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Empresas-Plataforma e a Revolução no Mercado Global

Empresas-Plataforma e a Revolução no Mercado Global

Elas são gigantes: valem bilhões de dólares e já dominam o mercado de ações no mundo todo.

Elas movimentam cadeias diversificadas: empresas que mobilizam autônomos, restaurantes, bares, hotéis, serviços de transporte, investidores e profissionais liberais.

Elas mudaram a lógica do consumo: estimulam a compra consciente e compartilhada, economizam recursos naturais e energizam a economia criativa.

Elas não têm sede fixa: muitas vezes seu endereço ocupa um andar de um prédio corporativo, mas estão espalhadas no mundo todo.

Elas são as empresas-plataforma, sintoma mais proeminente da transformação digital que estamos vivenciando.

Impossível passar despercebido por esses grupos que representam a expressão máxima da inovação em produtos, processos e serviços. O mundo digital criou uma legião de consumidores exigentes, que precisam de respostas rápidas e eficientes como a conexão em rede prometia.

As mais conhecidas acumulam êxitos. A Uber fechou o terceiro trimestre de 2019 com faturamento de US$ 3,8 bi. Tão logo foi criado, o serviço de entregas Rappi nasceu valendo US$ 1 bi. Após revolucionar o mercado de hospedagem, o AirBnB se tornou uma unicórnio que promete abrir mercado em 2020.

Vantagens

Obviamente, se tratam de cases muito exponenciais – e que dada a dimensão também enfrentam suas controvérsias: impasses nas relações de trabalho, necessidade de marcos regulatórios específicos e enfrentamento com a concorrência analógica.

No entanto, pequenos casos de empresas-plataforma surgem neste cenário como opção viável de transformação digital dentro das corporações de médio porte.

E não é para menos. Existem várias vantagens em descentralizar a linha produtiva e apostar nas facilidades da hiperconectividade para diversificar a atividade econômica principal.

A primeira delas é a diminuição expressiva dos custos operacionais: ambiente físico, manutenção, pessoal, insumos e equipamentos. Basicamente, uma boa empresa-plataforma precisa de investimentos canalizados para a área de tecnologia, que é a que garantirá seu funcionamento da porta para dentro (controle, gerenciamento, gestão de pagamentos) e da porta para fora (e-commerce, sistema de vendas).

A segunda é a visibilidade. Se antes era necessário investir pesadamente em publicidade tradicional (material impresso e visual), agora a dinâmica comunicacional nos leva para os pequenos e universalizados dispositivos móveis. Um bom aplicativo, integrado a uma cadeia eficiente de comunicação digital que não despreza as mídias digitais, é um excelente primeiro passo para ser visto.

Outra vantagem é o potencial de resiliência das empresas-plataforma. Mais sintonizadas com a dinâmica do mercado, conseguem se adaptar com maior facilidade a novas frentes. Um e-commerce que centraliza e revende cosméticos, por exemplo, pode aproveitar esta estrutura para revender insumos de saúde em uma ou duas semanas, com poucas adaptações.

Isso significa que intempéries econômicas, como a que estamos vivenciando diante da pandemia de coronavírus, tendem a impactar menos tais empresas.

Na área de tecnologia aplicada às finanças, as empresas-plataforma atendem pelo nome de fintechs.

O FitBank é uma das líderes de mercado no Brasil por agregar serviços e sistemas que dão poder de banco aos seus clientes.

Sem estrutura física robusta, muita gente está apostando em empoderar seus empreendimentos e transformá-los em plataformas de pagamento. Consulte nossos consultores e entenda mais sobre como essa revolução chegou ao mundo das finanças.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

 

Transformação digital nas finanças: 5 fatos que você precisa saber

Transformação digital nas finanças: 5 fatos que você precisa saber

O mundo financeiro foi um dos primeiros a perceber a revolução que estava em curso na virada do milênio. O encurtamento das distâncias, a comunicação todos para todos e a capilaridade da sociedade em rede atingiu em cheio o fluxo informacional pelo qual circulam o dinheiro e os investimentos.

