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As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

As vantagens do Split na gestão de meios de pagamentos

Você já deve ter se deparado com um serviço, normalmente oferecido em plataformas online, em que vários fornecedores diferentes oferecem produtos ou serviços por um preço fechado: quer seja um marketplace com diversos produtos e fornecedores diferentes, um spa com cabelereiro e massagista, ou uma rede de atendimento automobilístico com mecânicos, eletricistas e funileiros. Mesmo passando por todos esses profissionais, você paga uma única vez. Isso só é possível graças ao split na gestão de pagamentos, sobre o qual falaremos neste post e suas vantagens pro seu negócio.

O split reúne uma série de APIs que reúnem em uma mesma plataforma a gestão dos pagamentos de serviços complementares, cujo faturamento precisará ser rateado depois.

Então imagine se, ao pagar por um pacote educacional que envolve diversos colaboradores pessoas-jurídicas e, ao final, precisar pagar vários boletos diferentes. Com o split, o gestor da empresa fica desobrigado desta incumbência trabalhosa e, o cliente, paga tudo de uma única vez.

Na área da saúde, o split é cada vez mais adotado. Clínicas com multiespecialidades, por exemplo, acabam centralizando muitos profissionais e prestadores distintos, que muitas vezes são procurados em combos de serviço. O rateio manual dessas finanças na certa provocaria muita confusão e insatisfação entre os clientes, que não sabem ao certo o quanto estão pagando e para quem, e entre os profissionais que atuam nesta engrenagem, por causa das chances de erro.

Aqui, estamos basicamente falando de segurança, confiabilidade e rastreabilidade. Com a tecnologia da informação cuidando de todos os cálculos – incluindo gastos com fornecedores de cada insumo, recolhimento de impostos e distribuição de lucros – sobra tempo para cuidar do negócio propriamente dito.

Já falamos por aqui que as fintechs são a bola da vez quando o assunto é a gestão dos meios de pagamento e no caso do split não é diferente. Com propostas e taxas mais flexíveis e sistemas robustos e seguros para as transações financeiras, as empresas que aliam tecnologia e gerenciamento de finanças são as mais indicadas para atuar neste segmento.

Você deve estar pensando que um sistema desses oneraria demais a atividade financeira de sua empresa, certo?
Errado!

Com a centralidade dos meios de pagamento e posterior distribuição, as taxas eventualmente envolvidas são debitadas uma única vez, e não a conta gotas, como se cada profissional demandasse um boleto ou um pagamento via cartão. Portanto, a possibilidade de otimização de seus recursos é real e praticada cada vez mais.

Múltiplas possibilidades

Sempre gostamos de lembrar que, ao contratar uma fintech, sua primeira sensação será a de ser finalmente dono do seu dinheiro. Isso vale para a gestão dos splits de pagamento.

Você poderá estabelecer e mudar a qualquer momento a escalabilidade e a proporcionalidade de cada serviço: quais profissionais receberão em qual proporção, já descontados os gastos de cada um com insumos e outros compromissos. Se há comissões envolvidas, não se preocupe. Até isso dá para programar e desprogramar com incrível facilidade.

Vantagens

O melhor de tudo é que o cliente não irá perceber toda essa dinâmica prévia. Pelo contrário, vai apenas pagar uma vez e seguir confiando em sua atividade empresarial.

No FitBank, a cartela de pagadoria para marketplaces e outras modalidades é ainda mais vasta. Há a possibilidade de abrir contas virtuais específicas para todos os recebedores, liquidação automática para todos os envolvidos (e isso é realmente muito desejado), rastreabilidade dos pagamentos, entre outras vantagens. Na dúvida, fale com um de nossos consultores!

 

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Transferências peer-to-peer revolucionam sistemas de pagamento

Transferências peer-to-peer revolucionam sistemas de pagamento

Como você faz pagamentos ou transferências hoje? Provavelmente, se você usa um aplicativo do banco com o qual mantém relacionamento, essa transação é efetivada por meio de uma TED ou um DOC – ambos só são creditados em dias úteis e, na maiorias dos casos, incluem taxas específicas.

Se o pagamento é de uma fatura ou de um convênio, é provável que você trabalhe com boletos bancários ou utilize seus cartões. O cheque, em mais alguns anos, deve virar peça de museu.

Em compensação, existe um novo sistema de pagamentos e transferências que está revolucionando esse cenário. É a chamada transação peer-to-peer (P2P), também conhecida por person-to-person.

