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Automatize sua tesouraria e gaste tempo com o que importa

Automatize sua tesouraria e gaste tempo com o que importa

Empresas de médio e grande portes já perceberam que os serviços de tesouraria são os mais delicados: erros nesta área são considerados muito prejudiciais para o negócio e, ao mesmo tempo, é muito oneroso manter um departamento com profissionais voltados a todas as atividades – lançamentos fiscais, obrigações tributárias, folha de pagamento, controle de recebíveis… Já pensou em automatizar tudo isso?

Se você é mais conservador, talvez não tenha levado em conta as possibilidades da automatização de tesouraria, mas muito provavelmente já cotou com um ou dois escritórios o valor para terceirizar sua assessoria contábil.
Percebe a incoerência?

Em vez de entregar estes procedimentos de maneira rápida, segura e escalável para softwares programados de acordo com suas exigências, você prefere entregá-los para uma outra empresa fazê-los. Lá, as chances de erros também existem e os custos operacionais tendem a aumentar.

Este post tenta desmistificar alguns preconceitos a respeito da automatização de tesouraria. Vamos aos principais:

“Perderei controle sobre meu dinheiro”
Muito pelo contrário.

As fintechs dispõem hoje de softwares robustos e intuitivos que dão mais autonomia ao empresário, aos gestores e aos colaboradores. Em outras palavras, dão poder de banco para sua empresa.

Em vez de dar a folha de pagamento aos cuidados de um banco, por exemplo, agora a folha pode estar em seu poder e, melhor, com aplicativos em que os funcionários monitoram os lançamentos em tempo real.

Um bom sistema de tesouraria digital pode lhe permitir antecipar recebíveis, controlar outros pagamentos e até ordenar as notas fiscais – uma das tarefas mais trabalhosas.

“A automatização sairá caro”
Outro mito.

Entre o custo da implementação do sistema em si e o fim das perdas por erros humanos e/ou materiais, a estimativa é de economia de recursos da ordem de 20% a 25% já nos primeiros meses de automatização.

A lógica é simples: os profissionais que hoje estão dedicados a serviços burocráticos e obrigações fiscais poderão ocupar outras funções – ou o departamento poderá ser otimizado.

Ao mesmo tempo, o sistema irá alertá-lo de maneira escalável e integrada a suas movimentações financeiras sobre o melhor destino para cada recurso e a possibilidade de novos investimentos. É praticamente um serviço de consultoria, só que permanente e custeado uma vez só.

“Terei que automatizar tudo”
Não é bem assim.

Como dissemos, é possível modernizar somente a folha de pagamento, por exemplo, ou criar um próprio sistema financeiro para seus colaboradores e fornecedores, sem levar todos os setores para a transformação digital. Se uma das áreas de sua empresa funciona muito bem sem a automatização – como o setor de compras – não é preciso universalizar toda a migração e sim fazê-la de maneira compartimentalizada.

“Será muito difícil entender como o sistema funciona”
Não é verdade.

A programação será feita de acordo com a sua necessidade, adequando-a ao perfil dos profissionais que vão trabalhar com a alimentação dos dados.

Ah, e por falar em dados, chega de ocupar tanto espaço com papel e arquivos – os documentos ficarão digitalizados em nuvem e por muito mais que os “cinco anos” que as empresas adotam por precaução.

Desmistificados todos esses preconceitos, prepara-se para aumentar seu vocabulário quando o assunto for a tesouraria da sua empresa.

A partir de então, você passará a trabalhar apenas com certificados digitais que validam processos digitalmente; também lidará com robôs que encurtam e otimizam caminhos, os Robotic Process Automation (RPA); sua empresa poderá antecipar eventos que costumavam tirar o fluxo de caixa do rumo, por meio de algoritmos que mapeiam o perfil de consumo e entradas; terá ainda condições de atuar com blockchain e smart contracts – contratos inteligentes e imutáveis que são armazenados de maneira criptografada.

