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Síndicos, Administradoras e Condôminos: o que muda com as novas tecnologias financeiras?

Síndicos, Administradoras e Condôminos: o que muda com as novas tecnologias financeiras?

Estima-se que o mercado de administração de condomínios movimente um valor superior a R$ 60 bilhões anualmente. São mais de 6 milhões de unidades condominiais e não é difícil imaginar a criticidade da operação do dia a dia de tudo isso.

O gerenciamento de cobrança e pagamentos dessa verdadeira fortuna, por exemplo traz uma série de desafios para as administradoras de condomínios, síndicos e condôminos, tais como o acompanhamento de todas as rotinas de cobrança e pagamentos, prestação de contas e a garantia da execução do processo financeiro com agilidade e segurança.

No modelo bancário atual que carrega consigo sistemas legado há inúmeros complicadores que dificultam a operação financeira do dia a dia do mercado de administração de condomínios, um dos maiores complicadores é a assimetria de informações ocasionada pela relação entre o banco e a administradoras, impactando diretamente no dia a dia dos síndicos, administradoras e condôminos.

A administradora de condomínio é a empresa que assume a responsabilidade todo o processo de cobrança e pagamentos do condomínio, já o síndico é o responsável por todo o condomínio inclusive respondendo civil e criminalmente, sendo o síndico na maioria das vezes um indivíduo que exerce uma atividade paralela em sua vida da qual ele escolheu voluntariamente com o intuito de dedicar-se em prol do seu condomínio.

A assimetria de informações impacta diretamente na rotina destes dois agentes, no que tange a administradora a gestão financeira dos condomínios, cobrança e pagamentos ficam suscetíveis a vulnerabilidades, fraudes e processos manuais que demandam tempo e dinheiro. Inclusive, quando se trata de fraudes, o mercado imobiliário é vulnerável assim como em todos os mercados onde não há transparência nas informações, onde há margem para que pessoas mal-intencionadas se aproveitem dessa assimetria de informações para tirar proveito próprio assombrando o dia a dia de todos com golpes, fraudes, desvios e erros.

Estes fatorem também afetam diretamente a relação entre os síndicos e condôminos que por sua vez gostariam somente de ter certeza que seu patrimônio está sendo cuidado responsavelmente, com a necessária diligência que através das novas tecnologias bancárias não terá de se preocupar, pois essa situação potencialmente problemática tende a ser eliminada.

Os principais questionamentos que permeiam o mercado a administração de condomínio estão principalmente relacionados a garantia de execução dos processos relacionadas a cobranças e pagamentos como: Será que está tudo certo? Será que os pagamentos realmente foram feitos? Será que o dinheiro do condomínio está sendo bem cuidado?

Perguntas normais como essas, apesar de habituais, geram um grande stress na relação dessas três entidades. A desconfiança e a dificuldade em deixar as informações absolutamente claras acaba contaminando a relação da vasta maioria das administradoras e síndicos honestos e sérios. Eles acabam se vendo numa posição de fragilidade visto que se as informações não são claras, lembrando que sempre poderá aparecer algum condômino questionando o processo e exigindo uma comprovação que na maioria das vezes é extremamente difícil por conta da assimetria de informação, ocasionando um fator de desgaste nessa relação. E o stress pode surgir a qualquer momento.


Modelo passado

Há alguns anos atrás, a base da relação entre administradoras, síndicos e condôminos na questão financeira de pagamentos e recebimentos era a confiança e reputação, e em alguns outros casos, a desconfiança em que cada parte tenta se proteger como pode, e a relação pode ficar bastante desgastante. Mesmo estando certos em alguns casos, tanto a administradora quanto os síndicos podem demorar alguns dias para esclarecer o assunto, criando um período de desconforto para todas as partes.

Além do aspecto da assimetria de informações, a segurança também é comprometida com as metodologias do passado principalmente pelo processo de pagamentos ser manual e suscetível a falhas, fraudes e desconfianças da garantia de execução do processo como um todo.

Conexão plena com o ambiente financeiro

Dadas as tecnologias atuais, esse stress todo já não tem mais porque acontecer. A partir do momento que o ambiente financeiro está integrado ao dia a dia do condomínio, muita coisa muda.

Em primeiro lugar, a troca de arquivos com bancos é eliminada. Erros, atrasos e dificuldades com a conciliação não existem num ambiente de open banking.