Essa modalidade funciona assim: em vez de fazer a transferência por intermédio de uma instituição bancária, a transação é feita sem obstáculos entre mesmas instituições de pagamento: o dinheiro sai da conta do devedor e cai direto na conta do credor. A tendência, neste sistema, é a de que o tempo de transferência e as taxas sejam exponencialmente reduzidas.

Mas há outras vantagens – vamos conhecê-las?

Disponibilidade

Chega de esperar a temida segunda-feira para dar sequência a um compromisso. No sistema P2P, o pagamento pode ser feito todos os dias da semana, incluindo sábado, domingo e feriados.

Hoje, se você tentar fazer uma TED ou um DOC no sábado, o app do banco automaticamente o reprograma para o próximo dia útil. Com o P2P, o pagamento poderá ser feito no mesmo dia.

Velocidade

Por causa disso, as negociações serão facilitadas e aceleradas. Como dinheiro é creditado praticamente em tempo real, grandes compras – como a de um automóvel, por exemplo – poderão ser concretizadas imediatamente, sem a necessidade de esperar o valor cair na conta da concessionária. Claro que este exemplo também vale para transações menores ou maiores.

Conveniência

Aqui, quem manda é o usuário, que terá plena ciência das taxas a que será submetido e do momento em que a transação será concretizada.

As Fintechs, em plena expansão no Brasil, devem entrar com tudo nesta modalidade porque já reúnem a expertise tecnológica necessária aplicada ao mercado financeiro. É o caso do Fitbank, que disponibiliza em seu ambiente financeiro de gestão de pagamentos ou em uma plataforma white label a funcionalidade do P2P dentro das contas digitais como oferta de solução.

Além dessa funcionalidade, o FitBank possui uma séria de outros produtos e soluções para a gestão do seus meios de pagamento. Inclusive, semana passada, falamos um pouco das novidades que irão chegar em 2020 que vc pode conferir aqui.

Multiplicidade de recursos

O cliente poderá experimentar o método P2P em vários tipos de transação: pessoa física para pessoa física, pessoa física para pessoa jurídica, pagamento de bens e serviços no comércio presencial e eletrônico, entre outras modalidades.

Com maior agilidade no recebimento de recursos, empresas aumentam a dinâmica do fluxo de caixa e ganham maior autonomia para investir.

Extremamente seguro, o P2P é um componente a mais no cada vez mais moderno ecossistema financeiro do país. Sem a intermediação bancária, o usuário ganha tempo e autonomia. O recebedor tem mais garantia e flexibilidade no uso dos recursos. E o sistema financeiro, de um modo geral, ganha mais competitividade e sintonia com o mundo digitalizado.

Open banking pode abrir nova era no mercado financeiro

Open banking pode abrir nova era no mercado financeiro

A revolução digital já provocou expressivas mudanças de paradigma nos serviços de transporte, saúde, hospedagem e em outros setores da economia. No âmbito do mercado financeiro, esta revolução atende pelo nome de open banking!

A lógica deste sistema é simples.Quaisquer dados pessoais – inclusive os bancários – pertencem ao cidadão, correto? Mas, no âmbito do sistema financeiro, o usuário se sente “preso” ao banco ao qual é correntista. Todas as operações precisam ser feitas naquela instituição – saques, depósitos, transferências, empréstimos e investimentos – e qualquer tentativa de migrar de banco é sempre trabalhosa.

O open banking subverte esta engrenagem e devolve ao contribuinte o poder sobre seus dados bancários. Com maior autonomia, é possível escolher mais de uma empresa para cuidar de seu dinheiro, dependendo dos pacotes e serviços mais vantajosos. A migração de prestador de serviços é simplificada e, assim como sua rede de contatos e suas mídias sociais, sua vida financeira fica “à mão” para ser alocada da forma que melhor lhe convier.

Se tudo isso lhe parece muito distante, fique sabendo que o open banking já funciona em vários países e está prestes a sair do papel aqui no Brasil. O Banco Central acaba de abrir consulta pública para receber contribuições da população – o canal segue aberto até o dia 31 de janeiro de 2020.

Como funciona?

Baseado na premissa de que é necessário preservar os sigilos fiscal e bancário, o sistema financeiro nacional blinda os dados do cidadão e os entrega tão somente para a instituição com a qual o cliente deseja estabelecer relacionamento.

No open banking, alguns dados básicos ficam disponíveis dentro de uma plataforma adaptável, caso o cidadão assim autorizar. Isso é possível graças a uma tecnologia conhecida por API (já traduzida para interface de programação de aplicativos).

Nós já nos beneficiamos muito das APIs, sem saber: é o caso dos aplicativos de localização, por exemplo, que podem ser incorporados a diferentes sites e mídias sociais porque possuem seus códigos abertos.