A transformação digital trouxe uma miríade de possibilidades mais rápidas, seguras e rentáveis para os cidadãos e os consumidores. De um lado, procedimentos analógicos monopolizados pelo sistema bancário deram lugar a uma engrenagem mais sofiscada e moderna capitaneada por outros players.

De outro, pessoas físicas e jurídicas perceberam que o sinal de empoderamento não era uma carta branca a um gerente personalizado ou um cartão de crédito preto com limite indeterminado. A autonomia financeira, quem diria, significou cuidar do próprio dinheiro – o que não era tão óbvio assim antes dessa transformação.

Neste post, reunimos cinco fatos que atestam que esta revolução já começou e que se trata de um momento irreversível na história financeira do mundo ocidental.

Prazer, fintech

Não faz tanto tempo assim, se perguntássemos a alguém onde poupar dinheiro ou qual lugar procurar para fazer uma simples transação, a resposta seria banco. Não é para menos. Esta instituição remonta ao século 15 e, com menores ou maiores evoluções, manteve sua lógica ao longo deste período: cuidar da grana alheia, permitir transações entre cidadãos e emprestar dinheiro com juros.

A revolução tecnológica sobre a qual já falamos criou novos atores neste cenário – cujo protagonista atende pelo nome de fintech. Pesquisa realizada no ano passado pela MindMiners revelou que mais da metade dos entrevistados (55%) afirmava conhecer ou ter se valido dos serviços das empresas de tecnologia e finanças.

Líderes nas operações digitais, essas empresas – startups ou não – possuem atendimento especializado, capilaridade para chegar aos desbancarizados e menos burocracia. A cara do novo milênio.

Quer pagar como?

Dinheiro, cheque ou cartão? Pergunta obrigatória nas transações analógicas, e que agora começa a ganhar outras alternativas: cashback? Direto pelo aplicativo? QR Code? Milha?

Se o talão de cheques já cheira a naftalina, o dinheiro em espécie tende a ter o mesmo caminho. No Brasil, já há até projeto de lei extinguindo o papel moeda.

Obviamente que se trata de uma iniciativa exagerada, mas que ao mesmo tempo revela um sintoma dos novos tempos, em que pessoas de todas as faixas etárias e padrões de renda começam a migrar para sistemas mais modernos, seguros e rápidos de pagamento – notadamente, os de pagamento instantâneo.

Horário de expediente: sempre

Bem antes da pandemia de coronavírus que provocou um freio  no mundo do capital, muita gente já havia percebido que ser visto não significava necessariamente colocar um outdoor na entrada da cidade – e sim planejar adequadamente um reposicionamento de mídia que incluía os ambientes digitais. Mais do que isso: investir no e-commerce.

Essa possibilidade rompeu as fronteiras clássicas entre os estados e os países, de modo que produtos passaram a encontrar livre circulação por todos os cantos.

Novamente, as empresas precisaram se estruturar e bolar estratégias de pagamento que dispensassem o dinheiro vivo em nome de novas possibilidades.

O resultado? O e-commerce cresceu 22% no ano passado e deve testemunhar um boom em 2020 – desta vez pelas circunstâncias criadas pelo covid-19.

Nativos digitais

Você já deve ter ouvido falar deles (se não for um). Nascidos a partir dos anos 2000 já têm 20 anos e… Vão às compras, fazem investimentos e se preocupam com o próprio dinheiro. Muito provavelmente, nunca pisaram em um banco na vida.

Qualquer empreendedor de sucesso precisa pensar nos jovens se quiser colher bons frutos nas próximas décadas. A população ativa do futuro quer rapidez e segurança, personalidade e robustez, orientação sem pedantismo e autonomia para gerenciar seus projetos de vida.

