é necessário ter em mente algumas recomendações essenciais para montar seu business plan.

Se em empresas convencionais o plano de negócios já é necessário, em firmas tão dinâmicas e flexíveis como as fintechs, a definição de metas e estratégias se mostra indispensável.

Portanto, existem alguns fatores-chave indispensáveis para se otimizar um business plan sem riscos problemas de natureza financeira ou legal.

A quem se destina?

Básico em qualquer plano de negócios, o delineamento do público-alvo é indispensável. Não é necessário elaborar nada muito taxativo (como gênero ou faixa etária, por exemplo), mas algum perfil médio de cliente é desejável.

Uma boa pesquisa de mercado ou indicadores estatísticos oficiais podem ser um bom aliado.

Se o investimento é circunscrito a uma cidade, região metropolitana ou a uma região específica, o portal do IBGE pode ajudar.

O que não dá é para canalizar todo seu investimento e sua energia para um projeto muito genérico – mesmo porque a cena fintech ainda não é totalmente conhecida por todo o público consumidor.

Quem está no jogo?

Um bom mapeamento a respeito da concorrência também é essencial. A ideia aqui não é ocupar espaços já preenchidos ou elaborar estratégias de migração de clientela, mesmo porque – acredite – há mais demanda do que gente prestando serviços de tecnologia financeira no Brasil. Em outras palavras, há espaço para todo mundo.

De todo modo, entender como os concorrentes se comportam e quais serviços prestam ajudam a ter uma ideia de quais atividades você poderá desenvolver, principalmente se estiver começando.

O Finnovation, primeiro blogue de fintechs no Brasil, traz um bom panorama deste cenário.

Regulamentação

Apesar de mais flexíveis que as instituições bancárias, as ações desempenhadas pelas empresas de inovação financeira não são desprovidas de regras. O Banco Central é o responsável por avalizar as empresas que podem oferecer serviços financeiros fora do sistema bancário e com quais condições.

Leis e normas paralelas, como a lei de proteção de dados – por exemplo, também devem ser compreendidas para auxiliar na definição da carta de serviços que será oferecida e a partir de quais suportes da tecnologia da informação.

Visibilidade

O Brasil ainda não completou o processo conhecido por revolução digital. Marcado por inúmeras desigualdades e uma imensa burocracia, o país ainda mantém processos analógicos que irradiam na mentalidade de muitos empresários.

Por isso, muita gente desconhece ou tem medo de instituições e serviços não-bancários.

Em razão deste cenário, jamais desprestigie o marketing de seu business plan. Fazer-se conhecido e apresentar os serviços de maneira transparente, objetiva e atraente é essencial para obter algum protagonismo.

Oferta

É melhor oferecer poucos serviços de maneira competente e segura do que muitos serviços em descompasso com a envergadura de suas receitas e de seu modelo de negócios. Nessa hora, firmar parcerias com outras fintechs e operadoras pode ser uma boa forma de começar sem parecer que está saindo do zero. Nesse cenário, o FitBank ajuda as empresas e Fintechs com soluções de gestão de pagamento já prontas e customizáveis para cada regra de negócio. Com sua plataforma robusta e na nuvem, entrega valor ao automatizar a tesouraria das empresas e criar ecossistemas completos da onde a empresa pode tirar proveito.

Esses são fatores essenciais que qualquer business precisa para ter a maturidade necessária para agregar musculatura a sua fintech. Lembre-se sempre de que uma boa ideia, sem planejamento, tem todos os ingredientes para não sair do lugar – e não é isso que você quer, não é mesmo?

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

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Automatize a tesouraria da sua empresa e deixe o mundo analógico

Automatize a tesouraria da sua empresa e deixe o mundo analógico

Como pessoas físicas, já nos habituamos a usar diferentes meios de pagamento, sem nos darmos conta de que abandonamos o dinheiro em espécie há muito tempo.

Exemplos muito conhecidos são os pagamentos via cartão de crédito e débito, sistemas de passagem livre pelos pedágios, que também valem para estacionamentos de shoppings e redes de fast food, transações via QR Code e caminhando para o pagamento instantâneo, projeto liderado pelo Banco Central que será implementado em 2020.

Se no dia-a-dia esses procedimentos alternativos já são tão comuns na rotina dos cidadãos, por que não apostar em modelos de gestão de pagamento automatizadas para as empresas?

Neste post, você conhecerá os principais benefícios de cada um deles e poderá abandonar de vez o mundo analógico na gestão de suas finanças. A ideia aqui, claro, é acelerar o roadmap da sua empresa, sempre com o propósito de otimizar tempo, recursos humanos e investimentos.

Como funciona?

Se até hoje sua empresa não aderiu a nenhuma automação da gestão de pagamentos, provavelmente ela funcione assim: os departamentos gerenciam suas despesa e receitas utilizando sistemas que não “conversam” com os bancos, ou então o fazem de maneira analógica, o que torna o processo moroso, caro e passíveis de erros.

Agora, imagine realizar todas as transações em um único ambiente de forma totalmente automatizada, escalável e sem a necessidade de fazer a conciliação ou ter que esperar os processos de liquidação bancários da forma atual como são realizadas.

Essa é a ideia de uma boa gestão de meios de pagamento, que dá maior flexibilidade, segurança, redução de custos e autonomia, proporcionando mais tempo e recursos para focar na atividade principal das empresas.

Tipos de serviço de gestão de meios de pagamentos

O FitBank oferece uma plataforma robusta e escalável que foi projetada para se adaptar as regras de negócios de cada cliente, oferecendo assim serviços altamente customizados dentro das necessidades financeiras.

A ideia é poder ajudar as empresas, que ficam sempre reféns das altas taxas dos bancos convencionais, a automatizar a gestão financeira /administrativa e monetizar em cima do ecossistema existente (funcionários, colaboradores, terceirizados, cooperados etc.)

Além da automação, também oferecemos serviços de pagadoria digital, emissão de boletos, smart escrow e integramos nossa plataforma via API nos ERPs já em uso nas companhias.

“Hoje, para as empresas, as transações financeiras ainda são muito analógicas, geram custo e envolvem diversos processos manuais que burocratizam o processo. O propósito do Fitbank é levar automação, segurança e tecnologia a fim de endereçar essas questões” diz Guilherme Meibak, diretor comercial do Fitbank.

Quais as vantagens?

O sistema bancário convencional, embora bastante seguro, é marcado pela inflexibilidade em suas transações.

De um modo geral, a cesta de serviços oferecida por cada instituição é limitada ao perfil de cada investidor ou empreendedor – e normalmente a autonomia e a resolutividade só são oferecidas a carteiras consideradas muito altas, com padrões de rentabilidade que destoam do perfil da maior parte dos correntistas.

Por causa disso, qualquer mudança nos serviços ou nas taxas requerem uma longa conversa com gerentes de relacionamento, o que atrasa a vida dos gestores.

Por meio da automação financeira, a empresa cria um atalho neste processo, porque as fintechs tem em seu core de atuação essas questões, proporcionando a melhor opção para cada tipo de cliente.

Em tempos de revolução digital, está mais do que na hora de não ser mais encarado como apenas mais um número no mundo financeiro – e sim utilizar transações ao nosso favor, criando receita e diminuindo erros operacionais.