Só viu vantagens?

Pois é, o FitBank, fintech líder na automatização de tesouraria e gestão de meios de pagamento no Brasil, conhece bem esse novo ecossistema, e pode ajudar sua empresa a entrar de vez na revolução digital. Seus consultores estão prontos para apresentar o melhor plano a pequeno, médio e longo prazos e que, ao final, lhe permitirá gastar mais tempo com o que realmente importa: as estratégias para ver seu negócio crescer.

Plataformas de Crowdfunding e as soluções de pagamento!

Plataformas de Crowdfunding e as soluções de pagamento!

O crowdfunding, ou popularmente conhecido como “vaquinha virtual”, tem esse apelido assim no diminutivo apenas porque esta é a forma como conhecemos a arrecadação coletiva de fundos.

Mas esta modalidade de financiamento coletivo já é um gigante que movimenta milhões de reais todos os anos. Se você está interessado em criar uma plataforma de crowdfunding, conheça algumas soluções de pagamento que podem te ajudar.

Antes, vamos entender melhor como o crowdfunding funciona.

No crowdfunding tradicional, o interessado em arrecadar fundos para uma meta pessoal ou um projeto coletivo “hospeda” a sua empreitada em um portal, e divulga sua iniciativa, normalmente pelas redes sociais e mídias digitais.

Os cidadãos que querem colaborar com aquela iniciativa entram no site e fazem o depósito – a maior parte do dinheiro vai para o interessado e uma comissão fica com o portal que hospedou o crowdfunding.

E temos o chamado crowdfunding de investimentos, que é uma modalidade um pouco mais complexa, mas que é muito confundida com a anterior porque também se trata de uma coleta coletiva de recursos.

No crowdfunding de investimentos, empresas de pequeno e médio portes oferecem seus papéis para eventuais investidores, sem necessidade de registro e exclusivamente por meio de plataformas eletrônicas. As empresas que querem aderir a esta modalidade podem captar até R$ 5 milhões.

No ano passado, esse tipo de transação movimentou quase R$ 80 milhões, em um crescimento observado de 71% com relação ao exercício anterior. Os dados são da empresa de consultoria Crowdfunding Group (CFG).

Apesar de bastante difundido, o movimento é recente e no Brasil ganhou musculatura apenas na última década.

Uma das primeiras pesquisas que traçaram o perfil deste segmento foi o levantamento “Retratos do Financiamento Coletivo no Brasil”, elaborado pelo Catarse e pela Chorus, em 2014.

A pesquisa observou que quase a metade dos entrevistados já tinham ouvido falar de crowdfunding, mas os dados mais reveladores diziam respeito à finalidade dos projetos:

* 52% das vaquinhas coletivas se destinavam a projetos artísticos e culturais independentes;

* 41% eram voltados para projetos ambientais ou com viés social, que engajam as comunidades em ações voltadas para o bem comum;

* 24% tinham como objetivo viabilizar pequenos negócios, ou seja, tinham viés empreendedor.


A criação de portais específicos para a arrecadação de dinheiro acabou se tornando um nicho importante dentro dos ambientes digitais.

Hoje já são dezenas de pequenas, médias e grandes empresas que operacionalizam estas empreitadas coletivas. O número de vaquinhas online também cresceu, sobretudo em decorrência da crise econômica advinda da pandemia de coronavírus.

Uma das grandes dificuldades que os interessados enfrentam, no entanto, é a criação de sistemas completos, seguros e rápidos de arrecadação, que garantam confiabilidade de ponta a ponta, e sem gastar muito. É aí que entram as soluções de pagamento.

O FitBank é uma fintech com forte presença no mercado de pagadoria, com soluções inteligentes e personalizadas.

Por meio dos serviços de pagadoria, você terá condições de conciliar seus recebíveis, independentemente da forma escolhida para doação por parte dos participantes do crowdfunding, com controle total sobre os fluxos de pagamento.