As novas tecnologias permitem ainda que o síndico tenha visibilidade online dos pagamentos sendo efetuados e até mesmo autorize previamente, caso seja do interesse da administradora e/ou do síndico. Além de haver a disponibilização de extrato online, aprovação de pagamentos, visualização do documento e contratação de serviços e seguros, tudo online, na palma da mão.

Além disso, a falta de pagamento por parte do condôminos por falta de informação não irá mais ocorrer, pois além do processo normal de envio da cobrança, os condomínios passam a se valer de lembretes, e-mails, confirmações eletrônicas e até o acompanhamento da abertura dos e-mails de cobrança. Claro, a conciliação dos pagamentos é automática e com informação online.

Atividades extras como aluguel de salão de festas, churrasqueira ou até mesmo eventuais multas, podem ser realizadas diretamente de um aplicativo, de forma totalmente integrada à conta do final de mês.

Todos esses aspectos já estão revolucionando a indústria de administração de condomínios. A tecnologia já existe e está em franca expansão no mercado, levando enormes benefícios para esta indústria gerando benefícios operacionais e redução de custos oferecendo uma maior capacidade de gestão e escalonamento.

O ambiente de open banking para administradoras é a solução para a garantia de execução, segurança e agilidade no processo de gerenciamento financeiro em larga escala que permeiam o mercado imobiliário.

O futuro vai premiar os bons, e dificultar a vida daqueles que praticam atividades ilícitas. As empresas passarão a ser mais reconhecidas por todo seu trabalho, os síndicos ficarão mais confortáveis com o dia a dia, e os condôminos terão certeza da transparência na gestão dos recursos.

E então, leitor? Quer conhecer mais sobre essa prática? Entre em contato com o nosso time e conheça um pouco mais sobre o que preparamos para você.

Sami Sistemas fecha parceria com FitBank

Sami Sistemas fecha parceria com FitBank

Com o crescimento do mercado imobiliário que na última pesquisa realizada em 2010 já chegava a cerca de 1 milhão de condomínios segundo o IBGE, cada vez mais empresas se especializam no desenvolvimento de sistemas para o mercado imobiliário, visto que gerenciar condomínios, condôminos e imobiliárias não é uma tarefa simples.

A Sami Sistemas (Sistema de Automação e Modernização Imobiliária) presente há 30 anos no mercado imobiliário principalmente no Rio Grande do Sul, sendo especialista no desenvolvimento de softwares para o mercado imobiliário e para a cadeia imobiliária como um todo, inova no mercado com produtos de alta tecnologia para os segmento de locação, condomínio e vendas que incorporam toda a gestão financeira uniu sua expertise com o FitBank.

A parceria entre Sami e FitBank permite que imobiliárias e administradoras de condomínios passem a consumir serviços financeiros diretamente do ERP sem precisar acessar o ambiente bancário. Além disso, há a eliminação de todo o processo de registro e homologação bancária, a emissão de boletos ocorre de maneira simples e rápida, com taxas reduzidas, sem a necessidade de homologação ou geração de arquivos de remessa e processamento de arquivo de retorno.

A integração entre o FitBank e a Sami Sistemas é mais um grande passo para que sistemas integrados de locação e condomínios sejam capazes de transformar a experiência do cliente através do uso da tecnologia. A estimativa é que o Fitbank economize até 50 horas de trabalho humano por mês sendo que além da eficiência operacional e financeira, economias de custo estão no conjunto de benefícios.

Através de uma API (Application Programming Interface), o próprio sistema de gestão passa a solicitar os serviços financeiros, com a informação totalmente conectada à transação. Assim, o fluxo operacional da administradora passa a caminhar atrelado a sua operação bancária, tanto no processo de cobrança quanto de pagamento. Dessa maneira, as operações financeiras são realizadas da forma como foram programadas para cada condomínio ou unidade de locação, garantindo a execução de todas as rotinas.

Nesta estrutura que já se encontra pronta para ser utilizada sem necessidade de homologação a carteira de cobrança torna-se totalmente automatizada dentro do ERP Sami, onde o acesso torna-se simplificado e centralizado na gestão de uma ou múltiplas contas e seus respectivos extratos.

Cobranças e transferências são realizadas de forma automática para cada condomínio ou administradora, e a informação já nasce conciliada, pois foi gerada diretamente de um sistema. Rotinas manuais se transformam em processos ágeis, rastreáveis e seguros, onde o fluxo de gestão passa caminhar atrelado ao fluxo financeiro podendo a administradora gerenciar a exceção e não mais a regra.

