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As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

Você já deve ter se deparado com um serviço, normalmente oferecido em plataformas online, em que vários fornecedores diferentes oferecem produtos ou serviços por um preço fechado: quer seja um marketplace com diversos produtos e fornecedores diferentes, um spa com cabelereiro e massagista, ou uma rede de atendimento automobilístico com mecânicos, eletricistas e funileiros. Mesmo passando por todos esses profissionais, você paga uma única vez. Isso só é possível graças ao split na gestão de pagamentos, sobre o qual falaremos neste post e suas vantagens pro seu negócio.

O split reúne uma série de APIs que reúnem em uma mesma plataforma a gestão dos pagamentos de serviços complementares, cujo faturamento precisará ser rateado depois.

Então imagine se, ao pagar por um pacote educacional que envolve diversos colaboradores pessoas-jurídicas e, ao final, precisar pagar vários boletos diferentes. Com o split, o gestor da empresa fica desobrigado desta incumbência trabalhosa e, o cliente, paga tudo de uma única vez.

Na área da saúde, o split é cada vez mais adotado. Clínicas com multiespecialidades, por exemplo, acabam centralizando muitos profissionais e prestadores distintos, que muitas vezes são procurados em combos de serviço. O rateio manual dessas finanças na certa provocaria muita confusão e insatisfação entre os clientes, que não sabem ao certo o quanto estão pagando e para quem, e entre os profissionais que atuam nesta engrenagem, por causa das chances de erro.

Aqui, estamos basicamente falando de segurança, confiabilidade e rastreabilidade. Com a tecnologia da informação cuidando de todos os cálculos – incluindo gastos com fornecedores de cada insumo, recolhimento de impostos e distribuição de lucros – sobra tempo para cuidar do negócio propriamente dito.

Já falamos por aqui que as fintechs são a bola da vez quando o assunto é a gestão dos meios de pagamento e no caso do split não é diferente. Com propostas e taxas mais flexíveis e sistemas robustos e seguros para as transações financeiras, as empresas que aliam tecnologia e gerenciamento de finanças são as mais indicadas para atuar neste segmento.

Você deve estar pensando que um sistema desses oneraria demais a atividade financeira de sua empresa, certo?
Errado!

Com a centralidade dos meios de pagamento e posterior distribuição, as taxas eventualmente envolvidas são debitadas uma única vez, e não a conta gotas, como se cada profissional demandasse um boleto ou um pagamento via cartão. Portanto, a possibilidade de otimização de seus recursos é real e praticada cada vez mais.

Múltiplas possibilidades

Sempre gostamos de lembrar que, ao contratar uma fintech, sua primeira sensação será a de ser finalmente dono do seu dinheiro. Isso vale para a gestão dos splits de pagamento.

Você poderá estabelecer e mudar a qualquer momento a escalabilidade e a proporcionalidade de cada serviço: quais profissionais receberão em qual proporção, já descontados os gastos de cada um com insumos e outros compromissos. Se há comissões envolvidas, não se preocupe. Até isso dá para programar e desprogramar com incrível facilidade.

Vantagens

O melhor de tudo é que o cliente não irá perceber toda essa dinâmica prévia. Pelo contrário, vai apenas pagar uma vez e seguir confiando em sua atividade empresarial.

No FitBank, a cartela de pagadoria para marketplaces e outras modalidades é ainda mais vasta. Há a possibilidade de abrir contas virtuais específicas para todos os recebedores, liquidação automática para todos os envolvidos (e isso é realmente muito desejado), rastreabilidade dos pagamentos, entre outras vantagens. Na dúvida, fale com um de nossos consultores!

 

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Conta escrow dá segurança a médias e grandes transações

Conta escrow dá segurança a médias e grandes transações

Entre os principais fatores que inviabilizam o fechamento de alguns negócios está a insegurança de que os termos – principalmente financeiros – serão cumpridos.

É para evitar receios como esse que existe a conta escrow, altamente difundida fora do Brasil, e que aos poucos começa a ser incorporada na rotina das médias e grandes empresas brasileiras.

Como o próprio nome sugere, a conta escrow funciona como uma espécie de garantia, que dá segurança para transações de várias naturezas: aquisições e fusões de empresas, negociação de títulos, contratos, recebíveis, compras de grande montante, comércio eletrônico estabelecido com vendedores de outros países, entre outras modalidades.