O Smart Split é outra funcionalidade importante: suponha que a arrecadação tenha como objeto duas finalidades distintas, que receberão porcentuais diferentes das doações. Nesse caso, é possível atrelar os recebíveis de maneira específica, honrando o compromisso com todos os participantes da vaquinha digital.

O FitBank também dá poder de banco para sua empresa e oferece sistemas para quem está interessado em ter sua própria fintech.

Já pensou em ter seu próprio portal de recebimento de doações coletivas?

O FitBank está apto para oferecer os sistemas e as soluções de pagadoria de que você precisa!

Raio-x das instituições de pagamento: o que são, como funcionam e quais as vantagens

Raio-x das instituições de pagamento: o que são, como funcionam e quais as vantagens

Regulamentadas pelo Banco Central, as instituições de pagamento oferecem serviços muito semelhantes aos dos bancos e das operadoras de cartão de crédito, com exceção dos financiamentos e outras atividades exclusivas do sistema bancário.

Neste post, falaremos mais sobre estas instituições que já ganharam o gosto de muitos clientes que buscam facilidade, rapidez e segurança na hora de realizar pequenas e grandes transações.

Por definição do próprio BC, as instituições de pagamento estão divididas em três grandes categorias:

* Emissor de moeda eletrônica;

* Emissor de instrumento de pagamento pós-pago;

* Credenciador;


Uma empresa pode estar autorizada a operar em uma ou mais dessas categorias, e você já deve estar bem familiarizada com algumas delas – fintechs ou empresas de outros ramos que atuam na gestão de pagamento sem estar ligadas ao sistema bancário.

Emissor de moeda eletrônica

Estas instituições gerenciam contas de pagamento pré-pago, cujo valor deve ser depositado previamente. São os casos dos cartões de vale-refeição ou dos cartões pré-pagos em moeda nacional.

No primeiro caso, o valor é depositado pelo empregador ou responsável pelo benefício, e, no segundo, pelo próprio usuário.

Emissor de instrumento de pagamento pós-pago

Esse sistema utiliza a mesma lógica do cartão de crédito, gerenciando uma conta de pagamento pós-paga, na qual os recursos são depositados para honrar compromissos já assumidos.

Instituições de pagamento que atuam nesta modalidade podem até estar atreladas ao cartão de crédito do cidadão: o usuário faz a compra utilizando a instituição de pagamento (pelo app do celular, por exemplo), vinculando o compromisso a seu cartão de crédito.
As vantagens?

O usuário pode participar de clubes de descontos, programas de milhas ou até dividir a conta com um amigo, por exemplo.

Credenciador

Neste caso, a instituição não gerencia a conta de pagamento, e sim habilita estabelecimentos comerciais para aceitar o instrumento de pagamento. São os casos das empresas que oferecem “maquininhas” para aceitar cartões de débito e crédito, por exemplo.

Nos três casos, é necessário que a instituição de pagamento tenha aderido a um arranjo de pagamento.

É preciso ainda viabilizar a materialidade da transação, ou seja, oferecer algum tipo de dispositivo ou documento para amparar a compra: cartões, boletos ou aplicativos do celular. No caso dos cartões, a transação só se efetiva por meio de um instituidor do arranjo, que é a famosa “bandeira do cartão”.

O FitBank é uma instituição de pagamento que apresenta diversas soluções de pagadoria, incluindo a disponibilização de cartões para o seu negócio. Conheça mais os nossos serviços e entenda por que o FitBank é uma das instituições mais reconhecidas em seu ramo de atuação no Brasil.

Como turbinar seu marketplace com soluções financeiras para enfrentar a crise

Como turbinar seu marketplace com soluções financeiras para enfrentar a crise

Em meio a um cenário de tamanha incerteza criada pela pandemia do coronavírus, profissionais que trabalham com comércio eletrônico se veem divididos entre os dois lados da moeda.

De um lado, um tsunami que abalou as economias do mundo inteiro e vem mudando de maneira exponencial os padrões de consumo. De outro, o crescimento do e-commerce, catapultado pelas medidas de distanciamento social.