Enquanto os cidadãos analógico-digitais (ainda em maioria) apanham quando surge um gadget novo, os nativos digitais estão totalmente familiarizados com essas interfaces. E acredite: para eles, até o www e o email já são obsoletos. Quem não tem um aplicativo decente, interativo e intuitivo, por enquanto, não fala a língua desse pessoal.

Novos caminhos, velhos problemas

A revolução digital empurrou para um abismo dezenas de atores que estavam acostumados a trabalhar com carimbos e filas intermináveis. Por causa disso, instituições que são verdadeiros transatlânticos de burocracia ainda tentam acertar a trajetória para se adaptar aos novos tempos.

Enquanto isso, milhares de empresários e empreendedores se veem angustiados e sem orientação para adentrar nesta seara.
O FitBank é a fintech dos nativos digitais. Em 15 anos no mercado, já assumiu a dianteira da gestão de meios de pagamento e possui consultores em todas as áreas do mercado financeiro para ajudar pequenos, médios e grandes empresários a ter poder de banco em seu próprio negócio.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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Aproveite o período de quarentena para estruturar sua fintech

Aproveite o período de quarentena para estruturar sua fintech

Os dias de distanciamento social entre aqueles que podem se isolar têm sido de muita reflexão. O clima de “nada será como antes” predomina e muitos empreendedores precisam buscar equilíbrio emocional para conciliar o planejamento para manter as contas em dia com a definição de novos modelos de negócio que sobrevivam no contexto pós-covid. As inovações mais robustas surgem exatamente neste contexto, e talvez seja a hora de pensar em dar um passo adiante na linha da vida de seu empreendimento.

Temos falado aqui já há algum tempo sobre as vantagens em transformar seu negócio em uma fintech – empresa de tecnologia aplicada às finanças: sem depender de espaço físico, você passa a oferecer serviços de banco para outras empresas que buscam mais autonomia sobre a engenharia financeira, como transações, gestão de pagamentos, antecipação de recebíveis, entre outras facilidades.

Tudo isso com capacidade para chegar a milhões de brasileiros desbancarizados, por opção ou falta de acesso à instituição bancária.

A engrenagem mais moderna das fintechs voltou à tona justamente no momento em que o mundo entrou em estado de dormência: a dependência exclusiva dos bancos se mostrou anacrônica e lenta demais para quem tem pressa para salvar o próprio negócio ou para garantir condições mais básicas de sobrevivência.

Em recente debate promovido pelo UOL, representantes de fintechs expuseram que o auxílio de R$ 600 providenciado pelo governo para ajudar as pessoas em dificuldade financeira chegaria ao cidadãos em poucos dias, e não em semanas, como se tem observado.

A conta é muito simples: quando a crise do coronavírus começou e as pessoas que puderam se viram obrigadas a ficar em casa, o tráfego na internet aumentou cerca de 40%. Basicamente todos os setores da economia diminuíram o ritmo, ao passo que o uso da rede aumentou exponencialmente.

Ora, tanta gente usando a internet só comprova que o eixo da economia – sobretudo em momentos de crise – deve ser compartilhado de maneira definitiva com os ambientes digitais, o que não combina nem um pouco com filas e mais filas em banco para sacar um único benefício.

Mas não é só isso: as vendas de pequenas e médias empresas no e-commerce aumentaram cerca de 140% em março, com destaque para os segmentos de alimentação (80%) e presentes (60%).

Já as transações virtuais, intermediadas ou não por instituições bancárias, cresceram de maneira expressiva e os aplicativos de bancos estão entre os mais baixados em tempos de isolamento.

A hora da mudança

Por um motivo muito assustador e que vai mudar a história do século 21, os modelos de negócio vão ter que enfrentar este caldeirão de ingredientes que inclui queda no poder aquisitivo das famílias, crise do varejo tradicional, desemprego e mudanças no padrão de consumo.

Como em toda crise, há espaço para a emersão de novos paradigmas positivos, como a compra consciente, o maior senso de solidariedade e o estabelecimento de negócios adaptáveis a solavancos como este.

