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Fintechs e mobile banking inauguram novo perfil consumidor

Fintechs e mobile banking inauguram novo perfil consumidor

Poucas transformações foram tão marcantes no mundo das finanças pessoais como aquelas provocadas pela ascensão das fintechs e do mobile banking. Se até o fim do século passado as “grandes” mudanças neste quesito eram ditadas pelo sistema bancário, agora o jogo é outro: a inclusão de novos players energizou não apenas o mercado financeiro, mas também o perfil do consumidor.

Estamos falando de uma nova era na gestão do próprio dinheiro.

Números que comprovam esta revolução de paradigma não faltam. No Brasil, a adesão às empresas de tecnologia aplicada às finanças mais que dobrou em dois anos. Neste mesmo período, de acordo com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), o número de transações bancárias feitas por aplicativos de celular cresceu quase 25%.

E não é para menos. Mais simples, desburocratizados, baratos e rápidos, estes sistemas possibilitam pagamentos, transferências, saques, investimentos e empréstimos com poucos cliques e – o melhor de tudo – de maneira remota.

Tecnicamente, nenhuma atividade financeira depende mais da presença em uma agência, o que motivou até as instituições bancárias a mudarem sua política de relacionamento com o cliente. Em função disso, o número de agências no Brasil vem caindo e hoje não passa de 20 mil postos de atendimento físico.
Mas, quais são os hábitos deste novo cidadão?

A um clique

De início, vamos aos usuários de mobile banking – tecnologia que permite o acesso a serviços financeiros e bancários por meio de dispositivos móveis.

Segundo a Pesquisa de Tecnologia Bancária 2019, elaborado pela Deloitte em parceria com a Febraban, mais de 2,5 bilhões de transações financeiras foram realizadas por meio de dispositivos móveis – com destaque para pagamentos, TEDs e DOCs. Pela primeira vez, o internet banking foi superado pelas novas tecnologias providenciadas pelo acesso móvel.

O investimento em tecnologia aportado pelo setor bancário e pelas instituições não-bancárias alcançou quase R$ 20 bilhões – uma evolução de 3% com relação ao período anterior. A maior parte desses valores foi drenada para big data, analytics, inteligência artificial e biotecnologia.

Estamos ou não falando de uma nova era?

Nova relação com o dinheiro

Com relação aos usuários de fintechs, os números são ainda mais promissores. Com uma legião de brasileiros desbancarizados – muitos deles por opção – a adoção de sistemas mais simples e com taxas mais justas tem sido a opção para muita gente.

Como as fintechs têm custos operacionais bem mais baixos – menos funcionários e sedes fixas – é possível viabilizar as operações financeiras com taxas mais amigáveis. Sistemas intuitivos e investimentos pesados em arquitetura da informação possibilitam que mais pessoas, sobretudo os jovens nativos digitais, exerçam sua autonomia financeira sem nunca ter pisado em uma agência bancária.

A relação com o dinheiro muda totalmente. Esses usuários têm mais controle sobre os próprios rendimentos, investem em aplicações de médio risco, fazem compras pela internet e dificilmente andam com dinheiro vivo.

É para este perfil de consumidor ou para os empreendedores que estão buscando entrar de vez nos ambientes digitais que o FitBank trabalha. Criada em 2015, a fintech já se consolidou como a maior plataforma de gestão de meios de pagamento do país.

Para saber mais como podemos te ajudar, entre em contato com um de nossos consultores para mais informações:

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

Com tecnologia, o dinheiro chega a qualquer lugar

Com tecnologia, o dinheiro chega a qualquer lugar

Um abismo separa milhões de brasileiros da autonomia sobre o próprio dinheiro. São pessoas que por uma série de circunstâncias não possuem conta em banco. Burocracia, dívidas, desinteresse, escolha própria ou ausência de agências limitam o poder de decisão desses cidadãos que – por outro lado – possuem renda e movimentam a economia como os demais. Com a tecnologia mais robusta disponível, o FitBank garante que o dinheiro chegue a qualquer lugar, sem a necessidade de conta em banco ou cartão.

Como isso é possível? É o que falaremos neste post.