Naturalmente, essa possibilidade pode assustar, por causa da segurança desses dados. No entanto, o setor financeiro é um dos líderes em soluções de segurança já que um vazamento de informações sigilosas seria avassalador para a credibilidade de qualquer empresa.

Não por menos, já ouvimos falar de vazamento de dados provenientes de governos e mídias sociais, mas raramente sabemos de ocorrências do tipo envolvendo empresas de tecnologia financeira.

Ainda assim, aqueles que não se sentirem confortáveis em aderir ao novo sistema poderão manter seus dados em poder das instituições bancárias convencionais sem autorizar sua abertura.


O tamanho da revolução

Imagine só poder aplicar seu dinheiro em fundos de investimento de mais de uma instituição, sem necessidade de pagar taxas por descumprimento da fidelização. Já imaginou, por exemplo, investir e desinvestir de acordo com o humor do mercado, sem a burocracia da intermediação? Melhor ainda: movimentar dinheiro sem a necessidade de usar aplicativos ou sites de bancos?

Essas são apenas algumas das funcionalidades do open banking, que oferece ainda mais possibilidades para as pessoas jurídicas.

“As pessoas sempre precisarão de serviços bancários, mas não necessariamente precisam do banco todo empacotado. O Open Banking deve trazer essa liberdade ao cidadão de consumir somente o necessário e pelo canal que melhor lhe servir, agregando informações ou serviços aos seus dados bancários. Essa abertura vai melhorar a competição e a eficiência dos serviços financeiros, trazendo benefícios começando pelas pessoas físicas que tem menos poder de negociação individualmente.”diz Rodrigo Pina, Head de Produtos do Fitbank.

Algumas modalidades de plataformas digitais são voltadas exclusivamente para micro e pequenas empresas. Com absoluto controle sobre informações cadastrais e tributárias, o usuário consegue controlar seus gastos sem a figura do gerente de PJ, bem como exportar esses dados de acordo com a conveniência da conjuntura e da competitividade do mercado financeiro.

Continua achando tudo isso muito inovador? Tem razão! Inovação é a palavra de ordem na aliança cada vez mais definitiva entre tecnologia e sistema financeiro. O FitBank tem muitas dessas soluções e pode ajudá-lo a deixar para trás o método analógico de cuidar do próprio dinheiro.

Por que 2020 pode ser o ano das fintechs no Brasil

Por que 2020 pode ser o ano das fintechs no Brasil

Quem acompanha notícias do mercado financeiro já deve ter percebido a expansão vertiginosa pela qual passa o setor de fintechs – empresas que se valem dos recursos tecnológicos para oferecer soluções na área financeira. No Brasil, que já responde pela maior fatia do mercado latinoamericano, uma série de indicadores leva a crer que 2020 será um ano de consolidação.

Neste artigo, apresentaremos alguns deles!

Em junho de 2019, o Ministério da Economia já cantou a bola ao lançar o estudo “Fintechs e Sandbox no Brasil”, no qual apresenta as definições do setor e os caminhos regulatórios mais flexíveis que aqueles adotados no setor bancário.

Para o próprio governo, a expansão das fintechs pode ser explicada por três fatores primordiais:

Bancos analógicos – Os sistemas adotados pelos bancos, embora também se valham de inovação em alguns aspectos, se mostram robustos demais para acompanhar as evoluções tecnológicas. Em outras palavras, enquanto as empresas de tecnologia navegam com tranquilidade pelas tendências cada vez mais disruptivas, as instituições tradicionais são verdadeiros transatlânticos que precisam de tempo e recursos para traçar novas rotas;

Mais familiaridade – Enquanto os bancos precisaram se adaptar aos ambientes digitais, as fintechs nasceram no contexto de inovação de produtos, processos e serviços. Quando esses empresários tiveram a ideia de migrar para o setor financeiro, as pistas já estavam dadas;

Nativos digitais – Jovens que nasceram entre o fim dos anos 90 e o novo milênio não concebem a ideia de perder tempo e dinheiro com soluções analógicas. Aos aplicativos de transporte, alimentação e até de namoro, se juntaram as infinitas possibilidades das empresas que aliam tecnologia e inovações financeiras.

Não por menos, o Brasil tem hoje cerca de 600 fintechs, com previsão de franca expansão para 2020.