Esse antagonismo nos leva a uma necessidade de reação: é preciso, sim, se preocupar com o futuro do próprio negócio e buscar alternativas para sobreviver depois da crise. Ao mesmo tempo, é necessário se apropriar deste novo padrão de compra e venda para dar mais musculatura à sua vitrine digital: o marketplace.

Estima-se que quando a pandemia acabar, o “novo normal” levará em conta o protagonismo das transações online.

Comerciantes perceberam que as vendas pela internet podem ser mais rentáveis, diante da economia de recursos antes empregados na loja física. E consumidores também identificaram neste nicho uma possibilidade mais confortável e segura de fazer compras.

Não se trata do fim do comércio presencial (longe disso!), mas de uma conciliação definitiva entre os dois modelos.
Portais de venda que já estavam consolidados registram altas nas transações – nos dados mais recentes, o e-commerce cresceu mais de 200% no mundo todo.

Já os martketplaces menos estruturados começaram a investir em novos serviços para obter sua fatia neste mercado.
Uma das primeiras providências têm sido a ampliação da carta de fornecedores. Como sabemos, uma das premissas deste serviço é a oferta de produtos de vários vendedores, a fim de diversificar os itens oferecidos e os preços.

Compra feita e… É chegada a hora de dividir os lucros da venda e o porcentual que cabe ao marketplace.

Nessa hora, um serviço eficiente de split de pagamentos garante a divisão correta do porcentual de cada um, em tempo real e sem a necessidade de intermediadores. O consumidor faz a compra em seu site (muitas vezes sem nem perceber que são fornecedores diferentes) e, com o pagamento autorizado, o valor é dividido entre todos os responsáveis pela mercadoria e pela entrega.

A vantagem do split é que você passa a ter absoluto controle sobre as transações, o material em estoque dos fornecedores e o valor devido a cada um.

Isso elimina uma cena muito desagradável e ainda comum no comércio eletrônico: o consumidor efetua a compra e descobre, alguns dias depois, que o item está indisponível. Daí começa uma longa saga para cancelar o pagamento e, com certeza, no seu marketplace esse usuário não “pisa” mais.

Cadeia de venda

Observe que as melhores avaliações de lojas eletrônicas nas redes sociais, em geral, são para aquelas que conseguem garantir uma boa cadeia de venda: usabilidade do portal, honestidade no fornecimento de dados básicos sobre o produto, facilidade para concretização da compra, rastreabilidade confiável dos produtos e entrega no prazo prometido.

É preciso, portanto, investimentos em toda essa cadeia.

A usabilidade do portal, por exemplo, pode ser garantida com os sistemas de gestão de pagamento do FitBank, fintech líder neste segmento no Brasil e que há mais de 15 anos atua no gerenciamento de pagadoria. Isso também incide sobre a facilidade para concretização da compra.

A boa arquitetura do marketplace, por outro lado, pode ser garantida com um eficiente investimento em marketing.

Portais muito poluídos ou que não organizam adequadamente seus produtos têm menos confiabilidade e passam a impressão de amadorismo. Já sites organizados e intuitivos provocam boa impressão e rendem mais cliques.

Como vimos, medidas simples podem transformar seu marketplace em um portal eficiente de compra e venda, capaz de sair dessa crise mais forte do que entrou e sinalizando para um futuro próximo, em que comércio presencial e online estão mais integrados do que nunca.

Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Quem acompanha o mercado financeiro sabe o quanto o mundo dos investimentos e das aplicações é temperamental. Disputas comerciais, entraves políticos, crises corporativas – qualquer evento de maior ou menor relevância é capaz de mudar o “humor” do mercado. A pandemia de coronavírus, no entanto, não provoca apenas uma oscilação de humor, e sim um trauma sem precedentes recentes.