Segundo Otavio Farah, CEO do FitBank: “A parceria une a expertise da Sami Sistemas no desenvolvimento de softwares para o mercado imobiliário e o conhecimento do FitBank na integração inteligente das empresas com o ambiente financeiro com tecnologia de ponta numa experiência seamless banking. A nossa parceria representa um grande passo para que sistemas integrados de locação e condomínios sejam capazes de transformar a experiência do cliente através do uso da tecnologia que a automação financeira pode oferecer.”

Com uso das tecnologias mais modernas disponíveis atualmente, a Sami Sistemas presente em todos os estados e 7 países com uma carteira de mais de 1.000 imobiliárias e administradoras e mais de 1 milhão de usuários, passa a oferecer com o FitBank uma plataforma que atende exatamente a uma demanda latente do mercado imobiliário: facilidade, agilidade e segurança no gerenciamento de condomínios e unidades de locação, com menos trabalho e mais dinheiro, incorrendo em custos menores e margens financeiras maiores para as empresas.

E então leitor, quer saber mais sobre automação financeira no setor imobiliário? Comente abaixo ou entre em contato com o nosso time.

FitBank leva para ERP Summit 2018 serviços financeiros integrado a ERPs

FitBank leva para ERP Summit 2018 serviços financeiros integrado a ERPs

O FitBank, especialista em tecnologia para integração bancária, automação financeira e contas digitais, confirmou sua participação no ERP Summit que ocorrerá no dia 17 de Abril, evento considerado o principal do mercado de software de gestão empresarial do Brasil e América Latina. A companhia terá um stand no local, onde apresentará seus produtos e serviços, focados em agregar inovação aos ERPs.

O conceito de seamless banking é uma coisa desejada há muito tempo, já muito difundida no exterior, porém tido como acessível apenas para empresas de grande porte, com volume, complexidade e orçamento expressivos.

Essa dificuldade tem sido mitigada com o advento de plataformas tecnológicas capazes de tornar os processos mais ágeis e menos manuais, trazendo escala para essas operações, inclusive oferecendo uma alternativa para o uso do arquivo texto (CNAB).

O FitBank trouxe o conceito do seamless banking ao Brasil e através de sua plataforma, empresas podem executar todas suas operações de tesouraria de uma forma transparente e automatizada, sem sair do ambiente do ERP.

Com a integração do FitBank via API em ERPs parceiros, a empresa passa a eliminar atividades de controle e conferência manual uma vez que está com acesso total a sua vida financeira de maneira online e automatizada. Com isso, ela passa a controlar melhor suas operações, reduz seus custos e elimina o desconforto de deixar uma área extremamente crítica da empresa sujeita a atividades manuais, passíveis de falha.

A plataforma do FitBank é capaz de conciliar o fluxo de gestão com o fluxo de transação, automatizando processos, reduzindo custos, conectando a operação com o ambiente financeiro sem a necessidade de qualquer processo manual em que através de uma conta virtual operada diretamente do ERP as empresas passam a ter acesso ao que chamamos de tesouraria online sem precisar acessar o ambiente do banco.

As contas virtuais, operando na própria titularidade (conforme lei 12.865/2013), são capazes de oferecer uma experiência totalmente transparente com os serviços que a empresa já consome, mas com uma camada tecnológica que trata a informação, tornando-a totalmente rastreável e conciliada, retirando a possibilidade de interferência humana e a probabilidade erros, cobrando apenas por serviços financeiros (Finance As A Service).

Com uma tesouraria online, a informação passa a ser gerada automaticamente por um sistema, eliminando a possiblidade de qualquer tipo de adulteração, garantindo a execução do processo financeiro como um todo.

As empresas, em via de regra, sistematizam suas rotinas operacionais e financeiras através de ERPs e por este motivo este segmento é o principal canal de integração dos serviços bancários operacionalizados através de ERPs.

Otávio Farah, CEO FitBank comenta que o evento também será o palco de abordagem de um tema que está alta que é o movimento de integração da operação das empresas com o setor financeiro já percebido pelo mercado como o chamado, Open Banking, que terá como principal agente de transformação o mercado de ERPs.

Com os ERPs integrados à instituições financeiras através do Fitbank o banco ou as operações bancárias, passarão a fazer parte da gestão da empresa de forma integrada ao seu dia a dia. Respeitando totalmente os fluxos operacionais, os regimes de alçada e os processos de controle de orçamento.

A famosa conciliação bancária desaparecerá nas tesourarias afinal, como o ambiente financeiro estará 100% integrado ao dia a dia da empresa, o que consta no sistema, será de fato o que a empresa tem no banco.