O responsável pelo pagamento deposita o valor combinado nesta conta e aguarda todos os termos do contrato ser cumpridos. Após a checagem de que tudo foi atendido a contento, o intermediário responsável pela conta escrow libera o pagamento.

Este formato hoje é muito utilizado em grandes aquisições de empresas. Isso porque tais processos são lentos, e às vezes surgem novos passivos no caminho que não estavam no contrato original.

Para evitar que a adquirente herde esses passivos, o valor original do acordo fica “congelado” na conta escrow.

Mas, aos poucos, a necessidade de uma garantia é observada em outros tipos de transação.

Nas operações de recebíveis por exemplo, algumas empresas, por não depositarem seus pagamentos em contas de terceiros por compliance, depositam os valores em uma conta escrow, deixando o valor disponível para o antecipador do recebível.

Quem pode ajudar?

Cada vez mais integradas à rotina financeira das empresas no Brasil, as fintechs detêm as engrenagens necessárias para atuar como depositárias das grandes negociações.

Isso porque possuem maior inteligência tecnológica e, por conta disso, maior capacidade de acompanhamento por parte dos interessados. Em outras palavras, enquanto nos bancos o dinheiro fica retido em uma caixa preta, nas fintechs a transparência impera em todas as etapas da negociações.

No FitBank, chamamos esta funcionalidade de Smart Escrow, por conta de uma série de vantagens: a primeira delas é a garantia da neutralidade, essencial em acordos desta envergadura. A flexibilidade operacional é outra característica – por aqui, o gestor dos recursos tem total autonomia, controle e entendimento a respeito de sua rotina financeira.

A rastreabilidade e a conciliação de todos os recebíveis – sem burocracia, perda de tempo e sustos de última hora – completam o pacote de possibilidades das contas escrow.

Tudo isso com a chancela de quem já movimentou mais de R$ 2 bi em transações financeiras somente em 2019.

 

 

A otimização do Business Planpara Fintechs

A otimização do Business Plan
para Fintechs

Já expusemos em um post anterior por que 2020 tem tudo para ser o ano das fintechs no Brasil.

Questões ligadas às inovações tecnológicas, como o leilão do 5G, e aos marcos regulatórios, como a regulamentação do open banking, contribuem para a consolidação das empresas de tecnologia financeira.

Mais do que isso, a cena econômica tende a ser um importante agente catalisador destes empreendimentos.

Por conta destes e de outros fatores, a quantidade de fintechs também deve aumentar no Brasil – seguindo a tendência que coloca o país entre as principais incubadoras de empresas do setor na América Latina.

Porém, antes de se aventurar por este segmento, é necessário ter em mente algumas recomendações essenciais para montar seu business plan.

Se em empresas convencionais o plano de negócios já é necessário, em firmas tão dinâmicas e flexíveis como as fintechs, a definição de metas e estratégias se mostra indispensável.

Portanto, existem alguns fatores-chave indispensáveis para se otimizar um business plan sem riscos problemas de natureza financeira ou legal.

A quem se destina?

Básico em qualquer plano de negócios, o delineamento do público-alvo é indispensável. Não é necessário elaborar nada muito taxativo (como gênero ou faixa etária, por exemplo), mas algum perfil médio de cliente é desejável.

Uma boa pesquisa de mercado ou indicadores estatísticos oficiais podem ser um bom aliado.

Se o investimento é circunscrito a uma cidade, região metropolitana ou a uma região específica, o portal do IBGE pode ajudar.

O que não dá é para canalizar todo seu investimento e sua energia para um projeto muito genérico – mesmo porque a cena fintech ainda não é totalmente conhecida por todo o público consumidor.

Quem está no jogo?

Um bom mapeamento a respeito da concorrência também é essencial. A ideia aqui não é ocupar espaços já preenchidos ou elaborar estratégias de migração de clientela, mesmo porque – acredite – há mais demanda do que gente prestando serviços de tecnologia financeira no Brasil. Em outras palavras, há espaço para todo mundo.

De todo modo, entender como os concorrentes se comportam e quais serviços prestam ajudam a ter uma ideia de quais atividades você poderá desenvolver, principalmente se estiver começando.

O Finnovation, primeiro blogue de fintechs no Brasil, traz um bom panorama deste cenário.

