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Plataformas de Crowdfunding e as soluções de pagamento!

Plataformas de Crowdfunding e as soluções de pagamento!

O crowdfunding, ou popularmente conhecido como “vaquinha virtual”, tem esse apelido assim no diminutivo apenas porque esta é a forma como conhecemos a arrecadação coletiva de fundos.

Mas esta modalidade de financiamento coletivo já é um gigante que movimenta milhões de reais todos os anos. Se você está interessado em criar uma plataforma de crowdfunding, conheça algumas soluções de pagamento que podem te ajudar.

Antes, vamos entender melhor como o crowdfunding funciona.

No crowdfunding tradicional, o interessado em arrecadar fundos para uma meta pessoal ou um projeto coletivo “hospeda” a sua empreitada em um portal, e divulga sua iniciativa, normalmente pelas redes sociais e mídias digitais.

Os cidadãos que querem colaborar com aquela iniciativa entram no site e fazem o depósito – a maior parte do dinheiro vai para o interessado e uma comissão fica com o portal que hospedou o crowdfunding.

E temos o chamado crowdfunding de investimentos, que é uma modalidade um pouco mais complexa, mas que é muito confundida com a anterior porque também se trata de uma coleta coletiva de recursos.

No crowdfunding de investimentos, empresas de pequeno e médio portes oferecem seus papéis para eventuais investidores, sem necessidade de registro e exclusivamente por meio de plataformas eletrônicas. As empresas que querem aderir a esta modalidade podem captar até R$ 5 milhões.

No ano passado, esse tipo de transação movimentou quase R$ 80 milhões, em um crescimento observado de 71% com relação ao exercício anterior. Os dados são da empresa de consultoria Crowdfunding Group (CFG).

Apesar de bastante difundido, o movimento é recente e no Brasil ganhou musculatura apenas na última década.

Uma das primeiras pesquisas que traçaram o perfil deste segmento foi o levantamento “Retratos do Financiamento Coletivo no Brasil”, elaborado pelo Catarse e pela Chorus, em 2014.

A pesquisa observou que quase a metade dos entrevistados já tinham ouvido falar de crowdfunding, mas os dados mais reveladores diziam respeito à finalidade dos projetos:

* 52% das vaquinhas coletivas se destinavam a projetos artísticos e culturais independentes;

* 41% eram voltados para projetos ambientais ou com viés social, que engajam as comunidades em ações voltadas para o bem comum;

* 24% tinham como objetivo viabilizar pequenos negócios, ou seja, tinham viés empreendedor.


A criação de portais específicos para a arrecadação de dinheiro acabou se tornando um nicho importante dentro dos ambientes digitais.

Hoje já são dezenas de pequenas, médias e grandes empresas que operacionalizam estas empreitadas coletivas. O número de vaquinhas online também cresceu, sobretudo em decorrência da crise econômica advinda da pandemia de coronavírus.

Uma das grandes dificuldades que os interessados enfrentam, no entanto, é a criação de sistemas completos, seguros e rápidos de arrecadação, que garantam confiabilidade de ponta a ponta, e sem gastar muito. É aí que entram as soluções de pagamento.

O FitBank é uma fintech com forte presença no mercado de pagadoria, com soluções inteligentes e personalizadas.

Por meio dos serviços de pagadoria, você terá condições de conciliar seus recebíveis, independentemente da forma escolhida para doação por parte dos participantes do crowdfunding, com controle total sobre os fluxos de pagamento.

O Smart Split é outra funcionalidade importante: suponha que a arrecadação tenha como objeto duas finalidades distintas, que receberão porcentuais diferentes das doações. Nesse caso, é possível atrelar os recebíveis de maneira específica, honrando o compromisso com todos os participantes da vaquinha digital.

O FitBank também dá poder de banco para sua empresa e oferece sistemas para quem está interessado em ter sua própria fintech.

Já pensou em ter seu próprio portal de recebimento de doações coletivas?

O FitBank está apto para oferecer os sistemas e as soluções de pagadoria de que você precisa!

Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Mercado financeiro pós-covid: do trauma à recuperação

Quem acompanha o mercado financeiro sabe o quanto o mundo dos investimentos e das aplicações é temperamental. Disputas comerciais, entraves políticos, crises corporativas – qualquer evento de maior ou menor relevância é capaz de mudar o “humor” do mercado. A pandemia de coronavírus, no entanto, não provoca apenas uma oscilação de humor, e sim um trauma sem precedentes recentes.

Razões não faltam. Do ponto de vista social e humanitário, o surto já provocou milhares de mortes e pôs em colapso os sistemas de saúde de países ricos, em desenvolvimento e pobres.
Do ponto de vista econômico, as medidas de isolamento frearam a atividade econômica em todas os setores produtivos: indústria, serviços, comércio, turismo, transportes, entre outros que já começam a perceber o ambiente de estagnação inédito até aqui.

O mais preocupante é que, diferentemente de crises anteriores, esta é marcada por total imprevisibilidade: é muito difícil saber quando isso tudo vai acabar. Esta interessante reportagem do The New York Times, a propósito, especula sobre isso.
De todo modo, investidores e analistas do mercado financeiro já fazem suas projeções sobre como será este segmento no mundo pós-covid.

Uma das certezas é de que, neste momento, não faz muito sentido resgatar valores aplicados em ações, porque a depreciação é gigantesca e o investidor certamente perderá dinheiro.

Passada a crise, será necessário avaliar o comportamento de cada papel para identificar quais continuarão promissores e quais deixarão de ser rentáveis.

Por enquanto, as maiores baixas são nos setores de turismo, óleo e gás, mineração, veículos, companhias aéreas e informáticas.

As maiores altas se dão entre as empresas de e-commerce e insumos de saúde.  A esta altura, qualquer indicação é puro exercício de futurologia.

É provável, inclusive, que os investimentos migrem de perfil em decorrência dos sobressaltos provocados pelo coronavírus. Investidores mais audaciosos – que até podem ter aproveitado o momento para comprar ações – podem aportar mais recursos em frentes mais conservadoras, como as de renda fixa.

Quem já tem um perfil consumidor deve manter uma certa distância controlada do mercado de ações – de preferência com uma carteira diversificada.

Há ainda questões conjunturais a se considerar.

A política de juros baixos, que ajudou a conter a inflação, é considerada necessária, mas possui implicações. A inflação muito baixa provoca pouca oscilação de preços e desestimula o consumo.

Associada a um cenário de baixa procura por itens secundários, esta opção tende a desaquecer ainda mais o comércio e a atividade industrial, provocando mais retração e desemprego. Ainda assim, é provável que os juros caiam ainda mais nos próximos meses, renovando sucessivos recordes negativos.

A vez das fintechs

O mundo pós-covid deve acentuar o crescimento das fintechs – empresas de tecnologia aplicada às finanças. Com maior capilaridade e potencial para chegar a público desbancarizado, estas empresas oferecem poder de banco com juros mais baixo e menos burocracia, além de agilizar o acesso a crédito e fazer chegar dinheiro e lugares mais remotos.

Durante a pandemia, as particularidades das fintechs foram ressaltadas por especialistas em finanças, que entendem que a estrutura anacrônica das instituições financeiras não combinará mais com uma sociedade reformulada nas bases do consumo consciente e na busca por respostas ágeis erigida a partir da pandemia.

A busca por soluções para esta crise passa pela ciência e por esforços conjuntos de gestores e do setor produtivo. De um lado, o protagonismo necessário da luta pela vida e pelo respeito à dignidade das pessoas. Em paralelo, estão as saídas econômicas para fortalecer a geração de emprego, renda e investimentos quando tudo acabar.

Se ainda não se sabe quando será o fim da pandemia, algo já é certo: nada será como antes no mercado financeiro, e pavimentar uma transição segura é uma necessidade de primeira ordem.

Empresas-Plataforma e a Revolução no Mercado Global

Empresas-Plataforma e a Revolução no Mercado Global

Elas são gigantes: valem bilhões de dólares e já dominam o mercado de ações no mundo todo.

Elas movimentam cadeias diversificadas: empresas que mobilizam autônomos, restaurantes, bares, hotéis, serviços de transporte, investidores e profissionais liberais.