“A tecnologia já é presente no mercado financeiro há muitos anos, mas somente há pouco tempo as instituições perceberam que precisam entregar uma experiência de uso melhor para o cliente final. As novas tecnologias (API, Computação em Nuvem e Smartfones) possibilitaram a criação de uma série de soluções para melhorar essa experiência. A adesão por parte de novos clientes se dá gradativamente. A credibilidade e segurança seguem sendo pontos extremamente importantes na percepção do usuário final. Aos poucos ele descobre que novas plataformas não só trazem os benefícios da tecnologia mas também, em muitos casos, entregam a mesma solidez e confiança de uma instituição mais antiga” explica Otavio Farah, CEO do Fitbank.

Em termos de definição, existem hoje nove tipos de operações desempenhadas pelas fintechs, sendo que muitas empresas adotam múltiplos serviços, como é o caso do FitBank. O propósito é dar mais autonomia financeira para os gestores e seus colaboradores e fornecedores, de modo que a rotina bancária deixe de ser uma preocupação e o itinerário financeiro ganhe vida própria.

De acordo com o Radar Finchtech Lab 2019, o setor de pagamentos é o principal representante no ecossistema fintech do país, com 151 empresas – 43% a mais que no estudo anterior.

Em seguida aparece o conjunto de soluções de empréstimos, que possuía 70 empresas em 2018 e agora já possui 95, o que corresponde a 18% do mercado nacional.

A maior fatia de crescimento, no entanto, é do setor de investimentos – com quase 60% de expansão. A confiança do mercado financeiro na economia, que entusiasma cada vez mais cidadãos a investir, explica em parte o sucesso dessas operações.

“Dado o movimento divulgado pelo Bacen de liberar novas autorizações para fintechs e instituições de pagamentos, haverá uma grande demanda por sistemas de transações bancárias com funcionalidades mais próximas da camada de infraestrutura, o chamado “core bancário”. Poder contar com parceiros que entendam o momento e o tamanho das diversas operações pode viabilizar negócios que começam pequenos, mas com grande potencial de crescimento. O FitBank está preparado para ajudar os novos entrantes a encurtar esse caminho de forma eficiente e escalável, considerando a estratégia de cada negócio”comenta Rener Menezes, CTO do Fitbank.

O que vem por aí

Outros fatores conjunturais explicam o provável êxito das fintechs para o próximo ano. Um deles é de ordem tecnológica: o tão aguardado leilão da tecnologia 5G, cuja consulta pública deve ser aberta em breve pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com potencial de revolucionar os setores de comunicações e serviços por meio de uma conexão de altíssima velocidade, o 5G deve energizar ainda mais as empresas de tecnologia – tanto internamente, na otimização de seus recursos, quanto externamente, no relacionamento com os clientes.

A Internet das Coisas (IoT), que há até pouco tempo era apenas uma quimera, passará de vez a fazer parte da vida das pessoas. Não é preciso muita criatividade para imaginar como o setor de soluções financeiras pode ser impulsionado ainda mais.
Mesmo que o leilão do 5G seja adiado, o simples fato de que muitas empresas estão se movimentando para criar novos produtos que recepcionem a tecnologia já é muito sintomático do que vem por aí.
Os grandes pilares tecnológicos que sustentam as soluções das fintechs receberão atualizações expressivas:

Aprendizado da máquina – Os sistemas automatizados de segurança, prevenção de fraudes e consultoria financeira mudarão de estágio;
Biometria – Rapidez, conveniência e segurança estarão cada vez mais presentes na vida do usuário (se é que já não estão);
Computação em nuvem – A possibilidade de armazenamento de dados (e de acesso rápido a esses dados) já revolucionou de maneira terminativa a vida financeira de empresas e pessoas físicas;

Motor financeiro

Após dois anos em desenvolvimento de sistemas, o FitBank foi criado com o propósito de dar poder de banco para as empresas, de maneira segura, descomplicada e orientada. Entre os principais serviços oferecidos estão os de pagadoria, conta de pagamentos, ERP e split de pagamentos.
Quando boa parte dessas previsões de 2020 se confirmarem, o FitBank estará na linha de frente para oferecer as melhores soluções para as empresas que deixaram o século 20 para trás.

Banco com API: o que realmente vai mudar?

Banco com API: o que realmente vai mudar?

Você provavelmente já deve ter ouvido falar no conceito de open banking e que os bancos estão no caminho de abrir suas APIs para o mercado. Como se trata de algo muito novo, as dúvidas de quem usa os serviços bancários no dia a dia das empresas são invariavelmente as mesmas: O que, de fato, vai mudar na vida das companhias? Que vantagens essa mudança pode trazer? A burocracia e a morosidade vão acabar? Os custos vão baixar? Diante de tantas perguntas, preparamos um e-book para que você entenda o que efetivamente vai acontecer.