Neste sentido, as fintechs surgem como uma possibilidade segura em função da capilaridade e do espírito democrático que se adapta a pequenas, médias e grandes empresas para chegar a cidadãos de todo tipo de perfil.

A revolução que as startups promoveram no contexto da inovação tecnológica e na rotina dos profissionais tende a se alastrar entre aqueles que:

* Precisaram fechar seus estabelecimentos físicos, mesmo que temporariamente;
* Precisaram mudar o foco de atuação, mesmo que conciliando com o anterior;
* Precisaram oferecer outras possibilidades de negócio, diante da obsolescência de produtos, processos ou serviços.

Precisa de ajuda?

A empreitada não é fácil, assim como em qualquer mudança. O FitBank nasceu preparado para ajudar empresários e empreendedores a dar poder de banco para seus negócios. Esta é a nossa vocação que, em um momento como esse, fica ainda mais evidenciada.

Junte-se ao nosso time de colaboradores que lhe darão o suporte técnico e intelectual para construir novas pontes e sair deste momento mais forte – emocional e economicamente.

Tenha autonomia sobre transações instantâneas e cobranças

Tenha autonomia sobre transações instantâneas e cobranças

Ao efetuar uma venda ou uma outra transação, você ainda tem que esperar horas ou até um dia para receber pelo serviço? Então, considere-se preso a um modelo bastante anacrônico de efetuar cobranças.

Neste post, falaremos sobre como seu negócio pode ganhar mais autonomia por meio de modelos de transações instantâneas adaptadas ao seu empreendimento.

De início, vamos entender o que são esses sistemas. Com o suporte de plataformas integradas à sua engrenagem financeira, seus clientes poderão fazer pagamentos instantâneos, creditados em sua conta imediatamente, sem a necessidade de espera ou pagamento de taxas.

Não é arriscado dizer que, em um futuro próximo, modalidades como TED ou DOC deixarão de ser eficientes justamente porque estimulam um montante máximo de pagamento ou um prazo maior para a realização da transação.

Vamos a alguns exemplos?

PIX

Já falamos dele aqui. Por meio da leitura do QR Code, a transação é feita imediatamente. Isso vale para compras simples ou para negócios mais complexos. Para funcionar, é preciso que cliente e vendedor tenham conta em instituição bancária ou em alguma fintech – empresa de tecnologia aplicada aos arranjos financeiros.

A funcionalidade já foi lançada pelo Banco Central e aguarda a operacionalização das instituições responsáveis, e promete revolucionar os pagamentos mais corriqueiros.

Antecipação de recebíveis

Essa modalidade garante extrema autonomia para o negócio. Ao “prever” o quanto receberá em uma transação, é possível antecipar este recebível para dar mais robustez ao fluxo de caixa – por exemplo – sem depender da data combinada para o pagamento.

Na prática, é como se o cliente tivesse pago a mercadoria ou o serviço à vista, mesmo que tenha parcelado ou protelado a data do pagamento.

Agendamentos programados

Sites de venda, marketplaces e serviços de assinatura contam com uma mensalidade fixa, cobrada normalmente por boletos ou cartão de crédito, certo?

Por meio de um sistema próprio, é possível programar os pagamentos a partir de um leque maior de possibilidades, como o débito em conta. O cliente paga pelo valor global do serviço – mas na verdade ele é dividido na quantidade de meses contratados. O pagamento é processado automaticamente e também pode ser antecipado.

Nesses casos é que a transação é recorrente e com o mesmo valor, o serviço pode ser cancelado com maior facilidade sem prejuízo para nenhum dos dois lados.

Autorização automática

Em casos em que há total disponibilidade do produto em estoque ou garantia de que a entrega poderá ser feita, o modelo de pagamento via cartão com autorização automática é o mais indicado.

A fintech intermedia o sistema de liberação com a bandeira adotada pelo cliente e o valor é creditado tão logo seja autorizado.

Ao vendedor caberá, evidentemente, fornecer o produto ou o serviço.