Atualmente, em torno de 45 milhões de brasileiros são desbancarizados. Na prática, isso significa que um em cada três cidadãos adultos estão fora do sistema bancário. Eles movimentam aproximadamente R$ 817 bilhões por ano – são profissionais autônomos, empreendedores ou trabalhadores informais que manipulam dinheiro vivo e precisam pagar as contas uma a uma, presencialmente, em casas lotéricas, supermercados e agências dos Correios.

Sem acesso a crédito, precisam juntar dinheiro em casa para fazer compras maiores, como eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Quando o investimento é ainda maior, costumam apelar para crediários, empréstimos extorsivos ou simplesmente abrem mão de um sonho – não por falta de dinheiro, mas por dificuldade em comprovar a solvência.

Essa realidade está perto do fim. Graças à tecnologia empreendida pelas fintechs, o dinheiro chega a qualquer lugar e os compromissos são honrados de maneira rápida e segura, como entre os bancarizados.

Além disso, ao contrário do que se supõe, a desbancarização não é um fenômeno que acomete apenas informais ou pessoas de baixa renda – há muita gente migrando de sistema por enxergar nas novas possibilidades uma forma mais justa, barata, segura, rápida e autônoma de cuidar das próprias receitas.

Todos no século 21

A conta digital FitBank funciona assim: o cidadão baixa um aplicativo no celular – e aí sim estamos falando de uma ferramenta universal – e tem acesso a todas as funcionalidades. Por meio de QR Code, consegue comprar coisas no comércio em geral.

Com a leitura dos códigos de barras, está apto a pagar contas, boletos e impostos.

Por fim, saca dinheiro em terminais de autoatendimento 24 horas – e são mais de 30 mil terminais espalhados por todo o país.

Ou seja, o dinheiro chega a qualquer lugar e o cidadão sai do mundo analógico quando o assunto é a gestão do próprio dinheiro.

O aplicativo está disponível para Android e IOS e é bastante intuitivo. Entre as ferramentas disponibilizadas estão a gestão de contas a receber, gestão de contas a pagar, pagamento de boletos, concessionárias e impostos, autorização de pagamentos, gestão de múltiplas contas, acompanhamento de pagamentos e recebimentos – entre outros serviços.

O melhor? Tudo conectado ao ambiente bancário de maneira escalável e rastreável.

Sucesso na estrada

E não se trata de uma experiência, mas de um case de sucesso. O FitBank já desenvolveu o Rodobank – aplicativo que facilita a vida financeira de caminhoneiros.

Por meio do app, os profissionais do volante têm uma solução prática para fazer pagamentos ou sacar dinheiro em qualquer canto do país.

A plataforma em nuvem (100% em API), a integração simples com terminais e ERP e o pagamento de fretes e pedágios homologado pelas agências reguladoras, o aplicativo é considerado o melhor e mais seguro aliado financeiro dos motoristas.

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Arranjos de pagamento também podem prestar serviços financeiros

Arranjos de pagamento também podem prestar serviços financeiros

Falamos essa semana sobre as principais vantagens dos arranjos de pagamento – serviços e processos que regulam pagamentos, como transferências entre pessoas ou pagamentos com cartão. Esta engenharia está amplamente disseminada na vida dos cidadãos – mas a novidade deste post é outra: os arranjos de pagamento também podem prestar serviços financeiros.

Essa nova fronteira aberta pelos meios de pagamento começou há pelo menos dez anos. Em 2010, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) entendeu que havia monopólio entre as duas operadoras de cartão de crédito no país, que além de tudo mantinham exclusividade com suas duas operadoras de “maquininhas”.

Pois bem, o resultado deste entendimento foi a abertura do setor para novos players. Em 2013, o Banco Central regulamentou o que veio a se chamar arranjos de pagamento, com todas as praticidades que conhecemos hoje, como pagamentos por meio de celulares e serviços com cartão pré-pago.

Você já deve ter topado com um dos mais conhecidos representantes deste sistema no Brasil, que operacionaliza pagamentos centralizando informações bancárias, do cartão de crédito ou criando um próprio sistema de saldo.

Assim, ao finalizar uma compra, o consumidor clica uma única vez na aba deste sistema de pagamento e finaliza a aquisição, sem informar novamente os dados do cartão ou as credenciais bancárias. Um plano de milhas próprio incentiva a fidelização.