 Antes de mais nada, o que é uma API?

 API (Application Program Interface, ou aplicação de interface de programas) é uma série de rotinas, protocolos e ferramentas de programação que definem como diferentes sistemas devem interagir entre si. APIs são difundidas em aplicações dos mais variados tipos e não estão restritas a plataformas financeiras.

 Um exemplo corriqueiro são as APIs dos smartphones. Quando um app precisa acessar a câmera do seu celular, por exemplo, ele se conecta à API da câmera no aparelho. A partir daí o app não precisa se preocupar com mais nada. A tecnologia embarcada no próprio celular se encarregará de colocar a foto dentro do app.

 Ou seja, toda vez que há interação entre diferentes sistemas (do app com a câmera do celular, ou então do banco com a empresa, por exemplo), as APIs são a forma mais moderna e escalável de integração de sistemas. Elas trazem velocidade, agilidade e segurança a essas interações.

O que existia antes das APIs?

 Podemos dizer que a API é um tipo de integração 3.0. Simplifica processos, possui uma estrutura muito mais simples, segura, escalável e efetiva em termos de custo do que o arquivo ‘txt’ ou o webservice. A interação entre os sistemas não é uma novidade para o mercado. O que muda é forma como ela se dá.

 Na década de 90, o método mais comum eram as trocas de arquivos (arquivos textos, que eram gerados no sistema de origem e manualmente carregados no sistema de destino). Problemas de processo, fragilidade nas integrações e erros humanos criavam uma série de complicações.

 No início dos anos 2000, uma nova mecânica surgiu: o webservice. Embora aprimorasse a conexão, ele ainda não era escalável. A troca de dados já era eletrônica (com fragilidades sistêmicas, mas ainda assim melhor que o arquivo), mas cada integração exigia uma nova homologação. Sem possibilidade de escala e garantia de estabilidade, os custos operacionais eram também um problema relevante.

Que impacto elas geram nos sistemas bancários?

 Como percebemos, a API é uma porta de entrada e saída de informações entre sistemas, nada além disso. Há melhora em agilidade e segurança nas integrações. Mas os benefícios param por aí. A partir do momento em que a informação está integrada ao sistema de destino, ela cai nos mesmos processos e métodos já utilizados anteriormente. Todos os pontos positivos e negativos de um sistema legado continuam inalterados. Nenhuma solução é criada, a não ser que o sistema herdado seja modificado também.

 E o que isso significa para os clientes?

 A abertura de APIs para o mercado naturalmente agiliza a interface das empresas com os bancos, hoje majoritariamente feita por arquivos txt (isso mesmo, os bancos pularam o webservice e ainda se valem de tecnologias da década de 90). Mas, por outro lado, toda a tratativa dos bancos com seus clientes permanece inalterada. Ou seja, mesmo com as APIs, os problemas seguem os mesmos: burocracia, lentidão, retrabalho, altos custos e perdas de informação.

 Há solução?

 Em sistemas, quase tudo é possível. É necessário tempo e investimento para que os problemas internos sejam resolvidos. O ponto é que tais providências são independentes entre si. Uma não depende da outra, e a estrutura do sistema interno já poderia ter sido revista.

 Se a situação ainda é assim, algum motivo existe.

 Quando o problema será resolvido?

Só os grandes bancos sabem disso. E uma coisa é certa: o legado de sistemas é um fator complicador muito grande. Outro entrave é o grande volume de operações que já rodam nesses sistemas antigos.

 A decisão exige grandes investimentos financeiros. Pior: está sujeita a erros e problemas de implementação. Isso, numa máquina enorme e que opera em capacidade máxima, sem margens para falhas.

 O problema permanece?

 Os grandes bancos vivem o seguinte dilema: ou enfrentam o problema e gerenciam a transição ou mantém os sistemas da forma como estão e adiam a modernização ao máximo. Dinheiro não falta, know-how também não. Porém, essa grande transformação não virá simplesmente com a abertura das APIs para o mercado.

 O mercado financeiro ficará para trás?

De forma alguma! O mercado financeiro no Brasil (e no mundo) é um dos mais atrativos do ponto de vista de geração de valor. Uma massa enorme de empresas e pessoas enxerga grandes oportunidades em solucionar as dificuldades do dia a dia dos bancos. Essa é uma das principais revoluções que as fintechs estão trazendo para o mercado.

Mas porque as fintechs?