Processos manuais, erros, fraudes, inconsistências, assimetria de informações, lentidão na obtenção de dados, sistemas para compilar informações, tudo isso será eliminado e os custos operacionais das tesourarias serão radicalmente reduzidos.

A empresa destaca que contas digitais e automação financeira dentro ERP significam ganho de produtividade, agilidade e alta capacidade de gerenciamento financeiro. Para os fornecedores de software de gestão, estar integrado aos bancos e oferecendo aos seus clientes uma gama serviços financeiros de forma automatizada, segura, ágil e online, permite aumentar o valor agregado do seu produto oferecendo uma plataforma completa sendo os grandes protagonistas dessa transformação. Além de ganhos de produtividade, ganhos financeiros também são obtidos, uma vez que neste tipo de operação os fornecedores de ERP podem ser remunerados por transação ( Finance As A Service ).

Sobre o evento,Otavio Farah, CEO FitBank, também ressalta que o FitBank levará ao público presente, não somente as soluções comentadas, mas inúmeras outras ferramentas que agregam alta performance às soluções de gestão.

E então leitor, quer saber mais sobre serviços financeiros integrados ao ERP e/ou automação financeira? Entre em contato com o nosso time FitBank ou comente abaixo.

O poder das APIs na operação financeira de empresas

O poder das APIs na operação financeira de empresas

Automatizar processos e unificar as informações financeiras são problemas comuns na rotina de uma empresa. Entretanto no modelo atual é comum empresas avaliarem que com o processo atual de remessa e retorno com o CNAB, o problema está resolvido, crendo que estão 100% conciliados e que toda a informação e a operação está resolvida.

Porém, na realidade, as tecnologias atuais podem tornar a operação muito mais eficiente e segura, por ser automatizada. Ninguém quer apenas emitir boleto ou fazer TED. Essencialmente, as empresas querem cobrar e pagar, sendo essa a essência de uma tesouraria.

Por isso a importância de conectar a operação da empresa ao ambiente bancário com uso da automação financeira, trazendo eficiência operacional e redução de custos em todos os processos de tesouraria.

A solução para a conexão entre a operação da empresa e o ambiente bancário pode passar, por exemplo, pelo uso de APIs — Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicativos, na tradução para português, tecnologia mais moderna disponível atualmente, que torna seguro e escalável o processo.

No modelo atual sem uma API, por não haver a integração dos dados gerados com o sistema, há a necessidade de realizar a conciliação, uma vez que não há integração com a informação originada na operação da empresa.

Basicamente, é feito o download da informação de um sistema e a cópia para o outro, para que, dessa forma, haja a integração de informações e ambos os sistemas estejam atualizados. Atualmente, todo esse processo é realizado de forma manual ou semiautomatizada.

Uma alternativa para a solução desse problema envolve as redes de valor agregado — um link dedicado do sistema da empresa com a conta bancária dela.

Diferentemente de uma conta virtual, por exemplo, em que as transações são realizadas na titularidade da instituição de pagamento, permitindo o tratamento dessas informações, a rede de valor agregado é a própria conta da empresa operando com toda uma estrutura complexa de comunicação e segurança.

Essa estrutura deve ser criptografada, e seguir uma série de padrões de segurança, para mitigar os riscos envolvidos. Porém, isso torna tudo muito caro, com cobranças de licenças de valor acessível apenas a grandes corporações.

A rede de valor agregado é uma solução cara, complexa e que envolve implantação traumática e dolorosa, por passar por diversas etapas como: homologar no banco, emitir autorização e procuração, instalação, configuração etc.

Contudo, essa dificuldade pode ser mitigada com o advento de plataformas tecnológicas capazes de tornar os processos mais ágeis e menos manuais, trazendo escala para essas operações, inclusive oferecendo uma alternativa para o uso do arquivo texto (CNAB).

Inclusive no modelo atual é comum empresas avaliarem que com o processo atual de remessa e retorno com o CNAB, o problema está resolvido, crendo que estão 100% conciliados e que toda a informação e a operação está resolvida.

Como citado acima, uma forma mais simples, eficiente e barata são as contas virtuais. As contas virtuais, operando na própria titularidade (conforme lei 12.865/2013), são capazes de oferecer uma experiência totalmente transparente com os serviços que a empresa já consome, mas com uma camada tecnológica que trata a informação, tornando-a totalmente rastreável e conciliada, retirando a possibilidade de interferência humana e a probabilidade erros, cobrando apenas por serviços financeiros (Finance As A Service).