Cidadãos que por algum motivo não querem manter relacionamento com banco também podem usar esses arranjos: basta adicionar saldo a uma conta de pagamento – por meio de boleto, por exemplo – e fazer as transações normalmente.

Multiserviços

A grande questão é que os arranjos de pagamento estão autorizados também a realizar serviços financeiros, como antecipação de recebíveis e liberação de créditos.

Em alguns casos, as modalidades estão disponíveis apenas para pessoas jurídicas que já mantêm carteiras digitais habilitadas – mas há possibilidade de liberação também para pessoas físicas. No caso dos planos para PJ, a ideia é dar mais musculatura ao fluxo de caixa e incentivar novos investimentos.

Isso só é possível porque o Banco Central vem autorizando fintechs e outros atores não-bancários a atuar como instituições de pagamento. A ideia, como já vimos por aqui, é ampliar a concorrência, diversificar a oferta de produtos e serviços para o consumidor final e democratizar o acesso a modalidades complexas entre aqueles cidadãos desbancarizados.

Outra frente possível é a habilitação das fintechs para pagamentos instantâneos – aqueles realizados diretamente entre credores e devedores ou prestadores e tomadores de serviço, sem a necessidade de intermediação.

Em estágio avançado de implementação tecnológica, a modalidade vai permitir o pagamento apenas pela leitura do QR Code, que poderá ser estático ou dinâmico, dependendo da natureza do serviço prestado. Outra possibilidade é a adoção de biometria para liberação das transações.

Em um futuro não muito distante, haverá uma redução expressiva de custos para os clientes e para as empresas que recebem a transferência, além de um ambiente mais amigável para transformação de ambientes digitais financeiros em empresas que prestam serviços nesta área.

O FitBank tem como sócios gestores que possuem mais de 15 anos de experiência em plataformas de pagamento conectáveis, escaláveis e rastreáveis, e que fizeram parte dessa evolução que relatamos aqui.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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Turbine seu ERP com soluções financeiras e amplie os horizontes do seu negócio

Turbine seu ERP com soluções financeiras e amplie os horizontes do seu negócio

Quando os softwares de gestão começaram a se popularizar em pequenas, médias e grandes empresas, o argumento principal para que os empresários apostassem em ERPs (entreprise resource planning) era um só: não era mais concebível que uma empresa adotasse métodos analógicos de controle de despesas e receitas em tempos de avanço das novas tecnologias.

E não deu outra: todos se convenceram a adotar ERPs em seus planejamentos, o que se mostrou um importante aliado em muitos segmentos da empresa: controle de estoques, gestão de recursos humanos, antecipação de recebíveis, monitoramento de credores, segurança patrimonial, entre outros pontos.

Os ERPs viraram braços adicionais de colaboradores responsáveis por controlar faturamento, balanço contábil, compras, geração de notas e gestão dos compromissos tributários e fiscais.

Quem fez a transição gestão analógica – gestão digital por meio de softwares com esta envergadura sabe que não estamos falando de um investimento barato – muito pelo contrário.

Embora os ERPs representem uma grande economia a médio e longo prazos, a adesão a esses sistemas é dispendiosa, porque além de envolver a compra do software em si, é preciso uma segunda frente de investimentos em treinamento de pessoal.
Agora você já deve estar entendendo o tema desse post: com uma estrutura dessa magnitude que funciona dentro da sua empresa, seu negócio já deu muitos passos para transformar o ERP em uma fintech e fechar a cadeia de automação de processos.
Além de cuidar da gestão operacional do seu negócio, agora a tecnologia também poderá cuidar da gestão financeira.

Como funciona?

O conceito é muito simples: dar mais autonomia financeira e dispensar a intermediação bancária em pagamentos, liberação de créditos e de recebíveis, entre outros serviços.

Ocorre que para ter sua própria fintech, seria necessário um investimento preliminar em tecnologia, mas… Você já fez isso quando contratou os softwares de gestão para seu negócio!

Ou seja, agora é só dar mais musculatura para o ERP que está a seu favor e ter sua própria fintech para gerenciar compras e vendas, efetivar transações financeiras não-bancarizadas, etc.

E o melhor de tudo: a engenharia de dados já levantada do seu empreendimento poderá estar a serviço agora da fintech.