 Imaginemos uma reforma na Estação Sé do metrô de São Paulo, com toda a demanda e superlotação que existe. O tomador de decisão certamente precisará avaliar os impactos nos usuários e o stress que isso causará. Todo um plano de contingência para administrar a obra com a estação aberta precisará ser posto em prática.

 Agora vamos pensar em uma nova Estação Sé, conhecendo as necessidades dos usuários de hoje, mas sem ter que se preocupar com eles enquanto cria sua “estação 2.0”. No contexto da construção civil isso é inviável, mas na área de sistemas, não.

Hoje em dia, estão criadas as condições para o advento de uma nova era na tecnologia bancária. Se para os dinossauros as eras duraram milhões de anos, para os sistemas bancários são poucas décadas. Estamos entrando em uma nova era.

 Os bancos desaparecerão?

 Claro que não. A capacidade e o poder dos bancos não devem ser subestimados. Certamente eles encontrarão o caminho para migrar para a nova era da tecnologia e conseguirão enfrentar todos esses desafios de mudança necessários.

 O que podemos esperar é que a mudança não necessariamente partirá deles. Virá provavelmente de novos entrantes, em plataformas altamente escaláveis, eficientes e ambiciosas. Será criada por empresas que não precisam lidar com as dificuldades listadas acima.

 E você, leitor? Como enxerga o futuro dos bancos? Comente abaixo ou entre em contato comigo para evoluirmos a conversa!

As Vantagens de Conectar a Empresa ao Ambiente Bancário via API

As Vantagens de Conectar a Empresa ao Ambiente Bancário via API

Automatizar os processos e unificar as informações de uma organização são problemas comuns na rotina de um diretor financeiro. Atualmente as empresas avaliam que, com o processo atual de remessa e retorno com o CNAB, o problema está resolvido. Creem que estão 100% conciliados, conhecem toda a informação e a operação está resolvida.

Porém, na realidade, as tecnologias atuais podem tornar a operação muito mais eficiente e segura, por ser automatizada. Ninguém quer apenas emitir boleto ou fazer TED. Essencialmente, as empresas querem cobrar e pagar, sendo essa a essência de uma tesouraria.

Neste artigo, mostraremos a importância de conectar a operação de sua empresa ao ambiente bancário com uso da automação financeira, trazendo eficiência operacional e redução de custos em todos os processos de tesouraria.

Continue a leitura e descubra como isso pode ser feito!

Problemas da desconexão do ambiente informacional com o ambiente financeiro

Num primeiro momento, estar desconectado causa descontrole da informação e desconhecimento do que está acontecendo entre os ambientes, ou seja, não é possível identificar se o que está na conta bancária corresponde ao que é apresentado no sistema de gestão.

Se o cliente do banco possui R$ 100, há todo um processo manual para garantir que o seu sistema mostre a posse desse valor. Esse processo manual tem diversas vulnerabilidades, cujas consequências são: erro, adulteração e demora na atualização da informação.

A desconexão, sobretudo, causa ineficiência financeira e operacional. A seguir, indicamos alguns prejuízos que são gerados pela desconexão do ambiente informacional com o ambiente financeiro.

Risco de fraude

O sistema de gestão já possui fluxo de aprovação, que é superado com o banco. Todavia, o arquivo texto utilizado para conectar os ambientes é suscetível a adulterações, com a possibilidade de alterações nos parâmetros das transações, trazendo vulnerabilidade à operação financeira.

Além dos riscos envolvidos no processo de remessa de retorno ocasionados pelas manualidades no processo, códigos de barras de boletos bancários e informações de transferências via TED, por exemplo, podem ser alterados. E, eventualmente, esses recursos podem ser enviados para outras contas.

Com a utilização de uma API conectada ao sistema de gestão há a eliminação das rotinas manuais envolvidas no processo de conexão da empresa com ambiente financeiro mitigando esse risco envolvido em rotinas manuais.

Aprovação de pagamento

Dentro dos sistemas de gestão, há uma lógica informacional referente a aprovação de pagamentos, com a marcação de centro de custo e a origem e destino da transação, além de um detalhamento dessas informações, como tipo de custo e de despesa, por exemplo.

No sistema bancário, que é onde a aprovação efetivamente ocorre — o lançamento feito por um funcionário para a aprovação do diretor —, não há detalhamento das operações.

Portanto, há apenas a aprovação de boleto e uma TED. Não há a discriminação de uma conta de água, um aluguel ou pagamento de um fornecedor. Assim, a falta de transparência pode resultar em um trabalho excessivo, em desorganização do fluxo de trabalho, na defasagem desse processo e no desvio de recursos.

