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Poucas transformações provocadas pela revolução digital são tão intensas quanto aquelas percebidas no mundo financeiro.

A aliança tecnologia e gestão do dinheiro veio para ficar, e as fintechs são as maiores responsáveis por esta mudança de paradigma. Entre os exemplos mais notáveis desta nova era está o banking as a service – um tipo de serviço que veio para ficar e ganha cada vez mais adeptos no Brasil e no mundo.

Antes de explicar o que é isto, contudo, vamos dar um passo atrás e lembrar o que é um software as a service (SaaS). De novo, estamos falando de mudanças definitivas no comportamento dos consumidores, que fazem parte do dia-a-dia de qualquer pessoa conectada à internet.

Sem se dar conta, já adotamos o SaaS na nossa rotina há muito tempo. Aqui, diferentemente de um software instalado em seu computador ou dispositivo móvel, estamos falando de um programa que funciona exclusivamente online, sem demandar muitos recursos do usuário.

Exemplos não faltam: aquela sua conta de e-mail vinculada a um drive na nuvem, o serviço de streaming de filmes e músicas, os aplicativos de carona compartilhada, as plataformas de supermercado que possibilitam ofertas exclusivas – e por aí vai. Robustos ou enxutos, esses programas são práticos, intuitivos e não ocupam muito espaço para “rodar”.

Há quem diga que o futuro da programação está aí: softwares leves, específicos e com uma linguagem bastante acessível, passíveis de ser executados por usuários leigos e com uma interface descomplicada.

Algumas derivações são dignas de nota, como a plataforma como serviço (PaaS), que possibilita a incubação de aplicativos simples ou complexos, e a infraestrutura como serviço (IaaS), ou hardware como serviço, que viabiliza o acesso remoto a servidores, por exemplo.

Mas… O que isso tem a ver com os bancos?

Se o software como serviço mudou até a forma como pedimos pizza, é óbvio que também mudaria a maneira como nos relacionamos com o dinheiro. Neste caso, o banking as a service é a última fronteira da evolução tecnológica aplicada à vida financeira de pessoas físicas e jurídicas.

A lógica é a mesma: aqui, temos um serviço bancário especializado, desterritorializado (seria o fim da agência?), personalizado de acordo com seus hábitos, seguro e acessível a partir de qualquer dispositivo.

Você já deve estar pensando naquelas instituições financeiras que funcionam exclusivamente pela internet, e não está de todo enganado. No entanto, as possibilidades do banking as a service são muito mais vastas.

Sua empresa pode, por exemplo, ter o total domínio da gestão financeira a partir de um banco próprio que gerencie suas transações, compromissos trabalhistas, fiscais e tributários e, claro, seus investimentos.

Ao solicitar um banco digital sob encomenda, você tem acesso a serviços como conta digital remota, carteira digital, pagamentos via QR Code, serviços de cashback – como os programas de recompensa – transações entre contas (P2P, P2B, B2B, TED e DOC), entre outras funcionalidades.

Diferentemente de um banco convencional, em que os pacotes de serviços já compõem uma cesta pronta (e cara!), no banking as a service a cesta é feita sob demanda – afinal de contas, em um mundo cada vez mais especializado, não faz mais sentido tratar a todos os clientes da mesma forma.

Detentora da maior plataforma open banking do Brasil, o FitBank dispõe deste e de outros serviços de pagadoria e gestão de contas. O futuro das suas finanças chegou, e aqui nós podemos ajudar a alcançá-lo!