Através de uma conta virtual as empresas passam a ter acesso ao que chamamos de tesouraria online, onde o fluxo de gestão e fluxo de transação passam a caminhar atrelados automatizando processos, reduzindo custos, conectando a operação da empresa com o ambiente financeiro sem a necessidade de qualquer processo manual.

No processo atual, todas as informações financeiras são perdidas a partir do momento que chegam ao banco por conta do fluxo de gestão não caminhar atrelado ao fluxo de transação. Em extratos bancários, por exemplo, os lançamentos são realizados sem detalhamento (exemplo: TAXAS -R$ 5.000), sendo este o limite de informação que as empresas recebem dos bancos. Contudo, através de uma conta virtual conectada via API no ERP da empresa esse problema é eliminado.

Com uma API (Application Programming Interface) conectada ao ERP, o próprio sistema de gestão passa a solicitar os serviços financeiros, com a informação totalmente conectada à transação. Assim, o fluxo operacional da empresa passa a caminhar atrelado a sua operação bancária, tanto no processo de cobrança quanto de pagamento.

Pelo fato dos sistemas estarem conectados como tomadas há a integração das informações sem a necessidade de intervenção humana, pois as mesmas já nascem conciliadas. Dessa forma, é invertida a lógica de gerenciamento de transação, e o processo passa a ser gerenciado como um todo.

Processos manuais, erros, fraudes, inconsistências, assimetria de informações, lentidão na obtenção de dados, sistemas para compilar informações, tudo isso será eliminado e os custos operacionais das tesourarias serão radicalmente reduzidos, dando lugar a rastreabilidade, agilidade e segurança à gestão financeira da empresa onde a informação é disponibilizada de maneira acessível, detalhada e completa, tornando o processo de cobranças e pagamentos mais seguro e totalmente automatizado.

Hoje, empresas além de vender, comprar e prestar seus serviços de forma online, poderão também gerir suas finanças com toda a agilidade e conveniência que a evolução tecnológica através de APIs já possibilita para tantos aspectos de nossas vidas.

O FitBank, Fintech habilitada como instituição de pagamentos pelo Banco Central, é um exemplo dessa evolução tecnológica, pois é capaz de conectar empresas a serviços financeiros numa experiência seamless banking, através de sua conta virtual com serviços financeiros integrados ao ERP via API que traz todos os serviços bancários para dentro da operação das empresas de maneira automatizada sem precisar acessar o ambiente bancário, conforme explicado neste artigo.

E então leitor, se interessou pelo tema e quer saber mais?. Entre em contato com o nosso time FitBank ou deixe seu comentário abaixo.

Open Banking: integração entre empresas e bancos

Open Banking: integração entre empresas e bancos

Já não é novidade escutarmos por aí que estamos entrando na revolução tecnológica no mercado financeiro, onde os bancos serão abertos, as informações online e os custos operacionais reduzidos.

Hoje, as pessoas físicas são as que mais se beneficiam desse efeito. A possibilidade de se ter um banco na palma das suas mãos, disponível vinte e quatro horas por dia, sem a necessidade de ir presencialmente em alguma agência bancária.

A flexibilidade e praticidade são alguns dos grandes benefícios da tecnologia no mercado financeiro. Seja no conforto de sua casa, no deslocamento para o trabalho ou na sala de espera para uma consulta médica é possível resolver assuntos financeiros, comprar produtos e pagar contas diretamente pelo celular.

Essas mudanças já começaram a entrar na vida das pessoas e sua adoção é uma questão de tempo. Mesmo aquelas pessoas mais avessas à tecnologia que há 10 ou 15 anos atrás diziam que não precisariam de celular, hoje têm um smartphone consigo e baixam aplicativos.

No entanto, vemos que o real impacto disso na vida das empresas ainda é uma incógnita. As empresas possuem uma dinâmica de trabalho completamente diferente de pessoas físicas exigindo soluções muito mais complexas e avançadas do que simplesmente um app para efetuar suas transações.

Nesse contexto, não é só o fluxo operacional das empresas que é completamente diferente (onde uma estrutura de aprovações e alçadas e controles são fundamentais). Os produtos contratados são outros. Mas se um app não é capaz de resolver essas questões, então o que seria o conceito de open banking direcionado para empresas? Qual é a tal revolução que ele trará para o financeiro das organizações?