Elas mudaram a lógica do consumo: estimulam a compra consciente e compartilhada, economizam recursos naturais e energizam a economia criativa.

Elas não têm sede fixa: muitas vezes seu endereço ocupa um andar de um prédio corporativo, mas estão espalhadas no mundo todo.

Elas são as empresas-plataforma, sintoma mais proeminente da transformação digital que estamos vivenciando.

Impossível passar despercebido por esses grupos que representam a expressão máxima da inovação em produtos, processos e serviços. O mundo digital criou uma legião de consumidores exigentes, que precisam de respostas rápidas e eficientes como a conexão em rede prometia.

As mais conhecidas acumulam êxitos. A Uber fechou o terceiro trimestre de 2019 com faturamento de US$ 3,8 bi. Tão logo foi criado, o serviço de entregas Rappi nasceu valendo US$ 1 bi. Após revolucionar o mercado de hospedagem, o AirBnB se tornou uma unicórnio que promete abrir mercado em 2020.

Vantagens

Obviamente, se tratam de cases muito exponenciais – e que dada a dimensão também enfrentam suas controvérsias: impasses nas relações de trabalho, necessidade de marcos regulatórios específicos e enfrentamento com a concorrência analógica.

No entanto, pequenos casos de empresas-plataforma surgem neste cenário como opção viável de transformação digital dentro das corporações de médio porte.

E não é para menos. Existem várias vantagens em descentralizar a linha produtiva e apostar nas facilidades da hiperconectividade para diversificar a atividade econômica principal.

A primeira delas é a diminuição expressiva dos custos operacionais: ambiente físico, manutenção, pessoal, insumos e equipamentos. Basicamente, uma boa empresa-plataforma precisa de investimentos canalizados para a área de tecnologia, que é a que garantirá seu funcionamento da porta para dentro (controle, gerenciamento, gestão de pagamentos) e da porta para fora (e-commerce, sistema de vendas).

A segunda é a visibilidade. Se antes era necessário investir pesadamente em publicidade tradicional (material impresso e visual), agora a dinâmica comunicacional nos leva para os pequenos e universalizados dispositivos móveis. Um bom aplicativo, integrado a uma cadeia eficiente de comunicação digital que não despreza as mídias digitais, é um excelente primeiro passo para ser visto.

Outra vantagem é o potencial de resiliência das empresas-plataforma. Mais sintonizadas com a dinâmica do mercado, conseguem se adaptar com maior facilidade a novas frentes. Um e-commerce que centraliza e revende cosméticos, por exemplo, pode aproveitar esta estrutura para revender insumos de saúde em uma ou duas semanas, com poucas adaptações.

Isso significa que intempéries econômicas, como a que estamos vivenciando diante da pandemia de coronavírus, tendem a impactar menos tais empresas.

Na área de tecnologia aplicada às finanças, as empresas-plataforma atendem pelo nome de fintechs.

O FitBank é uma das líderes de mercado no Brasil por agregar serviços e sistemas que dão poder de banco aos seus clientes.

Sem estrutura física robusta, muita gente está apostando em empoderar seus empreendimentos e transformá-los em plataformas de pagamento. Consulte nossos consultores e entenda mais sobre como essa revolução chegou ao mundo das finanças.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

Cel (Whatsapp): 011 97709-1977

comercial@fitbank.com.br

 

Transformação digital nas finanças: 5 fatos que você precisa saber

Transformação digital nas finanças: 5 fatos que você precisa saber

O mundo financeiro foi um dos primeiros a perceber a revolução que estava em curso na virada do milênio. O encurtamento das distâncias, a comunicação todos para todos e a capilaridade da sociedade em rede atingiu em cheio o fluxo informacional pelo qual circulam o dinheiro e os investimentos.

A transformação digital trouxe uma miríade de possibilidades mais rápidas, seguras e rentáveis para os cidadãos e os consumidores. De um lado, procedimentos analógicos monopolizados pelo sistema bancário deram lugar a uma engrenagem mais sofiscada e moderna capitaneada por outros players.