Autorização em dois tempos

Esta modalidade é mais adotada pelos empreendedores que não têm total controle sobre a disponibilidade em estoque – em uma super oferta, por exemplo – ou que trabalham com mais de um fornecedor e não têm como garantir a efetivação do serviço.

Neste caso, a compra é processada e o vendedor é notificado sobre a disponibilidade do item. Após a validação, a venda é autorizada e a cobrança é feita.

O cliente é informado sobre todos os estágios e, em não havendo disponibilidade do item, a compra é cancelada automaticamente sem prejuízo para ninguém.

Todas estas funcionalidades têm como objetivo garantir mais liberdade para o empreendedor cuidar das próprias finanças e garantir recebimento imediato, sem necessidade de aprovações morosas ou de cobranças de taxas.

O FitBank, fintech especializada em gestão de meios de pagamento, têm consultores preparados para ofertar a melhor alternativa para cada tipo de negócio – fazendo jus ao slogan: “poder de banco para o seu negócio”.

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Fintechs e mobile banking inauguram novo perfil consumidor

Fintechs e mobile banking inauguram novo perfil consumidor

Poucas transformações foram tão marcantes no mundo das finanças pessoais como aquelas provocadas pela ascensão das fintechs e do mobile banking. Se até o fim do século passado as “grandes” mudanças neste quesito eram ditadas pelo sistema bancário, agora o jogo é outro: a inclusão de novos players energizou não apenas o mercado financeiro, mas também o perfil do consumidor.

Estamos falando de uma nova era na gestão do próprio dinheiro.

Números que comprovam esta revolução de paradigma não faltam. No Brasil, a adesão às empresas de tecnologia aplicada às finanças mais que dobrou em dois anos. Neste mesmo período, de acordo com a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), o número de transações bancárias feitas por aplicativos de celular cresceu quase 25%.

E não é para menos. Mais simples, desburocratizados, baratos e rápidos, estes sistemas possibilitam pagamentos, transferências, saques, investimentos e empréstimos com poucos cliques e – o melhor de tudo – de maneira remota.

Tecnicamente, nenhuma atividade financeira depende mais da presença em uma agência, o que motivou até as instituições bancárias a mudarem sua política de relacionamento com o cliente. Em função disso, o número de agências no Brasil vem caindo e hoje não passa de 20 mil postos de atendimento físico.
Mas, quais são os hábitos deste novo cidadão?

A um clique

De início, vamos aos usuários de mobile banking – tecnologia que permite o acesso a serviços financeiros e bancários por meio de dispositivos móveis.

Segundo a Pesquisa de Tecnologia Bancária 2019, elaborado pela Deloitte em parceria com a Febraban, mais de 2,5 bilhões de transações financeiras foram realizadas por meio de dispositivos móveis – com destaque para pagamentos, TEDs e DOCs. Pela primeira vez, o internet banking foi superado pelas novas tecnologias providenciadas pelo acesso móvel.

O investimento em tecnologia aportado pelo setor bancário e pelas instituições não-bancárias alcançou quase R$ 20 bilhões – uma evolução de 3% com relação ao período anterior. A maior parte desses valores foi drenada para big data, analytics, inteligência artificial e biotecnologia.

Estamos ou não falando de uma nova era?

Nova relação com o dinheiro

Com relação aos usuários de fintechs, os números são ainda mais promissores. Com uma legião de brasileiros desbancarizados – muitos deles por opção – a adoção de sistemas mais simples e com taxas mais justas tem sido a opção para muita gente.

Como as fintechs têm custos operacionais bem mais baixos – menos funcionários e sedes fixas – é possível viabilizar as operações financeiras com taxas mais amigáveis. Sistemas intuitivos e investimentos pesados em arquitetura da informação possibilitam que mais pessoas, sobretudo os jovens nativos digitais, exerçam sua autonomia financeira sem nunca ter pisado em uma agência bancária.

A relação com o dinheiro muda totalmente. Esses usuários têm mais controle sobre os próprios rendimentos, investem em aplicações de médio risco, fazem compras pela internet e dificilmente andam com dinheiro vivo.