Razões não faltam. Do ponto de vista social e humanitário, o surto já provocou milhares de mortes e pôs em colapso os sistemas de saúde de países ricos, em desenvolvimento e pobres.
Do ponto de vista econômico, as medidas de isolamento frearam a atividade econômica em todas os setores produtivos: indústria, serviços, comércio, turismo, transportes, entre outros que já começam a perceber o ambiente de estagnação inédito até aqui.

O mais preocupante é que, diferentemente de crises anteriores, esta é marcada por total imprevisibilidade: é muito difícil saber quando isso tudo vai acabar. Esta interessante reportagem do The New York Times, a propósito, especula sobre isso.
De todo modo, investidores e analistas do mercado financeiro já fazem suas projeções sobre como será este segmento no mundo pós-covid.

Uma das certezas é de que, neste momento, não faz muito sentido resgatar valores aplicados em ações, porque a depreciação é gigantesca e o investidor certamente perderá dinheiro.

Passada a crise, será necessário avaliar o comportamento de cada papel para identificar quais continuarão promissores e quais deixarão de ser rentáveis.

Por enquanto, as maiores baixas são nos setores de turismo, óleo e gás, mineração, veículos, companhias aéreas e informáticas.

As maiores altas se dão entre as empresas de e-commerce e insumos de saúde.  A esta altura, qualquer indicação é puro exercício de futurologia.

É provável, inclusive, que os investimentos migrem de perfil em decorrência dos sobressaltos provocados pelo coronavírus. Investidores mais audaciosos – que até podem ter aproveitado o momento para comprar ações – podem aportar mais recursos em frentes mais conservadoras, como as de renda fixa.

Quem já tem um perfil consumidor deve manter uma certa distância controlada do mercado de ações – de preferência com uma carteira diversificada.

Há ainda questões conjunturais a se considerar.

A política de juros baixos, que ajudou a conter a inflação, é considerada necessária, mas possui implicações. A inflação muito baixa provoca pouca oscilação de preços e desestimula o consumo.

Associada a um cenário de baixa procura por itens secundários, esta opção tende a desaquecer ainda mais o comércio e a atividade industrial, provocando mais retração e desemprego. Ainda assim, é provável que os juros caiam ainda mais nos próximos meses, renovando sucessivos recordes negativos.

A vez das fintechs

O mundo pós-covid deve acentuar o crescimento das fintechs – empresas de tecnologia aplicada às finanças. Com maior capilaridade e potencial para chegar a público desbancarizado, estas empresas oferecem poder de banco com juros mais baixo e menos burocracia, além de agilizar o acesso a crédito e fazer chegar dinheiro e lugares mais remotos.

Durante a pandemia, as particularidades das fintechs foram ressaltadas por especialistas em finanças, que entendem que a estrutura anacrônica das instituições financeiras não combinará mais com uma sociedade reformulada nas bases do consumo consciente e na busca por respostas ágeis erigida a partir da pandemia.

A busca por soluções para esta crise passa pela ciência e por esforços conjuntos de gestores e do setor produtivo. De um lado, o protagonismo necessário da luta pela vida e pelo respeito à dignidade das pessoas. Em paralelo, estão as saídas econômicas para fortalecer a geração de emprego, renda e investimentos quando tudo acabar.

Se ainda não se sabe quando será o fim da pandemia, algo já é certo: nada será como antes no mercado financeiro, e pavimentar uma transição segura é uma necessidade de primeira ordem.

Conheça as vantagens de ter domínio sobre os meios de pagamento

Conheça as vantagens de ter domínio sobre os meios de pagamento

Se o comércio eletrônico já sinalizava ser uma tendência irreversível, por razões conjunturais se tornou o protagonista nas transações comerciais mundo afora.

A pandemia de coronavírus colocou a maior parte das pessoas em casa, e boa parte das aquisições passou a se dar no ambiente digital.

Até os supermercados – que puderam continuar abertos – registraram aumento de mais de 80% em vendas fechadas pela internet, de acordo com a Associação Paulista de Supermercados (Apas).