De outro, pessoas físicas e jurídicas perceberam que o sinal de empoderamento não era uma carta branca a um gerente personalizado ou um cartão de crédito preto com limite indeterminado. A autonomia financeira, quem diria, significou cuidar do próprio dinheiro – o que não era tão óbvio assim antes dessa transformação.

Neste post, reunimos cinco fatos que atestam que esta revolução já começou e que se trata de um momento irreversível na história financeira do mundo ocidental.

Prazer, fintech

Não faz tanto tempo assim, se perguntássemos a alguém onde poupar dinheiro ou qual lugar procurar para fazer uma simples transação, a resposta seria banco. Não é para menos. Esta instituição remonta ao século 15 e, com menores ou maiores evoluções, manteve sua lógica ao longo deste período: cuidar da grana alheia, permitir transações entre cidadãos e emprestar dinheiro com juros.

A revolução tecnológica sobre a qual já falamos criou novos atores neste cenário – cujo protagonista atende pelo nome de fintech. Pesquisa realizada no ano passado pela MindMiners revelou que mais da metade dos entrevistados (55%) afirmava conhecer ou ter se valido dos serviços das empresas de tecnologia e finanças.

Líderes nas operações digitais, essas empresas – startups ou não – possuem atendimento especializado, capilaridade para chegar aos desbancarizados e menos burocracia. A cara do novo milênio.

Quer pagar como?

Dinheiro, cheque ou cartão? Pergunta obrigatória nas transações analógicas, e que agora começa a ganhar outras alternativas: cashback? Direto pelo aplicativo? QR Code? Milha?

Se o talão de cheques já cheira a naftalina, o dinheiro em espécie tende a ter o mesmo caminho. No Brasil, já há até projeto de lei extinguindo o papel moeda.

Obviamente que se trata de uma iniciativa exagerada, mas que ao mesmo tempo revela um sintoma dos novos tempos, em que pessoas de todas as faixas etárias e padrões de renda começam a migrar para sistemas mais modernos, seguros e rápidos de pagamento – notadamente, os de pagamento instantâneo.

Horário de expediente: sempre

Bem antes da pandemia de coronavírus que provocou um freio  no mundo do capital, muita gente já havia percebido que ser visto não significava necessariamente colocar um outdoor na entrada da cidade – e sim planejar adequadamente um reposicionamento de mídia que incluía os ambientes digitais. Mais do que isso: investir no e-commerce.

Essa possibilidade rompeu as fronteiras clássicas entre os estados e os países, de modo que produtos passaram a encontrar livre circulação por todos os cantos.

Novamente, as empresas precisaram se estruturar e bolar estratégias de pagamento que dispensassem o dinheiro vivo em nome de novas possibilidades.

O resultado? O e-commerce cresceu 22% no ano passado e deve testemunhar um boom em 2020 – desta vez pelas circunstâncias criadas pelo covid-19.

Nativos digitais

Você já deve ter ouvido falar deles (se não for um). Nascidos a partir dos anos 2000 já têm 20 anos e… Vão às compras, fazem investimentos e se preocupam com o próprio dinheiro. Muito provavelmente, nunca pisaram em um banco na vida.

Qualquer empreendedor de sucesso precisa pensar nos jovens se quiser colher bons frutos nas próximas décadas. A população ativa do futuro quer rapidez e segurança, personalidade e robustez, orientação sem pedantismo e autonomia para gerenciar seus projetos de vida.

Enquanto os cidadãos analógico-digitais (ainda em maioria) apanham quando surge um gadget novo, os nativos digitais estão totalmente familiarizados com essas interfaces. E acredite: para eles, até o www e o email já são obsoletos. Quem não tem um aplicativo decente, interativo e intuitivo, por enquanto, não fala a língua desse pessoal.

Novos caminhos, velhos problemas

A revolução digital empurrou para um abismo dezenas de atores que estavam acostumados a trabalhar com carimbos e filas intermináveis. Por causa disso, instituições que são verdadeiros transatlânticos de burocracia ainda tentam acertar a trajetória para se adaptar aos novos tempos.

Enquanto isso, milhares de empresários e empreendedores se veem angustiados e sem orientação para adentrar nesta seara.
O FitBank é a fintech dos nativos digitais. Em 15 anos no mercado, já assumiu a dianteira da gestão de meios de pagamento e possui consultores em todas as áreas do mercado financeiro para ajudar pequenos, médios e grandes empresários a ter poder de banco em seu próprio negócio.