Regulamentação

Apesar de mais flexíveis que as instituições bancárias, as ações desempenhadas pelas empresas de inovação financeira não são desprovidas de regras. O Banco Central é o responsável por avalizar as empresas que podem oferecer serviços financeiros fora do sistema bancário e com quais condições.

Leis e normas paralelas, como a lei de proteção de dados – por exemplo, também devem ser compreendidas para auxiliar na definição da carta de serviços que será oferecida e a partir de quais suportes da tecnologia da informação.

Visibilidade

O Brasil ainda não completou o processo conhecido por revolução digital. Marcado por inúmeras desigualdades e uma imensa burocracia, o país ainda mantém processos analógicos que irradiam na mentalidade de muitos empresários.

Por isso, muita gente desconhece ou tem medo de instituições e serviços não-bancários.

Em razão deste cenário, jamais desprestigie o marketing de seu business plan. Fazer-se conhecido e apresentar os serviços de maneira transparente, objetiva e atraente é essencial para obter algum protagonismo.

Oferta

É melhor oferecer poucos serviços de maneira competente e segura do que muitos serviços em descompasso com a envergadura de suas receitas e de seu modelo de negócios. Nessa hora, firmar parcerias com outras fintechs e operadoras pode ser uma boa forma de começar sem parecer que está saindo do zero. Nesse cenário, o FitBank ajuda as empresas e Fintechs com soluções de gestão de pagamento já prontas e customizáveis para cada regra de negócio. Com sua plataforma robusta e na nuvem, entrega valor ao automatizar a tesouraria das empresas e criar ecossistemas completos da onde a empresa pode tirar proveito.

Esses são fatores essenciais que qualquer business precisa para ter a maturidade necessária para agregar musculatura a sua fintech. Lembre-se sempre de que uma boa ideia, sem planejamento, tem todos os ingredientes para não sair do lugar – e não é isso que você quer, não é mesmo?

Automatize a tesouraria da sua empresa e deixe o mundo analógico

Automatize a tesouraria da sua empresa e deixe o mundo analógico

Como pessoas físicas, já nos habituamos a usar diferentes meios de pagamento, sem nos darmos conta de que abandonamos o dinheiro em espécie há muito tempo.

Exemplos muito conhecidos são os pagamentos via cartão de crédito e débito, sistemas de passagem livre pelos pedágios, que também valem para estacionamentos de shoppings e redes de fast food, transações via QR Code e caminhando para o pagamento instantâneo, projeto liderado pelo Banco Central que será implementado em 2020.

Se no dia-a-dia esses procedimentos alternativos já são tão comuns na rotina dos cidadãos, por que não apostar em modelos de gestão de pagamento automatizadas para as empresas?

Neste post, você conhecerá os principais benefícios de cada um deles e poderá abandonar de vez o mundo analógico na gestão de suas finanças. A ideia aqui, claro, é acelerar o roadmap da sua empresa, sempre com o propósito de otimizar tempo, recursos humanos e investimentos.

Como funciona?

Se até hoje sua empresa não aderiu a nenhuma automação da gestão de pagamentos, provavelmente ela funcione assim: os departamentos gerenciam suas despesa e receitas utilizando sistemas que não “conversam” com os bancos, ou então o fazem de maneira analógica, o que torna o processo moroso, caro e passíveis de erros.

Agora, imagine realizar todas as transações em um único ambiente de forma totalmente automatizada, escalável e sem a necessidade de fazer a conciliação ou ter que esperar os processos de liquidação bancários da forma atual como são realizadas.

Essa é a ideia de uma boa gestão de meios de pagamento, que dá maior flexibilidade, segurança, redução de custos e autonomia, proporcionando mais tempo e recursos para focar na atividade principal das empresas.

Tipos de serviço de gestão de meios de pagamentos

O FitBank oferece uma plataforma robusta e escalável que foi projetada para se adaptar as regras de negócios de cada cliente, oferecendo assim serviços altamente customizados dentro das necessidades financeiras.

A ideia é poder ajudar as empresas, que ficam sempre reféns das altas taxas dos bancos convencionais, a automatizar a gestão financeira /administrativa e monetizar em cima do ecossistema existente (funcionários, colaboradores, terceirizados, cooperados etc.)

Além da automação, também oferecemos serviços de pagadoria digital, emissão de boletos, smart escrow e integramos nossa plataforma via API nos ERPs já em uso nas companhias.