Já a automação financeira proporciona uma experiência de aprovação simples, rápida e rastreável: as autorizações de pagamento são realizadas dentro da lógica informacional da empresa com o detalhamento da informação por tipo de custo/despesa, oferecendo transparência, facilidade, rastreabilidade e agilidade no processo de autorização.

Custo de backoffice

Quanto mais complexa é a tesouraria, mais pessoas estão envolvidas na operação. Dessa forma, haverá uma ou mais pessoas dedicadas a essas rotinas financeiras e também à conciliação, por exemplo.

A mesma rotina de remessa e retorno, que é o que conecta as empresas no ambiente bancário, além dos envios das cobranças e notas fiscais, consome muitas horas de atividades. Esse tempo poderia ser utilizado para atividades de maior valor, caso os processos estivessem automatizados e plenamente conectados.

A utilização de uma API implica na eliminação total de rotinas manuais que envolvem o processo de gestão financeira da empresa, inclusive oferecendo uma alternativa para o uso da CNAB.

Morosidade, falta de agilidade, excesso de rotinas manuais e risco de erros

Quanto maior a complexidade da operação financeira, como no processo de contas a receber e pagar, as operações, por mais simples que sejam, tornam o processo mais moroso por conta de diversas etapas.

Há ainda, o envolvimento de rotinas manuais, que podem resultar em erro humano, como: envio de cobrança, esquecimento de registro de recebimentos e pagamentos, gerenciamento de múltiplos sistemas e contas envolvidos. Tudo isso pode comprometer a tesouraria e a operação financeira.

Com o ERP conectado através de uma API (Application Programming Interface), o próprio sistema de gestão passa a solicitar os serviços financeiros e, dessa maneira, a informação é gerada totalmente conectada à transação. Isso elimina a possiblidade de qualquer tipo de adulteração ou erro humano, garantindo assim a execução do processo.

Defasagem

Quando não há agilidade na disponibilização da informação de contas a receber e pagar, há uma restrição às suas ações. Não há como acompanhar a operação financeira em tempo real. O gerenciamento passa a envolver a regra, e não a exceção. Portanto, é gasto muito para manter as informações conciliadas.

Isso acontece pois há a dependência da empresa em relação o processamento bancário, que envolve download e upload de arquivos de remessa. Por consequência, é gerada uma dependência de todos os agentes e de todas as atividades envolvidas nesse processo para que as informações sejam conectadas.

Em contrapartida, com uma conta virtual, a informação é disponibilizada de maneira ágil, acessível e totalmente online.

Falta de visibilidade

Com um modelo atual de remessa e retorno, a informação é dependente de atividades de processamentos e acompanhamentos que envolvem o ambiente financeiro. Portanto, não há a possibilidade visualizar as informações em tempo real e online.

Assim, mais uma vez, haverá o gerenciamento pela regra. E a regra será a informação somente de quem realizou o pagamento. Nesse caso, não é possível tratar a exceção e realizar a cobrança do cliente que não realizou o pagamento.

Do mesmo modo que a vulnerabilidade de risco e fraude pode fazer com que o arquivo seja adulterado, a falta de visibilidade no processo de aprovação de pagamentos sem detalhamentos ocasiona uma maior insegurança do gestor, pois não permitirá saber o que é aprovado.

No momento em que é acessado o sistema bancário, não há aprovação do pagamento do fornecedor ou do salário de um funcionário. É aprovada uma transferência sem qualquer classificação, tornando o processo vulnerável.

Atividades de acompanhamento, cobrança, conciliação e recobrança com uma API integrada ao ERP tornam-se rotinas automáticas, com detalhamento informacional, podendo a empresa gerenciar a exceção e não mais a regra. Isso diminui drasticamente a possibilidade de erros e vulnerabilidades no processo.

Falta de detalhamento dos recebimentos e das taxas

Atualmente, não há um detalhamento referente as taxas envolvidas na contratação de serviços financeiros. Em geral, o cliente do banco apenas recebe um pacote de cobranças, com os valores de débito, não sendo possível visualizar a composição das tarifas e dos recebimentos, tampouco identificar o que é multa ou o que são juros. Consequentemente, podem ocorrer problemas de fechamento.

Como falamos, com a informação conectada à transação, o extrato passa a estar totalmente vinculado à operação, com um nível total de detalhamento das taxas e da composição dos recebimentos e dos pagamentos.

Custo dos serviços financeiros do banco

Para que a empresa consiga conectar seu ambiente operacional com o financeiro, ainda que envolvendo inúmeros processos manuais, morosos e suscetíveis a erros, eventualmente há a contratação e o pagamento de diversas licenças e mensalidades de serviços paralelos de conciliação.