Se você quer saber mais sobre as soluções do FitBank para o seu negócio, entre em contato com um de nossos consultores em nossos canais de atendimento.

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Aproveite o período de quarentena para estruturar sua fintech

Aproveite o período de quarentena para estruturar sua fintech

Os dias de distanciamento social entre aqueles que podem se isolar têm sido de muita reflexão. O clima de “nada será como antes” predomina e muitos empreendedores precisam buscar equilíbrio emocional para conciliar o planejamento para manter as contas em dia com a definição de novos modelos de negócio que sobrevivam no contexto pós-covid. As inovações mais robustas surgem exatamente neste contexto, e talvez seja a hora de pensar em dar um passo adiante na linha da vida de seu empreendimento.

Temos falado aqui já há algum tempo sobre as vantagens em transformar seu negócio em uma fintech – empresa de tecnologia aplicada às finanças: sem depender de espaço físico, você passa a oferecer serviços de banco para outras empresas que buscam mais autonomia sobre a engenharia financeira, como transações, gestão de pagamentos, antecipação de recebíveis, entre outras facilidades.

Tudo isso com capacidade para chegar a milhões de brasileiros desbancarizados, por opção ou falta de acesso à instituição bancária.

A engrenagem mais moderna das fintechs voltou à tona justamente no momento em que o mundo entrou em estado de dormência: a dependência exclusiva dos bancos se mostrou anacrônica e lenta demais para quem tem pressa para salvar o próprio negócio ou para garantir condições mais básicas de sobrevivência.

Em recente debate promovido pelo UOL, representantes de fintechs expuseram que o auxílio de R$ 600 providenciado pelo governo para ajudar as pessoas em dificuldade financeira chegaria ao cidadãos em poucos dias, e não em semanas, como se tem observado.

A conta é muito simples: quando a crise do coronavírus começou e as pessoas que puderam se viram obrigadas a ficar em casa, o tráfego na internet aumentou cerca de 40%. Basicamente todos os setores da economia diminuíram o ritmo, ao passo que o uso da rede aumentou exponencialmente.

Ora, tanta gente usando a internet só comprova que o eixo da economia – sobretudo em momentos de crise – deve ser compartilhado de maneira definitiva com os ambientes digitais, o que não combina nem um pouco com filas e mais filas em banco para sacar um único benefício.

Mas não é só isso: as vendas de pequenas e médias empresas no e-commerce aumentaram cerca de 140% em março, com destaque para os segmentos de alimentação (80%) e presentes (60%).

Já as transações virtuais, intermediadas ou não por instituições bancárias, cresceram de maneira expressiva e os aplicativos de bancos estão entre os mais baixados em tempos de isolamento.

A hora da mudança

Por um motivo muito assustador e que vai mudar a história do século 21, os modelos de negócio vão ter que enfrentar este caldeirão de ingredientes que inclui queda no poder aquisitivo das famílias, crise do varejo tradicional, desemprego e mudanças no padrão de consumo.

Como em toda crise, há espaço para a emersão de novos paradigmas positivos, como a compra consciente, o maior senso de solidariedade e o estabelecimento de negócios adaptáveis a solavancos como este.

Neste sentido, as fintechs surgem como uma possibilidade segura em função da capilaridade e do espírito democrático que se adapta a pequenas, médias e grandes empresas para chegar a cidadãos de todo tipo de perfil.

A revolução que as startups promoveram no contexto da inovação tecnológica e na rotina dos profissionais tende a se alastrar entre aqueles que:

* Precisaram fechar seus estabelecimentos físicos, mesmo que temporariamente;
* Precisaram mudar o foco de atuação, mesmo que conciliando com o anterior;
* Precisaram oferecer outras possibilidades de negócio, diante da obsolescência de produtos, processos ou serviços.

Precisa de ajuda?

A empreitada não é fácil, assim como em qualquer mudança. O FitBank nasceu preparado para ajudar empresários e empreendedores a dar poder de banco para seus negócios. Esta é a nossa vocação que, em um momento como esse, fica ainda mais evidenciada.

