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Os dias de distanciamento social entre aqueles que podem se isolar têm sido de muita reflexão. O clima de “nada será como antes” predomina e muitos empreendedores precisam buscar equilíbrio emocional para conciliar o planejamento para manter as contas em dia com a definição de novos modelos de negócio que sobrevivam no contexto pós-covid. As inovações mais robustas surgem exatamente neste contexto, e talvez seja a hora de pensar em dar um passo adiante na linha da vida de seu empreendimento.

Temos falado aqui já há algum tempo sobre as vantagens em transformar seu negócio em uma fintech – empresa de tecnologia aplicada às finanças: sem depender de espaço físico, você passa a oferecer serviços de banco para outras empresas que buscam mais autonomia sobre a engenharia financeira, como transações, gestão de pagamentos, antecipação de recebíveis, entre outras facilidades.

Tudo isso com capacidade para chegar a milhões de brasileiros desbancarizados, por opção ou falta de acesso à instituição bancária.

A engrenagem mais moderna das fintechs voltou à tona justamente no momento em que o mundo entrou em estado de dormência: a dependência exclusiva dos bancos se mostrou anacrônica e lenta demais para quem tem pressa para salvar o próprio negócio ou para garantir condições mais básicas de sobrevivência.

Em recente debate promovido pelo UOL, representantes de fintechs expuseram que o auxílio de R$ 600 providenciado pelo governo para ajudar as pessoas em dificuldade financeira chegaria ao cidadãos em poucos dias, e não em semanas, como se tem observado.

A conta é muito simples: quando a crise do coronavírus começou e as pessoas que puderam se viram obrigadas a ficar em casa, o tráfego na internet aumentou cerca de 40%. Basicamente todos os setores da economia diminuíram o ritmo, ao passo que o uso da rede aumentou exponencialmente.

Ora, tanta gente usando a internet só comprova que o eixo da economia – sobretudo em momentos de crise – deve ser compartilhado de maneira definitiva com os ambientes digitais, o que não combina nem um pouco com filas e mais filas em banco para sacar um único benefício.

Mas não é só isso: as vendas de pequenas e médias empresas no e-commerce aumentaram cerca de 140% em março, com destaque para os segmentos de alimentação (80%) e presentes (60%).

Já as transações virtuais, intermediadas ou não por instituições bancárias, cresceram de maneira expressiva e os aplicativos de bancos estão entre os mais baixados em tempos de isolamento.

A hora da mudança

Por um motivo muito assustador e que vai mudar a história do século 21, os modelos de negócio vão ter que enfrentar este caldeirão de ingredientes que inclui queda no poder aquisitivo das famílias, crise do varejo tradicional, desemprego e mudanças no padrão de consumo.

Como em toda crise, há espaço para a emersão de novos paradigmas positivos, como a compra consciente, o maior senso de solidariedade e o estabelecimento de negócios adaptáveis a solavancos como este.

Neste sentido, as fintechs surgem como uma possibilidade segura em função da capilaridade e do espírito democrático que se adapta a pequenas, médias e grandes empresas para chegar a cidadãos de todo tipo de perfil.

A revolução que as startups promoveram no contexto da inovação tecnológica e na rotina dos profissionais tende a se alastrar entre aqueles que:

* Precisaram fechar seus estabelecimentos físicos, mesmo que temporariamente;
* Precisaram mudar o foco de atuação, mesmo que conciliando com o anterior;
* Precisaram oferecer outras possibilidades de negócio, diante da obsolescência de produtos, processos ou serviços.

Precisa de ajuda?

A empreitada não é fácil, assim como em qualquer mudança. O FitBank nasceu preparado para ajudar empresários e empreendedores a dar poder de banco para seus negócios. Esta é a nossa vocação que, em um momento como esse, fica ainda mais evidenciada.

Junte-se ao nosso time de colaboradores que lhe darão o suporte técnico e intelectual para construir novas pontes e sair deste momento mais forte – emocional e economicamente.

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