“Hoje, para as empresas, as transações financeiras ainda são muito analógicas, geram custo e envolvem diversos processos manuais que burocratizam o processo. O propósito do Fitbank é levar automação, segurança e tecnologia a fim de endereçar essas questões” diz Guilherme Meibak, diretor comercial do Fitbank.

Quais as vantagens?

O sistema bancário convencional, embora bastante seguro, é marcado pela inflexibilidade em suas transações.

De um modo geral, a cesta de serviços oferecida por cada instituição é limitada ao perfil de cada investidor ou empreendedor – e normalmente a autonomia e a resolutividade só são oferecidas a carteiras consideradas muito altas, com padrões de rentabilidade que destoam do perfil da maior parte dos correntistas.

Por causa disso, qualquer mudança nos serviços ou nas taxas requerem uma longa conversa com gerentes de relacionamento, o que atrasa a vida dos gestores.

Por meio da automação financeira, a empresa cria um atalho neste processo, porque as fintechs tem em seu core de atuação essas questões, proporcionando a melhor opção para cada tipo de cliente.

Em tempos de revolução digital, está mais do que na hora de não ser mais encarado como apenas mais um número no mundo financeiro – e sim utilizar transações ao nosso favor, criando receita e diminuindo erros operacionais.

A nova solução de split para marketplaces

A nova solução de split para marketplaces

A presença de mercado dos Marketplaces aumentou exponencialmente nos últimos anos com o crescimento do e-commerce. Sendo um modelo de negócio que tem se mostrado um business promissor é conhecido principalmente através da Amazon dos EUA, que até hoje é a maior referência no assunto.

No Brasil, já são diversas as empresas que participam desse mercado. Entre elas estão: B2W – Submarino, Americanas e Shoptime – Walmart, e os já muito conhecidos no país: Mercado Livre, OLX, Bom Negócio, e similares.

Por ser um modelo de negócio que atende a dois grupos distintos de clientes que geram valor quando interagem entre si, os Marketplaces se tornam extremamente escaláveis por se beneficiar de efeitos de rede e por proporcionar uma experiência de compra ao consumidor extremamente satisfatória dentro do ambiente virtual.

A sua principal proposta de valor está no seu potencial de acesso e conversão se responsabilizando por toda a gestão de pagamento, repasse, comissões e análise de risco contra fraudes através da sua capacidade operacional.

Os marketplaces possuem algumas características próprias, como por exemplo seus respectivos níveis de gerenciamento. A exemplo do Uber, o alto nível gerenciamento da operação é exemplificado através de uma plataforma detentora de grande força de marca e de uma operação financeira robusta.

Marketplaces altamente gerenciados são capazes de beneficiar operadores e intermediários na mesma transação de maneira exemplar oferecendo para o cliente e o vendedor uma experiência de compra e venda superior versus mercados mais tradicionais.

Por outro lado, existem marketplaces com baixo nível de gerenciamento como o Guia Mais, por exemplo, em que as transações são realizadas baseadas em avaliações e por custos baixos. Neste modelo dificilmente o Marketplace se envolve como agente de pagamento ou gerencia esse tipo de operação.

Contudo, para os marketplaces que se responsabilizam por toda a gestão de pagamento, repasse e comissões o Banco Central, com o objetivo de garantir a segurança do mercado, recentemente instaurou uma nova regulamentação à partir da circular nº 3.815.

Nova Regulamentação do Banco Central para Marketplaces

A circular nº 3.815 define que todos os marketplaces que hoje participam do fluxo financeiro de suas vendas deverão integrar seus sistemas com a CIP (Câmara Interbancária de Pagamento), que garante a correta liquidação desse dinheiro, porém os custos financeiros envolvidos com a sua adequação à CIP são incertos.

Considerando esse cenário, os marketplaces possuem duas opções com a finalidade de se enquadrar a nova regulamentação do Banco Central: a primeira é se integrar a CIP, e a segunda é se conectar com uma instituição de pagamento capaz ainda de realizar o comissionamento e repasse (split transacional) para os agentes da transação, retirando dessa forma a figura do marketplace como agente de pagamento.

Nesse segundo caso, a instituição de pagamento será o agente financeiro do marketplace tornando-se responsável por toda a operação financeira. Nesse tipo de operação, o dinheiro dos recebedores é depositado diretamente na instituição-domicílio pertencente a eles, sem que nenhum fluxo financeiro precise passar pelo marketplace e, assim, isentando-o da sua responsabilidade de agente de pagamento.