Por exemplo…

Se você tem um modelo minimamente digital instalado em seu negócio, consegue levantar rapidamente quem é seu principal cliente, qual o produto mais vendido, quais as transações com maior índice de inadimplência, quais os créditos que estão por vencer – enfim, em poucos minutos estes dados estão na sua mesa.

Agora imagine o valor que isso tem ao ser incorporado a uma rotina financeira que precisa exatamente desses dados: qual o cliente com maior potencial de negociação, quais as linhas de financiamento mais apropriadas para sua área de atividade e quais investimentos possibilitam maior rentabilidade para seu projeto de expansão.

Mais clientes

Cabe ainda salientar que sua carta de clientes pode aumentar – quem aí não gostaria de ter um parceiro comercial que fornece produtos, processos e serviços e, além disso, uma engenharia financeira a serviço da parceria?

Quer saber mais? O FitBank tem consultores especializados em entender melhor o formato de seu negócio hoje e de que maneira os ERPs que estão em atividade por aí podem servir, com ligeiras adaptações, a uma estrutura de fintech.

Entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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Soluções white label encurtam caminho no fortalecimento de marcas

Soluções white label encurtam caminho no fortalecimento de marcas

Imagine se a cada novo passo que sua empresa empreendesse fosse necessário “começar do zero”: investimentos em planejamento, tecnologia, estratégias de mercado, prospecção de clientes. Ainda bem que não é mais assim! Graças às plataformas de gestão White Label, é possível contratar estruturas, ambientes digitais e bandeiras já existentes que, ao final, receberão a “cara” da sua marca.

Uma comparação com as casas pré-fabricadas não é exagerada. Pessoas que constroem com frequência já estão habituadas com esta inovação da engenharia – por meio da qual partes fundamentais da edificação são “adquiridas” prontas, o que dá agilidade e segurança ao projeto. Depois de pronta, a casa ganha toda a personalidade do dono.

O mesmo vale para sistemas de desenvolvimento de sites na web, por meio dos quais o contratante adquire um pacote de gerenciamento e, aos poucos, dá forma à página com a identidade visual e as propostas da empresa. O cliente final, na maioria das vezes, nem percebe que o portal aproveitou-se de uma arquitetura já existente.

Por bem, o sistema de gestão White Label adota esta mesma lógica: a expertise de um modelo de negócio complexo “emprestada” para um interessado que não quer perder tempo com algo que não é de sua competência.

Como funciona?

O White Label é utilizado em várias áreas de negócio, com destaque para o marketing, o e-commerce e a gestão dos meios de pagamento.

Muito provavelmente, você já visitou esses ambientes sem nem perceber.
Pode ser útil, por exemplo, na criação de ambientes virtuais prévios para aplicativo ou de marketplaces personalizados.

Na gestão de pagamentos, o mais comum é a parceria entre a empresa e um gerenciador de recebimentos. Ao comprar o seu produto, o cliente finaliza a aquisição por meio deste ambiente, e a transação é efetivada com seu caixa sem a necessidade de intermediação bancária. Em geral, as taxas são amigáveis e o crédito é feito no mesmo dia.

Vantagens

Quando adere a uma plataforma White Label, o empreendedor se sente começando alguns passos à frente dos demais. Isso porque os desenvolvedores lhe fornecerão uma “moldura” pronta de gestão de pagamentos que será preenchida com as especificidades do seu negócio.

Bastante responsivas e intuitivas, estas soluções interagem perfeitamente com qualquer modelo de negócio – o que otimiza tempo e economiza recursos que seriam despendidos no arsenal tecnológico.

Ancoradas em soluções de segurança confiáveis e modernas, estas plataformas também diminuem a chance de fraudes e erros em um estágio bastante delicado da transação, que é o pagamento.

O cliente, por sua vez, terá uma boa experiência de compra – vale lembrar que sete em cada 10 brasileiros preferem comprar produtos online.

E qual a relação do modelo White Label com o FitBank?

Criado com o propósito de dar poder de banco às empresas, o FitBank disponibiliza toda as soluções de sua plataforma como um BaaS – Bank as a Service. Ou seja, o cliente contrata modularmente de acordo com as necessidades do negócio, e ele pode customizar o Portal e o Aplicativo com essas soluções no layout da sua empresa. A Infratech conta com um time de programadores Front End que entendem o KV (Key Visual) e replicam em uma estrutura já pré-montada, o que economiza tempo e dinheiro na ponta final.