Antes de mais nada, precisamos sempre pensar que empresas, via de regra, sistematizam suas rotinas operacionais e financeiras através de ERPs. Eles são extremamente difundidos em empresas que já possuem um determinado porte. Por ser uma ferramenta importantíssima para o gerenciamento operacional, a cada dia que passa estão ficando mais específicos e focados no nicho de negócio que se propõem a atender, além de ter sua popularização cada vez maior, em empresas de portes cada vez menores.

É por aí que o conceito do open banking vai se desenvolver. ERPs integrados à instituições financeiras. O banco, ou as operações bancárias, passarão a fazer parte da gestão da empresa de forma integrada ao seu dia a dia. Respeitarão totalmente os fluxos operacionais, os regimes de alçada e os processos de controle de orçamento. A famosa conciliação bancária desaparecerá nas tesourarias afinal, como o ambiente financeiro estará 100% integrado ao dia a dia da empresa, o que consta no sistema, será de fato o que a empresa tem no banco.

Processos manuais, erros, fraudes, inconsistências, assimetria de informações, lentidão na obtenção de dados, sistemas para compilar informações, tudo isso será eliminado e os custos operacionais das tesourarias serão radicalmente reduzidos.

Isso tudo já é muito bom. Mas esse é só o primeiro efeito que a integração dos serviços bancários operacionalizados através de ERPs terá na vida das empresas. O que virá por aí é muito maior e disruptivo. Trará benefícios tanto para empresas quanto para os bancos.

Vamos exemplificar com uma operação absolutamente corriqueira para empresas, a antecipação de recebíveis. Como funciona hoje?. No cenário atual, os bancos não têm visibilidade sobre aquilo que a empresa está fazendo. Eles oferecem ao mercado uma forma de emitir boletos e se a empresa quer antecipar esse recurso, ela se utiliza da carteira X, se não quiser antecipação, a carteira Y de recebimentos.

Isso obriga a empresa a antecipar o recurso no momento do faturamento, não necessariamente na hora que ela precisa do dinheiro. Nesse formato, caso um empresário precise antecipar recursos para pagar sua folha salarial, por exemplo, ele é obrigado a começar o processo de antecipação dias antes da data da folha, e paga juros sobre um dinheiro que ele não precisaria.

Por outro lado, o banco não tem visibilidade sobre o que está sendo antecipado. Ele não sabe se aquela cobrança está de fato lastreada a uma venda feita, qual a qualidade do sacado ou se o título foi antecipado em duas instituições diferentes.

Como os bancos lidam com isso? Pela estatística. Ou seja, o cálculo dos juros que será cobrado para todas as empresas daquela carteira será dado pela performance estatística do índice de inadimplência de todas as empresas pertencentes à carteira de cobrança.

Em outras palavras, os bons estão pagando pelos ruins. Com isso, o spread bancário aumenta, os empresários corretos acabam pagando em juros o prejuízo gerado por aqueles que se aproveitaram de deficiências sistêmicas para obter uma vantagem (mesmo que temporária). Esses assuntos são temas corriqueiros do dia a dia das operações financeiras, e vistos pelo mercado como circunstâncias, não como problemas.

E no open banking isso muda? Bom, tanto a vida das empresas quanto a dos bancos será totalmente diferente. Em primeiro lugar, a instituição financeira terá acesso ao processo de emissão de nota fiscal de venda ou prestação feita pela empresa. Havendo o cancelamento a cobrança também será cancelada. Melhor, a instituição conseguirá analisar de forma online a solvência do sacado, o que permitirá ter uma taxa dinâmica para a empresa. Estará ligada à questão de adimplência daquelas empresas que estão sendo faturadas, e não mais a um dado estatístico antigo. Dessa forma, empresas notoriamente insolventes não terão suas cobranças aceitas na carteira de antecipação, por exemplo.

Com isso há a diminuição da necessidade de proteção dos bancos, consequentemente do spread bancário, o que resulta em juros mais baixos. Mais que isso, esse tipo de operação possibilitará a entrada de novos agentes de financiamento, aumentando a competição pelo crédito, novamente com tendência de redução de spread nos juros.

A consequência disso é, principalmente, o aumento do dinamismo da economia! Maior segurança jurídica, operacional e financeira para as empresas e instituições financeiras. Elas poderão trabalhar, cada uma na sua especialidade e foco de negócios, por uma economia mais ágil e eficiente.

Esse é somente um dos exemplos dos muitos outros benefícios que a economia terá como um todo com a integração entre as empresas e os bancos. A nova economia está se apresentando diante de nossos olhos, e teremos o privilégio de acompanhar tudo isso de perto!