É para este perfil de consumidor ou para os empreendedores que estão buscando entrar de vez nos ambientes digitais que o FitBank trabalha. Criada em 2015, a fintech já se consolidou como a maior plataforma de gestão de meios de pagamento do país.

Para saber mais como podemos te ajudar, entre em contato com um de nossos consultores para mais informações:

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Com tecnologia, o dinheiro chega a qualquer lugar

Com tecnologia, o dinheiro chega a qualquer lugar

Um abismo separa milhões de brasileiros da autonomia sobre o próprio dinheiro. São pessoas que por uma série de circunstâncias não possuem conta em banco. Burocracia, dívidas, desinteresse, escolha própria ou ausência de agências limitam o poder de decisão desses cidadãos que – por outro lado – possuem renda e movimentam a economia como os demais. Com a tecnologia mais robusta disponível, o FitBank garante que o dinheiro chegue a qualquer lugar, sem a necessidade de conta em banco ou cartão.

Como isso é possível? É o que falaremos neste post.

Atualmente, em torno de 45 milhões de brasileiros são desbancarizados. Na prática, isso significa que um em cada três cidadãos adultos estão fora do sistema bancário. Eles movimentam aproximadamente R$ 817 bilhões por ano – são profissionais autônomos, empreendedores ou trabalhadores informais que manipulam dinheiro vivo e precisam pagar as contas uma a uma, presencialmente, em casas lotéricas, supermercados e agências dos Correios.

Sem acesso a crédito, precisam juntar dinheiro em casa para fazer compras maiores, como eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Quando o investimento é ainda maior, costumam apelar para crediários, empréstimos extorsivos ou simplesmente abrem mão de um sonho – não por falta de dinheiro, mas por dificuldade em comprovar a solvência.

Essa realidade está perto do fim. Graças à tecnologia empreendida pelas fintechs, o dinheiro chega a qualquer lugar e os compromissos são honrados de maneira rápida e segura, como entre os bancarizados.

Além disso, ao contrário do que se supõe, a desbancarização não é um fenômeno que acomete apenas informais ou pessoas de baixa renda – há muita gente migrando de sistema por enxergar nas novas possibilidades uma forma mais justa, barata, segura, rápida e autônoma de cuidar das próprias receitas.

Todos no século 21

A conta digital FitBank funciona assim: o cidadão baixa um aplicativo no celular – e aí sim estamos falando de uma ferramenta universal – e tem acesso a todas as funcionalidades. Por meio de QR Code, consegue comprar coisas no comércio em geral.

Com a leitura dos códigos de barras, está apto a pagar contas, boletos e impostos.

Por fim, saca dinheiro em terminais de autoatendimento 24 horas – e são mais de 30 mil terminais espalhados por todo o país.

Ou seja, o dinheiro chega a qualquer lugar e o cidadão sai do mundo analógico quando o assunto é a gestão do próprio dinheiro.

O aplicativo está disponível para Android e IOS e é bastante intuitivo. Entre as ferramentas disponibilizadas estão a gestão de contas a receber, gestão de contas a pagar, pagamento de boletos, concessionárias e impostos, autorização de pagamentos, gestão de múltiplas contas, acompanhamento de pagamentos e recebimentos – entre outros serviços.

O melhor? Tudo conectado ao ambiente bancário de maneira escalável e rastreável.

Sucesso na estrada

E não se trata de uma experiência, mas de um case de sucesso. O FitBank já desenvolveu o Rodobank – aplicativo que facilita a vida financeira de caminhoneiros.

Por meio do app, os profissionais do volante têm uma solução prática para fazer pagamentos ou sacar dinheiro em qualquer canto do país.

A plataforma em nuvem (100% em API), a integração simples com terminais e ERP e o pagamento de fretes e pedágios homologado pelas agências reguladoras, o aplicativo é considerado o melhor e mais seguro aliado financeiro dos motoristas.

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