Como empreender?

Como vimos, o white label não é apenas para quem trabalha com e-commerce ou com marketing. Você também pode criar o seu próprio ambiente “pré-fabricado” e disponibilizar em parceria para clientes que querem pular este estágio. Esse estágio mais avançado é para quem deseja criar: empresa de tecnologia aplicada à gestão financeira
.
Neste caso, a solução white label vai fornecer todo o arcabouço necessário para seu negócio – desde a viabilização do ciclo de crédito até o fornecimento da máquina de cartão, se for o caso.

O melhor de tudo? Nem vai parecer que essa solução pré-existente, porque toda a parceria é firmada com base nas particularidades do seu negócio.

E essa é uma das especialidades do FitBank, mais arrojada fintech em atividade no Brasil, sintonizada com essa e outras inovações do mundo digital aplicadas às finanças.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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PIX abre frente para o pagamento instantâneo

PIX abre frente para o pagamento instantâneo

Apresentado em novembro pelo Banco Central, o PIX é um modelo de pagamento instantâneo – a mais moderna em operação no Brasil até aqui – que promete trazer mais agilidade e disponibilidade a seus usuários.

Embora o cronograma detalhado pela equipe econômica tenha sido considerado exíguo, a expectativa é a de que o sistema já esteja em operação em novembro deste ano.

Mas, o que é o PIX?

Trata-se de um sistema de pagamentos e transferências imediatos, que poderão ser feitos pelos usuários de maneira rápida e segura, a qualquer dia e horário, sem limite de valores e com o dinheiro creditado de maneira imediata na conta do recebedor.

E hoje não é assim?

Não. O que mais se aproxima disso hoje no sistema bancário são as TEDs e os DOCs – transferências que dependem do valor a ser transferido ou da urgência que se tem na transação. Entre as instituições não-bancárias, outros métodos de gestão de pagamento como as carteiras digitais possibilitam maior autonomia, mas ainda não têm a agilidade do PIX.

De acordo com o Banco Central, a funcionalidade permitirá pagamentos instantâneos por meio da leitura de QR Code. Isso valerá para pequenas compras, como um pacote de pipoca, por exemplo, para grandes transações e até para pagamento de impostos.

Funciona assim: pagador e recebedor devem ter conta em banco, instituição de pagamento ou em uma fintech. Não é necessário ser conta corrente – as transações poderão ser feitas em contas de pagamento ou de poupança. O pagador faz a leitura do QR Code pelo smartphone e paga o compromisso imediatamente. O BC também prevê o pagamento apenas com o detalhamento do CPF , CNPJ e telefone, sem a necessidade de leitura do QR Code.

Modelos de negócio

Serão definidos dois tipos de código: um estático, passível de ser utilizado em várias transações com o mesmo valor, e outro dinâmico, que será exclusivo para cada transação.

Por exemplo: ao comprar uma roupa com preço determinado, o consumidor fará a leitura do QR Code estático. Ao pagar por refeição a quilo – com preço variável – a leitura é do QR Code dinâmico.

De acordo com o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, João Manoel Pinho de Mello, o novo sistema abrirá novas fronteiras de concorrência no mercado de pagamentos instantâneos.

“Além disso, essa iniciativa possibilita a inovação e o surgimento de novos modelos de negócio e promove a digitalização dos pagamentos, reduzindo o risco operacional e as dificuldades relacionadas ao uso do dinheiro em espécie”, afirma Fonseca, em entrevista à Agência Brasil.

E qual a relação do PIX com o FitBank?

Criado com o propósito de dar poder de banco às empresas, o FitBank disponibiliza contas digitais para quem quer montar o seu banco, ou seja, ecossistemas privados através da tecnologia da empresa. E o PIX chega como mais uma funcionalidade a ser agregada à tecnologia do FitBank. A oferta vai crescer sendo o pagamento instantâneo mais um dos meios de pagamento à disposição de nossos clientes ao final de 2020, data de lançamento do novo sistema do Banco Central do Brasil.

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