Junte-se ao nosso time de colaboradores que lhe darão o suporte técnico e intelectual para construir novas pontes e sair deste momento mais forte – emocional e economicamente.

Tenha autonomia sobre transações instantâneas e cobranças

Tenha autonomia sobre transações instantâneas e cobranças

Ao efetuar uma venda ou uma outra transação, você ainda tem que esperar horas ou até um dia para receber pelo serviço? Então, considere-se preso a um modelo bastante anacrônico de efetuar cobranças.

Neste post, falaremos sobre como seu negócio pode ganhar mais autonomia por meio de modelos de transações instantâneas adaptadas ao seu empreendimento.

De início, vamos entender o que são esses sistemas. Com o suporte de plataformas integradas à sua engrenagem financeira, seus clientes poderão fazer pagamentos instantâneos, creditados em sua conta imediatamente, sem a necessidade de espera ou pagamento de taxas.

Não é arriscado dizer que, em um futuro próximo, modalidades como TED ou DOC deixarão de ser eficientes justamente porque estimulam um montante máximo de pagamento ou um prazo maior para a realização da transação.

Vamos a alguns exemplos?

PIX

Já falamos dele aqui. Por meio da leitura do QR Code, a transação é feita imediatamente. Isso vale para compras simples ou para negócios mais complexos. Para funcionar, é preciso que cliente e vendedor tenham conta em instituição bancária ou em alguma fintech – empresa de tecnologia aplicada aos arranjos financeiros.

A funcionalidade já foi lançada pelo Banco Central e aguarda a operacionalização das instituições responsáveis, e promete revolucionar os pagamentos mais corriqueiros.

Antecipação de recebíveis

Essa modalidade garante extrema autonomia para o negócio. Ao “prever” o quanto receberá em uma transação, é possível antecipar este recebível para dar mais robustez ao fluxo de caixa – por exemplo – sem depender da data combinada para o pagamento.

Na prática, é como se o cliente tivesse pago a mercadoria ou o serviço à vista, mesmo que tenha parcelado ou protelado a data do pagamento.

Agendamentos programados

Sites de venda, marketplaces e serviços de assinatura contam com uma mensalidade fixa, cobrada normalmente por boletos ou cartão de crédito, certo?

Por meio de um sistema próprio, é possível programar os pagamentos a partir de um leque maior de possibilidades, como o débito em conta. O cliente paga pelo valor global do serviço – mas na verdade ele é dividido na quantidade de meses contratados. O pagamento é processado automaticamente e também pode ser antecipado.

Nesses casos é que a transação é recorrente e com o mesmo valor, o serviço pode ser cancelado com maior facilidade sem prejuízo para nenhum dos dois lados.

Autorização automática

Em casos em que há total disponibilidade do produto em estoque ou garantia de que a entrega poderá ser feita, o modelo de pagamento via cartão com autorização automática é o mais indicado.

A fintech intermedia o sistema de liberação com a bandeira adotada pelo cliente e o valor é creditado tão logo seja autorizado.

Ao vendedor caberá, evidentemente, fornecer o produto ou o serviço.

Autorização em dois tempos

Esta modalidade é mais adotada pelos empreendedores que não têm total controle sobre a disponibilidade em estoque – em uma super oferta, por exemplo – ou que trabalham com mais de um fornecedor e não têm como garantir a efetivação do serviço.

Neste caso, a compra é processada e o vendedor é notificado sobre a disponibilidade do item. Após a validação, a venda é autorizada e a cobrança é feita.

O cliente é informado sobre todos os estágios e, em não havendo disponibilidade do item, a compra é cancelada automaticamente sem prejuízo para ninguém.

Todas estas funcionalidades têm como objetivo garantir mais liberdade para o empreendedor cuidar das próprias finanças e garantir recebimento imediato, sem necessidade de aprovações morosas ou de cobranças de taxas.

O FitBank, fintech especializada em gestão de meios de pagamento, têm consultores preparados para ofertar a melhor alternativa para cada tipo de negócio – fazendo jus ao slogan: “poder de banco para o seu negócio”.

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