Profissionais cujos negócios se resumiam às dependências físicas precisaram inovar para continuar no mercado – e a criação de lojas virtuais acabou se tornando inevitável, quer seja na forma de e-commerce, quer seja na forma de marketplace.

Nesta hora, surge a dúvida: como garantir que o cliente feche o negócio e complete a compra, ali mesmo, com rapidez e segurança?

A melhor resposta seguramente é: com o próprio sistema de gestão de meios de pagamento.

Com uma plataforma própria de gerenciamento de compras, vendas e recebimento, o empreendedor tem menos preocupação com fraudes, desistências, inconsistência de dados e falhas na finalização da venda.

As líderes no e-commerce já dispõem de modelos assim há muito tempo – o cliente enche o “carrinho”, informa os dados, paga por meio de cartões, boletos, milhas ou outra forma de pagamento e – pronto – é só esperar a entrega.

No entanto, pequenas marcas e até comerciantes autônomos começaram a perceber que esta facilidade não precisava ser um luxo das grandes.

Um bom sistema de gestão de meios de pagamento pode custar pouco, principalmente quando comparado aos ganhos reais que a empresa passa a ter e, principalmente, às perdas que ela deixa de auferir.

Vamos conhecer as principais vantagens:

1. Ar profissional – Na internet, qualquer sinal de amadorismo é prontamente banido pelo usuário, cada vez mais atento a conteúdos de qualidade e a sites que vendem produtos enganosos.
Nesse sentido, um portal de vendas que não disponha de um sistema de gestão de pagamentos soa amador, fraudulento. Ou seja, a adoção de um próprio sistema, integrada ao ERP, dá ares profissionais ao negócio.

2. Checkout na própria página – Essa é uma das principais vantagens. Todo mundo que usa a internet sabe que a atenção nunca está direcionada a uma coisa só.
Várias abas abertas, publicidades e notificações competem tempo e atenção do usuário.

Se o comprador precisa migrar de ambiente para completar a compra, as chances de desistência aumentam e o índice de conclusão da aquisição despenca até pela metade. O checkout na própria página incentiva a conclusão da compra.

3. Rapidez – Ninguém deveria comprar por impulso, mas hoje já se sabe que as aquisições feitas em ambientes digitais não levam em conta tantos fatores como nas compras presenciais. Mesmo que o hábito de “dar uma olhadinha” se mantenha na internet, o tempo empreendido para uma aquisição é menor, sobretudo quando o comprador já sabe o que quer.
Um sistema próprio de gestão de pagamentos torna a venda mais rápida, sobretudo em plataformas em que o usuário só precisa informar os dados uma vez.

4. Versatilidade – Aficionados por cartões, conservadores adeptos do boleto, colecionadores de milhas, clientes de apps de cashback e outros perfis de comprador: ao adotar o próprio sistema de aceite de pagamentos, o empreendedor atende a todos os públicos.
No caso dos cartões, em geral são aceitas todas as bandeiras. Os boletos bancários registrados são emitidos e, não raramente, com taxas mais competitivas.

5. Menos fraudes – Tudo o que vendedores e compradores não precisam, sobretudo em um momento como o que estamos vivendo, é perder tempo resolvendo fraudes: roubo de dados, compras realizadas ou canceladas indevidamente, entre outros entraves.
Os sistemas de gestão de pagamentos atuais são dotados de rigorosas configurações de segurança.
O cliente informa apenas os dados necessários e a privacidade é assegurada de ponta a ponta, por meio de sistemas modernos que adotam dados criptografados.

Se você tem dúvidas de como gerenciar seus recebimentos, o FitBank pode te ajudar.

Com produtos voltados especificamente para quem pretende cuidar do próprio ambiente de pagamentos, a fintech é especializada em prover o cliente de sistemas e recursos adicionais, como o split de pagamentos (divisão entre fornecedores), a antecipação e a conciliação de recebíveis e o suporte em tempo integral.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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