Além disso, pacotes com mais serviços do que o necessário são comumente contratados, por conta da falta de flexibilidade dos planos e das cestas de serviços.

O conceito de FaaS (Finance as a Service) vem alterando o formato de consumo desses serviços. Pagando apenas por transação, o cliente tem acesso uma experiência totalmente personalizada, aderente à sua operação, sem custos extras.

Vantagens da utilização de uma API para serviços bancários

A solução para a conexão entre a operação da empresa e o ambiente bancário passa pelo uso de APIs — Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicativos, na tradução para português., tecnologia mais moderna disponível atualmente.

No modelo atual sem uma API, por não haver a integração dos dados gerados com o sistema, há  a necessidade de realizar a conciliação, uma vez que não há integração com a informação originada na operação da empresa.

Basicamente, é feito o download da informação de um sistema e a cópia para o outro, para que, dessa forma, haja a integração de informações e ambos os sistemas estejam atualizados. Atualmente, todo esse processo é realizado de forma manual ou semiautomatizada.

Dessa forma, a conexão via API permite que a informação esteja totalmente conectada a transação.

O que é uma API?

Como definição, API é um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na web. Porém, de forma prática, uma API permite que haja a troca de informação entre dois sistemas, como o da empresa e o do ambiente bancário de forma automatizada.

Quais são os benefícios de uma API?

Com a API, os sistemas estão conectados como tomadas. Há a integração de informações sem a necessidade de intervenção humana. As informações já nascem conciliadas. Dessa forma, é invertida a lógica de gerenciamento de transação, e o processo passa a ser gerenciado como um todo, já que não há a interação de um ser humano.

Como resolver as principais questões de tesouraria de uma empresa

Como dissemos, ninguém quer necessariamente emitir boleto ou fazer TED. As tesourarias, por essência, querem apenas cobrar e pagar. Uma alternativa para a solução desse problema envolve as redes de valor agregado — um link dedicado do sistema da empresa com a conta bancária dela.

Diferentemente de uma conta virtual, por exemplo, em que as transações são realizadas na titularidade da instituição de pagamento, permitindo o tratamento dessas informações, a rede de valor agregado é a própria conta da empresa operando com toda uma estrutura complexa de comunicação e segurança.

Essa estrutura deve ser criptografada, e ter seguir uma série de padrões de segurança, para mitigar os riscos envolvidos. Porém, isso torna tudo muito caro, com cobranças de licenças de valor acessível apenas a grandes corporações. Há muitas pessoas envolvidas na implantação desse tipo de serviço e, eventualmente, ele não muda o processo de operação da tesouraria da empresa.

A rede de valor agregado é uma solução cara, complexa e que envolve implantação traumática e dolorosa, por passar por diversas etapas como: homologar no banco, emitir autorização e procuração, instalação, configuração etc. Como citado acima, uma forma mais simples, eficiente e barata são as contas virtuais.

Vantagens do uso de contas virtuais

A conta virtual consegue oferecer uma experiência totalmente transparente, dentro do sistema que a empresa trabalha, com os serviços que já são consumidos, porém com uma camada tecnológica para o tratamento dessas informações. É possível rastrear todas as transações e eliminar a conciliação realizada manualmente.

Portanto, são oferecidos os mesmos serviços, mas dentro do sistema e da lógica operacional da empresa. Com o auxílio dessa camada tecnológica, a conta virtual torna a informação rastreada e conciliada, retirando a possibilidade de interferência humana.

Isso é possível graças à operação na própria titularidade, mantendo os recursos lastreados nos bancos, com domínio pleno do fluxo financeiro dos clientes.

As contas virtuais, operando na própria titularidade (conforme lei 12.865/2013), são capazes de oferecer uma experiência totalmente transparente com os serviços que a empresa já consome, mas com uma camada tecnológica que trata a informação, tornando-a totalmente rastreável e conciliada, e cobrando apenas por serviços financeiros (Finance As A Service).

Dessa forma, o ambiente financeiro se adapta à lógica de operação da empresa. E ainda nesse cenário, a lógica informacional de apuração, auditoria e compliance é invertida, pois a conferência não mais é realizada após a geração da informação.

Assim, já nasce conciliada, pois foi produzida por um sistema, sem interação humana, e em vez de ter de auditar cada atividade, o processo e a organização passam a ser auditados e gerenciados como um todo.

Agora que você já sabe como conectar a operação de sua empresa ao ambiente financeiro, comente abaixo ou entre em contato com o nosso time para saber mais sobre o FitBank