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Já expusemos em um post anterior por que 2020 tem tudo para ser o ano das fintechs no Brasil.

Questões ligadas às inovações tecnológicas, como o leilão do 5G, e aos marcos regulatórios, como a regulamentação do open banking, contribuem para a consolidação das empresas de tecnologia financeira.

Mais do que isso, a cena econômica tende a ser um importante agente catalisador destes empreendimentos.

Por conta destes e de outros fatores, a quantidade de fintechs também deve aumentar no Brasil – seguindo a tendência que coloca o país entre as principais incubadoras de empresas do setor na América Latina.

Porém, antes de se aventurar por este segmento, é necessário ter em mente algumas recomendações essenciais para montar seu business plan.

Se em empresas convencionais o plano de negócios já é necessário, em firmas tão dinâmicas e flexíveis como as fintechs, a definição de metas e estratégias se mostra indispensável.

Portanto, existem alguns fatores-chave indispensáveis para se otimizar um business plan sem riscos problemas de natureza financeira ou legal.

A quem se destina?

Básico em qualquer plano de negócios, o delineamento do público-alvo é indispensável. Não é necessário elaborar nada muito taxativo (como gênero ou faixa etária, por exemplo), mas algum perfil médio de cliente é desejável.

Uma boa pesquisa de mercado ou indicadores estatísticos oficiais podem ser um bom aliado.

Se o investimento é circunscrito a uma cidade, região metropolitana ou a uma região específica, o portal do IBGE pode ajudar.

O que não dá é para canalizar todo seu investimento e sua energia para um projeto muito genérico – mesmo porque a cena fintech ainda não é totalmente conhecida por todo o público consumidor.

Quem está no jogo?

Um bom mapeamento a respeito da concorrência também é essencial. A ideia aqui não é ocupar espaços já preenchidos ou elaborar estratégias de migração de clientela, mesmo porque – acredite – há mais demanda do que gente prestando serviços de tecnologia financeira no Brasil. Em outras palavras, há espaço para todo mundo.

De todo modo, entender como os concorrentes se comportam e quais serviços prestam ajudam a ter uma ideia de quais atividades você poderá desenvolver, principalmente se estiver começando.

O Finnovation, primeiro blogue de fintechs no Brasil, traz um bom panorama deste cenário.

Regulamentação

Apesar de mais flexíveis que as instituições bancárias, as ações desempenhadas pelas empresas de inovação financeira não são desprovidas de regras. O Banco Central é o responsável por avalizar as empresas que podem oferecer serviços financeiros fora do sistema bancário e com quais condições.

Leis e normas paralelas, como a lei de proteção de dados – por exemplo, também devem ser compreendidas para auxiliar na definição da carta de serviços que será oferecida e a partir de quais suportes da tecnologia da informação.

Visibilidade

O Brasil ainda não completou o processo conhecido por revolução digital. Marcado por inúmeras desigualdades e uma imensa burocracia, o país ainda mantém processos analógicos que irradiam na mentalidade de muitos empresários.

Por isso, muita gente desconhece ou tem medo de instituições e serviços não-bancários.

Em razão deste cenário, jamais desprestigie o marketing de seu business plan. Fazer-se conhecido e apresentar os serviços de maneira transparente, objetiva e atraente é essencial para obter algum protagonismo.

Oferta

É melhor oferecer poucos serviços de maneira competente e segura do que muitos serviços em descompasso com a envergadura de suas receitas e de seu modelo de negócios. Nessa hora, firmar parcerias com outras fintechs e operadoras pode ser uma boa forma de começar sem parecer que está saindo do zero. Nesse cenário, o FitBank ajuda as empresas e Fintechs com soluções de gestão de pagamento já prontas e customizáveis para cada regra de negócio. Com sua plataforma robusta e na nuvem, entrega valor ao automatizar a tesouraria das empresas e criar ecossistemas completos da onde a empresa pode tirar proveito.

Esses são fatores essenciais que qualquer business precisa para ter a maturidade necessária para agregar musculatura a sua fintech. Lembre-se sempre de que uma boa ideia, sem planejamento, tem todos os ingredientes para não sair do lugar – e não é isso que você quer, não é mesmo?