Dessa maneira, instituições de pagamentos passam a se tornar facilitadores para que plataformas de marketplace tenham uma outra opção senão se adequar a CIP e, principalmente, tornando a operação de comissionamento e repasse (split de pagamento) mais ágil, segura, transparente e menos complexa.

Comissão, Repasse e Split de Pagamento

A comissão e repasse, o chamado split de pagamento, nada mais é do que a forma como o marketplace opera a sua estrutura financeira de cálculo de comissão, operação de repasse e recepção de pagamento, passando credibilidade para quem está comprando e a quem vendendo.

Nessa estrutura o cliente faz apenas um pagamento, mas ainda assim, sabe de quais fornecedores comprou. Em contrapartida, o vendedor saberá precisamente quais produtos está vendendo e quanto recebe por cada um deles, como se estivesse vendendo em um portal próprio, ficando o marketplace encarregado de orquestrar todo esse processo complexo.

No modelo atual, os pagamentos são executados diretamente para o gateway do marketplace, que por enquanto tem a responsabilidade de repassar os valores devidos a cada um dos vendedores envolvidos na transação, sendo o marketplace responsável por conciliar todas as informações.

Essa desconexão do ambiente financeiro com a operação do marketplace, incorre na defasagem e imprecisão das informações transacionais. Essa falta a visibilidade, faz com que tanto o vendedor quanto o próprio marketplace experenciem um baixo nível de detalhamento das informações, causando dificuldade de gerenciamento de quanto e quando receberão os valores, por exemplo.

Informação Conectada a Transação

As contas virtuais, operando na própria titularidade (conforme lei 12.865/2013), são capazes de oferecer uma experiência totalmente transparente com os serviços que o Marketplace já consome, mas com uma camada tecnológica que trata a informação, tornando-a totalmente rastreável e conciliada.

Com o Marketplace conectado através de uma API (Application Programming Interface) em uma conta virtual,  a própria plataforma passa a solicitar os serviços financeiros e, dessa maneira, a informação é gerada totalmente conectada à transação. Isso elimina a possiblidade de qualquer tipo de adulteração ou erro humano e a necessidade de conciliação manual, garantindo dessa forma visibilidade, agilidade e segurança na operação de split de pagamento como um todo.

Operando através de contas virtuais, é possível executar todas as operações financeiras requisitadas conforme a preferência do marketplace de maneira flexível, eliminando a complexidade de repasse de pagamentos e comissionamentos, oferecendo liberdade transacional e visibilidade entre os agentes da transação.

O marketplace passa então a ter a total liberdade de realizar comissionamentos e repasses, alterações de cálculos de comissão como preferir de forma online, ágil, segura e flexível uma vez que o split de pagamento deixa de ocorrer obrigatoriamente no momento da entrada do recurso.

Neste formato não importa como o dinheiro entra, quanto tempo ele fica ou como ele sai, uma vez que o marketplace passa a obter flexibilidade total sobre as transações. O processo financeiro é otimizado como um todo trazendo visibilidade de todas as operações financeiras de compra, venda e status de pagamentos que ocorrem na dentro da plataforma de maneira detalhada e online e ainda assim deixando inalterada a experiência do usuário.

O Fitbank, instituição de pagamentos regulamentada pela lei 12.865 do Banco Central, entrega para o marketplace exatamente essa experiência, além da capacidade de emitir cobranças em nome do vendedor/prestador de serviço, independentemente da titularidade do recurso.

Garantindo a separação entre recursos próprios e de terceiros, operando dentro de uma estrutura de marketplace o dinheiro dos recebedores é depositado diretamente na conta do FitBank, sem que nenhum fluxo financeiro precise passar pelo marketplace e, assim, isentando seu papel agente da transação.

Dessa forma, a operação financeira de Marketplaces se tornam extremamente ágeis, seguras e escaláveis. E ainda nesse cenário, a lógica informacional de apuração e conciliação de informações de pagamentos é invertida, pois a conferência não mais é realizada após a geração da informação, pois a mesma já nasce conciliada, pelo fato de ter sido produzida por um sistema, sem interação humana que ainda possibilita a visibilidade do processo como um todo de forma online.

Além do poder operacional que o marketplace passa a obter, toda complexidade envolvida no processo de pagamentos, comissionamentos e repasses é eliminada com a utilização do motor financeiro que o FitBank oferece.

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